Olá. Me chamo Rafael, tenho 32 anos, e essa história aconteceu na semana passada. Moro em Curitiba, mas sou do interior do estado. Então, depois que me mudei para cá, eu passei a aproveitar muito a vida. Saio, bebo com amigos e, como é de se esperar, transo loucamente. Modéstia a parte, eu sou bonito. Tenho cabelos castanhos claros, curtos, pele branquinha com bochechas vermelhas, fortinho, mas não sarado, sem muitos pelos no corpo. Uma carinha de “bebê” que encanta vários caras por aí. Estando agora no fim/começo de ano, eu tenho mais tempo para fazer minhas coisas. Uma das coisas que gosto de fazer é ir ao cinema sozinho. Tendo lançado um filme que queria ver no cinema, esperei a febre passar porque não gosto de cinema tão cheio e fui assistir o filme na sessão das 13 horas. Ao comprar meu ingresso, vi que só havia eu e mais outra pessoa assistindo o filme. Eu peguei uma fileira para trás dessa pessoa, na região do centro para o fundo do cinema. Comprei minha pipoca, e subi. Ainda com as luzes acesas, entrou a outra pessoa que iria assistir ao filme. Nossa, se eu soubesse teria pego perto dele. Tinha cerca de 1,70 de altura, perto dos 50 anos, forte, cabelo raspadinho bem curtinho, tipo militar, sem barba, olhos claros, branco com a pele bronzeada. Usava uma camiseta leve por causa do calor, e uma bermuda que mostrava duas pernas grossas com tatuagens. No anelar esquerdo, uma grande aliança de ouro. Como ele estava na fileira a minha frente, ele passou por mim para ir até o lugar dele e acenou com a cabeça, no que eu retribuí, e fiquei dando uma encarada nele, sem muita vergonha. Ao se sentar, ele olhou pra mim de novo e viu que eu estava observando-o, mas baixou os olhos. Ele estava a umas duas cadeiras de distância e eu não fiz cerimônia, e voltar a ficar olhando comendo a minha pipoca. Eu notei que ele estava no celular. O trailer começou a passar, mas as luzes ainda estavam um pouco acesas. Ele me olhou de novo e dessa vez ficou me encarando por cerca de uns 10 segundos. Ao final, eu dei uma piscadinha para ele, no que ele deu uma risadinha. As luzes diminuíram e começou os trailers principais de antes do filme, no que ele se levantou e veio até a minha frente, me olhou profundamente por mais alguns segundos e saiu, como se fosse ao banheiro. Ao retornar o filme já estava começando, ele subiu e veio para a minha fileira, parou ao meu lado e disse com uma voz muito grossa: - Parece que é só a gente hoje. Se importa se eu me sentar aqui com você? Ali eu já notei que ia rolar muita coisa nesse cinema. - Claro que não, senta aí – disse eu, e ele se sentou – Rafael, prazer! - José Maurício, prazer – respondeu ele meio sem jeito, meio duro. O filme começou e eu ofereci pipoca para ele, que negou: - Não, não... foge da dieta – e riu em seguida. - Ah, você quem sabe – olhei para ele, coloquei a mão sobre a mão dele e disse – se quiser pegar e comer, fique à vontade. - Entendi – disse ele. Aquela tensão ia se instalando no ar. Ao mesmo tempo que gosto de provocar, gosto de deixar o cara tomar a iniciativa física. Mas ele estava claramente tenso, então eu percebi que eu teria que tomar a iniciativa. Escorreguei um pouco da cadeira, e encostei minha perna na dele. Deixe a pipoca ao lado, e coloquei a mão na divisória das cadeiras, encostando um pouco meus dedos no braço dele. Meu pau já estava ficando duro. Ele, então, encostou a perna dele ainda mais na minha e disse: - Calor aqui. - Nem fale. Desci a mão na coxa dele e comecei a acariciar ela. Ele estava cada vez mais tenso, mas pegou a minha mão e colocou sobre o pau dele. Estava durasso. Parecia ser grosso. Ao fazer isso, senti ele começar a respirar fundo: - Gosta, é? – perguntei. - Só fiz uma vez com homem – respondeu ele logo. - Ah, é? – questionei – e gostou? – e apertei gostoso o pau dele. - Uhum – e respirou fundo, claramente em prazer. Levantei a divisória das cadeiras e comecei a acariciar pegando mais forte. Ele passou o braço por trás das minhas costas, e chegou bem perto de mim. Eu virei para ele, e ele começou a me beijar. Aquela língua grossa, as mãos também. Ele todo tenso. - Vamos lá no fundo? – perguntou ele. - Como você quiser – respondi. Ele se levantou e me levou numa cadeira do fundo, próximo a um canto. Chegando lá, ele levantou a divisória, se sentou e quando eu fui sentar ele me puxou e me colocou numa das pernas dele. - Uma delicinha assim como você eu não posso deixar passar – disse ele mais solto – mesmo correndo o risco aqui. E puxou minha cabeça e começou a me beijar muito. Eu respondi com toda a força, e logo já estava acariciando o pau dele de novo. Então ele começou a me cheirar e beijar no pescoço e disse: - Queria mesmo era uma cama com você... ia ser todo meu! - Adoro homem assim – respondi – macho. - Ah, é! Então achou um. - E esse bambolê na mão esquerda? – questionei. - Eu não vou contar para ela, você vai? – respondeu ele. - Claro que não! - Então não vamos ter problemas. Agora vem aqui, vem – disse ele me puxando para outro beijo e puxando as minhas duas pernas no colo dele – Você é muito gostosinho. Nos beijamos mais um pouco, fui para a cadeira ao lado, e continuei beijando ele. Ele então foi descendo pelo meu pescoço, levantou um pouco a minha camiseta a passou a mão pela minha barriga. - Caralho, todo maciozinho – disse ele. Então eu inverti um pouco. Fui para cima dele, e fui beijando pelo pescoço. Coloquei a mão por baixo da camiseta dele e sentido aquele corpo todo musculoso e peludo. Soltei um gemido e ele percebeu que eu gostei... - Gosta de um cara macho, né. - Amo. Então continuei descendo, e fiquei de joelhos no meio da perna dele. Abri a bermuda e aquele pau tava muito duro por baixo de uma cueca que parecia ser preta. Desci um pouco a bermuda dele e ele disse: - Cara, cuidado... - Só tá a gente aqui, relaxa. Ao fundo, uma cena de ação tornava o som mais alto e o cinema deu uma clareada com uma explosão. Tirei o pau dele para fora da cueca, e com outra explosão eu pude ver. Era grosso, com cerca de uns 16/17 cm. Cabeçona bem rosa. Não deixei nem ele falar nada e logo comecei a chupar ele. Eu sentia o corpo dele tenso com a situação, mas se deliciando com aquilo. Ele começou a gemer baixinho e eu disse: - Tá bom? - Tá maravilhoso, continua. - Melhor que o da esposa? – provoquei. Ele olhou pra mim e riu: - Você é bem safado, hein. - Mas é? - Sim, é bem melhor. Agora continua chupando até eu gozar. Eu chupei ele mais um pouco e levantei e beijei ele. Então fui para o lado, peguei ele pela mão para ele levantar também, no que ele disse: - Que que vai fazer? - Vem. Então abaixei a minha bermuda, fiquei de costas na cadeira e empinei o rabo. - Tá doido? E se alguém entra? - Me come, José... a gente tá no cantinho. Me come, vai. - Pede de novo – disse ele. Olhei para ele bem nos olhos e disse: - Me come, por favor... - Vem aqui seu safado – disse ele abaixando mais a bermuda e se encaixando atrás de mim. Primeiro ele se abaixou e começou a chupar meu cuzinho, lambendo bastante ele e brincando com os dedos. Eu comecei a gemer baixinho, e ele disse: - Geme, vai, safado... Eu gemia gostoso. Ele se levantou, cuspiu na mão e passou no pau e começou a forçar a entrada no meu cuzinho. Doeu um pouco e eu dei uma recuada e disse “ai”, no que ele respondeu: - Você provocou, safado, agora aguenta que eu vou te arregaçar. Olhei fundo nos olhos dele e disse: - Me come gostoso, José. E nisso ele foi colocando aquele pau dentro de mim. Eu fui sentindo cada milímetro. Ele me pegou pelo queixo e virou meu rosto para trás e disse: - Olha pra mim. Quero ver você enquanto você se acostuma com a rola no rabinho. Eu fiquei olhando para ele, com aquela mistura de prazer e dor ao mesmo tempo. Eu dava gemidinhos baixinhos enquanto ele ia colocando e tirando aos pouquinhos a rola dele. Deu um tempinho e eu já sentia todo o pau dele dentro de mim. Ele me pegou pelo cabelo, me puxou até encostar a boca no meu ouvido e disse: - Queria rola? Toma rola, então. E começou a bombar no meu cu. Aos poucos a dor foi indo embora e só ficou o prazer. Ele tirou uma das pernas da bermuda dele, colocou o pé na cadeira ao lado, forçou a minha bunda a se arrebitar mais e continuou a bombar muito dentro de mim. Depois de alguns minutos, eu me levantei e disse: - Minha vez. Sentei ele na cadeira de pernas abertas, sentei ele na cadeira e sentei no pau dele e comecei a quicar gostoso gemendo. Ele disse: - Caralho, piá, assim eu vou gozar. - Bate... – disse eu. - Quê? - perguntou ele. - Bate na minha bunda... Ele deu um tapinha. - Forte... - Mas e se alguém ouve. - Bate caralho, tu não é machão? Ele deu um tapa que ressoou no cinema vazio. Eu gemi e comecei a quicar forte no pau dele. Aquele cheiro de sexo no cinema, nós dois suando. Ele me segurou pela cintura, me jogou para frente. Eu me apoiei na cadeira da frente e ele começou a meter rapidinho. Eu comecei a me punhetar gostoso com uma das mãos. Não demorou muito eu senti a porra subindo e disse: - Vou gozar, José... - Goza na rola do seu macho, vai.... Então ele começou a me dar uns tapas fortes e eu não resisti. A porra veio e saiu forte, e eu lambuzei toda a cadeira da frente de porra gemendo alto. Vendo aquilo, no meio de uma cena de batalha, então, ele disse: - Eu vou gozar... Ele tirou o pau de dentro de mim, me virou e me colocou de joelho e disse: - Quero gozar na sua cara... - Vai, José... - Caralho, piá, caralhooo... – E então eu ouvi ele segurando a respiração e aquele jato de porra quente bater na minha bochecha – Caralho, puta que pariu, meeeuuu... E gozou forte e farto. Ele me levantou, me deu um beijo e disse: - Caralho, novinho. Posso pegar seu whats? Quero ir no motel com você. - Deixa só eu me limpar antes... hahahah – respondi. - Putz, é verdade. Na hora do tesão, né... - Pois é – respondi. Então eu passei a mão no rosto e tirei o excesso de porra dele. Não tendo outro jeito, limpei no carpete do chão mesmo. Me recompus e fomos ao banheiro. Ao chegar lá lavei meu rosto, e no reservado me limpei. Ele fez a mesma coisa. Voltamos à sala de cinema, e sentamos de novo no meio da sala. Dessa vez, ficamos assistindo ao restante do filme, e ele ficou abraço em mim, e as vezes me beijava. Uma hora ele disse: - Se tu deixasse, cuidaria de você só pra mim. - Só se você for só meu também – respondi. - Você sabe que não dá. - Então vamos marcando nossos encontros, mas sem compromisso, pode ser? – falei. - É o jeito, né? – disse ele – mas me passa seu contato. Quero você uma noite inteira pra mim. Semana que vem, pode ser? - Quando você mandar. O que você mandar. – respondi. - Você tá brincando com fogo, garoto. - Quero mais é me queimar. Ele me deu um beijo imenso de novo. Trocamos contato. Aguardamos o filme acabar e ele disse: - Domingo que vem, eu passo te buscar. Vai ser a noite toda comigo. - Você trabalha no exército, algo assim? - Porque? – questionou ele. - Porque parece, o cabelo, o corpo. - Sou da Polícia Militar – respondeu ele. - Uhmm... ok. Vamos conversando então. Domingo que vem, você passa me buscar. Saímos do cinema e fui para casa. O próximo conto é sobre a nossa troca de mensagens e a nossa saída de ontem pra hoje. Aguardem.
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