Segredos.. Até então, muito bem guardados... Parte 5

Eu não sabia o que fazer.

Alberto não sabia o que fazer.

Eu não considerei em nenhum momento que minha filha pudesse estar em casa, afinal ela havia me pedido para ir à fazenda com seu noivo, e só retornaria no domingo ou segunda, algo tinha acontecido para ela retornar mais cedo.

Ela sai apressadamente do quarto, sem nada falar, afinal o que falar?

Alberto sai de cima de mim, tira o falo de meu cu e nos sentamos na beira da cama imaginando o que fazer.

Peço para que ele me espere, ponho um roupão e vou até o quarto de minha filha, lá eu a encontro em prantos.

Aproximo-me, abraço-a e sem nenhuma palavra, beijo seu rosto e faço-lhe carinhos.

Passados alguns minutos, ela me olha e pergunta:

- Por quê???

Eu não tenho palavras, só me resta explicar que foi um momento de fraqueza, a necessidade de ter uma relação sexual mais intensa, a descoberta que tive do quanto ainda tenho para dar e receber.

Fátima que acabara de completar 18 anos, tentava entender tudo o que aconteceu.

Contou-me então que havia brigado com seu noivo.

Ele tinha bolinado com ela o tempo todo, e quando ela esperava que ele pudesse fazê-la feliz, afinal ainda era virgem, ele decidiu ir dormir, dizendo que preferia esperar a lua de mel em seu casamento.

Ela ficou muito revoltada com o noivo, pois sabia que ele se satisfazia batendo punheta ou saindo com amigas que lhe ofereciam sem compromisso, enquanto ela, ainda virgem, não tinha muitas opções de gozar.

O silencio se fez no quarto.

Enxugando as lágrimas Fátima me olha nos olhos e diz:

- Eu quero que o homem que está em seu quarto me coma agora, eu quero perder a virgindade hoje!

Achei um absurdo, ainda que entendesse sua carência, mas, e seu noivo?

Como ele reagiria caso percebesse que ela não era mais virgem?

Ela me responde que com ele ela resolveria.

Fiquei sem palavras…

A proposta de Fátima trazia também o seu preço do silencio.

O silencio de não dizer nada ao seu pai.

Pedi para aguardar e retornei ao meu quarto.

Contei ao Alberto todo o acontecido e a expectativa de minha filha.

É lógico.

Alberto se sentiu um rei, um imperador, imagine, estaria comendo mãe e filha e ainda por cima sendo o primeiro homem da Fátima!!!

Pedi que fosse carinhoso e não forçasse a barra, no que, é claro, consentiu.

Chamo e Fátima adentra ao quarto, esboça alguma timidez e deixa-se mostrar por entre o fino tecido de um robe de seda.

Ela vem e senta-se na beirada da cama, sento-me ao seu lado e libero Alberto para se aproximar.

Ele pega docemente suas mãozinhas e a levanta.

Tira seu robe e surge diante dele um corpo escultural, jovem, energizado, tira seu soutien e dois seios do tamanho de uma maçã surgem imponentes, senta-se e abaixa a sua calcinha surgindo uma boceta linda, com penugens claras e uma testa proeminente.

Ele a deita carinhosamente, ainda com as pernas para fora da cama.

Ajoelha-se e começa a lamber a boceta de minha filha languidamente.

Passo as mãos em seu rosto, que está com os olhos fechados, a boca entreaberta deixa passar murmúrios de prazer, prazer que ela está sentindo pela primeira vez….

E estava eu ali, sentada ao lado de minha filha Fátima, ela deitada com as pernas para fora da cama, de olhos fechados e saboreando as sensações que um homem pode proporcionar quando acaricia a nossa boceta.

Ela está tendo a sua primeira experiência, e as sensações até então desconhecidas a faziam gemer, ronronar, soluçar.

Eu nunca me imaginei numa situação destas, por mais liberal que me considerava ser, imaginar que um dia estaria ao lado de minha filha, assistindo a sua transformação para mulher, certamente não tinha essa consciência, mas, eis-me ali.

Um sentimento materno se apoderou de mim, me senti no dever de transformar aquele momento no melhor momento da minha filha, e, inebriada pelo clima e pelo odor de sexo que exalava fortemente, me senti no desejo de acariciá-la também.

Segurei seus pequeninos seios e os beijei, um a um, demoradamente.

Alberto continuava a se deliciar com a grutinha virgem de minha filha, seus lábios colados nos lábios vaginais exprimiam “snacks” de puro prazer.

Fátima se contorcia, tremia muito ao anunciar um gozo próximo, e ao te-lo, desfalecia.

Eu estava muito encorajada pela situação, beijava os seus seios, beijava os seus lábios, trocávamos saliva febrilmente, insanamente.

E foram longos os minutos, as horas, que precederam o grande momento de minha filha.

Estávamos preparando-a para seu desvirginamento.

Lembrei-me do meu.

Foi ruim.

Não foi um momento de amor, de carinho, de afeto, meu namoradinho, afoito, deitou-me no piso frio de seu quarto e sem nenhuma preparação, enterrou seu pinto em minha bucetinha, lembro-me que doeu muito, sangrou muito, e por muito tempo não quis ter nenhuma nova relação sexual.

O trauma foi intenso.

Muito tempo depois, muitos namorados depois, surgiu um que conseguiu derrubar as minhas defesas e me fez muito feliz, foi um momento de resgate, da verdadeira razão de uma relação com afeto, por isso, eu ali, naquele momento, ainda que transgredindo as regras sociais, entendi que participando ativamente do processo, poderia, desde já, proporcionar a minha filha o verdadeiro prazer do sexo sem culpa, sem dor e sem medo.

Ela então pega nas mãos de Alberto e o puxa para cima de si, desejando a penetração.

Alberto, consciente da importância daquele momento, deita-se de costas e pede que Fátima venha por cima, ela poderia assim controlar melhor a penetração e a dor que pudesse sentir.

Antes, Alberto pede-me que o chupe, preparando-o para o grande momento.

Faço minha filha ficar ao seu lado, e debruçando sobre aquele enorme pênis, faço-o sumir inteiramente em minha boca.

Sinto que está na garganta, dificultando a respiração, tiro, respiro, e novamente eu o introduzi inteiramente, meus lábios estão colados aos pentelhos de Alberto, faço movimentos circulares, elevando seus gemidos.

Fátima ao meu lado apenas observa, mas vejo em seus olhos vontade de também chupar aquele pau.

Convido-a para experimentar, e vejo então aquela boquinha suave, lábios róseos, abrirem-se descomunalmente para dar entrada àquele pinto grosso e longo que Alberto tinha.

Deixei-a ficar por alguns minutos, e extremamente excitada, já totalmente molhada, conduzo-a com suas perninhas abertas em direção ao pinto que reclamava sexo.

Ajudei-a a colocar na entrada e sugeri que fizesse balanços laterais, e também para cima e para baixo, suavemente.

A expectativa da penetração era tão grande, tão intensa, que Fátima não aguentou muito tempo, deu um grito agudo e forçou abruptamente seu corpo para baixo, rompendo de vez o selo que a separava do mundo carnal.

Foram muitas estocadas, ela sentia e manifestava o sentimento do prazer que experimentava, gritava, chorava, rangia os dentes, e por muito tempo saboreou aquela pica até sua total extenuação.

Caiu de lado e adormeceu.

Alberto não tinha gozado, então tomei o lugar de Fátima e tornei a experimentar as delicias daquele falo que me completava inteiramente, eu o sentia no útero, seu gozo poderia ser esguichado diretamente para dentro de meus ovários, o que aumentava meu tesão e minha felicidade.

Gozei várias vezes, Alberto também gozou.

Saímos silenciosamente da cama, cobrimos Fátima e fomos para o banheiro tomar uma boa ducha.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredos.. Até então, muito bem guardados... Parte 5

Codigo do conto:
252058

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/01/2026

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