Submissão da Ruiva servindo em Luanda

A transformação da minha ruiva de esposa em ativo de negócio foi concluída não com um estalo, mas com a frieza clínica de um contrato assinado. Luciano, o gerente de marketing, e Will, o dono da holding, haviam descoberto que o apelo da minha mulher era um instrumento de negociação de poder incomparável, uma arma de fechamento de contratos que operava numa esfera muito além do boardroom.

Desta vez, a convocação veio em um envelope de couro, entregue por motoboy. Era um dossiê. Voos classe executiva para Luanda, reservas na suíte presidencial do hotel mais caro da cidade, e perfis dos dois empresários angolanos do setor diamantífero: o Sr. Domingos, cinquentão, voz grave, mãos largas que falavam de poder bruto; e o Sr. Kiala, mais jovem, quarentão, olhos analíticos que calculavam o valor de tudo, até de pessoas.

"É uma missão de alto nível, Henrique", disse Luciano ao buscá-la. Ele vestia um terno que custava mais que meu carro. Minha ruiva desceu as escadas. O impacto foi físico. Um tailleur de linho branco impecável, cortado como uma segunda pele, sapatos de salto agulha que faziam suas panturrilhas parecerem esculpidas. Seus cabelos ruivos, normalmente soltos, estavam presos num coque austero que destacava a linha do pescoço e os brincos de diamante simples. Parecia uma ministra, uma CEO. Mas os olhos… os olhos encontram os meus por um segundo. Não havia mais conflito. Havia uma resignação profunda, quase mística, e um brilho de ansiedade contida. Era o olhar de uma agente secreta prestes a embarcar numa operação da qual podia não voltar inteira.

"Ela tem um talento único para concretizar parcerias", continuou Luciano, passando a mão possessivamente pela cintura dela. "Você fica. Sua nova função é de supervisor remoto. Tudo chegará para você. Sua aprovação silenciosa é o que a mantém focada. A sua aceitação é o lubrificante que permite que a engrenagem gire."

Will, já no banco de trás do sedan preto, nem olhou para mim. Minha ruiva se aproximou, o perfume Chanel Nº5 envolvendo-me como uma névoa cara. O beijo na bochecha foi seco, profissional. "Cuida de tudo aqui, amor", sussurrou, sua voz um fio de seda firme. A ordem era clara: eu era o zelador do lar, o guardião do porto seguro, o espectador designado.

A primeira noite foi de silêncio. A segunda, uma foto de cortesia: ela no restaurante Mistral, sorrindo, entre os dois gigantes angolanos. Will e Luciano, ao fundo, pareciam satisfeitos. Legenda dela: "Ambiente positivo. Prosseguimos para detalhes."

A terceira noite trouxe o primeiro pacote. Não era um vídeo amador. Era um feed de alta definição, ângulo profissional, como de uma filmagem corporativa. A cena era a sala de estar da suíte presidencial, decorada com arte africana contemporânea e móbles de design italiano.

Ela dançava com o Sr. Domingos. Seu vestido agora era um longo modelo de seda cor de vinho, que se abria com cada giro. A dança era lenta, íntima. A mão larga de Domingos não ficava parada na sua cintura; deslizava, com posse, pela curva do seu quadril, subia pela coluna até o fecho do vestido. Eu podia ver os dedos dele brincando com o zíper. Luciano e Will observavam de um sofá de couro, como acionistas numa apresentação. Will fez um gesto quase imperceptível com a cabeça. Luciano, por sua vez, acenou com um leve sim para a minha ruiva.

Ela, de olhos fechados, inclinou a cabeça para trás, oferecendo o pescoço. Domingos enterrou o rosto lá, seus lábios grossos percorrendo a linha do seu maxilar. O segundo homem, Kiala, aproximou-se por trás. Suas mãos, mais finas e precisas, pousaram nos ombros dela, os dedos encontrando a pele nua onde o vestido começava. Ele começou a fazer uma massagem lenta, profissional, enquanto Domingos a beijava.

A câmera focou no rosto dela. Um suspiro escapou de seus lábios entreabertos. Não era um gemido de prazer, mas um som de entrega, de aceitação do papel. Então, seus olhos se abriram por um instante e olharam diretamente para a lente, para mim. Foi um olhar dilacerante: um pedido de perdão, um pedido de compreensão e, por fim, uma ordem tácita para que eu testemunhasse. O vídeo cortou.

O segundo pacote, na madrugada, foi uma série de fotos e clipes curtos. A "reunião de negócios" havia mudado de cenário.

Foto 01 (Close): O rosto dela, de perfil, pressionado contra o encosto de couro de uma poltrona. Os lábios do Sr. Kiala estão colados ao seu ouvido. A expressão dela é de concentração intensa, os olhos semicerrados. A legenda de Luciano no arquivo: "Cliente Kiala revisando pontos do contrato. Demonstra interesse em cláusulas de confidencialidade extensivas."

Vídeo 02 (30 segundos): Ângulo baixo. Ela está de joelhos no sofá de veludo. O Sr. Domingos está em pé diante dela, desabotoando a calça de linho branco. Ele é bem dotado, grosso, e sua mão está firmemente entrelaçada nos cabelos ruivos agora soltos do coque, guiando-a. O som é de gemidos roucos dele e do som úmido, profundo, quase profissional, que ela faz. Suas mãos estão atrás das costas, como se estivesse contida. Will aparece rapidamente no enquadramento, estendendo um documento para Domingos, que o segura com a mão livre, lendo um parágrafo enquanto enterra-se na garganta dela. A voz de Will, fora de cena: "…e como pode ver, Domingos, a exclusividade na região centro-sul é total." Domingos grunhe uma aprovação, seus quadris acelerando o ritmo.

Foto 03: Uma visão ampla. Ela está deitada de costas sobre a enorme mesa de jantar de madeira de ébano. Os contratos, agora manchados de vinho e com a assinatura fresca de Domingos, estão espalhados sob seu corpo. O vestido de seda está aberto. O Sr. Kiala, de joelhos na mesa entre as pernas dela abertas, está enterrado nela, seu terno impecável ainda vestido, apenas a calça abaixada. Seu rosto está sério, analítico, como se estivesse executando uma tarefa complexa. Luciano, ao lado, segura um iPad e aponta para algo na tela para Will, que observa com os braços cruzados, um sorriso de satisfação nos lábios. Minha ruiva tem um braço sobre os olhos. O outro braço está estendido, e sua mão está agarrada com força à mão do Sr. Domingos, que está ao lado da mesa, observando a cena enquanto acaricia os seios dela com a outra mão.

O ápice veio num stream ao vivo, silencioso, apenas com a trilha sonora dos gemidos.

A câmera estava posicionada na cabeceira da cama king-size. Minha ruiva estava de quatro. O Sr. Domingos estava atrás dela, seus quadris poderosos batendo com um ritmo brutal e possessivo. Cada investida a empurrava para frente, seu rosto se enterrando nos travesseiros. O Sr. Kiala estava ajoelhado na frente dela. Ele segurava o rosto dela com as duas mãos, forçando-a a olhar para ele enquanto seu pau, mais fino e preciso, entrava e saía da sua boca num ritmo controlado e metódico. Era uma máquina de prazer e poder, e ela era o componente central, sendo usada em todos os pontos de acesso.

Seu corpo estava coberto de uma leve camada de suor que brilhava sob a luz baixa. Marcas roxas de dedos e mordidas salpicavam suas costas e a parte interna das coxas. Ela não chorava. Seus olhos, fixos em Kiala, estavam vidrados, distantes, como se sua mente tivesse se desconectado para sobreviver à intensidade. Até que Domingos soltou um rugido gutural, seus quadris travando, seu corpo curvando-se sobre o dela como um arco. Kiala, percebendo o clímax do sócio, acelerou seu próprio ritmo, segurando a cabeça dela firme, até gozar na língua e no queixo dela.

O stream terminou com a imagem dela desabando no colchão, os dois homens se afastando, ofegantes, e Will entrando no enquadramento para colocar uma mão no ombro de Domingos, em um gesto de congratulação.

A última comunicação chegou ao amanhecer. Uma única foto, enviada do celular pessoal dela. Ela na varanda, envolta num roupão de banho branco do hotel, os primeiros raios de sol sobre os arranha-céus de Luanda pintando seu perfil de dourado. Parecia esgotada até a medula, esvaziada de tudo, mas havia uma nova linha de força em sua postura, uma frieza adquirida. A mensagem veio junto:

"Contrato assinado. Exclusividade de cinco anos com opção de renovação. A cláusula de 'revisão anual de benefícios' foi incluída. Will está triunfante. Luciano já fala em promoção. Partimos ao meio-dia. Quando chegar, Henrique, preciso de um banho. Preciso que você me esfregue até tirar cada vestígio deste lugar. Preciso que você me abrace até eu parar de tremer por dentro. E depois… preciso que você me faça sentir que sou sua outra vez. Mesmo sabendo que nunca mais serei apenas isso."

Eu desliguei o tablet. A sala estava em silêncio absoluto, mas ecoava com os sons daquela suíte em Luanda. Ela não era mais minha esposa. Era uma empreiteira de alto desempenho, uma especialista em fechamento de negócios sensíveis. O corpo dela, outrora um território íntimo, era agora uma zona franca de negócios, uma propriedade da holding Will & Associados, gerenciada pelo gerente Luciano.

E o meu amor, transformado em aceitação patológica, era a única moeda que me restava. Eu me levantei e fui preparar o banheiro. Iria encher a banheira, pegar a esponja mais macia, o sabonete favorito dela. Porque a minha função, eu finalmente entendia, não era a de marido, nem mesmo a de corno. Era a de equipe de suporte pós-missão. O homem que limpa, consola e repara o instrumento valioso para a próxima utilização. E, naquele papel diminuto e essencial, eu encontrava meu lugar permanente no mundo novo e brutal que nós três – ela, eu e nossos demônios – havíamos criado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Submissão da Ruiva servindo em Luanda

Codigo do conto:
251636

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
10/01/2026

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