Olá. Me chamo Rafael, tenho 32 anos, e essa história aconteceu de ontem para hoje, quando escrevo o conto, não quando posto. Agora é uma segunda feira, perto da hora do almoço. Moro em Curitiba, mas sou do interior do estado. Então, depois que me mudei para cá, eu passei a aproveitar muito a vida. Saio, bebo com amigos e, como é de se esperar, transo loucamente. Modéstia a parte, eu sou bonito. Tenho cabelos castanhos claros, curtos, pele branquinha com bochechas vermelhas, fortinho, mas não sarado, sem muitos pelos no corpo. Uma carinha de “bebê” que encanta vários caras por aí. Como eu disse no último conto, transei com um militar no cinema e a gente trocou contato. Ele é um cara de mais ou menos 50 anos, cerca de 1,70 de altura, forte, cabelo raspadinho bem curtinho, tipo militar, sem barba, olhos claros, branco com a pele bronzeada. Depois de trocarmos contato no cinema, ele me mandou a seguinte mensagem: “Não me chama, porque minha esposa pode ver. Eu chamo você quando for seguro.” Respondi com um “ok”. Mas achei que não iria acontecer mais nada. Cara casado, assim, é o tesão do momento. Depois eles ficam com medo. Passados dois dias, no sábado, recebi a mensagem: “Oi, safado. To com um tempinho agora. Pode falar?”. “Sim, lindão.” – respondi. Vou agora reproduzir, mais ou menos, como foi a troca de mensagens com o nome de cada um indicando o que foi dito. José: Vai me dar amanhã? Rafael: Já disse. É só mandar que eu faço. Rs. José: Você brinca com fogo, moleque. Rafael: Já te disse que gosto de me queimar. Mas então, o que vamos fazer? José: Deixa comigo essa parte. Esteja pronto amanhã às 19h. Pode me passar seu endereço ou prefere me encontrar em lugar público. Rafael: Me encontra na frente do Shopping XXX (não vou dizer o nome). José: Tá certo. 19h, não atrase. E já que é para eu mandar, tem calcinha? Liga de usar? Rafael: Arranjo se você quiser. José: Quero. Você vai ser meu. Prepara esse rabinho aí. Mas vai com uma roupinha legal que antes vamos passar num lugar. Rafael: Você vai de farda? José: Vou ver se consigo levar. Até amanhã safado. Esteja limpo e cheiroso. Chegou o domingo. Pensei que talvez fosse uma loucura o que estava fazendo, mas eu queria muito aquele cara de novo. Avisei uma amiga minha que ia para um date, e deixei ela meio que avisada que era alguém que eu estava conhecendo, para ela ficar atenta ao celular, porque se eu compartilhasse a localização, ou pedisse socorro, alguém saberia de mim. Já no sábado eu tinha saído numa sexyshop e comprei uma calcinha masculina e duas femininas. A masculina era branca. As femininas eram uma vermelha e outra preta. Ia ver qual ele iria gostar mais. Deu quize para as sete, saí de casa. Estava de banho tomado, cheiroso demais. Arrumei meu cabelo, raspei a barba. Coloquei uma calça que realçava a minha bunda, uma camisa legal, mas descontraída. Por baixo eu vestia a calcinha masculina que, ainda que não fosse como uma cueca, era confortável o suficiente e, caso ele visse alguma coisa, já veria a calcinha. Numa bolsa pequena eu levava as outras duas calcinhas e documentos. Celular e chaves no bolso na calça. O frio na barriga era grande, até que recebi a mensagem, cerca de cinco para as sete. - HRV preta, placa XXX. Esteja na saída da rua XXX. Fui até o local indicado e uma HRV preta parou e baixou o vidro. Era ele, lindo demais. Usava uma camisa branca e disse: - Fala garoto. Entra aí. Entrei no carro, ele fechou o vidro. Ele me olhou de cima a baixo e disse: - Tá no esquema, hein. - Gostou? – Questionei. Ele só assentiu com a cabeça e deu um sorriso. - Você também tá lindão – falei. - Obrigado. - E então, vamos onde? – perguntei. - Calma, garoto. Já falei, você é meu hoje. Ele começou a andar com o carro. Colocou uma música ambiente. O cheiro dele era maravilhoso. Perfume de homem gostoso. No banco de trás tinha uma mochila preta, dessas de academia. - E como conseguiu o vale night? – Perguntei. - Eu tenho meus meios. Não se preocupe que temos até amanhã às 13 horas para aproveitar. Chegamos. Ele parou o carro em um valet em frente a um restaurante japonês pequeno, mas conhecido na cidade. Descemos e ele me disse: - Vamos? Eu confesso que fiquei surpreso. - Mas não corremos o risco de nos verem aqui? - Eu tenho meus meios, garoto. Já disse. Entramos no local e uma moça veio nos atender. Ele disse: - Reserva para Maurício. Ela pegou um caderno e disse: - Ah, sim. Me acompanhem. Fomos até o andar de cima, que tinha poucas mesas e era muito reservado. Realmente, ali seria pouco visível. Sentamos na mesa e ele me disse: - Gosta de comida japonesa? - Adoro – respondi. - Ótimo. Eu também. O garçom trouxe o cardápio, mas Maurício pegou antes de mim. Disse ele: - Tem alguma preferência? - Gosto mais de salmão e atum. Peixe branco nem tanto. - Certo – respondeu e chamou o garçom – Quero esse combinado, mas só com salmão e atum, sem peixe branco. O que quer beber? – Me questionou ele. - Ah, não sei. Água? - Não gosta de vinho? Espumante? Algum drink? - Tem espumante? – Questionei o garçom, que respondeu com um “claro, senhor”, muito discreto. - Então traz uma taça de espumante e um copo de whiskey para mim. - Nossa, mas espumante? – Questionei. - Ué, não gosta? - Amo. - Então, pronto. Uma taça para ele e o Whiskey eu vou pedindo aos poucos. Depois de escolhido o espumante, vieram umas entradas, o espumante na taça e o whiskey. Eu estava muito surpreso e até com certo receio. Vendo isso ele disse: - Fique tranquilo, Rafael. Eu gosto de agradar que está comigo – e pegou na minha mão por cima da mesa. Então, eu dei uma relaxada e comecei a beber o espumante e comer. Começamos a conversar sobre várias coisas, até que veio a comida. Não comi muito, porque sabia que o resto da noite ia durar e eu não poderia ficar com muita vontade de ir ao banheiro. Então, no meio do jantar, eu já meio alto de espumante, me deu vontade de fazer xixi. - Vou à toalete, um minuto. - Okay. – disse ele. Só estávamos nós dois e um casal no andar de cima do restaurante. No meio do caminho para o banheiro, mas bem próximo a nossa mesa, eu dei uma olhadela rápida para trás. Ele estava me olhando. A tática da calça deu certo. Ao fingir tirar o celular do bolso, fiz com que a minha chave de casa caísse. Desci, então para pegar a chave e, como o cós da calça era baixo, ele viu que eu estava de calcinha. Na volta do banheiro, ao me sentar, ele disse: - Você é obediente mesmo, né? Tá de calcinha e tudo. - Tem branca, preta e vermelha. Ele riu. - Mas é safado mesmo. Tá com a branca que eu vi. Tem alguma fio dental? - Depois você descobre. Novamente ele me olhou e disse: - Sabe que depois daquela vez no cinema, eu não parei de pensar em você? Sério. Nunca achei que fosse gostar tanto do sexo com um homem. Mas nossa, você tem um jeito, um olhar. Fora que o jeito que você faz me deixou louco. - Acho que a gente tem um encaixe bom para sexo. Mas não vá se apaixonar, viu? Não sou homem para casar – falei rindo. Ele riu também. - Não, não. Mas acho que essa noite tinha que ser especial. Se faço isso com as mulheres com quem saio, farei com você também. - Ah, você sai com muitas mulheres, é? E eu que sou safado. - Não, não saio não. Me casei há sete anos, e desde então não tinha saído com mais ninguém. Só com você agora. – disse ele. - Entendi. É. Eu não sou casado, e confesso que não me agrado em sair com homens casados. Mas você me deixou louco aquele dia – e ri. - Então, acho que eventualmente podemos sair de vez em quando se você quiser – disse ele. - Podemos, mas não quero compromisso com ninguém – já alertei – podemos sair, mas é só sexo. E eu vou sair com outros caras também. Ele riu e disse: - Melhor assim, então. Só sexo – ele tomou um gole do whiskey e disse – e você gosta dessas experiências assim. Desse jeito mais pegado – e aí disse baixinho – com tapas, e essas coisas. - Gosto. Você também, pelo visto? - Na verdade acho que eu gosto e não sabia. E com mais caras, você já saiu? - Como assim? Suruba? – questionei. - Sim – disse ele rindo – suruba. - Já sim. Gosto bastante, mas todo mundo tem que estar afim. - Uhmmm... – disse ele. Terminamos de comer e eu, ele mexeu rapidamente no celular. - Quer sobremesa? – questionou ele. - Não, obrigado. Já estou satisfeito. – Respondi. Não queria abusar, sabem como é ser passivo. Ele acenou para o garçom pedindo a conta. Entramos no carro, ele andou um pouco e ao pararmos num sinaleiro ele me beijou longamente. Era um beijo gostoso, com a mão dele na minha nuca segurando forte. Ele puxou a minha mão e colocou na rola dele e disse: - Já que gosta de obedecer, agora eu que mando. Vai me relaxando até a próxima parada. O sinal abriu, eu fiquei massageando a rola dele até sentir que estava bem dura. Ele começou a respirar fundo. Ele trocou a música para uma eletrônica gostosa, mas realmente com mais ritmo, e abriu o botão da calça. Eu baixei o zíper e ele estava com uma cueca branca, bem colada. Massageei aquela rola mais por cima da cueca até que ele, sem dizer nada, tira a rola para fora, pega na minha nuca e me coloca para chupar ele. Fiquei chupando ele na batida da música. Aquele pau era uma delícia. Estava cheiroso, com pentelhos aparados. Sentia as coxas grossas dele embaixo de mim enquanto eu devorava aquele pau gostoso. Ele tava com a mão na minha nuca, não me deixando subir, e ficava falando: - Mas que caralho de boca gostosa, safado. Meu deus. Nunca ninguém me chupou assim. Senti o carro frear e fui levantar a cabeça. Ele continuou me pressionando para baixo, para continuar chupando ele. Ele abriu a janela e abaixou o som e eu ouvi: - Boa noite, senhor. - Boa noite. Tem a “luxo premium spa” disponível? - Tem sim, senhor. - Ótimo. Quero uma. E já pede para entregar um whiskey lá? - Sim, claro, senhor. Número 26, aqui está a chave. - Ótimo. Obrigado. Seguiu um barulho de portão abrindo, o carro acelerou novamente. Entramos nunca garagem, e o carro freou de novo. Ele tirou a mão da minha nuca, eu parei de chupar ele, que guardou o pau na cueca e disse: - Vem, Rafael. Saímos do carro e estávamos em uma garagem grande, claramente de motel de luxo. Ele baixou o portão atrás do carro, pegou a mala que tinha atrás do banco e disse: - Me espera lá em cima. Se chegar a bebida, me espera para beber. Assim eu fiz. Entrei por uma porta, subi umas escadarias e o quarto era incrível. Climatizado, todo em tons de um amarelo muito agradável. Tinha uma cama grande, quadrada, espelho no teto (óbvio), uma televisão imensa. Mais a frente tinha uma jacuzzi ao lado de um espaço que, após, vim a descobrir que era de teto retrátil. Depois de ver todo o quarto, liguei a televisão para esperar ele, mas logo ouvi um barulho na porta de entregas, e ao abrir vi que deixaram uma garrafa de whiskey e um balde de gelo. Como estava quente, resolvi diminuir a temperatura do ar condicionado. Deitei na cama, e fiquei vendo o pornô que tava na televisão mesmo. Poucos minutos depois o ouvi abrindo a porta e subindo a escada, totalmente fardado. Aquela roupa cáqui, com coturno, cinta e uma boina preta. Na cinta brilhava a algema. Aquilo me deixou doido de tesão, fui direto beijar ele e ele só acenou com a mão mandando eu parar. Ele disse com uma voz grossa: - Senta na cama e desliga a tv. Eu desliguei. Ele foi até o controle de luzes, diminuiu elas até deixar num tom muito agradável. Colocou uma música eletrônica, pegou um copo e colocou o whiskey e duas pedras de gelo. Então ele me disse: - Levanta e tira a roupa. Assim eu fiz. Fiquei só com a calcinha branca para ele. Ele veio até mim, me virou de costas e passou a mão na minha bunda e disse. - Você é um delícia demais. Então ele puxou as minhas mãos para trás e me encoxou passando a rola dele na minha bunda. Estava dura demais já. - Tá vendo como você me deixou? – Disse ele – agora pega a fio dental, vai no banheiro, coloca pra mim e volta aqui. Eu peguei a calcinha vermelha fio dental na bolsa, fui até o banheiro, tirei a calcinha branca e vesti. Ela era mais desconfortável, mas aquela situação estava me deixando louco. Coloquei o fio dental bem dentro da bunda, e acomodei meu pau – já duro – do jeito que dava, mas uma parte dele ficava pra fora, afinal era uma calcinha feminina. Eu voltei para o quarto, ele estava sentado numa poltrona perto da cama, tomando whiskey e fumando um charuto. Ele deixou o copo apoiado no braço da poltrona e acenou para eu chegar perto dele. Deixou o charuto num cinzeiro próximo. Eu cheguei perto, ele me virou de costas e começou a mexer na minha bunda com o fio dental. - Caralho, Rafael. Você vai deixar doido. Senta aqui no meu colo. Eu sentei e senti a rola dele ainda dura. Ele ergueu as minhas pernas e me segurou firme no colo e me beijou longamente. Então ele disse: - Você vai ter que dar conta hoje. Tomei um negocinho que vai me fazer ficar um tempão te fodendo. Se quiser, posso te dar um também. - Fica susse. Só vai me dando bebida e um energético. - Olha, hein... não quero te ouvir pedindo arrego depois. - Prometo não negar fogo. - Beleza, então – disse ele desconfiado – não vai dizer que não avisei. Se negar fogo vou meter do mesmo jeito. Quero pelo menos umas três gozadas hoje. Então ele me levantou nos braços dele. Ele era muito forte. Aquilo me deixou doido. Ele me levou até a cama, me deitou e disse: - Que bebida você quer? Mais espumante? - Não, vai me dá sono. Ou tequila ou vodka com energético. - Tequila ou vodka? Escolhe. - Tequila me deixa mais fogoso, mas o energético vai me fazer durar mais. Ele pegou o telefone, ao atenderem do outro lado ele disse: - Oi, me traz uma tequila aqui na 26. – E desligou o telefone e me disse – o energético você pega no frigobar. Pode pegar o quanto quiser. Ele se levantou, pegou o charuto e a bebida dele e disse: - Você vai fazer o que eu quiser? - Sim... desde que não envolva coisas nojentas... – e ri. - Isso não gosto também – disse ele. Então ele tomou todo o whiskey, deixou o charuto de lado e veio até mim. - Coloca os braços pro alto. Eu coloquei, mas ainda dobrados. - Eu disse pro alto, caralho – disse ele me pegando os dois pulsos numa mão só, com certa força, e esticando meus braços. Aquilo me deixou doido de tesão. Ele me prendeu com as algemas na cama. - Agora só faz o que eu mandar, então. – disse ele e me beijou e começou a explorar todo o meu corpo com as mãos dele. Ele foi até a mochila dele, tirou um plug anal – ergue as pernas. Eu só dobrei os joelhos, ele me pegou pelas coxas, ergueu forte as minhas pernas deu um tapão na minha bunda e disse: - ERGUE A PORRA DAS PERNAS, CARALHO. To mandando – e ao fazer isso pegou um lubrificante, passou no plug e colocou em mim – isso só sai daqui quando eu tirar. A tequila chegou. Ele pegou ela, abriu e veio até mim e disse: - Abre a boquinha – e quando eu abri ele colocou um belo gole de tequila. Eu sabia que ia ficar doido com aquilo, tequila faz eu perder os limites. Ele se levantou, abriu a braguilha da calça, tirou o pau pra fora e colocou eu cima da minha cara – chupa. Aquela rola tava toda dura e babada já, com gosto de porra. Delícia demais. Mesmo com as mãos presas, eu conseguia chupar aquela rola gostosa e ele dizia: - Hoje você vai fazer tudo o que eu quiser, e não vai reclamar.... chupa essa rola, vai, viado. Que eu gosto assim, quando me obedece. Ele ligou a televisão num canal pornô e ficou vendo enquanto eu chupava ele. Eu estava doido na rola dele, então ele tirou o pau, pegou de novo a tequila e me deu mais um gole. - Vai com calma senão vou passar mal – disse eu. - Fique tranquilo – e então começou a tirar a camiseta da farda – eu cuido bem dos meus brinquedinhos. Aquele corpo maravilhoso, com pelos no peito foi se revelando para mim. Então ele me tirou das algemas, em virou de costas e me prendeu de novo na cama e disse: - Agora é a minha vez. E começou a explorar meu corpo com aquela boca grossa. Eu sentia ele todo em cima de mim enquanto beijava meu pescoço, minhas costas, a lombar. Então ele começou a dar tapinhas na minha bunda e a cheirar ela. Foi descendo, separou as bandas e viu o meu cuzinho com o plug anal e o fio dental vermelho em cima e disse: - Que coisa mais linda... você me deixa doido. Então ele tirou o fio dental com um dedo para o lado, tirou o plug e meteu a língua no meu cuzinho. Aquilo me levou à loucura. Eu gemia gostoso e ele disse: - Tu gosta de dar o rabinho, né? - Amo demais... ai, que delícia, puta que pariu... - Olha que gostoso – e colocou o plug em mim de novo... Eu gemi, e ele começou a tirar e colocar devagarzinho, girando ele lá dentro – esse rabinho aqui vai ficar em nada hoje. Eu gemia muito entre as colocadas do plug anal e as linguadas que ele dava. Até que ele levantou, tomou mais um gole de whiskey e disse: - Vou ter que te foder um pouco agora para poder dar uma aliviada e depois a gente brincar mais. E daquele jeito mesmo ele me tirou a roupa, me colocou um travesseiro embaixo do quadril e disse: - Não quero ouvir reclamação. Aguenta. E então passou lubrificante e foi colocando aquela rola pulsante em mim. Eu já tava largo do plug anal, então doeu muito pouco. Quando ele colocou tudo eu senti ele encostar a pelve na minha bunda e eu gemi, e ele disse: - Isso, viado. É assim que eu gosto. Aproveita a rola agora. E começou a me comer gostoso. Aquela rola entrava e saía de mim com força, ele não esperou acostumar nem nada. Ainda que com pouca dor, aquilo estava uma delícia. Ele me colocou de quatro com as mãos presas, montou em mim como se fosse um animal, pisou na minha cabeça e ficou metendo. O prazer foi aumentando e eu fui gemendo mais alto e dizia: - Me come, José... me comeeee, mete tudo. - Vai vadia, geme alto na rola do seu macho. Eu já estava gritando de prazer: - Caralho, me comeee, vaiii... fode meu rabo, gostosoo.... E ele batia na minha bunda e dizia: - Vai piranha, dá pro seu macho, dá. Vai ficar arregaçado hoje de tanta rola nesse cu gostoso.. - Tá bom? Gosta do meu rabinho? Aaahhh, uuuhhmmm... - Toma rola, vai – e apertava forte a minha bunda. Em alguns minutos ele tirou o pé da minha cabeça, e eu senti a respiração dele aumentar e de repente senti aquela porra jorrar dentro de mim: - POOORRRAAAA, CARALHO... GOZEI UM MONTE. Ele tirou o pau de dentro de mim, foi até o banheiro, limpou na pia, me soltou e disse: - Eu vou me arrumar rapidinho e já volto, vou deixar minha farda aqui como garantia. Vai ser rápido, no máximo 20 minutos... - Mas onde você vai? - Não interessa. O que importa é que eu quero que você se lave e me espere na banheira na volta, porque é lá que vou te comer daqui a pouco. Depois de tudo o que passamos até agora, confia em mim? Pensei rapidamente, estava meio bêbado já: - Confio. - Ótimo. Faça o que eu estou mandando e você vai ser muito feliz hoje. E beba mais um pouco de tequila e um energético, você vai precisar. Pode pedir o que quiser. E não goze ainda. - Okay. Ele se vestiu com a roupa normal, pegou o celular e ficou uns minutos digitando algo, me deu um beijo e saiu. E a história contina no próximo conto.
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