O Segredo do Glory Hole: Incesto na Casa de Swing



Eu, Léo, sempre soube que as noites com a Nick nas casas de swing eram um incêndio que a gente atiçava sem limites, nossas chamas marcando cada canto com tesão bruto e sem vergonha. Nossa beleza e simpatia nos tornavam figuras conhecidas, e naquela sexta-feira, fomos convidados como promoters para apresentar a casa a novatos. O ar estava pesado com o calor do verão, o neon da fachada piscava em tons de roxo, o som da música eletrônica pulsava baixo, misturado com risadas e gemidos abafados. Nick, ao meu lado, estava um tesão: saia curta preta, sem calcinha, a bunda redonda quase pulando do tecido, a blusa solta deixando os mamilos duros marcarem, o perfume doce dela se misturando com o suor enquanto me lançava um olhar sacana, o cabelo solto dançando nas costas. Eu, com uma camisa preta desabotoada, o peito suado brilhando, a calça marcando o pau que já pulsava só de imaginar a noite.

Entre os novatos, um jovem chamou atenção: uns 25 anos, branco, alto, cabelo curto loiro, olhos nervosos mas curiosos, o jeans justo marcando um volume que não fazia feio. Era a primeira vez dele no mundo liberal, e a gente estava encarregado de mostrar a casa. Levamos ele pelos setores — a pista de dança lotada, os quartos temáticos com paredes de espelho, o bar com casais se pegando nos cantos —, até pararmos em frente às cabines do glory hole, buracos nas paredes cobertos por cortinas pretas, o cheiro de sexo e desinfetante pesando no ar. Nick, sempre gentil, explicou as regras com a voz rouca, os olhos verdes brilhando: "Aqui é sobre respeito, sabe? Você coloca o pau no buraco, e do outro lado alguém decide se quer brincar. Pode ser uma boca, uma mão, uma buceta... mas é tudo anônimo, sem pressão."

O jovem, chamado Mateus, riu nervoso, o rosto corando, o suor pingando na testa. Nick, sacana como sempre, deu um passo mais perto, a saia subindo na coxa, e provocou: "Que tal tentar, hein? Coloca esse pau grandão aí e vê o que rola." Eu ri, entrando na onda para quebrar o gelo: "Vai, cara, deixa a vergonha de lado. A noite tá só começando." Mateus hesitou, os dedos tremendo no zíper, mas abriu a calça, puxou o pau para fora — branco, grosso, veias pulsando, a cabeça rosada brilhando de tesão — e enfiou no buraco, o corpo tenso contra a parede de madeira.

Segundos depois, ele soltou um gemido baixo, os olhos arregalados, o suor escorrendo pela nuca. "Caralho...", murmurou, e a gente viu o corpo dele tremer, os quadris se mexendo devagar. "Tá gostando, novato?", Nick perguntou, rindo de lado, os seios balançando enquanto se encostava em mim, o calor dela contra meu peito, o cheiro do perfume dela me deixando com o pau duro. Mateus assentiu, a voz falhando: "É... uma boca grande, gulosa, tá babando tudo. Sabe o que faz, porra." A gente trocou um olhar, rindo, enquanto ele fechava os olhos, a cabeça tombando para trás, os gemidos ficando mais altos, o som molhado do outro lado ecoando na cabine.

De repente, ele arregalou os olhos de novo, o corpo dando um salto. "Caralho, tem outra boca agora!", disse, a voz misturando choque e tesão. "Essa é mais... bruta, tenta engolir tudo, sem frescura." Nick riu alto, a mão apertando minha coxa, e sussurrou no meu ouvido: "Aposto que é o marido e a esposa juntos aí dentro, se revezando no pau dele." Mateus não parou, os quadris socando devagar contra a parede, o pau pulsando no buraco enquanto as duas bocas — uma gulosa, outra voraz — se deliciavam, o som molhado da chupada misturado com o zumbido da música ao fundo, o cheiro de sexo e suor enchendo o ar.

"Porra, vou gozar!", Mateus grunhiu depois de minutos, o rosto vermelho, o suor pingando no peito. Foi quando uma voz feminina, rouca e cheia de tesão, veio do outro lado: "Entra na cabine com a gente, garoto. Queremos te ver." Mateus olhou para a gente, os olhos brilhando de vontade, e eu acenei: "Vai lá, cara. A gente desce pro bar." Mas a voz do marido, grave e firme, cortou: "Fiquem, Léo, Nick. Queremos mostrar como se faz. Sejam nossos espectadores." Nick sorriu sacana, os mamilos duros marcando mais a blusa, e disse: "Tá, então nos mostrem essas ideias. Quero ver se são safados de verdade."

Mateus abriu a porta da cabine, e a gente ficou na entrada, a luz baixa iluminando o espaço apertado. O casal estava lá: a esposa, uns 40 anos, morena, cabelo cacheado até os ombros, corpo curvilíneo, seios fartos saltando da lingerie vermelha, a buceta melíflua brilhando na penumbra; o marido, também na casa dos 40, forte, barba cheia, o pau duro marcando o short preto. Mateus entrou, e a esposa logo o puxou, colando-o contra a parede do fundo, beijando-o com força, a língua invadindo a boca dele, o cheiro dela — perfume caro, suor, tesão puro — enchendo o ar enquanto o marido assistia, a mão já no pau, sorrindo sacana.

Num instante, os três estavam nus, as roupas jogadas no chão, a cabine quente apesar do ar-condicionado, o suor brilhando na pele deles. A esposa se ajoelhou, agarrou o pau de Mateus — grosso, branco, pingando pré-porra — e chupou com gula, a boca grande engolindo tudo, a baba escorrendo pelo queixo enquanto gemia: "Porra, que pau gostoso!" O marido se juntou, a língua roçando a base do pau, chupando o saco enquanto a esposa engolia a cabeça, os dois revezando, o som molhado da chupada ecoando na cabine, os arrepios subindo pela espinha de Mateus enquanto ele gemia alto: "Caralho, que tesão!"

Nick apertou minha mão, o calor dela contra o meu, o pau pulsando na calça enquanto a gente assistia. "Olha isso, Léo, que putaria foda", ela sussurrou, a voz rouca, os olhos verdes brilhando. A esposa se levantou, se virou de quatro contra a parede, a bunda empinada, a buceta melíflua exposta. "Fode minha buceta, garoto!", mandou, e Mateus meteu com força, o pau rasgando o calor úmido, o som molhado da foda enchendo a cabine enquanto ela gritava: "Porra, mete mais fundo!" O marido se posicionou atrás dela, lambendo o cu dela enquanto Mateus socava a buceta, a língua do marido melíflua de tesão, o cheiro de sexo e suor pesando no ar.

"Quero teu cu agora", Mateus grunhiu, saindo da buceta, o pau melado brilhando na luz baixa. A esposa riu, empinou mais, o cuzinho piscando de vontade enquanto ele cuspia na entrada e metia com força, o anal rasgando enquanto ela gritava: "Caralho, garoto, arromba meu cu!" O marido, agora deitado no chão, chupava os peitos dela, os mamilos duros na boca dele, enquanto ela gozava, o esguicho da buceta melando o chão da cabine, o corpo tremendo, uma cadela no cio pro pau de Mateus.

Nick estava com a mão dentro da saia, se tocando, o tesão dela me incendiando enquanto eu assistia. "Fode o cu do marido agora!", a esposa mandou, e Mateus hesitou, mas o marido se levantou, se virou de quatro, o cu exposto enquanto a esposa segurava o saco de Mateus, os dedos melífluos brincando com as bolas dele. "Mete, garoto, ele aguenta!", ela provocou, e Mateus meteu no cu do marido, o pau grosso rasgando enquanto o cara gemia alto: "Porra, que delícia!" A esposa, ajoelhada, lambia o saco de Mateus, os dedos cravando na bunda dele, o suor deles brilhando na luz baixa, o tesão explodindo enquanto a cabine tremia com os gemidos. "Porra, vou gozar!", Mateus avisou, o corpo tremendo, o suor pingando na testa. A esposa e o marido se ajoelharam na frente dele, as bocas abertas, as línguas esticadas. "Enche nossa cara de porra, garoto!", a esposa implorou, e Mateus gozou forte, jorradas quentes melando o rosto dos dois, a porra grossa escorrendo pelos lábios, pingando nos peitos dela, o marido lambendo o queixo dela enquanto ela gemia: "Caralho, que gostoso!" Mateus, sem frescura, agarrou os cabelos deles, forçou as bocas uma contra a outra num beijo melado de porra, e mandou: "Limpem meu pau, seus safados!" Os dois obedeceram, as línguas dançando no pau dele, lambendo cada gota, o gosto salgado da porra misturado com o suor deles, um serviço bem feito enquanto a cabine cheirava a sexo bruto.

Nick e eu aplaudimos, rindo. "Porra, que show foda!", falei, o pau duro na calça, enquanto Nick completava: "Vocês são safados pra caralho, adorei!" A gente se despediu, deixando os três se vestindo, os corpos suados brilhando, o cheiro de sexo ainda no ar. Descemos pro bar, o tesão pulsando em nós, prontos pra aproveitar a noite. Perto das três da manhã, encontramos Mateus no balcão, pedindo uma cerveja, o rosto vermelho, os olhos brilhando de satisfação. "Então, novato, curtiu a primeira vez?", perguntei, rindo, enquanto Nick se encostava no balcão, a saia subindo na coxa.

Mateus riu, o copo gelado pingando na mão. "Caralho, nunca fiz nada assim. Foi foda pra caralho. Aquela esposa... puta merda, que mulher gostosa, mesmo com uns 40 anos. O beijo deles era intenso, tinha uma química do caralho." Nick sorriu, os olhos verdes brilhando. "Verdade, dava pra ver o fogo entre eles. A esposa era uma delícia, né?" Mateus assentiu, o sorriso sacana crescendo. "Queria dar e receber prazer no pico mais alto, e consegui."

Ele fez uma pausa, o olhar mudando, uma lascívia nova brilhando nos olhos. "Mas tem uma coisa... uma coincidência foda, uma maldade do destino", disse, e eu senti um arrepio subir pela nuca, o tom dele carregado de algo pesado. Nick se inclinou, curiosa: "Conta, vai, que porra é essa?" Mateus riu, baixo, quase cruel. "O casal da cabine... eram meu pai e minha mãe."

Eu congelei, a cerveja parando na minha garganta, a alma quase saindo do corpo. Nick ficou vermelha, os olhos arregalados. "Como assim, caralho? Você não reconheceu eles?", perguntou, a voz tremendo. Mateus deu de ombros, o sorriso sacana fixo no rosto. "Reconheci a voz da minha mãe quando ela me chamou pra cabine. Na hora, lembrei dela andando pela casa com roupas sensuais antes de dormir, saias curtas, lingerie... Sempre achei ela a maior gostosa, me masturbava pensando em comer ela. Quando vi que era ela, o tesão explodiu. Quis foder os dois, dar e receber tudo."

Eu estava sem palavras, o peso da revelação me travando, o coração disparado. Nick, ainda enrubescida, murmurou: "Porra, mas e agora? Como vai ser em casa?" Mateus riu, um riso de quem estava no comando. "Vou comer eles todo dia daqui pra frente. Quem mandou serem tão vagabundos, safados, dispostos a uma putaria tão saborosa? Combinamos antes de sair da cabine: vão me esperar pelados em casa, na cama grande, prontos pra repetir tudo." Ele ajustou a calça, o volume do pau duro marcando o jeans. "Olha, já tô com tesão só de contar", disse, e saiu andando pela pista, o neon piscando no corpo dele enquanto sumia na multidão.


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Comentários


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olavandre53 Comentou em 29/08/2025

Conto gostoso demais, tô de pau duro e VOU dar uma gozada aqui. Bjs

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dougster Comentou em 29/08/2025

Bela história! Isso não é só um conto! Vira um livro inteiro!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Segredo do Glory Hole: Incesto na Casa de Swing

Codigo do conto:
241145

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/08/2025

Quant.de Votos:
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