Minha esposa, eu e nosso amigo Carlos - 02



O dia seguinte amanheceu lento, como se o sol também precisasse se recuperar da noite anterior. A casa ainda cheirava a sexo, a suor, a vinho derramado e àquele perfume doce que minha mulher sempre usava. Carlos dormiu no quarto de hóspedes. Eu e ela no nosso. Quando abri os olhos, ela estava debruçada sobre o meu peito, o cabelo longo espalhado pela minha pele, a respiração quente. Os olhos ainda meio fechados, mas já molhados de desejo."Ainda dói?" perguntei baixinho, passando a mão pelas costas dela, descendo até o cóccix, onde eu sabia que ela ainda estava sensível.Ela sorriu contra a minha pele."Dói gostoso. Eu quero de novo."Não esperamos. Eu a virei de lado, abri as pernas dela com o joelho e entrei devagar, sem pressa, sentindo como ela ainda estava inchada e quente por dentro. Ela gemeu baixo, abafado, para não acordar o Carlos. Eu fodi ela devagar, fundo, beijando o pescoço, mordendo o ombro, enquanto ela empurrava o quadril para trás, pedindo mais. Quando ela gozou, apertou tanto o meu pau que eu gozei junto, fundo, sem tirar, sentindo os espasmos dela me sugar. Ficamos assim, colados, suados, até o cheiro de café subir da cozinha.Carlos já estava em pé, de bermuda, preparando o café como se nada tivesse acontecido. Quando ela apareceu na porta da cozinha, de camisola fina, os seios marcados, ele levantou o olhar e sorriu de lado. Ela correu até ele e o abraçou por trás, o corpo colado nas costas dele."Obrigada pela noite" sussurrou.Ele virou o rosto e beijou a boca dela, lento, profundo, na minha frente. Eu senti o pau endurecer de novo só de ver.Sentamos os três na mesa. O clima era estranho no começo, mas o café, o pão quente e o sorriso dela foram dissolvendo tudo. Carlos falou da amiga. Chamava-se Renata. Tinha trinta e um anos, era professora de educação física, separada, corpo de quem treina todos os dias: seios firmes, cintura fina, bunda alta e redonda, pernas longas e fortes. Ele disse que ela já tinha brincado a três antes, que gostava de mulheres e que, quando ele contou (sem detalhes) sobre a nossa noite, ela ficou curiosa. Muito curiosa.Minha mulher olhou para mim por cima da xícara. Os olhos brilhavam."Traz ela" disse. "Traz ela este fim de semana."Carlos sorriu."Vocês têm certeza?"Eu passei a mão pela coxa da minha mulher por baixo da mesa e apertei."A gente nunca esteve tão certo de nada."Na sexta seguinte ele chegou com ela. Renata era ainda mais bonita do que a descrição. Cabelo castanho claro preso num rabo de cavalo alto, rosto bonito, boca carnuda, olhar direto. Vestia uma saia jeans justa e uma blusa branca sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido. Quando ela me cumprimentou, o abraço durou um segundo a mais do que o necessário. Quando abraçou minha mulher, as duas se olharam e sorriram de um jeito que fez meu estômago revirar de tesão.Bebemos. Conversamos. Rimos. A tensão no ar era tão densa que quase se dava para morder. Minha mulher estava de vestido curto preto, sem calcinha (eu sabia porque eu mesmo tinha tirado ela no banheiro antes deles chegarem). De vez em quando ela cruzava e descruzava as pernas e eu via o brilho da buceta molhada. Renata notava. Carlos também.Por volta das onze eu já não aguentava mais. Levantei, fui até a cozinha “buscar gelo” e quando voltei minha mulher estava sentada no sofá entre os dois. A mão de Carlos subia pela coxa dela. A mão de Renata brincava com o cabelo longo dela. Elas se beijaram. Devagar no começo, depois com língua, com gemido, com a mão de Renata entrando por baixo do vestido.Eu fiquei parado na porta, vendo. Carlos me olhou e sorriu. Eu me aproximei, me ajoelhei na frente delas e abri as pernas da minha mulher. A buceta dela estava inchada, molhada, o clitóris saltado. Eu lambi. Lento. Enquanto ela beijava Renata e Carlos chupava um dos seios dela. O gosto dela na minha boca, o cheiro, o gemido abafado contra a boca da outra mulher… eu quase gozei na calça.Renata se afastou um pouco, tirou a blusa e soltou os seios firmes. Eu levantei a cabeça e ela me puxou pela nuca, me beijando com o gosto da minha mulher ainda na minha língua. Depois ela se ajoelhou ao meu lado e as duas começaram a me chupar juntas. Línguas se tocando no meu pau, saliva escorrendo, mãos nos meus saco, olhos me olhando. Minha mulher engolia até a base enquanto Renata chupava as bolas. Depois trocavam. Eu segurava os cabelos das duas, gemendo, dizendo o quanto elas eram putas gostosas, o quanto eu queria ver as duas se comendo.Carlos já estava nu. Minha mulher se virou de quatro no sofá, o vestido subido até a cintura, a bunda empinada. Carlos enterrou o pau grosso nela de uma vez só. Ela gritou. Renata se posicionou na frente dela e minha mulher começou a chupar a buceta da outra mulher enquanto levava o pau do amigo. Eu fiquei de pé, olhando, batendo uma devagar, adorando a cena. Depois me aproximei e enfiei o pau na boca de Renata. Ela engolia fundo, gemendo contra a minha pele enquanto minha mulher a chupava e Carlos fodia.A casa cheirava a sexo. Gemidos, barulho de pele batendo, o sofá rangendo. Eu tirei o pau da boca de Renata e fui para trás de Carlos. Passei a mão pela bunda da minha mulher, molhei o dedo no próprio tesão dela e enfiei devagar no cu. Ela tremeu toda. Carlos sentiu o dedo e aumentou a força. Depois eu tirei o dedo e coloquei o pau. Devagar. Sentindo o pau dele do outro lado, quente, duro, se movendo. Minha mulher gritou mais alto, a voz embargada:"Caralho… os dois… os dois dentro de mim… não para… não para…"Renata se abaixou e começou a chupar o clitóris dela enquanto a gente a arrombava. Eu gozei primeiro, fundo no cu dela, gemendo, segurando os quadris dela com força. Carlos gozou logo depois, dentro da buceta. Quando tiramos, o esperma escorreu misturado. Renata se deitou de costas no chão e puxou minha mulher para cima dela. As duas se esfregaram, buceta com buceta, lambendo o leite que escorria, se beijando com a boca cheia. Eu e Carlos ficamos ajoelhados, assistindo, recuperando o fôlego, os paus ainda semi-duros.Depois foi a vez de Renata. Eu a fodi de quatro enquanto minha mulher se sentava no rosto dela e Carlos enfiava o pau na boca da minha mulher. Depois trocamos. Carlos fodeu Renata enquanto eu fodia minha mulher de frente, as duas se beijando, se tocando, gemendo uma no ouvido da outra. Em algum momento as duas se ajoelharam de novo e nos chuparam juntos até a gente gozar nas caras delas. Elas se beijaram depois, dividindo o leite, lambendo uma a outra.Fomos para o quarto. A cama grande. Quatro corpos. Eu deitei de costas e minha mulher sentou no meu pau, de frente para mim. Renata se sentou no meu rosto. Carlos fodeu Renata por trás enquanto ela gozava na minha boca. Depois minha mulher virou de costas e as duas se beijaram enquanto eu e Carlos as fodíamos juntas, no mesmo ritmo, ouvindo os gemidos delas se misturando. Eu sentia o cheiro, o gosto, o calor, a umidade. Eu via o pau do Carlos entrando e saindo da buceta da Renata enquanto a minha mulher apertava o meu. Eu via as mãos delas se tocando, os seios se esfregando, as línguas se encontrando.Minha mulher gozou tantas vezes que perdi a conta. As pernas dela tremiam, a voz saía rouca, o corpo inteiro se contorcia. Renata também. Quando eu finalmente gozei de novo, foi dentro da minha mulher, fundo, enquanto ela me olhava nos olhos e dizia, ofegante:"Eu te amo… eu te amo tanto… olha o que a gente está fazendo…"Carlos gozou nas costas dela. Renata se deitou ao lado e as duas se abraçaram, se beijando devagar, enquanto eu e ele ficávamos deitados, suados, satisfeitos, olhando o teto.De madrugada ainda rolou mais. Eu acordei com a boca de Renata no meu pau e a língua da minha mulher no meu saco. Depois as duas me montaram, uma de frente para a outra, se beijando enquanto eu entrava ora numa, ora na outra. Carlos acordou e se juntou. Fodemos até o sol começar a clarear pela janela.No domingo de manhã os quatro tomamos café juntos, nus, no sofá. Minha mulher sentada no meu colo, o pau ainda meio duro dentro dela, só gozando da sensação. Renata deitada no colo de Carlos, sendo acariciada. Ninguém falava muito. Só sorria. O silêncio era gostoso. Cheio.Antes de irem embora, Renata me puxou para o corredor e me beijou fundo."Vocês são perigosos" sussurrou. "Eu quero mais."Minha mulher apareceu atrás dela, abraçou as duas por trás e beijou o pescoço de Renata."Então volta" disse. "Sempre que quiser."Carlos riu, puxou Renata pela mão e os dois saíram. Eu fechei a porta e virei para minha mulher. Ela estava nua, o cabelo bagunçado, a buceta ainda inchada e brilhante, os seios marcados de chupões. Eu a carreguei até o sofá e a fodi de novo, devagar, olhando nos olhos dela, dizendo o quanto ela era a mulher mais gostosa e corajosa que eu já tinha conhecido. Ela gozou me abraçando forte, gemendo no meu ouvido:"Eu quero viver isso para sempre… com você… só com você no comando…"Eu gozei dentro dela mais uma vez, fundo, e ficamos ali, colados, suados, felizes, enquanto o sol entrava pela janela e a casa ainda cheirava a sexo e a promessa de noites ainda mais intensas.Porque a gente sabia. Aquilo não tinha sido só uma noite. Tinha sido o começo de algo muito maior. E a gente estava pronto para ir até o fim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa, eu e nosso amigo Carlos - 02

Codigo do conto:
276588

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/11/2026

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