O personal trainer, um cara alto e musculoso chamado Bruno, de uns 35 anos, se aproximou com um sorriso predador. "Priscila, vamos começar com agachamento. Abre as pernas, desce devagar..." Ele posicionou as mãos nas coxas dela, dedos grossos roçando a pele interna, subindo perigosamente perto da virilha. Priscila fingiu confusão, piscando inocente: "Assim? Não tô entendendo, Bruno... me mostra de novo?" Ele se colou por trás, pau semi-duro encoxando a bundona dela discretamente, mãos apertando as coxas enquanto "corrigia" a postura. Os dedos escorregando no suor, roçando a legging fina onde a calcinha mal cobria. Priscila gemeu baixinho, disfarçando como esforço, rebolando de leve contra ele: "Ah, agora entendi... mas faz mais devagar, pra eu pegar o jeito." Ele encoxou mais forte, o pau pulsando contra a carne macia da bunda dela, mãos subindo pra apertar a cintura fininha, dedos quase tocando a bucetinha travesti por baixo da legging. Os outros alunos mal notavam, focados nos pesos, mas Priscila sentia o calor, o cheiro másculo dele misturado ao suor, e piscava safada pro espelho, adorando o jogo.
Depois do treino, Bruno a levou pra sala de avaliação física, uma sala privada com maca, espelhos e porta trancada. "Preciso avaliar teu progresso, Priscila... tira o top e a legging pra eu medir." Ela sorriu sarcástica, virando de costas pro espelho, e começou devagar, puxando o top esportivo preto justíssimo por cima da cabeça. O tecido elástico grudava na pele bronzeada macia, deixando marcas vermelhas finas na carne suave dos peitinhos falsos pequenos e empinados, como se o top tivesse mordido a pele durante o treino todo. Os bicos dos peitos rosados saltaram livres, duros e inchados do suor e do tesão, brilhando sob a luz fria da sala, pontudos como se implorassem por uma língua ou dedos. O cheiro dela — doce perfume floral misturado ao suor salgado — enchia o ar, mas quando ela abaixou pra soltar a legging branca colada como uma segunda pele, o aroma forte da bucetinha travesti suada explodiu, quente e úmido, um misto de melzinho doce com o almíscar de tesão acumulado, fazendo Bruno inspirar fundo, pau endurecendo na bermuda.
Priscila empurrou a legging pra baixo devagar, o tecido elástico raspando nas coxas grossas e bronzeadas, colado pelo suor como se não quisesse soltar, revelando a calcinha fio-dental preta minúscula toda melada e grudada na virilha. "Ajuda aqui, Bruno... tá colada de tanto suor." Ele se aproximou, ajudando a puxar, dedos roçando a pele quente e úmida das pernas. Ela sentou na maca pra tirar os tênis brancos esportivos, revelando os pézinhos delicados tamanho 38, super finos, suados dentro de meias de garota curtas com estampa de coraçõezinhos rosa fofos. Os pés cheiravam a suor fresco misturado a hidrante corporal e tecido algodão macio, unhas vermelhas vibrantes brilhando por baixo das meias transparentes.
Bruno, olhos fixos nos pés dela, mão já no pau por cima do calção, pau latejando visível: "Porra, Priscila... teus pés são perfeitos. Deixa eu cheirar... só um pouquinho." Ela riu sarcástica, esticando um pé pra cara dele: "Vai, seu safado... cheira como se fosse teu fetiche sujo. Quem sabe eu deixo você lamber depois." Ele pegou o pé delicado, nariz enfiando na sola suada através da meia úmida, inalando fundo o cheiro quente e doce de suor feminino, pau pulsando na mão: "Delícia... suadinho e macio, com esses coraçõezinhos... me deixa duro pra caralho."
Bruno estava de joelhos na frente da maca, o rosto vermelho de tesão e suor, a respiração pesada enquanto olhava para Priscila de cima a baixo, como se estivesse avaliando uma obra de arte viva. Ele passou as mãos devagar pelas coxas dela, ainda quentes e úmidas do treino e da excitação.
"Caralho, Priscila… olha pra você", ele murmurou, voz rouca, quase reverente. "Eu treino muita mulher aqui na academia, muitas mesmo… bundas grandes, corpos malhados… mas nenhuma chega aos seus pés. Sério. Sua bundona é diferente, é perfeita: grande, redonda, firme pra caralho, balança exatamente do jeito certo quando você agacha. Não é só grande, é… hipnótica. Dá vontade de apertar, bater, morder…. "Ele subiu os olhos até a cintura finíssima, apertando com as duas mãos como se quisesse medir: "E essa cintura? Porra, parece que Deus apertou com as próprias mãos. É o contraste perfeito, faz a bundona parecer ainda maior, mais safada. Muitas alunas se matam academia pra ter isso, mas não conseguem. Você nasceu assim… ou ficou assim pra foder a cabeça da gente?"
Então ele se levantou um pouco, mãos subindo para os peitinhos falsos pequenos e empinados, roçando os bicos duros com os polegares: "Os peitos… pequenos, mas empinados, durinhos… não são aqueles peitos gigantes que caem. São provocantes, do tipo que faz a gente querer chupar devagar, morder de leve. Você é impecável, Priscila. Melhor que 99% das mulheres que passam por aqui." Ele se inclinou, nariz quase encostando na virilha dela, inalando fundo o cheiro doce e suado da bucetinha travesti: "E essa bucetinha… quente, molhada, apertada… eu já treinei trans, já treinei mulheres cis… mas nenhuma tem esse cheiro, esse gosto, essa forma de apertar quando eu enfio o dedo. Você não é só corpo… você é tesão puro. Melhor que todas elas. Muito melhor."
Ele mandou: "Senta na maca com as pernas abertas... quero ver tudo." Priscila obedeceu, sentando na maca de couro fria, pernas abertas largamente, pés balançando no ar, calcinha preta minúscula esticada na virilha, grelinho travesti marcada por baixo, cheiro subindo forte. Bruno ajoelhou, tirando as meias devagar, roçando os dedos, revelando os pés nus suados, pele macia e quente, unhas vermelhas brilhando. Ele cheirou um pé inteiro, língua lambendo a sola suada, chupando o dedão como se fosse um pau pequeno: "Tão delicados... suadinhos pra caralho... me faz querer foder eles." Priscila gemeu, dedos dos pés se curvando: "Chupa mais, Bruno... faz cosquinha. Mas agora vem aqui em cima... minha bucetinha - o cuzinho quente e apertado - tá piscando pra você."
Ele a jogou de costas na maca, abrindo as pernas com força, calcinha pro lado, língua atacando a bucetinha rosada e quente, chupando o clitóris travesti inchado vorazmente, dentes roçando de leve, dedos grossos enfiando fundo nas paredes úmidas e apertadas, abrindo e fechando como se quisesse arrombar ali mesmo. O cheiro dela era inebriante, melzinho doce escorrendo na língua dele, suor misturado ao perfume floral enchendo o nariz: "Que bucetinha perfeita... molhada pra caralho, aperta minha língua." Priscila gritava, puxando o cabelo dele, bundona rebolando na maca: "Chupa mais... faz eu gozar na tua boca, engole tudo como se eu fosse tua puta!"
Então ela inverteu, ajoelhanda no chão frio, abrindo a bermuda dele e engolindo o pau grosso veioso, cabeça inchada latejando na garganta, língua rodando nas veias pulsantes, baba escorrendo pelos lábios vermelhos e pelo queixo: "Gosta, Bruno? Minha boca gulosa engole tudo... fode minha garganta como se eu fosse tua vadia de academia." Ele socava brutal, pau batendo no fundo da garganta, lágrimas de tesão nos olhos dela, unhas vermelhas arranhando as bolas suadas dele, cheiro másculo de pau e suor enchendo o ar: "Toma, puta... chupa mais fundo, engole as bolas!"
Ele a virou de quatro na maca, bundona empinada como uma oferta, calcinha rasgada pro lado, pau enfiando violento no cuzinho travesti, arrombando sem piedade, tapas ecoando na carne firme e bronzeada, deixando marcas vermelhas quentes: "Toma no cuzinho, sua cadela... aperta meu pau grosso!" Priscila berrava, rebolando contra ele, unhas cravadas na maca: "Fode mais forte... arromba minha bucetinha travesti toda, me enche de porra quente!" Ele socava selvagem, pau grosso abrindo as paredes apertadas e quentes, suor pingando nas costas dela, mãos apertando a bundona como se quisesse moldar a carne macia, peitinhos dela balançando livres, roçando na maca fria e pegajosa de suor. Ela gozava apertando o cuzinho em espasmos violentos, leite escorrendo pelas coxas, e ele jorrou dentro, porra quente e grossa enchendo o cuzinho, transbordando e escorrendo pelas pernas bronzeadas, melando a maca, o cheiro de sexo dominando a sala.
Priscila se arrumou devagar, piscando sarcástica enquanto vestia a legging melada: "Boa sessão, Bruno... mas da próxima, quem sabe eu trago meu pai pra 'avaliar' junto? Ele ia adorar ver como eu 'malho' de verdade... e talvez até participar, pra testar se o personal é bom mesmo." Ele riu ofegante, pau amolecendo na bermuda: "Porra, você é louca... mas volta amanhã."

Delicia de conto amr