Devo confessar que os cinco minutos que Júlio demorou para chegar em nosso quarto foram os mais longos da minha vida, eu estava trêmulo, inquieto, meu coração estava disparado e por essa razão perdi todo o tesão que estava sentindo.
Sabia que Júlio iria transar com minha mulher, só não sabia qual seria minha reação, isso é o me dava mais medo, poderia gostar ou não, isso era inédito em minha vida, eu podia cancelar tudo aquilo, inventar alguma desculpa quando ele chegasse, até mesmo não o deixar entrar em nosso quarto, mas me sentia impulsionado pelo desejo, durantes àqueles infindáveis minutos tive uma verdadeira guerra com minha consciência, parte de mim dizia: "O que você está fazendo? ...
Ainda há tempo de desistir..", por outro lado existia algo libidinoso dentro de mim que dizia: "Deixa pra ver até onde vai, você tem o controle da situação, e pode parar ou desistir quando e a hora que quiser, se acontecer vai ser bom, pois é o que você quer que aconteça desde há dois dias atrás..." pensava também: "Bom, eu provoquei isso, deixei que isso acontecesse, colaborei para que essa situação tomasse esse rumo...", acho que para meu conforto, natural diante de uma situação que eu mesmo provoquei, dizia pra mim mesmo: "Ah!... Nós podemos apenas tomar uma cervejinha e pronto, tenho o controle, se eu não quiser nada vai acontecer…"
Isso me dava certo alívio, mas não tirava meu tesão e nervosismo, estava sozinho com os meus pensamentos, Sophia ainda estava no banho se preparando para o homem que iria fudê-la na minha frente.
Diante daquela confusão toda em minha mente eu parecia um animal selvagem dentro de uma jaula, andando de um lado para o outro, inquieto, com certo desconforto.
De repente ouvi uma batida na porta, meu coração que já estava mais acelerado que o normal, naquele momento acelerou mais ainda, parecia que ia sair pela boca, quando abri a porta lá estava Júlio vestido com um pijama de malha, um calção e camiseta, dava para ver que ele não usava cueca, era possível notar que seu pau balançava conforme andava.
Júlio entrou, e não avistando Sophia perguntou imediatamente se eu estava sozinho, respondi que minha esposa estava no banho, ele se dirigiu até o sofá e eu fui pegar uma cerveja no frigobar para nós. e quando eu estava lhe entregando a cerveja ele disse:
-"Olha Fernando, confesso a você que este foi o convite mais inusitado que recebi até hoje, é a primeira vez que um casal me convida para tomar uma cerveja em seu quarto de hotel..."
Eu disse a ele sorrindo:
-"Sempre tem uma primeira vez, não é?"
Ele respondeu sorrindo dizendo:
-"Claro, tudo em nossa vida tem uma primeira vez".
Depois de alguns minutos Sophia saiu do banheiro, ela vestia apenas um baby-doll bem curtinho e transparente, com uma calcinha bem minúscula, quando Júlio olhou em direção a ela ficou paralisado, porém a acompanhou com os olhos até ela chegar atrás da poltrona onde eu estava sentado, de frente pra ele, mesmo eu fiquei surpreso com Sophia , não imaginava que ela sairia vestida daquele jeito do banheiro, nós não havíamos combinado nada com a atitude de minha esposa, se Júlio não tivesse certeza ou não sabia de nossas intenções até aquele momento, a partir dali ele passou a ter.
Meio que aturdido não conteve as palavras e disse:
-"Nossa que visão maravilhosa"
Eu fiquei quieto por uns segundos, minha esposa estava ali atrás de mim, vestida com roupas íntimas na frente do homem que eu já a havia fantasiado, sendo possuída por várias vezes, nesse momento, todos aqueles meus pensamentos caíram por terra, nada do que eu supostamente pudesse fazer seria possível, não haveria retorno, a situação tinha ido longe demais para não continuar, assim sendo, eu tomei coragem e disse:
-"Olha Júlio, como você já deve ter percebido, na verdade nós não te chamamos aqui só para tomar uma cerveja, a gente te chamou aqui para fazer sexo com a gente (que na realidade era só com Sophia ...), isto é, se você concordar."
Imediatamente ele respondeu dizendo:
-“Como eu não estaria de acordo, como eu não estaria afim de transar com uma mulher linda e gostosa como Sophia ..."
Quando disse isso, o pau dele já estava muito duro, e por ele estar vestindo aquele calção de malha formou-se então aquela enorme barraca, enquanto ele alisava seu pau, ainda por cima do calção, ele disse também:
-"Agora devo confessar uma coisa a vocês ..."
Quase que ao mesmo tempo eu e minha esposa perguntamos:
-"O quê...?"
Ele continuou:
-"Eu já me masturbei umas três vezes pensando em Sophia ..."
Minha esposa disse a ele:
-"Nossa! Júlio verdade isso?"
Sem esperar que ele respondesse, peguei na mão de minha Sophia, e como um verdadeiro e assumido Corno Manso, a puxei em direção a ele e falei:
-"Hoje você não vai precisar se masturbar, pode transar com ela..."
Ele falou com ar de muita alegria:
-"Isso será uma honra para mim..."
Enquanto eu estava dizendo aquilo, e Sophia indo em sua direção, ele levantou, a pegou palas mãos, a puxou de encontro ao seu corpo e depois de acariciá-la com delicadeza, começou a beijá-la na boca, a princípio Sophia estava um pouco tensa, não correspondia claramente ao beijo de nosso amigo, mas aos poucos ela foi se soltando, e depois de ter o seu corpo todo explorado pelas mão daquele homem, ela começou a beijá-lo mais freneticamente, logo pegou no cacete de Júlio ainda por cima do calção, fazendo aquele movimento de vai e vem, eu já estava me masturbando é claro, o meu tesão era muito grande, Júlio a virou de costas pra ele a fim de encostar seu pau em sua bunda, ele beijava e lambia o pescoço dela enquanto com as mãos pegava e apertava os dois seios, tudo isso estava acontecendo a menos de 2 metros de mim.
Sophia vendo que eu estava me masturbando começou a rebolar no pau de Júlio e olhar para mim com uma cara bem safada, como quem diz:
-“Era isso que você queria seu corno... Pois então se prepare, hoje você verá sua bela, e até então, fiel e recatada esposa, sendo aquela Puta que está querendo ver, delicie-se seu corno...”
Nosso amigo levantou seu baby-doll, enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a explorar a bocetinha dela com o dedo, Sophia fechou os olhos, levantou a cabeça e começou a gemer.
Imagina a visão que eu estava tendo naquele momento, minha esposa rebolando e se retorcendo como uma cobra no pau de outro homem que com suas mãos explorava e alisava todo seu corpo, é humanamente difícil descrever com palavras o meu sentimento.
Notei que Sophia não estava aguentando mais de tesão, quando ela fechou suas pernas e tirou a mão de Júlio de sua xaninha, ele se afastou um pouquinho, tirou a camisa e jogou no sofá, Sophia aproximou-se dele e começou a beijá-lo na boca, acho que naquele momento ela havia se soltado completamente, ela estava se sentindo a vontade para satisfazer todo o seu desejo, depois paparam de se beijar, ela abaixou-se, ficou de joelhos e desceu o calção de Júlio até os pés e finalmente pode contemplar aquele cacetão enorme, que saltou duro como uma rocha para fora e ficou posicionando bem em frente ao seu rosto.
Sophia deu um sorriso e abriu a boca, como que admirando as proporções do dote do homem que iria transar com ela.
Imediatamente ela olhou para mim com aquela cara de espanto, sorridente e disse:
-‘’Olhe meu corno, veja que belo pau irá comer sua esposinha safada, estou louca Ra sentir ele todinho dentro de mim, e dar a você a visão mais deliciosa de toda sua vida, quero gozar muito nele para satisfazer os seus desejos mais secretos meu corno...’’
Nosso amigo fez um movimento com uma das pernas e tirou completamente o calção.
Sophia pegou naquele pau enorme e olhou para mim novamente sorrindo bem safada, eu disse:
- "Ele é todo seu esta noite, aproveite bem..."
Ela olhando fixamente e masturbando lentamente o pau dele disse:
"Hummm, com certeza vou aproveitar meu amor, vou fazer de você o corno mais feliz do mundo nessa noite..."
E começou a passar a língua de baixo para cima em toda a extensão daquele cacete enorme, fez isso por algumas vezes, depois ela masturbou-o um pouquinho e colocou só a cabeça em sua boca, quando isso aconteceu nosso amigo fechou os olhos e deu um suspiro de prazer, ela percebendo toda aquela excitação por parte de Júlio, tirava da boca, dava lambidas e voltava a chupar apenas a cabeça do pau dele, numa dessas vezes que ela o colocou na boca Júlio agarrou sua cabeça e forçou para ela engolir um pouquinho mais, assim ela fez, passou a enfiar o máximo que podia na boca, chupava gulosamente, Júlio gemia ofegante e dizia a todo momento:
-"Nossa! Que delícia, que delícia, isso chupa, engole, engole tudo..."
Ela tentava, mas o máximo que conseguia era chegar próximo a metade do pau dele.
Eu já estava extasiado com aquela visão, o tesão era tanto que já nem pegava mais no meu pau, ele pulsava, latejava e aquele líquido transparente que sai antes do gozo saia abundantemente, o mesmo já acontecia com Júlio, quando Sophia tirava o pau dele da boca formava aquele fio do líquido viscoso e transparente que ligava os lábios dela ao pau dele, com a língua ela o aparava e engolia, colocava os lábios bem no orifício da cabeça do pinto dele e o chupava a fim de tirar o restante que estava saindo, ela sabia fazer isso com muita maestria, digo por experiência própria.
Nosso amigo olhou para mim e disse:
-"Caramba Fernando, ela é demais. Como chupa gostoso..."
Eu respondi dizendo:
-"Eu sei, faz 25 anos que eu aproveito desta boquinha gostosa..."
Ele murmurava:
-"Hummm que demais..."
Sophia sorrindo olhava para ele enquanto lambia ao redor daquela cabeçona e o colocava na boca, assim continuou fazendo.
Às vezes ela forçava para enfiar o máximo que podia o pau em sua boca, a ponto de escorrer aquela baba quando tirava o pau da boca.
Desta vez foi ele que não aguentou mais e a levantou pelos braços e dizendo:
-"Nossa! É bom você parar, já não estou aguentando mais..."
Assim que ela ficou em pé os dois começaram a se beijar novamente, ela não largava do pau dele, assim eu disse aos dois:
-"Acho que é melhor vocês irem para cama..." e assim fizeram.
Sophia tirou o baby-doll, deitou somente de calcinha, Júlio já completamente nu deitou-se sobre ela, eu me aproximei mais da cama para ter uma visão mais apurada do que iria acontecer.
Eles se beijaram um pouquinho, nosso amigo esfregando seu cacete na bocetinha dela ainda sobre a calcinha, Sophia com as pernas abertas se retorcia embaixo dele, Júlio então começou a descer com sua língua todo seu corpo, lambendo seu pescoço, indo até os seios, minha esposa sente muito tesão quando eu chupo os seios dela, e se ele fizesse isso certinho, sem machucar, com certeza ela iria se derreter para ele, e foi exatamente que ele fez, Júlio mostrou que era um perfeito amante, muito que delicadamente ele passava a língua ao redor dos seios, depois chupava os mamilos, Sophia com os olhos fechados gemia intensamente, com uma das mãos alisava o cabelo de nosso amigo, depois de um tempinho ele foi descendo com a boca por sua barriga, parou no umbigo, onde enfiou um pouco com sua língua, depois foi rumo a sua xaninha, como ela ainda estava de calcinha ele apenas mordia e passava a língua, assim o fez por pouco tempo, acho que pra provocá-la, mas logo tirou sua calcinha e abriu bem suas pernas e começou a lamber e chupar sua bocetinha.
Sophia estava gemendo feito doida, ela fechou os olhos esticou a cabeça para trás, abriu os braços e agarrou o lençol da cama alucinadamente, confesso que eu nunca vi minha mulher com tanto tesão, era incrível ver como ela gemia, as vezes ela largava o lençol e segurava a cabeça de Júlio a fim de impedi-lo de continuar chupando-a para não gozar.
Ele sabia que não era interessante ela gozar naquele momento, sendo assim, ele ficava apenas beijando e passando a língua lentamente em sua bocetinha, mas logo voltava a chupá-la freneticamente novamente, e depois de mais um tempinho ela agarrou na cabeça de nosso amigo e disse:
-"Eu não aguento mais... Vem.... Vem aqui..."
Ela queria finalmente sentir Júlio dentro dela, queria sentir aquele cacete enorme penetrar sua bocetinha, depois de 15 anos de casamento ela iria sentir outro homem invadir sua intimidade.
Júlio então subiu lentamente sobre ela, se beijaram mais um pouco e a diferença deste beijo é que parecia um beijo apaixonado, tal era o desejo dos dois, creio que pelo fato de Júlio estar esfregando seu pau diretamente em sua bocetinha proporcionou aquela volúpia toda, em seguida ele levantou o corpo, pegou aquele mastro enorme e começou a passar a cabeça na entrada da xaninha, mas não a penetrava, ele deslizava o pau por toda extensão dos seus pequenos lábios, indo até o grelinho, fazendo isso repetidamente sem penetrá-la.
Sophia gemia feito louca, com as pernas bem abertas, ela levantava o corpo a fim de fazer com que o contato de sua xaninha com o pau dele fosse maior, com o objetivo de facilitar a penetração, se fosse eu no lugar de Júlio já havia penetrado logo no início, acho que ele queria impressiona-la, mostrar que era um amante perfeito, judiar ao máximo de minha esposa antes de começar a fudê-la, eu estava sentado na cama bem ao lado dos dois, não queria perder nenhum detalhe daquela transa.
Sophia sempre foi bem apertadinha, todas as vezes que transamos eu tenho que ser cuidadoso na hora de penetrá-la, sendo sua primeira vez não pude deixar de alertá-lo quanto a isso.
Finalmente ele começou a introduzir a cabeça do pau na bocetinha dela, quando isso aconteceu Sophia esticou sua mão em minha direção, agarrou em meu braço e disse ao nosso amigo:
-"Devagar... Você é muito pintudo meu gostoso..."
Júlio olhou para mim e depois olhou para ela e disse:
-"Você não vai sentir nenhuma dor, eu prometo..."
E foi introduzindo lenta e pausadamente aquela tora em sua Boceta, fazendo com que ela acostumasse com a espessura e o tamanho de seu pau aos poucos, mesmo assim, com a vós em meio aos gemidos, Sophia dizia:
-"Devagar... Devagar meu gostoso..."
Ele pacientemente ia introduzindo aquela tora dentro de minha esposa.
Quando já havia penetrado a metade daquele pinto enorme, ele se deitou sobre ela e começou a beijá-la, desta vez ela não o beijava como antes devido a tensão e o medo dele machucá-la, percebendo isso ele disse:
-"Relaxa Sophia, vou colocando bem devagar, fica tranquila minha putinha, vou cuidar muito bem de você cadelinha..."
Sentindo-se segura com aquelas palavras ela largou o meu braço e o abraçou, neste momento eu achei que estava sobrando naquela cama, me sentei na poltrona com o pau completamente duro e fiquei observando os dois.
Júlio ainda metia nela bem lentamente, acho que ainda não havia feito toda a penetração e ela rebolava bem pouquinho, provavelmente com medo de que o restante daquele cacete a penetrasse de uma só vez, e assim ficaram por um bom tempo.
Depois de se beijaram ela dizia:
-"Cuidado... Não coloca tudo de uma vez..."
Mas aos poucos o movimento de Júlio começou a aumentar, Sophia começou a se soltar mais e aí deu para notar que, finalmente, ele havia conseguido penetrar toda aquela tora dentro dela.
Depois disto foi um show de metida, minha esposa se retorcia e gemia embaixo daquele homenzarrão, Júlio volta e meia tirava o pau pra fora batia com ele na testa da xaninha de Sophia e voltava a penetrá-la, ficaram transando nesta mesma posição por um longo tempo, eu estava com tanto tesão, mas tanto tesão de ver aquela cena que mal podia colocar a mão em meu pau, às vezes Júlio levantava as pernas dela e socava seu cacete com mais intensidade, fazendo Sophia gritar de tesão, e quando ele fazia isso ela gemendo, implorava a ele dizendo:
"Vai Júlio.... Me fode.... Me fode Júlio ... Aaiiiii que pintão gostoso.... Me fode assim…"
Mas as vezes ele se deitava sobre ela e os dois ficavam se beijando como dois amantes, aí ele metia lentamente, volta e meia também ele tirava o pau para fora, o colocava em cima da bocetinha, respirava fundo e ficava por alguns instantes daquele jeito.
Eu sabia que aquele truque era usado para não gozar, numa dessas vezes, quando ele ia penetrá-la novamente ela disse:
-"Pera aí, deixa eu cavalgar em você agora..."
Júlio então se deitou de costas, ela subiu sobre ele, levantou bem o corpo para dar altura, pegou aquele cacetão, esfregou na porta da xaninha e foi sentando aos poucos, e fez toda aquela tora desaparecer dentro dela.
Quando ela começou a cavalgar, Júlio olhou para mim e perguntou:
-"Você não vai participar..."
Pensei até que eles tivessem esquecido da minha presença ali no ambiente, tanto era o envolvimento dos dois, mas eu respondi que não, que queria ficar apenas observando, quando terminei de falar Sophia olhou para mim com cara de safada e perguntou:
"Você está gostando amor, era assim que você queria meu corno querido?"
Eu respondi:
"Exatamente deste jeito que eu fantasiava minha putinha..."
Ela disse:
"Então curta sua fantasia amor, vou te fazer sentir o quanto é gostoso ser corno com esse macho gostoso..."
E voltou a cavalgar sobre Júlio, que agarrava os dois seios dela, que por sua vez inclinava o corpo para que ele pudesse chupá-los...
Eu via o pau de nosso amigo duro como ferro quando minha esposa subia e descia sobre ele, ela rebolava como uma verdadeira putinha, Júlio às vezes a segurava com intuito dela parar os movimentos e não o fazer gozar, talvez nesta posição ele não fosse tão resistente como em outras, e quando ele a segurava, todo aquele cacete desapareci dentro dela e os dois ficavam quietinhos se beijando calorosamente, e depois de um bom tempo intercalando cavalgadas e beijos, Júlio disse a ela:
-"Nossa! Sophia como sua bocetinha é gostosa, como é apertadinha..."
Ela sorrindo com cara bem safada disse:
-"Você gostou é.... Você gostou da minha bocetinha.... Então mete nela, mete esse pintão nela. Faz-me gozar nele.... Vai.... Mete forte.... Enche minha bocetinha com sua porra.... Vai..."
Dizendo isso ela começou a acelerar os movimentos da cavalgada e nosso amigo já não podia controlá-la, ele simplesmente agarrou em sua cintura e aumentou o movimento também, neste momento eu fui para trás dos dois, sabia o que ia acontecer e não queria perder nenhum detalhe, então ouvi o grito de gozo de minha esposa, que veio logo acompanhado com um gemido forte de Júlio, que também gozava, e conforme Sophia fazia o movimento de sobe e desce, a porra que Júlio esguichava dentro dela, o excesso ia saindo ao redor de seu cacete, o que me deixou impressionado, tal era a quantidade que escorria, e a porra de Júlio continuou escorrendo, eu queria gozar também naquela hora, mas tinha outro plano.
O movimento dos dois foi diminuindo, diminuindo, até parar, mas ela ainda ficou sentada com o pau dele dentro da bocetinha.
Depois que recobraram o fôlego os dois começaram a sorrir e se beijar.
Júlio então me disse:
-"Caramba Fernando, sua mulher é muito gostosa."
Eu sorrindo disse:
-"Eu sei disso, por isso me casei com ela..."
Quando Sophia finalmente começou a se levantar, tirando lentamente o pau de Júlio de sua xaninha, uma grande quantidade de porra escorreu de dentro dela caindo sobre o pinto dele, ela sentiu que a porra estava escorrendo, assim permaneceu parada e contraindo sua xaninha de modo que o restante que ainda estava dentro dela saísse, sem exagero, era bastante porra mesmo.
Que tesão ver aquilo, a bocetinha da minha mulher derramando porra de outro homem, que visão mais espetacular, para um marido que há uma semana nem sonhava com uma situação daquelas, agora estava se deleitando com o fato de ver sua amada nos braços de outro, sendo completamente inundada de porra, foi um prazer que apenas um corno pode sentir e ninguém mais.
Sei que a palavra "CORNO" é comumente usada para maridos traídos, não para um marido que entregou de mão beijada sua esposa amada nos braços de outro homem, assim como eu fiz, porém gosto de usar a palavra "CORNO" para referir a minha condição, porque assim como a mulher que trai transa com outro homem, a minha também transou, embora a palavra "CORNO" soe bem apenas nessas condições, ou seja, naqueles momentos do tesão incontrolável, fora isso ela torna-se um pouco indesejável.
Bom, aquilo foi de mais pra mim, como diz o ditado, foi à gota d'água, mesmo sem tocar em meu pau ele começou a pulsar, eu sabia que iria gozar, já havia segurado muito, pois não queria simplesmente gozar no chão, não queria participar para não estragar o momento agradável da minha fantasia, que era vê-la transando com Júlio, imediatamente eu senti na poltrona com o pau extremamente duro e latejando, Sophia perguntou se eu ainda não havia gozado, respondi que não, então ela veio em minha direção, ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a me chupar, foram apenas duas chupadas, como louco gozei um monte de porra em sua boca, como de costume ela engole tudo e fica chupando até meu pau amolecer, assim ela fez, depois que terminou de me chupar eu fiquei desfalecido na poltrona.
Júlio sorrindo disse:
-"Ah! .... Eu quero assim também..."
Sophia olhou sorrindo para mim, tipo:
-"E agora o que eu respondo..."
Balancei a cabeça de forma afirmativa, ela então virou para ele e disse:
-"Depois..."
Sabendo ela que, ele havia acabado de gozar, e precisava de um tempo para se restabelecer...
Dei um beijo na sua boca e disse:
-"Você foi demais amor, era bem assim que eu queria ver, uma verdadeira putinha..."
Ela falou:
-"Que bom que você gostou amor, no início eu estava com medo de você de repente ficar com ciúmes e mandar a gente parar e isso virar um problema para o nosso casamento..."
Eu disse:
-"Que nada amor, eu queria isso, queria me sentir um corno por completo, e você realizou essa vontade, ainda bem que você curtiu a transa..."
Ela sorrindo perguntou:
-"Posso mais uma vez depois...?"
Eu respondi que sim, quantas ela quisesse, ela me deu um beijo e foi ao banheiro fazer a higiene pessoal.
Depois de uns minutos, levantei e fui até o frigobar pegar duas cervejas para nós, ele ainda completamente nu, levantou-se e foi sentar no sofá, assim que ele terminou de tomar um gole me disse:
-"Olha Fernando, é muito legal conhecer um casal mente aberta assim como vocês, que fazem o que tem vontade..."
Respondi sorrindo:
-"Júlio não somos mente aberta assim como você pensa, nunca fizemos isso em nossa vida, aliás, nunca nem pensávamos em fazer, isso aconteceu única e exclusivamente com você..."
Ele retrucou dizendo:
-"Está brincando..."
Eu disse:
-"Sério... pode acreditar..."
Ele perguntou:
-"E porque vocês me escolheram...?"
Respondi:
-"Nós não te escolhemos.... "
Ele sorrindo murmurou:
-"Agora fiquei confuso..."
Aí eu expliquei:
-"Podia ser um outro, é que você estava no momento certo, na ocasião certa, no lugar certo e teve a cara de pau de ficar olhando demais para ela... E despertou em nós algo que jamais havíamos tido..."
E conclui:
-"É claro que isso não aconteceu de imediato, tudo foi evoluindo naturalmente..."
Ele sorriu e disse:
-"Que bom que foi eu..."
E continuou:
-"E você meu amigo ... (Fez uma pausa e completou) ... "Acho que já posso te chamar de meu amigo, como você está se sentindo, pois durante a transa a Sophia disse que era sua fantasia..."
Respondi que estava bem, que senti o maior tesão de minha vida, ele sorriu tomou outro gole e disse:
-"Que bom, fico contente por você, acho tudo isso inusitado, existe muita gente por aí que pratica, mas a experiência de participar realmente é incrível...".
Nisso minha esposa saiu do banheiro com os cabelos molhados e uma toalha enrolada em seu corpo, ela também pegou uma latinha de cerveja e sentou-se ao lado de Júlio.
Conversamos por uns 30 minutos, mais ou menos, e nosso amigo perguntou:
-"Vocês não se importam de eu jogar uma água em meu corpo também...? ”
Dissemos que ele podia ficar à vontade, pois tinha toalha sobrando no banheiro e ficamos sozinhos.
Sophia estava de frente para mim, eu estava em uma poltrona do lado oposto, ela olhando para mim com aquela cara característica de mulher safada, abriu as pernas, começou a alisar a bocetinha e disse:
-"Olha amor, ela está toda dolorida por causa daquele pauzão..."
Eu fiquei maluco com aquela declaração, larguei a cerveja na mesinha, ajoelhei entre suas pernas e disse como a gente costuma dizer quando uma criança se machuca:
-"Deixa eu dar um beijinho nela para curar..."
E comecei a beijar, beijar, e quando percebi já estava com toda minha língua lá dentro, ela abriu bem as pernas, pegou em minha cabeça, começou a gemer, eu levantava bem suas pernas para que pudesse enfiar a minha língua o máximo que pudesse, e gemendo ela disse baixinho, acho que para Júlio não ouvir:
-"Isso meu corno, chupa gostoso minha bocetinha que foi comida bem gostoso pelo meu macho, prepara bem ela que eu quero sentir aquele pauzão dentro dela novamente..."
Caramba que sensação gostosa ouvir aquelas palavras sendo proferidas por minha mulher, era como música aos meus ouvidos, não demorou muito e Júlio saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cintura, ele se aproximou do sofá e como eu estava com minha cara enfiada entre as pernas de Sophia, notei que a toalha caiu no chão e logo ouvi o barulho das chupadas que ela dava no pinto dele.
A bocetinha dela estava toda encharcada, resolvi então deixar os dois se divertirem, me levantei e sentei novamente na poltrona.
Júlio sentou-se abriu as pernas, minha esposa ajoelhou-se no meio delas e começou a chupá-lo, ele abriu os braços no encosto do sofá, com os olhos fechados jogou a cabeça para trás e apenas dava aqueles gemidos expressivos de tesão....
Sophia ora chupava o pau, ora lambia toda sua extensão, ora chupava os grãos dele, e aos poucos ela foi abaixando cada vês mais, até aproximar a língua do cuzinho de nosso amigo.
Pensei que ele não iria gostar, mas ao contrário, ele abriu mais as pernas se ajeitou de maneira que ela pudesse alcançar o seu cuzinho com a língua, ela já fez isso em mim muitas vezes, e confesso, é realmente uma delícia....
Sophia engolia aquele pintão, e se deliciava chupando e lambendo a cabeça Sophia da daquela tora, eu apenas me masturbava, Júlio realmente tinha um cacete de artista pornô, daqueles de fazer parte dos filmes mais requintados, onde os homens possuem um dote invejável, reto, grosso, roliço e grande, com uma cabeça Sophia da e perfeita, mesmo pela sua idade (55 anos), seu pau era de dar inveja a qualquer garotão, eu por exemplo, não tenho um pinto feio, mas o dele era realmente perfeito, em se tratando de aparência é claro, e por essa razão minha esposa não largava dele, ela o chupava com toda volúpia e assim ficou por um bom tempo, até que Júlio novamente não estava aguentando mais e a segurou pela cabeça, pedindo para ela parar.
Sabedora do estado de excitação de nosso amigo, ela foi levantando, beijando sua barriga, subindo até o tórax, abriu suas pernas, foi se ajeitando e sentando sobre aquele cacete, mas ela não o introduziu, apenas levantou o pinto com a palma da mão direita, encostou bem na abertura da bocetinha e começou a esfregar nele.
Mesmo com o tamanho de cacete de Júlio dava para ver que ele ficava envolto pelos grandes lábios da xaninha de minha esposa.
Ela fazia o movimento de vai e vem ao longo do pau e gemia baixinho.
Júlio agarrado em seus seios, apenas os acariciava, havia momentos em que ele levava a cabeça do pau até a entrada da bocetinha, fazendo menção que iria introduzi-lo, entretanto ela o deslizava novamente entre os pequenos e grandes lábios, esfregando-o em seu clitóris, esses movimentos eram feitos lentamente, ela aprendeu isso em um filme pornô que assistimos certa ocasião, e daquele dia em diante, sempre fazia aquilo em mim, eu adoro é claro, a sensação é maravilhosa, isso é uma forma de provocar o homem em toda sua plenitude.
No outro dia, quando conversamos sobre a transa entre os dois, ela me confessou que fez aquilo para judiá-lo, assim como ele fez com ela na primeira metida.
Sophia ficou fazendo aquele movimento até ele agarrá-la pela cintura e deixá-la imóvel.
O tesão que Júlio sentia naquele momento era tanto que dava para ver aquele líquido transparente e viscoso saindo de seu pau e juntar na palma da mão de minha esposa.
Júlio então disse:
-"Para um pouquinho, eu não sou de ferro, você está acabando comigo..."
Ela tirou a mão de seu pau, olhou para sua mão, olhou para mim, que naquela altura já havia posicionado a poltrona ao lado dos dois, a fim de não perder nada, começou a passar a língua na palma da mão dizendo:
-"Hummm que gostoso corno, delíciaaaaa…"
Minha mulher sempre foi boa de transa, acostumamos inovar às vezes durante nossas fodas, mas naquele dia ela estava irreconhecível, acho que nosso amigo despertou o seu lado ‘’puta’’, que estava adormecido dentro dela.
Quando ela lambeu aquele líquido todo da palma da mão foi demais, me senti um corninho manso perfeito, imediatamente tirei a mão do meu pênis, Ufa!!!
Quase gozei, minha porra chegou a se manifestar e um pouquinho saiu pelo orifício da cabeça eu já não estava aguentando ver os dois naquela situação, mas eu tinha que aguentar.
Minha esposa resolveu parar com o sofrimento de nosso amigo, ela novamente pegou o pau dele com a palma da mão, esfregou um pouquinho em sua xaninha, só que desta vez quando ela o conduziu até a entrada ela sentou lentamente, fazendo tudo aquilo desaparecer dentro dela e começou a cavalgá-lo ali no sofá, ela gemia feito doida, Júlio agarrou em suas nádegas e a pressionava para baixo quando ela sentava em seu pau, assim eles ficaram por um bom tempo, nosso amigo havia se recuperado e conseguia controlar o seu tesão, mesmo com aqueles movimentos repetitivos de levantar e sentar que Sophia fazia, se fosse eu já havia gozado, jamais conseguiria aguentar tanto tempo, mas ele estava firme aguentando ela cavalgar freneticamente sobre o pau dele.
Às vezes ela parava, ficava apenas sentada com o cacete todinho dela, apenas rebolava e esfregava nele, que delicia ver aquilo acontecendo, era tudo o que eu queria, nem mais, nem menos.
Depois de um bom tempo assim Sophia levantou-se e ficou de quatro no sofá, ela abriu bem as pernas arrebitou a bunda encostou o rosto no encosto do sofá e disse:
-"Vem-me fuder Júlio, faça de mim sua cadelinha, me come gostoso..."
E rebolava gostoso...
Aquelas palavras de deixaram surpreso, pois jamais ela havia dito aquilo para mim.
"CARAMBA" pensei...
Minha mulher me surpreendia cada vez mais.
Então, Júlio posicionado atrás dela esfregou aquele pauzão na portinha da bocetinha e foi introduzindo, quando entrou todinho ele a agarrou pela cintura e começou a fudê-la, no início lentamente, mas depois com bastante força, ela gritava e gemia, às vezes ele tirava aquela ferramenta todinha e colocava novamente dentro dela, a certa altura ele a agarrou pelos cabelos e disse:
-"Agora vou atender o seu pedido e fazê-la se sentir uma cadelinha bem vadia..."
Sophia arrebitou mais a bunda e disse:
-"Isso Júlio fode sua cadelinha vai, mete esse pintão gostoso na sua cadelinha..."
Eu já nem sabia mais o que pensar, meu pau babava, pingava de tanto tesão, era realmente incrível estar presenciando aquilo, a sensação que eu sentia era muito boa, meu coração estava disparado, respirava como que tivesse corrido uns 2 km, e finalmente Sophia deu um grito espremido e alto, ela estava gozando, eu sabia disso, Júlio apenas continuou metendo nela até que, notando o corpo dela relaxar, foi diminuindo até parar os movimentos, porém, ele ainda não havia gozado, minha esposa levantou o corpo de encontro ao do nosso amigo, ele a abraçou, agarrou em seus seios, ela virou o rosto e os dois se beijaram, ele ainda continuava com o pau dentro dela, conversaram algo baixinho.
Que eu só fui descobrir o que era quando ela levantou do sofá e ajoelhou-se em frente a Júlio, eu pensei:
-"Ele quer gozar na boca dela…"
Sophia ainda meio ofegante pegou o pau de nosso amigo e começou a chupá-lo, e com toda a maestria, ela repetiu tudo àquilo que eu já narrei antes na primeira foda que tiveram, não demorou muito tempo Júlio deu um gemido forte, logo em seguida vi a porra dele escorrendo pelos cantos da boca de minha mulher, é lógico que ela não iria conseguir engolir tudo aquilo, então tirou o pau dele da boca, soltou um monte de porra que escorreu pelo seu queixo e caiu nos seios, novamente voltou a chupá-lo, repetiu o que havia feito soltando mais uma quantidade de porra, voltou a chupá-lo até que o pau dele foi amolecendo, ela apertou bem a cabeça, quando saiu a última gota de porra ela lambeu e engoliu, assim como deve ter engolido um monte quando ele deu a primeira ejaculada.
Com aquele desfecho sensacional eu não aguentei e também gozei sobre minha barriga.
Sophia olhou sorrindo para mim, ainda com a boca e o queixo cheios de porra e perguntou:
-"Gostou meu Corno?"
Respondi:
-"Estou sem palavras..."
E sorrimos os três.
Ficamos calados por alguns minutos.
Sophia limpou sua boca com a toalha e foi ao banheiro.
Logo que voltou, Júlio já havia se vestido ele disse para nós:
-"Gente, essa foi à transa mais maravilhosa que eu tive, jamais vou esquecer de vocês..."
E continuou:
"Espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei..."
Sophia rapidamente sorrindo disse:
-"Eu adorei..."
E olhando para mim, com um sorriso maroto no canto da boca me perguntou:
"E você amor gostou também...?"
Eu disse:
"Claro que sim, foi a realização de minha fantasia..."
Tomamos mais uma cerveja e Júlio teve que ir embora, já passava das 4 da manhã e ele tinha compromisso naquele dia.
Quando fomos nos despedir, ele abraçou Sophia deu um beijo bem gostoso em sua boca e nos disse:
-"Espero ter outra oportunidade desta com vocês..."
Depois disso trocamos telefone, e-mail e Facebook com Júlio, não o vimos mais lá em Recife, pois no outro dia voltamos para casa, mas mantivemos contato.
Aqueles momentos vividos por nós ficaram marcados e sempre que transávamos fantasiávamos com Júlio.
Ele vivia nos convidando (assediando... rsssssss) para passar uns dias com ele em um apartamento de praia que ele tem em Florianópolis.
Até que em dezembro do ano passado resolvemos aceitar seu convite, o detalhe de como foi essa aceitação conto depois, mas aconteceram coisas incríveis, além da minha expectativa, mas isso fica para o próximo conto.
FIM