Minha saída com o policial – contém fetiche (dominação) - parte 02 (final)

Olá. Me chamo Rafael, tenho 32 anos, e essa história aconteceu de ontem para hoje, quando escrevo o conto, não quando posto. Agora é uma segunda feira, perto da hora do almoço.
Moro em Curitiba, mas sou do interior do estado. Então, depois que me mudei para cá, eu passei a aproveitar muito a vida. Saio, bebo com amigos e, como é de se esperar, transo loucamente. Modéstia a parte, eu sou bonito. Tenho cabelos castanhos claros, curtos, pele branquinha com bochechas vermelhas, fortinho, mas não sarado, sem muitos pelos no corpo. Uma carinha de “bebê” que encanta vários caras por aí.
Continuando o último conto...
Quando o José saiu era cerca de onze e meia. Peguei a tequila, servi num copo para ficar bebendo de pouquinho. Tirei a calcinha fio dental e fiquei inteiramente pelado. Abri o teto retrátil e comecei a encher a banheira.
Estava com aquela sensação deliciosa de estar meio larguinho já depois de dar.
Coloquei num canal aberto na televisão, vi um pouco meu celular e fiquei aguardando. A banheira encheu, eu coloquei alguns sais para fazer espuma e até pensei em pedir um espumante, mas iria me dar sono.
Cerca de meia noite, ouço novamente o carro entrando na garagem, e logo o José entra no quarto.
Eu estava na banheira. Ele veio, lindo daquele jeito e me disse:
- E aí, descansou um pouco?
- Aham... delicinha aqui. E aí, agora vai me contar onde foi?
- Então – disse ele – lembra que te perguntei se curtia sexo com mais homens?
- Uhm – disse eu já desconfiando no que aquilo ia dar.
- Fui buscar um amigo meu pra brincar com a gente, topa?
- É o que? Mas quem é ele? Não sei nem se vou gostar...
- Vai sim, tenho certeza que vai – respondeu ele – é meu colega de corporação.
- Uhm... bom, e cadê o tal? – disse eu meio impaciente já pensando em negar.
- Peraí, me espera aí mesmo, desse jeitinho.
- Mas sem roupa? – questionei.
- Vai botar pra tirar depois? Fica assim, vai – disse ele me pedindo e piscando com um olho.
- Tá bem, vai.
Ele foi até a garagem e na volta vem com ele um homem maravilhoso.
Ele era alto, cerca de 1,90 de altura, negro com a pele mais clara, magro, mas forte. Os braços dele eram muito malhados, o peito definido embaixo de uma camiseta azul clara. Aparentava ter no máximo uns 30 anos. O cabelo raspadinho como o de José e ele vestia um jeans apertado, tênis branco e a camiseta azul justa. Um Deus afro brasileiro.
José percebeu a minha reação e disse:
- Esse é o Tiago. Falei que você ia gostar.
- Oi, Tiago. Prazer, Rafael – e me levantei, nu e molhado, e fui até ele e dei um abraço. Olhei para José e disse – você não me deu oi direito – e dei um beijo imenso nele olhando para o Tiago, que ficou vidrado olhando a gente se beijar.
Ao terminar o beijo, José disse:
- Viu Tiago, como ele é lindo demais.
Tiago me olhou e disse:
- Posso dar um oi direito em você tbm?
Sem mesmo eu ir até ele, ele me puxou pela mão e me deu um beijo imenso me segurando forte pela cintura, com suas mãos muito fortes. Quando eu abri os olhos, José assistia já apertando o pau. Eu acenei para ele vir junto, e ele disse:
- Daqui a pouquinho. Antes quero ver vocês. Tiago, ele é seu por enquanto, vou sentar ali e assistir.
- Mas vai participar depois, né Zé? – questionou Tiago.
- Claro, meu amigo. Temos a noite toda pela frente.
José se serviu de whisky, pegou seu charuto, puxou a poltrona, tirou a roupa e sentou.
Eu e Tiago ainda nos beijávamos. Nesse ponto, ele já tinha tirado a camisa, revelando um peitoral e barriga definidos, sem nada de pelos. Ele era grande, então me envolvia de um jeito em seus braços que era uma loucura. Ele apertava a minha bunda com muita força, e dava uns tapas de estalar alto. Eu conseguia sentir o pau dele dentro da calça dele.
Ele parou o beijo, me olhou e deu um tapinha na minha cara e disse:
- O Zé disse que tu gosta de obedecer, é isso?
- É, mas é que...
Ele colocou o dedo na boca em sinal de silêncio.
- É mais nada, cala a boca porque sub bom é sub calado. De joelhos agora.
Eu fiquei de joelhos. Ele saiu de lado, olhou para o José e disse:
- Tem um whiskinho aí, Zé?
- Tem sim, claro... tem tequila também, que ele gosta.
- Uhm... onde pego? – questionou Tiago.
- Tá ali perto da cama... fica à vontade.
Ele saiu e foi buscar a bebida. Depois de ele dar dois passos eu fiz que ia levantar e ele me pegou pelo ombro e me empurrou ao chão e disse:
- Mandei levantar, vadia? – e me deu um tapa na cara. Após alguns segundos de silêncio ele dá um novo tapa e me vira a cabeça para ele – responde cadela!
- Não.
- Então porque ia levantar? - silêncio novamente – responde!
- Porque sim...
- Então agora vai comigo, pra aprender como se obedece – ele tirou o cinto da calça dele, colocou no meu pescoço e disse – agora vem.
José levantou, veio até mim e disse ao meu ouvido.
- Se você me pedir, mando ele embora agora. Essa é sua chance. Garanto a você que nosso combinado continua em pé, e que você não vai sair daqui com ferimentos, nem nada disso, talvez uma hematomas. Quer que ele vá ou tá afim de uma aventura diferente?
Eu não sabia o que ia acontecer. Tiago era realmente um dominador, de um jeito que eu nunca tinha visto. Ele exalava autoridade e sabia disso. Ao mesmo tempo que tinha certo medo, aquilo me dava muito tesão:
- Vamos ver onde isso vai dar.
- Okay, você que escolheu – José se virou para o Tiago, pegou no meu pau que tava durasso e disse – Tiago, ele é todo seu para você fazer o que quiser, desde que eu veja tudo.
- Fica susse, Zé. Vou ensinar esse sub a obedecer direitinho. Tratar ele como ele merece, né putinha – disse ele me olhando e me pegando pelo queixo – o Zé disse que não sabe adestrar uma puta tão bem, mas essa é a minha especialidade. Vou adestrar você para ele. Então vai ser assim: você só faz o que eu mandar, e nem tudo nessa noite vai ter a ver com sexo. Você está aqui para nos servir, e se você se negar, você vai ser castigado. Você não fala nada sem pedir permissão, e se eu mandar, não quero ouvir nem gemido. Agora vamos lá que vou te ensinar a servir.
Ele me puxou pelo cinto e fui com ele. Chegamos no barzinho perto da cama e ele disse:
- Me serve de whisky, vadia.
Eu fui pegando a garrafa, ele deu um tapa forte na minha mão e disse:
- Não sabe nem servir direito. Quando eu mando você fazer algo, antes de fazer você me responde.
- Sim...
Um tapa na nuca e ele disse:
- Sim o quê, viado?
- Sim, senhor...
- Agora sim. Me serve – ele olhou pro José e disse – Mais uma dose aí Zé?
José responde:
- Pode trazer.
- Faz mais um aí pro Zé, cadela! – mandou Tiago.
- Sim, senhor.
- Ah, assim é melhor. Cadê sua bebida?
- Tá ali, senhor... – disse eu apontando.
- Pega lá e me dá aqui...
- Sim, senhor.
Eu peguei a tequila, entreguei a ele.
- Traz a dose do Zé.
- Sim senhor.
E fomos de novo até a banheira.
- Entrega a bebida do Zé para ele...
Eu fui entregar e senti um tapa na bunda:
- A minha resposta, vadia...
- Sim, senhor.
- Viu, Zé... ele tá aprendendo.
José me olhou e deu uma risadinha e disse:
- To vendo, Tiago. E tá gostando pelo visto.
- Claro que gosta – respondeu Tiago – eles ficam com essa cara de cachorro, mas olha essa rolinha dele como tá, não baixa por nada. Puta é assim, Zé, não pode ter dó não. Agora vem aqui, viado – eu voltei a ele – de joelhos.
Fiquei de joelhos.
- Olha pra mim – disse Tiago, no que eu olhei para ele – abre a boca.
Eu abri a boca e ele pegou a tequila e me deu uma dose imensa. Aquilo desceu rasgando, e logo já senti subir pra cabeça.
- Não faz cara feia. É bem bebida de puta mesmo. Abre a boca de novo.
Abri e ele me deu outra dose e ele disse:
- É pra poder aguentar o que vem – ele se sentou na borda da banheira, me virou e disse – tira os meus sapatos, meias e calça.
- Sim, senhor – disse eu já fazendo as coisas.
- Esperto o garoto, Zé... não é aqueles viados burros pelo menos.
Tirei os sapatos, as meias e as calças dele.
Ele não tinha nenhum pelo no corpo. O pau dele já estava meia bomba, dava para ver por baixo da box branca que ele tava usando. O corpo dele era uma delícia por inteiro. Tudo definido, alto.
Fiquei novamente de joelhos e ele me olhou, pegou no pau e disse:
- É isso que você quer, né, vadia?
- Sim, senhor – respondi.
- Precisa conquistar. Se fizer tudo o que eu mandar, vai ter ele todo para você e de um jeito bem gostoso. Agora espera aí um pouco.
- Sim, senhor.
Ele pegou uma cadeira, colocou ao lado da poltrona com o José que assistia a tudo se deliciando. Sentou lá e disse apontando para a frente dele:
- Aqui vadia, agora. E venha de quatro.
Fiz o que ele mandou, e José olhava rindo para mim. Fiquei de joelhos em frente a Tiago e ele:
- Vira de costas.
Eu virei.
- Fica de quatro.
Eu fiquei.
Senti as mãos dele separando as bandas e vendo meu cuzinho.
- Já deu uma metida hoje, né Zé? – Perguntou Tiago.
- Já sim...
- O rabo parece bom de meter – disse Tiago – gozou dentro?
- Sim...
- Massa – ele soltou minha bunda, deu um tapinha e disse – rabo bom, hein cadela.
- Se o senhor diz....
- É bom sim, mas agora fica calado aí que vou conversar com meu amigo aqui.
Eu fiquei sem entender muito o que tava acontecendo. Eu, pelado, de quatro na frente de dois homens que estavam conversando entre si. Então, Tiago colocou os pés sobre mim, como se eu fosse um móvel, algo invisível ali.
Depois de alguns minutos ele disse:
- Quer apoiar os pés um pouco, Zé?
- Quero sim...
Senti ele descer os pés das minhas costas.
- Vai pro lado, pro Zé descansar os pés.
De alguma forma aquilo me excitava. Ser tratado daquela forma.
O José colocou o pé na minha bunda e brincou um pouco ali, conversando com o Tiago, e depois apoiou sobre as minhas costas também.
Mais alguns minutos passaram e aquilo começou a me entediar já. O tesão indo embora, e a bebida começando a dar sono.
De repente, sinto uma mão puxando meu tosto para cima. Era o Tiago.
- Quer isso, vadia?
Ele segurava uma lata de energético.
- Sim, senhor.
- Imaginei. Não aguenta nem 2 minutos sem rola que já quer dormir. Mas vai ter que merecer. Levanta aqui e me beija e deixa meu pau duro.
Assim eu fiz. Levantei e beijei longamente. Peguei no pau dele por sobre a cueca e ainda mole.
- É, dá seus pulos para deixar ele duro, cadela.
Então eu resolvi fazer o que fazia de melhor... chupar ele. Fiquei de joelhos de novo, e fui tirar a cueca dele e sinto um puxão de cabelo e um tapa mais forte na cara:
- VOCÊ TÁ MALUCO, VIADO? MANDEI CHUPAR OU TIRAR A ROLA DA CUECA?
Sem entender muito eu logo respondi:
- Não, senhor, mas eu achei que...
- JÁ FALEI QUE AQUI QUEM MANDA SOU EU – disse ele me pegando pelo queixo e me levantando. José ria – Você tá achando que sou esses machos que você se faz de doido, senta, goza e sai. Não, você tem que merecer meu pau. Deixa ele duro por cima da cueca.
Quando toquei de novo no pau dele, deu para ver que estava um pouco mais duro. Aquela situação de mandar em mim deixou ele mais excitado. Ele realmente gostava disso. O susto passou, e então eu comecei a entender o jogo dele.
A ideia era que eu flutuasse entre servir e ser desobediente, porque ele gostava de se impor daquele jeito. De alguma forma, aquilo também me excitou. As mãos fortes dele... as sensações de ardência dos tapas, e todo esse clima de submissão.
Então eu levantei e beijei Tiago de novo, e depois virei de costas e fiquei passando a minha bunda na rola dele até sentir ele reagir. Então beijei de novo, e fui apalpando a rola dele até ela estar quase dura. Desci e abocanhava aquele pau por cima da cueca. Já estava bem duro e eu olhava para ele que ficava me olhando com aquele olhar de autoridade e disse:
- Viu como você sabe fazer o que eu mando.
José olhava aquilo de pau duro, as vezes batendo uma punheta e as vezes só tomando sua bebida.
- Agora vai lá e faz um agrado no Zé, puta. Quero ver você com ele.
Eu fui até o José que ficou sentado. Eu olhei para ele e ele disse:
- Tá curtindo, safado?
- Tô, mas é estranho, mas estou.
Ele me deu um gole da bebida dele e disse:
- Então chupa um pouco aqui, vai.
Eu o beijei, e desci para o pau dele e comecei a chupar.
Lambi as bolas, depois subi para a cabeça e ele começou a gemer...
- Vai safado, vai. Chupa, que isso você faz bem.
Tiago sentou na cadeira ao lado, e ficava apalpando o pau dele por cima da cueca. Eu olhava para ele enquanto chupava o José, que continuava falando:
- Caralho, que delícia de chupada, Tiago... você não faz ideia de como essa boca é quentinha demais.
Comecei a chupar com mais força e vigor, e sentia o pau de José latejando na minha boca. Então a voz do Tiago veio.
- Vem aqui, vadia – eu levantei o olhar e via ele sentado mordendo o lábio de tesão – vem aqui vem – e apontou no meio das pernas dele.
Eu me posicionei e ele disse:
- Você já merece... pode tirar minha cueca.
Eu tirei. O pau dele era menos grosso que o de José, mas era maior. Tipo, é um dos maiores que já vi. 20 cm fácil. Era retinho, com a cabeça para cima e rosada, e o corpo na cor da pele dele. Ele viu meu olhar para aquele membro com muita vontade e disse:
- Gostou, né?
- Sim, senhor...
- E o que você quer fazer agora, vadia?
- Chupar o senhor...
- Você acha que merece me chupar?
- Sim, senhor.
Ele se levantou, pegou a tequila, bebeu um gole e me deu mais um gole grande. Aquilo bateu de novo e eu disse:
- Não sei se aguento tanta bebida, senhor.
- Cala a boca, não mandei você falar – respondeu ele – se você quer me chupar, vai ter que fazer uma coisinha antes. Vem aqui.
Ele me pegou e me levou até a cama, onde tinha uma mochila diferente que presumi ser dele. Ele disse:
- Abre.
Eu abri. Dentro tinha um dildo todo colorido e alguns outros objetos dele.
Ele disse:
- Pega.
Eu peguei.
- Pega o lubrificante, que agora você vai ser artista...
Sem entender muito, peguei o lubrificante e voltamos para a parte da banheira.
Ele se sentou ao lado do José e disse:
- Zé, tem um artista hoje aqui. Ele vai fazer um showzinho pra gente.
Ele colocou uma música sentou e disse:
- Vem aqui, cadela. Tá vendo esse pau aí na sua mão, ele vibra, gira a cabeça e faz uma porção de coisas. Se diverte aí um pouco pra gente.
Eu já tinha me masturbado com dildos, mas sei lá. Com dois homens como aqueles não era bem o que eu queria. Mas okay... Acho que ele percebeu que eu não estava curtindo tanto aquilo, porque quando fui colocar no cuzinho ele disse:
- Não, pera. Vem aqui. Vamos melhorar isso. – ele me puxou e me deu um beijão, e então puxou o José, e demos um beijo triplo... aquelas duas rolas batendo nas minhas pernas, aquilo foi me ouriçando mais. Eles me apertavam entre eles, e então Tiago foi passando os dedos nele no meu cuzinho.
Ele puxou a minha cabeça para trás e disse:
- Agora tu vai brilhar... Mas eu não quero ouvir você gemer um ai.
Ele, então, me colocou para chupar o José de novo, e foi para trás de mim. Enquanto eu chupava o José, sentia ele brincar no meu cuzinho. Primeiro ele abriu e passava os dedos, depois começou a chupar. Ele devorava meu cu. Eu nunca senti isso antes... Ele tinha uma língua grande, e ele começou a me foder com a língua dele.... Enquanto isso o pau do José pulsava na minha boca e ele me pegava pela nuca e forçava para dentro e dizia:
- Chupa safado, chupa vai...
Eu comecei a gemer e de repente senti um tapão na minha bunda:
- SEM GEMER CADELA. QUIETO.
Eu parei de gemer. Ele continuou a me chupar e o José já estava fodendo a minha boca. Eu já estava todo babado, e então senti a língua do Tiago sair e dois dedos dele entrarem no meu cu. Fiz muita força para não gemer e ele disse:
- Assim mesmo cadela. Puta dá em silêncio.
Então ele veio com o vibrador. Ele colocou no meu cu com lubrificante, e ligou. Aquilo começou a vibrar e enquanto eu chupava o José, o Tiago ficava colocando e tirando aquele vibrador do meu rabinho. Aquilo era uma tortura quase. Sentir tudo aquilo e não gemer era terrível. O vibrador acertava a minha próstata certinho e com aquela vibração, a sensação de prazer ele maravilhosa. O José estava delirante ao ver tudo aquilo. Então o Tiago falou:
- Zé, assume aqui.
José tirou o pau da minha boca e tudo o que eu queria era que aquilo continuasse. Mas não deu nem 5 segundo e o Tiago veio por trás de mime falou no meu ouvido:
- Aqui, vadia, o que você queria.
Então se levantou e vi aquele pau imenso na minha frente.
- Agora me chupa, como uma boa puta faz.
E assim eu fiz. Aquela rola era imensa, mas eu me deliciava nela. Ela já estava babando e pulsando. O Tiago puxou a cadeira que estava próxima, sentou e disse:
- Você merece, vai, chupa essa rola como se fosse a última da sua vida.
Ele colocou os braços para cima. Enquanto isso, José brincava com o dildo no meu cu. Mas ele não tinha a mesma habilidade que o Tiago. Até que eu disse:
- Me fode...
Tapa na cara e o Tiago disse:
- QUE QUE TÁ FALANDO AÍ SEM AUTORIZAÇÃO? PAROU DE CHUPAR PORQUE?
- Queria que alguém me fodesse, senhor.
- E PUTA LÁ TEM QUERER...
José saiu de detrás de mim e foi para sua cadeira, e Tiago disse:
- Cansou, man?
- Não, quero ver você comendo ele, pode ser?
- Claro. Agora vem aqui, sua mamadeira do caralho. Chupa essa rola e eu vou te foder quando eu quiser.
- Sim senhor.
Ele pegou o whisjey dele e eu voltei a chupar ele.... José nos via e só batia punheta.
Eu olhava para o Tiago, e claramente ele estava gostando. Eu, ali, nu, todo babado, fazendo tudo o que ele mandava e ele lindo, como um rei sentado. Ele colocou a mão por detrás da minha nuca, se levantou e disse:
- Vem aqui que vou fuder essa tua boca, cadela.
Ele me segurou com força e começou a realmente foder a minha boca. Eu engasgava e ele não estava nem aí, continuava fodendo e falava:
- Aguenta, aguenta que eu sei que você aguenta. Puta tem que aguentar rola de macho.
Em um dado momento, começaram a me dar ânsias de vômito e então ele tirou o pau e disse:
- Tu chupa bem pra caralho. Agora vamos lá para a cama. Bora, zé?
- Bora.
José se levantou e sentou ao lado do bar, vendo a gente.
Chegamos lá e Tiago disse:
- Agora repete pra mim o que você queria...
- Queria que alguém me comesse...
- Isso, vadia, então pede pra mim.
- Me fode, senhor...
- De novo, e do jeito certo.
Eu sabia o que ele queria.
- Me fode, senhor.... por favor.
- Fodo, sua puta. É o que você merece. Fica de quatro.
Eu fiquei de quatro na cama.
Ele deu um tapão na minha bunda, que já estava ardida e disse:
- Se tivesse útero hoje ia engravidar.
Senti ele passar lubrificante no meu cu e então ele meteu aquele pau imenso sem nenhuma dó.
Eu estava largo já, mas senti um pouco de dor. Gemi baixinho e ele disse:
- Quer gemer, vadia?
- Sim, senhor.
- Então geme direito – e deu outro tapão na minha bunda. Aquilo me excitou mais ainda, a sensação do tapa forte. Eu gemi alto.
Ele me colocou de frente para o José, que já punhetava vidrado na gente.
Então, senti ele me puxar pelo cabelo por trás e dizer no meu ouvido:
- Vou te comer até eu gozar, e você vai ficar olhando para o Zé igual puta, porque ele gosta.
- Sim, senhor.
- E você não vai gozar.
- Sim senhor.
Então ele começou a me comer loucamente. Eu ouvia aquele barulho do corpo dele batendo na minha bunda, a mão dele no meu pescoço, quase me enforcando, e sentia aquele pau entrar e sair de dentro de mim, com muita força, mas era muito gostoso.
- Vai ficar arregaçada, Zé.
- Só vai, Tiago – Disse José...
- Caralho, que raba gostosa a dele, Zé... quentinha... vem aqui finalizar comigo.
Tiago me levantou pelo cabelo, José saiu da cadeira e deitou embaixo de mim. Ele se encaixou entre as minhas pernas, mas o pau do Tiago acabou saindo sem querer.
Aproveitando isso, Tiago disse:
- Senta nele, vadia.
Eu sentei no José. Sentia o pau dele pulsando, mas já estava tão arregaçado que não doía mais, era só prazer.
Eu gemia e o José começou a falar:
- Quica, safado, que eu sei que você gosta.
Ele fazia isso e me dava tapinhas na cara. Então Tiago se posicionou atrás de mim, passou lubrificante no pau e disse:
- Era pau que você queria, né, cadela. Então toma – e foi encaixando o pau dele por cima do pau do José e foi colocando dentro de mim.
Eu vi estrelas, era muito prazer ter aqueles dois dentro de mim, ainda que doesse. José me segurava pelo pescoço, e o Tiago pela cintura. Eu já não gemia mais, eu gritava falando:
- ME COME, CARALHO, ME COME.... VAI, METE EM MIM ESSES DOIS PAUS, VAIIII...
Comecei a sentir a minha próstata se retorcer. Eu tremia todo, e meu pau tava todo melado sobre os pelos da barriga do José....
Tiago disse:
- ELE VAI GOZAR, ZÉ....
- EU TAMBÉM, TIAGO, NÃO TO AGUENTANDO MAIS... – respondeu José.
- Então goza....
Eu senti de novo o jato de porra do José dentro de mim, muita porra de novo.
Eu já estava doido, mas ainda não gozava.
- Caralho, Zé... gozou um monte – Disse Tiago continuando a me foder – quer gozar vadia?
José acabou saindo rapidamente debaixo de mim.
- To quase, senhor...
- Então também vou.
Ele me deitou de bruços na cama, e começou a meter forte aquela rola dentro de mim. Eu sentia ela entrar inteira. Ele deitou sobre o meu corpo, metendo com força, me pegou pelo pescoço e começou a beijar a minha nuca.
Aquele homem quente em cima de mim, aquela sensação de porra saindo de dentro de mim, a força dele. Senti de novo a próstata se retorcer e um tremor imenso no corpo todo...
- AAAHHH, EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAAAAAA
E mesmo sem as mão eu gozei.
Senti a mão de Tiago ficar mais forte em mim e a respiração dele também.
- CARALHO VADIA, QUE CU DELICIOSO... VAI, VAII.... AAAAAHHHHH,,, AAHHHHHHHHH, QUE DELÍCIA DE PUTA, CARALHO.
Eu senti novamente os jatos de porra dentro de mim. Mas era muito já, e vazava pelo meu cuzinho. Ele tombou ao meu lado. Eu não conseguia levantar de tanto que tremia.
José apareceu na minha frente e me beijou longamente. Ele me disse:
- Gostou do presente?
- Caralho, José. Nunca me senti assim.
- Mas gostou?
- Muito.
Ele sorriu e disse:
- Ótimo, lindão, eu também amei te ver assim.
Tiago levantou, se limpou, olhou pra mim e disse:
- Queria ter encontrado você antes do Zé. Delícia demais você.
- Sério, achei que tinha ficado brabo.
- Faz parte da cena... e você, curtiu ser sub assim?
- Olha, sempre gostei de ser sub, mas assim nunca tinha sido. E gostei sim.
Ele disse:
- São estilos... esse é o meu.
José disse:
- Eu não sou tão intenso quanto ele. Mas e aí, aguenta mais uma hoje?
- O quê? – respondi.
- É, ué... você só deu uma gozada. Aproveita que a gente tá aqui.
- Mas só se for mais suave, assim como essa não.
- Fica susse – disse o Tiago – Vamos para a banheira, lá a gente se renova e faz mais uma gostosa. Posso comer essa bundinha pelo menos mais uma vez, né, Zé?
- Claro, Tiago. Te trouxe para isso. E aí, safado... bora?
E assim foi. Fomos para a banheira, e depois dei mais uma vez para eles dois. Dessa vez, ainda que com tapas e puxões de cabelo, eu não precisei fazer tudo aquilo de antes, mas foi também muito gostoso. Tiago gozou na minha boca e descobri que a porra dele era docinha.
Então Tiago foi embora.
Eu e José dormimos, e acordei com ele me trazendo o café na cama. Transamos mais uma vez ainda, mas dessa vez mais tranquilo ainda, na cama.
Nos vestimos e ele disse:
- E aí, safado, falei que ia se queimar brincando com fogo...
- Mas eu amei... Não aguento nem andar, de tanta rola que levei – e ri – mas foi bom.
- Que bom – ele me beijou novamente – agora vamos que tá na minha hora.
Ele me deixou em casa. Eu cheguei e to aqui, sentado na frente do computador, com o corpo todo dolorido, com a sensação de que meu rabo nunca mais vai ser o mesmo, mas contando para vocês.

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Comentários


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mordred24 Comentou em 16/01/2026

Eu mandaria o tal Tiago embora e ficaria só com o José. Esse Tiago só curte o lance da submissão. O José parece curtir você de verdade…




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha saída com o policial – contém fetiche (dominação) - parte 02 (final)

Codigo do conto:
252335

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/01/2026

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