Olá. Me chamo Rafael, hoje tenho 32 anos, mas essa história aconteceu há cerca de uns 10 anos. Os nomes dos personagens são falsos, para preservar a identidade de todo mundo. Na época eu estava terminando a faculdade de Direito e ainda morava no interior do Paraná, em uma cidade muito quente. Modéstia a parte, eu sou bonito. Tenho cabelos castanhos claros, curtos, pele branquinha com bochechas vermelhas, fortinho, mas não sarado, sem muitos pelos no corpo. Uma carinha de “bebê” que encanta vários caras por aí. Nessa época eu já tinha terminado um relacionamento, então estava tendo muitas experiências sexuais, mas tudo muito escondido porque ainda morava com meus pais numa cidade do interior. Ainda que eu já fosse assumido, era tudo muito complicado. E tinha terminado um estágio, mas ainda não tinha entrado em outro, então ficava bastante tempo em casa. Perto da minha casa tinha uma mercearia. A mercearia do seu Armando. E a minha mãe me mandava lá pelo menos uma vez por a cada dois dias, para comprar algo que ela precisasse. O seu Armando era um senhor de uns 50 anos já, que tinha muitos filhos com a Dona Cirene, esposa dele. Não era, em nada, bonito. Era o típico dono de mercearia que fumava igual doido e atendia os bêbados da região. Apesar disso, ele era sempre respeitoso comigo e com a minha família. Certo dia minha mãe me pediu para ir comprar arroz e ovos para ela. Ao chegar lá, não era o seu Aramando que estava cuidando das coisas. Era um rapaz moreno, forte, com o cabelo cortado bem curtinho. Ele tinha uma boca grande e barba por fazer, um rosto redondo e dócil, com olhos verdes penetrantes sob cílios muito densos. Não era alto, mas era encorpado e com um braço forte. Usava uma camiseta polo listradinha e justa, mostrando um corpo forte mas com uns quilinhos a mais que, nele, ficavam um charme. - Boa tarde – disse eu – seu Armando não tá? - Oi... tudo bem? Não, o meu pai teve um probleminha de saúde, mas o que você precisa? - Nossa, como assim? Ele tá bem? – questionei preocupado. - Ele teve um princípio de infarto de ontem para hoje. Mas já está no hospital se recuperando... - Mas e a dona Cirene, coitada – já emendei. - Nossa, pelo visto você conhece toda a família – respondeu ele rindo -ela tá lá com ele. Vai ficar tudo bem, ele já está fora de perigo, só precisa de repouso e observação médica. - Ah, desculpe – falei sem graça – mas é que venho aqui desde que era criança comprar coisas para a minha mãe. Sou o Rafael e vc? - Jonathan, prazer – e me esticou a mão para cumprimentar. Era uma mão grossa, forte. - Nossa, eu não lembro de você por aqui – respondi cumprimentando. - É que eu fui estudar fora desde cedo. E quando era criança a mãe não deixava a gente ficar muito aqui, por conta dos bêbados – disse ele rindo para mim. - Entendi. Bom, preciso de um quilo de arroz e uma dúzia de ovos, por favor. Então ele se afastou para pegar os produtos e eu pude ver o corpo inteiro. Era mais baixo que eu, mas usava uma bermuda que deixava umas pernas bem torneadas a mostra e uma bundinha que dava vontade de apertar. Voltando, ele colocou os produtos numa sacola e se encaminhou para o caixa, onde eu já o esperava: - Então, Rafael, tá aqui o arroz e os ovos. Precisa de mais alguma coisa? - Não, Jonathan – disse eu voltando de uma espécie de hipnose – obrigado. Quanto ficou? - Onze e cinquenta, mas pelo carinho pela minha família, pra você hj sai por dez reais. - Imagina, não precisa – respondi imediatamente. - Pois eu faço questão – disse ele me piscando com um olho. Senti que fiquei um pouco corado na hora, mas logo disse: - Então, muito obrigado! Melhoras ao seu Armando. - Obrigado – disse ele – vou dizer a ele. Naquele dia fiquei o dia todo pensando no Jonathan. A noite, no banho, bati uma punheta pensando em dar pra ele... aqueles braços, aquelas mãos grossas. Não demorei muito a gozar. No dia seguinte, levantei determinado a ir lá de novo. Tomei um café e logo saí, dizendo a minha mãe que ia comprar coisas porque eu queria fazer um bolo de chocolate. Cheguei na mercearia e lá estava ele: - Oi, Rafael, bom dia. Você tá bem? - Oi, Jonathan... tô ótimo e você? Pode me chamar de Rafa, ou Rafinha, que é como me chamam aqui na vizinhança – disse eu olhando para ele fixamente. Naquele dia ele estava com uma camiseta regata bem justinha, e eu fui com uma bermuda minha bem apertada, que marcava a minha bunda. Fazia bastante calor, e estávamos suando um pouco. Ele logo me respondeu: - Tô bem também. O que precisa hoje? - Preciso de nescau, leite condensado, fermento e trigo. E vou ver aqui algum granulado para colocar no bolo – Respondi. Fiquei de costas para o balcão vendo onde estava o granulado, no que ele me interpelou: - Ali embaixo, Rafinha... Obviamente eu me abaixei e arrebitei a bunda o máximo que podia, propositalmente. Ao estar lá embaixo, tinha dois tipos de granulado, no que eu olhei para ele e perguntei: - Qual deles é melhor? Jonathan foi pego de surpresa, estava descaradamente olhando para a minha bunda... - Ahn? – respondeu olhando pra mim assustado. - Os granulados... qual é melhor? - Ah, sim! – disse ele sem graça – o vermelhinho. Ele pegou o que eu pedi e me trouxe no caixa: - Então, sua mãe vai fazer bolo hoje? – perguntou ele para desbaratinar o clima. - Não, não! Eu mesmo... adoro bater um bolo. – respondi ele rindo – quer um pedaço? Eu trago para você mais tarde! - Não precisa... imagina. – Disse ele sem me olhar muito – Deu trinta e um reais. - Viu fazer no cartão de débito – respondi. Então ele digitou na maquininha e quando virou ela para eu colocar o cartão, eu peguei na mão dele que estava na máquina. Aquele toque novamente assustou ele. Contudo, dessa vez percebi que ele sustentou o olhar em mim e disse: - Quer sua via? - Não, obrigado – respondi. - Hein, pensando bem.. um bolo bem batido nunca é ruim, né? Traz um pedaço do seu pra mim hoje no fim da tarde? – Perguntou ele. - Claro, Jonathan – e pisquei de um olho só para ele. Ao sair, deixei cair o cartão e abaixei para pegar, e vi ele de novo olhando pra minha bunda. Saí animado. Não sabia o que ia acontecer, mas parece que ele estava querendo. Fiz o bolo, e deixei o dia passar. Esperei dar perto das 18h, que era quando fechava a venda, tomei um banho, fiz uma chuca, e fui lá, com um pedaço de bolo na mão e muita vontade. Cheguei lá e ele estava atendendo outros dois clientes. Eles saíram e eu fui até ele: - Aqui o seu bolo, Jonathan. - Tá bonito, hein – disse ele – mas nossa, que pedaço grande. Quer dividir comigo e tomar um café? Tô fechando aqui já, e aí passo um fresco para a gente. - Claro... boa ideia – respondi. Então ele foi até a porta de metal, desceu ela, ascendeu a luz e me disse: - Vamos comigo lá atrás, é melhor do que aqui. Na parte de trás do balcão tinha um banheiro, uma cozinha pequena e uma saleta, que parecia ser o escritório do seu Armando. Nele tinha uma mesa, cadeiras e um tapete. Jonathan me levou até a sala e disse: - Peraí que vou no banheiro rapinho e vou passar um café para a gente. Esperei uns minutos e ele voltou com duas canecas, e dois garfos: - Podemos dividir o bolo aqui no mesmo prato que você me trouxe? – perguntou ele. - Claro. Ele me deu o garfo, me serviu de café e sentou comigo. Ele suava muito. Eu disse: - Calor, né? - Nossa, nem fale. E a gente aqui tomando café – disse ele provando o bolo – nossa, que gostoso esse bolo. Eu não poderia perder a oportunidade: - É... dizem que eu bato bolo muito bem – e comi um pedaço do bolo olhando para ele. - Tô vendo mesmo – disse ele – eu gosto mesmo é de comer, não levo jeito na cozinha, mas comendo eu faço bem – e piscou de um olho pra mim. - Não quer tirar a camiseta? – perguntei – você tá suando tanto? - Não sei... você quer que eu tire? – Perguntou ele me olhando profundamente. - Se for melhor pra você... Ele tirou. Peito dele moreno, com pelos marcando o perito e o abdômen. Ele era forte, tinha o peito e os braços definidos, mas com um pouco de barriga. A bermuda dele era de zíper, e ao tirar a camiseta, ele desceu o braço e deu uma apertada no pau, mostrando que estava meia bomba. Ele se sentou de novo e disse: - To precisando malhar mais. - Eu achei que está ótimo. - Ah, é? – respondeu ele – e você, não quer ficar mais a vontade? - Ah, não, não vou tirar a camiseta. Meu corpo não é tão bonito como o seu. - Uhm... mas e esse tênis quente. Tira, fica melhor. Tirei o sapato, peguei mais um pedaço de bolo, e ele encostou a perna dele na minha. Ele estava de olho nos meus pés. A tensão no ar já dava para sentir. - Gosta de massagem no pé? – perguntou ele... - Nossa, não, eu não pediria para você... - Mas não é você que tá pedindo, eu tô oferecendo. E sem nem me perguntar, ele pegou meu pé, colocou sobre a perna dele e começou a fazer massagem. - Nossa, Jonathan, que gostoso... mão forte que você tem. - Gosta com força, então? - Sim... Ele aumentou a pressão no meu pé. Após pouco mais de um minuto eu disse: - Minha vez de retribuir. - Não, não gosto de massagem no pé. - Mas não era no pé que eu ia fazer – respondi. Me coloquei um pouco para frente e coloquei meu pé em cima do pau dele, no meio das pernas. - Eita, que aí você me quebra – disse ele. O pau dele já estava duro, e eu fiquei acariciando com meu pé e respondi: - Até parece que não tá gostando. Ele levantou, fechou a cortina da janela e a ponta do escritório. Veio até mim e disse: - Agora aguenta, Rafinha... você que provocou. E ali mesmo comigo sentado ele me beijou. A barba por fazer raspando no meu queixo, um beijo forte, com a língua toda dentro de mim e com a mão na minha nuca, como se conduzisse minha cabeça para onde queria. Ele levantou e tirou a bermuda. Ele usava uma cueca box branca, que na pele morena dele ficava linda. O pau estourando por baixo da cueca, e dava para ver que era grande. Fui levantar para tirar minha roupa mas ele me parou e disse: - Senta aí... se acalma. Eu voltei a sentar, ele veio até perto de mim, me beijou de novo e tirou a minha camiseta. - Caralho, Rafinha – disse ele me olhando – adoro um branquinho assim que nem você? Se tiver cuzinho rosa não vou aguentar. - Quer ver? - Quero, mas daqui a pouco... agora vem aqui. Ele puxou a minha nuca com força para o pau dele: - Lambe, vai... Eu fiquei lambendo o pau dele por cima da cueca. Dava para sentir ele pulsando, duro igual pedra. Eu percorrida com a língua todo o pau e voltava. Até que ele disse: - Olha para mim, com esse olhar de safado que você tem. Eu olhei para ele e então ele disse: - Agora tira minha rola para fora... Eu abaixei a cueca e aquela rola imensa saiu. Deveria ter uns 20/21 cm, grossa, morena como ele. Os pelos pubianos eram bem aparados, e o saco depilado. Aliás, que saco. Grande como o pau, com bolas grandes. E foi por ali que comecei. Lambi o saco, devagar, aproveitando cada milímetro. Coloquei uma das boas dentro da boca. Jonathan olhava pra mim, mordendo o lábio e respirando fundo. Ele disse: - Era o que você queria, né? Desde que me viu... Acenei que sim com a cabeça... - Então chupa me olhando, safado... Eu lambi mais as bolas dele, e então comecei a subir para o pau. Ele se afastou um pouco me pegou pela mão e me levantou. Eu estava com o meu pau durasso dentro da bermuda... Ele apalpou meu pau e disse: - Tá com tesão, né, filha da puta... Ele me beijou de novo, e dessa vez colocou a mão dentro da minha bermuda, na minha bunda e tocou meu cuzinho.... Com a outra mão me puxou para trás pelo cabelo e disse - Caralho, tá apertadinho... se for rosadinho como to imaginando que é, hoje você sai daqui sem andar. - Você é bem safado também, né, Jonathan – disse eu rindo. - Mais que você, não – disse ele tirando a mão da minha bunda e cheirando – olha, se eu disse do que que tem cheiro, você nem acredita... - Diz... - De bucetinha... – disse ele ainda me puxando pelo cabelo – de bucetinha de puta... - Ah, é? E você gosta de mulher também? - Quê?! Tendo buraco para socar eu to socando... Meu negócio é meter gostoso... – Disse ele rindo – Você gosta de ser tratado assim, né?! – Disse ele me dando um tapinha da cara e apertando meu queixo em seguida... - Eu amo... quanto mais melhor... Pode fazer o que quiser... - Olha, hein – disse ele em tom de alerta – não diz isso que aí você não aguenta. Olhei para ele e disse: - Eu aguento sim... pode o que quiser. Não precisei repetir. Ele deu um tapa na minha cara, me colocou de joelhos no chão e disse: - Abre a boca! Ele colocou dois dedos lá dentro. Não si porque, mas isso me dá muito tesão. Eu fechei a boca para chupar os dedos dele e ele tirou, me deu mais um tapa e disse: - Abre a boca, caralho. Eu novamente abri. Ele colocou os dedos olhando meus dentes, como se eu fosse um cavalo... Me pegando de novo pelo cabelo, ele sentou e me levou junto a força, me colocou no meio das pernas e começou a bater com o pau na minha cara. - É isso que você queria, piranha? Surra de rola grande do macho aqui, né?! Então toma... Ele começou a bater forte com o pau no meu rosto... então me pegou com as duas mão pelo cabelo e socou o pau dentro da minha boca. - Agora chupa, vai, até eu mandar parar. Eu me dediquei naquela chupada. A rola era grande, então tive que abrir bem a garganta para caber o máximo sem engasgar, mas não tinha como, as vezes engasgava... - Caralho, Rafinha... que chupada boa – dizia ele enquanto eu chupava – chupa mais, vai. E assim foram mais alguns minutos, meu pau estourando dentro da calça, meu cu piscando já. Então ele me levantou, me virou de costas e ficou atrás de mim... - É hora da gente ver... – disse ele baixando minha cueca e bermuda de uma vez só – caralho que bundão gostoso... – Ele deu uma grande inspirada sobre meu rêgo – caralho, cheirinho de bucetinha mesmo... você nasceu pra dar, Rafinha. Então ele se afastou um pouco e abriu minha bunda... - Puta que pariu, safado... é rosinha mesmo. Hoje você não sai andando daqui. E logo começou lamber meu cuzinho. Ele era muito bom nisso. Brincava com a língua, colocava ela dentro e tirava. Mordia de pouquinho nas nádegas e então colocou um dedo. Eu gemi na hora... - Ai, Jonathan.... que delícia. - Tá apertadinho, né, piranha? Faz tempo que não dá ou é apertadinho assim mesmo? - É apertado assim... - Caralho... vou ter que comer mais vezes você, então. Faz quanto tempo que deu pela última vez? – perguntou ele colocando dois dedos em mim dessa vez. - Ahhhh, caralho.... - Responde vadia – três dedos. - Uma semana, mais ou menos.... ahhhhhhhh.... caralho, Jonathan... Me come, vai. - Como quando eu quiser... – disse ele ainda com três dedos dentro de mim – vou te alargar muito antes. Espera aqui que quero fazer uma coisa com você. Ele foi até uma gaveta que tinha no canto, tirou de lá uma mochila. Abriu, e tirou uma necessaire com pasta de dente, coisas de higiene e de um bolso dela tirou três sachês de camisinha. Na hora achei que ia dar gostoso já para ele, mas ele disse: - Sabia que ainda ia usar isso aqui... Então eu vi melhor... era lubrificante. - Gosta de sentir um calorzinho? – Perguntou ele.. - Como assim? - É gel que esquenta. Curte? – Perguntou de novo. - Nunca usei... mas gosto de coisas que esquentam. - Ótimo, porque hoje vai sair com o rabinho pegando fogo daqui. Fica de quatro na cadeira. Assim eu fiz. Ele ajoelhou atrás e me chupou de novo. - Caralho, cuzinho gostoso demais... vou arrombar muito você, cadela. Então ele abriu o lubrificante. Passou em dois dedos e me disse: - Aguenta! Colocou os dois dedos em mim... - Caralho, apertadinho ainda, boy... Como que faz isso?! Colocou três dedos... nessa hora eu já estava nas alturas. Os dedos dele entravam e saíam e o gel esquentava e era muito bom. Eu gemia gostoso e ele disse: - Pode gemer alto se quiser, ninguém vai chegar aqui. Então eu comecei a gemer mais alto. Olhei para trás e ele tava compenetrado no meu cu e batia punheta com a outra mão. Ele olhou pra mim e disse: - Aguenta – e colocou quatro dedos em mim. Doeu um pouco, mas eu questionei... - Vai querer colocar a mão toda? - Você quer que coloque? - Não sei se aguento... – respondi com certo medo. - Vamos ver... – disse ele. Depois de massagear um pouco com os quatro dedos, ele fez um bico com os 5 dedos da mão e tentou colocar. Meu rabinho já estava quente e arregaçado, mas ainda assim, quando chegou no final dos dedos, eu senti dor. - Ai, ai, calma... – eu disse. Ele parou. - Relaxa... - To relaxado, mas não sei se vai rolar. Ele tentou mais um pouco, mas realmente não deu. - Ai, Jonathan.. acho que a mão toda hoje não vai dar... - Você quer? - Quero, mas outro dia, pode ser? - Pode, to doido para te comer mesmo. E então ele levantou... - Caralho, já tá arregaçado essa raba, novinho. Vou meter assim mesmo... E assim foi. Ele não pediu permissão, não disse que ia fazer, nada disso. Simplesmente encaixou aquela rola imensa e foi forçando a entrada. Eu já estava tão largo que só senti prazer. - Aiiiiiiii, Jonathan, meteeeee vaaaii... - Mas é uma vadia, mesmo... cuzinho macio demais. Com o pau dentro de mim, ele me tirou da cadeia e me colocou no chão... - De quatro, piranha! Fiquei de quatro. - Com a cara no chão.... Assim fiz. Fiquei para baixo olhando para ele. Ele girou o tronco e ficou em cima de mim com uma perna para trás e outra ao meu lado, olhou pra mim e disse: - Agora geme na rola do teu macho... E pisou no meu rosto e começou a meter muito forte. Ele me comia tanto e com tanta força que eu gemia alto. O pau dele entrava e saía de mim como sabão, mas eu sentia tudo. E era muito grande. Ele então tirou o pé do meu rosto e montou sobre mim, colocando tudo lá dentro. Ele dizia: - Caralho, putinha, que tesão de rabo... vou querer todo dia. Ele me puxou pelo cabelo e levantou meu tronco e disse no meu ouvido: - Geme, vadia, geme gostoso na minha rola que hoje tu sai daqui sem conseguir sentar. Eu gemia alto e gosto, e ele gemia junto e me dava tapas na minha cara e na minha bunda. Ele levantou, sentou numa das cadeiras e disse: - Aqui, vem sentar... Fiquei de costas para ele, e sentei no pau bem gostoso. Ele pegou na minha cintura e disse: - Caralho, Rafinha, que cu gostoso.... Eu comecei a rebolar nele, quicando gostoso... - Assim eu não aguento, safado, caralho... - Mais um pouco só, Jonathan... quero ver você gozando. Então ele me colocou de frango em cima da mesa e disse: - Vou te engravidar, vadia. Ele se deitou sobre mim me beijando enquanto comia meu cuzinho com força. O pau era tão grande que ainda nessa posição eu sentia tudo dentro de mim. Ele bombava muito. Ele se levantou, segurou meu pescoço e aumentou o ritmo e a força. Eu peguei no meu pau e comecei a punhetar... - PUTA QUE PARIU, VADIA... EU VOU GOZARRR... E ele prendeu a respiração e apertou a mão no meu pescoço com força. Isso me fez sentir ainda mais tesão e comecei a sentir que ia gozar também. Então senti a porra dele toda dentro de mim enquanto ele falava - CARALHO, RAFINHA, CARALHOOOO.... PUTA QUE PARIU DE CU GOSTOSO.... - AI, JONATHAN, EU VOU GOZARRR... AAAHHH,,, AHHHHHHHH Então eu gozei e veio porra até na minha cara. Ele desabou sobre mim e me deu um beijo. - Caralho, Rafinha.... – disse ele ofegante. - Caralho mesmo – respondi. - Se eu soubesse que tu existia, já teria te comido antes. Cuzinho delícia demais. - E eu tinha dado pra você – disse eu – macho assim não se encontra a todo momento. - Gosta de dar igual puta, né? – Disse ele rindo e se levantando. - Demais – respondi me levantando também. - Segura aí que vou pegar uma toalha. Ele me trouxe uma toalha, eu me limpei e ele também. Ele disse: - Hein, amanhã é sexta, e eu tava afim de dar uma saída a noite... Bora? Beber uma? E depois arranjamos um lugar pra eu te comer de novo... heheheh – ele riu. - Sabe que adorei esse negócio de transar aqui... e eu não tenho lugar não – Falei. - Eu dou meus pulos. – Disse ele – te pego as 20h, pode ser? - Pode, então. - Marcado. E aí, querem que eu conte esse novo encontro?
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Lembrei do pagode baiano toma piranha, toma vadia, toma de quatro... Caralhoe, Rafinha tu achou o homem certo pra te fazer de puta e tu gozar gostoso desse jeito e mim deixando de pica dura e com inveja dele. SAFADA.
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