Outra esposa convertida, mas...

Eu tinha a alguns anos atrás, um celular que usava somente para putarias, para poder usar um número para quando surgisse algo trabalhar mais as situações que fossem de conquista e até para não expôr meu número. Infelizmente deixei o aparelho cair na água e danificou. Acabei destruindo o chip. Enfim, abaixo, um relato de uma conquista de uma casada ao pedido de um marido.
Como já disse, tinha um perfil nas redes que dizia o que eu estava apto a fazer com mulheres e casais, assim como rolou com o casal do nerd, mas com aquele perfil, já não usava mais o número de celular paralelo.
Um cara, com desejo de ser corno ou talvez querendo descobrir se a esposa o traía, entrou em contato.
Pelo jeito de falar dele, percebi que precisa ter cuidado, pois ele não falava como um cara querendo ser corno, mas sim, flagrar algo.
Ele me mandou fotos dela, rotinas etc e descreveu a razão de achar que ela tinha outros e querer que ela o incluísse se fosse o caso.
Em uma das fotos, ele mandou uma foto dela tomando sol, com biquine branco e a parte de baixo, mais abaixada, mostrando por parte do reguinho, querendo bronzear mais a bunda deitada de lado e mencionou que, mesmo estando ao lado dela sozinho em um canto perto da piscina, sem ninguém ver nada, ficou pensando a razão dela querer bronzear a bunda.
Pedi o contato dela também e perguntei se ele tinha mesmo certeza de que queria saber mesmo se era corno e se eu conseguisse algo, se ele iria mesmo querer saber. Ele pediu para sempre o posicionar para poder desistir se percebesse que não quisesse continuar.
Ela aparentava 22-25 anos, com seus cachos pretos e pele branca, com um pouco de bronze. Por volta de 1,65m de altura e poucos quilos a mais. Bem gostosinha.
Não estava afim de fazer trabalho de detetive, por eu também ter ocupação e por não ser muito perto. Resolvi arriscar a tática da mensagem errada de número salvo errado.
Pedi detalhes deles na cama, quanto sexo faziam por semana, preferências e até o que ele gostaria de conseguir se ela mostrasse querer putarias, para também tentar ajudá-lo a ser inserido na hora certa.
Ela era fogosa, mas tinha vergonha de falar fantasias quando ele pedia para ela inventar algo para ele fazer com ela. Mesmo com a foto dela querendo bronzear a bunda, não dava indícios de ter outro, talvez fosse para usar calça mais baixa.

Fiquei pensando em uma mensagem que ela pudesse não me bloquear na hora. Início da mensagem:

- Adorei te conhecer. Nossos beijos me deixaram aceso. Quase não dormi pensando como teria sido nosso fim de noite se o seu marido não mandasse mensagem quando estávamos saindo do Piu-Piu (bar rock em SP).
- Quer ver como você me deixou?
E mandei na sequência uma foto só de cueca, com o pau duro.
Ela viu a mensagem quase uma hora depois. Não respondeu nada. No fim do dia mandei print para o marido e disse que insistiria.
Era terça ainda e tentaria durante toda a semana durante o dia.
Quarta feira mandei outra mensagem, perguntando se por acaso o marido havia descoberto algo e por isso é que não respondia e se fosse o caso, para me falar.
Não respondeu. No fim da tarde, tive outra ideia.
- Oi, vamos hoje no mesmo lugar? Vou chegar cedo e vou sozinho. Quando abrir já estarei lá.
Como seria bem depois do horário de expediente, se ela fosse, ela inventaria alguma desculpa para o marido para ir.
Não respondeu nada, mas o marido me mandou mensagem dizendo que ela o chamou para irem no Piu-Piu na quinta ver uma banda cover.
Enfim, ela estava interessada em saber quem era, mesmo pensando que o mensagem foi por engano. Sendo um total desconhecido, talvez ela deixasse rolar para ver até onde iria e talvez ver mais fotos ou fantasiar somente.
Em nenhum momento apareceu a foto dela no perfil.
Cheguei e fiquei na porta. O marido mandou mensagem quando estavam chegando. Eles ficaram ao meu lado na fila que estava somente eu até aquele momento.
Logo mandei uma mensagem:
- Já cheguei. Estou na porta, tem só um casal por enquanto na fila.
Notei que ela puxou o celular do bolso, devia estar no vibra, deu uma olhada rápida e guardou.
Pronto, ela já sabia quem eu era.
Eles ficaram em uma mesa ao lado do palco e mais próximos do banheiro.
Procurei ficar perto do bar, lá no fundo, fingindo estar olhando se alguém entrava e às vezes, olhava para ela, com seu vestido preto e mais maquiada do quê o seu costume, como disse o marido depois por mensagem.
Às vezes, nossos olhares se cruzavam e ela demorava um pouco a parar de olhar z até o marido virar o rosto ma direção dela.
Mandei mensagem dizendo: se for o caso, traga o marido e damos uns beijos escondidos.
Ela viu a mensagem. Não respondeu.
Como ela fumava, sabia que em algum momento ela iria sair fumar. Ou a seguiria, ou talvez desse a sorte dela me seguir.
Ela foi primeiro, o marido, mesmo com vontade de fumar, só ia quando ela voltava.
Na segunda vez, mandando mensagem ao lado dela, dei uma respirada forte após mandar a mensagem, para parecer estar frustrado.
Ela puxou assunto: tomou bolo?
Respondi que sim. Mas mal conhecia a pessoa, então não teria problema.
Ela acendeu o segundo cigarro e fiz o mesmo. Batemos papo e antes dela entrar, perguntei se era amigo ou marido que ela estava. Ela disse ser o marido. Respondi: "que pena", antes de entrar.
Em uma ida ao banheiro, a segui. Tentei beija-la. Ela afastou o rosto e com uma mão no meu peito, olhando em direção a porta que dizia o salão dos banheiros respondeu: não posso, meu marido pode entrar e ver.
Pedi o telefone dela e ela disse que não podia.
Quando o marido foi no banheiro, ela respondeu: "você quis me beijar na porta do banheiro".
Li e olhei para ela e fiz um gesto de "putz, mandei mensagem errada". Ela deu uma risada e mandou outra: "fica tranquilo, por coincidência eu viria hoje aqui e fiquei curiosa somente". Guardou o celular antes do marido sair. Pensei que não deveria mandar o print total. Apaguei as mensagens da conversa daqueles minutos, para só quando a desvendasse falar com o marido. Tentaria incluí-lo primeiro para ser mais garantido conseguir algo bom para todos.
Quando foram embora ela deu um tchauzinho saindo do salão. Logo fui embora também. Enquanto ela estava no banho, o marido pediu atualização e mandei as mensagens que insisti que ela fosse, mas sem resposta.
No dia seguinte, disse que ela saiu do banho e o atacou e foi uma transa diferente. Ela ficou dizendo para ele fazerem como se tivessem se conhecendo naquele dia. Ele inventou durante a transa que ela era casada e que saíram depois da balada e o marido estava em casa e que havia sido muito bom.
Citei que talvez aquilo ficasse assim, somente na fantasia se eu continuasse mandando mensagem, talvez ela me "cozinharia" só para fantasiar e aquecer entre eles e talvez não tivesse sentido manter a abordagem e por não morarmos perto, que ficaria complicado o processo de tentar marcar algo com ela.
Ele me pediu para continuar e que se ela se mantivesse empolgada durante a transa, que ele começaria a sugerir que ela é safada, que é casada e sai com ele (na fantasia da cama) e talvez ela se abrisse para ele começar a sugerir algo para se realizar.
Enfim, ele começou a dar indícios de querer ser corno. Mas, fantasiar é uma coisa. Sabemos, por ser de carne e osso, que estamos vulneráveis várias vezes durante a relação e em algum momento, sempre "aquela pessoa" que está sempre por perto, começa a ter espaço para alimentar o ego pelo menos e quando isso intensifica, a fantasia pode dar lugar para o ciúme, virar briga, expôr até as mensagens que aconteceram e a mulher se sentir invadida, investigada... Nós homens, mais maduros, temos que saber que nossas esposas também ficam desejosas de novidade e elas, mais do que a gente conseguirão algo, como disse, pelo menos para o ego delas, assim como sempre estamos caçando, mesmo que só pelo prazer da caça. Não adianta passar a vida achando que nosso cônjuge foi 100% fiel. Em algum momento terá chegado pelo menos no "quase".
Durante o dia, mandei mensagem pedindo desculpas, mas que devia ter pego número errado ou ter recebido errado o número da pessoa.
Ela perguntou sobre a mulher ser casada. Citei que sim e por também ser, que quando faço algo, prefiro sempre as casadas para não ter dor de cabeça.
Ficamos nesse papo furado e até de confidências da parte dela, que quis se sentir renovada, desejada, mas que era fiel.
Quando voltamos ao normal e fim dos desabafos, disse que a mulher havia dito que o marido a liberava, mas que descobri que não era verdade, porque ela foi embora assim que ele mandou mensagem. Ela questionou o fato de ter homens que gostem disso e eu disse que tem muitos homens hoje, adeptos disso. Ou são casal liberal, ou uma das partes tem o prazer da terceira pessoa do mesmo sexo que a dele/a para ver o parceiro transar.
Mandei links para ela. Durante o fim de semana, ela já mandava um bom dia. Logo estávamos conversando e às vezes parava, talvez com o marido perto. Nas atualizações mantinha no print só o que eu mandava e sempre sem resposta dela. Não a queimaria se não conseguisse o que o marido queria, mesmo que conseguisse transar com ela.
Ficamos nessas conversas por mais de um mês. O marido já não me pedia atualização.
Um dia ela confessou que às vezes transava com ele imaginando estar comigo e ele do lado vendo e, que meus links e vídeos mexeram com a imaginação dela.
Perguntei se ela mencionava algo ao marido, mesmo que só durante o sexo para alimentar a fantasia. Ela falou que desde que começaram as mensagens, às vezes ela ou ele brincavam de estarem se encontrando sem o marido dela saber e nesses dias, ele costumava fazer diferente de como estão acostumados.
Perguntei se ela iria preferir como fantasiam na cama ou se ele estivesse junto, caso ele se permitisse.
Ela disse que não sabe se teria coragem de fazer no mesmo ambiente que outra pessoa estivesse junto.
Entrei na mente dela, dizendo que o marido estaria louco vendo ela transar e que em algum momento, dois homens estariam se revezando em seu corpo. Numa dessas conversas picantes, ela mandou uma foto do dedo melado.
Comecei a insistir de nos vermos. Ela topou, mas que seria um café somente. Marcamos após o trabalho e saí mais cedo para ganhar tempo.
Não fomos perto do trabalho dela, para ninguém ver e comentar, mas em algumas quadras de distância.
Sentei ao lado dela e fiquei com a perna encostada na dela. Fiquei mexendo no seu cabelo e dizendo que queria estar em outro lugar. Ela fez um pedido:
- Se a gente fosse para algum lugar agora, poderíamos ficar só nas brincadeiras?
Claro que concordei, sabendo que lá as coisas esquentariam. Fomos para um motel e ela deitou na cama, com roupa e pernas cruzadas. Deitei e baixei a luz. Comecei a beija-la no pescoço, orelha e cheguei na boca. Comecei a buscar um dos seios por cima da roupa. Ela respirava forte, nervosa. Era o retrato de alguém que nunca havia traído, mas que estava cedendo, mesmo com o sexo tendo melhorado em casa. Sim, elas também precisam caçar, assim como nós homens.
Coloquei a mão dela na minha calça e a ajudei a apertar o volume segurando em sua mão. Procurei seus seios por debaixo da blusinha. Trocava procurando passar a mão em suas pernas e subir até o meio das cochas. Quando chegava ela separava um pouco as pernas para minha mão tocar seus lábios por cima da calça. Ela precisava daquele toque no fim do percurso.
Abri meu zíper e coloquei para fora. Falei em seu ouvido: pega, sente ele na sua mão. Ela começou a beijar meu pescoço segurando. Ela aumentava os movimentos da língua e respirava forte sempre. Queria arrancar sua roupa, mas precisava que ela chegasse a esse ponto sozinha.
- Nossas brincadeiras precisam ser com roupa? - falei.
Ela tirou a blusinha e sutiã e abriu um pouco o zíper da calça jeans. Sempre com o ambiente sem iluminação.
Entrei com a minha mão e fiquei percorrendo cada parte da sua vagina por cima da calcinha e beijando seus seios e pescoço. Ela baixou mais a calça jeans, até os joelhos e permaneceu de calcinha. Puxei suas pernas para perto do meu rosto e comecei a passar a mão por dentro da calcinha, apertando sua bunda e depois vindo pela frentez percorrendo por cima da calcinha até ela arrepiar e descia a mão até chegar na abertura da sua vagina. Ao tocá-la ela gemia. Estava pronta, mas eu reiniciava os movimentos.
Tirei sua calça e coloquei ela sentada de calcinha em cima de mim. Ela esfregou um pouco, mas logo debruçou com seus seios amassados oelo meu peito. Fiquei passando a mão por seu corpo. A coloquei deitada e inverti meu corpo para começar a abrir a calcinha e chupá-la.
Já sem calça e só de cueca, ela só segurava meu pau por cima da cueca e às vezes colocava a mão dentro um pouco. Inclinei mais o corpo, de lado para ela enquanto a chupava para o pau ficar mais perto do seu rosto. Como ela não chupou, eu tirei a mão dela do meu pau e eu mesmo segurei ele e arqueando mais o corpo, pois estávamos quase em um 69 e ela ficou só dando beijinho. Porra, queria sentir aquela boca babar no meu pau. Segurei no canto da sua boca e a peguei pelo rosto enquanto caprichei em uma bela sugada na buceta dela, para enfim começar a chupar.
Falei para ela: vamos imaginar que o seu marido está sentado na beirada da cama olhando. Pensa que estamos transando e ele está louco com a cena. Fala para ele o que estamos fazendo.
- Amor, olha como sento no pau dele. Você gosta de como estou fazendo? Está vendo eu subir e descer no pau dele?
- Fala para ele vir te beijar.
- Me beija amor enquanto transo com ele. Me beija enquanto transo.
Ficamos alimentando essa situação um bom tempo e eu dei outra ideia:
- Ele é um corno manso que está só esperando eu gozar para vir limpar o meu pau e depois a sua buceta. Ele gosta de te ver chifrando ele.
Ela saiu da posição e veio esfregar sua buceta no meu pau sem penetrar, sentada em mim.
- Olha corno, eu vou gozar nele
- Vem corno, aproveita para comer o cu dela enquanto ela goza no meu pau - falei isso passando o dedo na entrada do cuzinho dela.
Ela permitiu, sentindo que estava só passando o dedo na entrada e começou a esfregar mais forte. Gozou gostoso.
Ela me pediu desculpas por não querer penetração, mas que precisava daquele momento. Talvez faria algo mais pra frente, mas que precisaria se preparar. (Às gezes não entendo a mente de algumas mulheres, fazem um monte de coisa, mas ter penetração sentem que será traição rs).
Eu precisava gozar e falei: "vem corno, vem chupar com a sua esposa, vocês gozaram mas eu não".
Ela sentou de joelhos no meuo das minhas pernas e começou a me chupar. Eu falava: agora dá um pouco para o corno. Ela chupava dizendo: isso, chupa ele corno.
Gozei gostoso na boca dela fantasiando juntos.
Fomos embora e começamos o processo de inserir o marido. Um dia conversei com ele e pedi permissão para tentar algo presencial e que conversaria com ela até chegar ao ponto do sexo e explorar a situação na mente dela. Com ela, combinei de saber a rotina dele, e a fiz pensar que estávamos virando amigos e que tentaria explorar a ideia de sexo a 3 com ele e fomos juntos trabalhando os três, quase no anonimato rs. Acabaram quando chegou no ponto, optando por irem em casa de swing e acabamos não transando. Nem eu com ela, com penetração, nem com ele junto limpando a "bagunça". Ele não soube da aventura dela comigo, pelo menos enquanto tivemos contato e ela não soube da "armação" dele para convencê-la a ter outro, mas essas "mini transas" nos remetem a quando tivemos aquela primeira namoradinha que também começou a sentir desejos mas não queria ainda transar e ambos exploram seus corpos sem penetração. Foi gostoso de qualquer forma.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tiger48

Nome do conto:
Outra esposa convertida, mas...

Codigo do conto:
249551

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
18/12/2025

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