A Noite do Terceiro – Desejo, Fantasia e Dupla Entrega
Eu sou Nick, e sempre senti que o tesão entre mim e Léo era como fogo em gasolina — intenso, incontrolável, impossível de apagar. Mas naquela sexta-feira chuvosa, com o cheiro de tempestade no ar, a gente decidiu alimentar ainda mais as chamas. Entre beijos, cerveja gelada e provocações no sofá, ele lançou a pergunta que fez meu corpo estremecer: “Já pensou em chamar alguém para brincar com a gente?”. Na hora, ri, mordendo o lóbulo da orelha dele e devolvi com malícia: “Quer me ver entregando pra dois, é isso?”. Ele me apertou pela cintura, os olhos queimando de desejo. “Quero te ver gozando como nunca”. O simples tom na voz dele bastou para me deixar molhada. Sabíamos que não era só conversa: estávamos prontos para transformar a fantasia em realidade. Minutos depois, Léo já tinha um nome: Felipe, 32 anos, corpo marcado pela academia, olhar confiante e fotos provocadoras. As mensagens foram rápidas, o encontro marcado. Enquanto me trocava em uma lingerie preta rendada que valorizava minha pele, o coração acelerava só de imaginar a noite que nos aguardava. Quando a campainha tocou, abri a porta com o robe transparente por cima da lingerie e senti imediatamente a eletricidade no ar. Felipe entrou com um sorriso seguro, me devorando com os olhos. “Léo não exagerou sobre você”, disse firme, a voz grave fazendo meu corpo vibrar. Léo estava na sala, já sem camisa, e bastou um olhar entre nós três para que o clima se incendiasse. A tensão explodiu quando os toques começaram a se sobrepor. Primeiro os beijos quentes de Léo, depois o olhar faminto de Felipe se transformando em ação. Eu me entreguei, sentindo as mãos firmes de um, o corpo quente do outro. A cada segundo o desejo crescia, a expectativa se transformava em realidade. Entre gemidos, pedidos e provocações, perdi a noção do tempo, apenas vivia a intensidade daquilo que sempre tínhamos fantasiado. Quando o orgasmo veio, não foi apenas físico: foi uma avalanche de entrega. Léo e Felipe gozaram comigo, nossos corpos entrelaçados, suor e prazer misturados numa cena que jamais esquecerei. No final, seguimos rindo, exaustos e satisfeitos. Felipe se despediu com aquele sorriso vitorioso, e eu fiquei aninhada ao peito de Léo. “Fizemos isso juntos, né?”, sussurrei. Ele apertou minha cintura e respondeu: “Sim. E prova que não temos limites quando é você e eu”. Naquela noite, descobrimos algo poderoso: quando há confiança e cumplicidade, até a fantasia mais ousada pode virar lembrança inesquecível.
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