Combinei com Desirée que ela deveria provocar mais aquele atendente, ela estava gostando da brincadeira e concordou.
Fomos a um sex shop comprar uma calcinha menor ainda, escolhi uma que era de lacinhos na lateral, um triangulozinho de uns dois centímetros na parte superior e uma tirinha de um centímetro mais ou menos que ia até a frente, apesar de achar muito pequena, convenci Desirée que deveria ser aquela.
Passeamos o dia todo, fomos ao shopping, ela com uma microssaia, um Top branco e de salto alto, provocava a todos, principalmente nas escadas rolantes, onde eu fazia questão de passar a toda hora para ver a reação dos homens que subiam atrás, ficavam enlouquecidos.
Voltamos ao Hotel, Desirée tomou um belo banho, se perfumou, vestiu sua menor minissaia, era uma saída de praia muito curta, colocou o fio-dental comprado, que desapareceu no seu rabão, fomos a farmácia, ela estava excitadíssima com a situação, mas o melhor ela ainda não imaginava.
Chegando lá todos comeram Desirée com os olhos, o rapaz devia ter feito algum comentário com os colegas, mas por mim, sem problema.
Com simpatia o atendente de sempre pediu que passássemos, e Desirée a frente rebolava indo em direção ao ambulatório, provocando muito quem vinha atrás.
Desirée deitou-se na maca de bruços com quase toda bunda de fora, já que a micro era curta e soltinha.
O atendente já não disfarçava os olhares para sua bunda enquanto preparava a injeção.
Tudo pronto, subi sua sainha com o maior prazer e começou o show, aquele fiozinho estava enterrado no seu rabo, Desirée deixou as pernas bem mais afastadas que nos dias anteriores, aquela tirinha não se enxergava, somente um triangulozinho menor que a marquinha dos seus minúsculos biquínis se via, o atendente parecia que ia cair de boca, não conseguia disfarçar, pegou o algodãozinho e esfregava com força o local escolhido, abrindo sua bundinha onde via-se seu cuzinho quase todo exposto, um quinto dele coberto pelo tecido da calcinha, lentamente o rapaz preparou o local e aplicou a injeção, pressionou o local, abrindo de vez sua bunda, e eu ali como um corno manso deixava e adorava.
O rapaz deu o ponto da injeção e antes que Desirée começasse a levantar perguntei se poderia aplicar outro medicamento, a surpresa foi dos dois, ele perguntou ‘o que seria’, tirei do bolso um supositório (comprado durante o dia), apesar da surpresa, meio sem jeito, disse que sim, expliquei para ele que nunca tinha feito isso antes, e que preferia deixar para alguém especializado.
Desirée não teve reação, ficou onde estava em silêncio.
Com o maior prazer desatei o lacinho que amarrava a calcinha de um lado e puxei para o lado, o atendente de olhos estalados, não conseguia disfarçar a ereção e um grande pau se percebia em sua calça.
Pedi a Desirée que ficasse de quatro e empinasse bem sua bunda, ela em silencio atendeu, com as pernas semi abertas deixou-se totalmente exposta para o rapaz, tirei do bolso uma pomada para lubrificação anal (aquelas com anestésico) e pedi que ele, antes de aplicar o medicamento, aplicasse a pomada, ele de pronto, agora mais decidido, pegou a pomada e começou a lubrificar o cuzão de Desirée, meu pau doía de tão duro, eu ali assistindo aquilo tudo resolvi ajudar, me aproximei e abri bem suas nádegas, deixando bem exposto aquele cu maravilhoso, o rapaz que somente espalhava sobre o anus de Desirée uma camada de pomada, agora lentamente começava a enfiar um dedo no seu cu, Desirée de olhos fechados se controlava para não gemer de tesão, lentamente o rapaz enterrou todo seu dedo anular e o tirou, colocando mais pomada e forçando a entrada de dois dedos, que entraram fácil, aquele cu já era acostumado a levar vara, os dedos entravam e saiam, agora o rapaz empurrava seu polegar, o cuzinho de Desirée o engolia com fome, o rapaz pegou o supositório e empurrou com o polegar, fazendo-o desaparecer no seu reto, com cara de tarado me disse que o ideal para o medicamento seria aplicar o mais fundo possível, se eu permitisse ele poderia fazer isso, disse que sim...
O rapaz então pediu que Desirée ficasse de quatro, bem na ponta dos pés da maca, ela o atendeu, ele pegou a escadinha de três degraus (aquela de subir na maca) e colocou nos pés da maca, subiu no ultimo de grau, abrindo o zíper lentamente, tirou uma vara de 21cm, cabeçuda e grossa, olhou para mim e disse, ‘é isso que tua mulher tá precisando, um pau bem grande nesse cu gostoso’, eu como um bom corno manso, concordei.
O atendente encostou aquela vara no seu rabinho e eu assistindo a sua tentativa, forçou aquela vara que escorregou e enterrou na Boceta de Desirée, que estava encharcado de tesão, começou um vaivém forte, fazendo Desirée gemer de prazer, elogiava a boceta de Desirée, dizendo que nunca tinha metido numa xota tão boa.
Tirou da buça de Desirée e disse que aquele cu não ia escapar, e me chamando de corninho pediu que eu, que conhecia bem aquele cu ensinasse o caminho, mandou que eu segurasse seu pau e o fizesse entrar naquele cu gostoso.
Fui pego de surpresa, mas a vontade de ver aquele pauzão no cuzão de Desirée era tão grande que segurei, pedi que Desirée, de quatro, empinassem bem e que encostasse a cabeça na maca, e que com suas duas mãos abrisse bem a bunda, eu com aquele cacetão na mão direcionei até seu cu com o polegar sobre a cabeçorra , forcei para baixo, fazendo ela encaixar na entradinha daquele cu que eu tanto amava, lentamente o rapaz forçou pra frente e Desirée, louca para ter aquele pau enterrado, forçava a bunda para traz lentamente, a cabeça entrou, soltei-o, agora com força e sem dó o rapaz foi empurrando até a metade, parou durante alguns segundos e começou a bombar lentamente, Desirée gemia baixinho, ao fundo escutávamos os clientes e funcionários falando, e o rapaz mexia gostoso naquele cu, desenterrava quase todo e enterrava sem dó, tirou o pau para fora deixando Desirée com o cu escancarado, cuspiu na cabeça e meteu com força, tirou novamente e pediu que eu lubrificasse seu pau com a pomada, pois enterraria fundo naquele cu, atendi, esfregando e punhetando aquele pau que novamente foi sumindo no rabo de Desirée, foi um pouco mais da metade, parou e perguntou se ela aguentava, fiz que sim, ele sem dó enterrou quase toda vara, mexendo com força, bombou enlouquecido até se acabar, não se aguentou, enchendo o fundo do cu de Desirée de porra, tirou o pau e disse que o tratamento havia sido dado, o cu de Desirée ficou aberto, lentamente foi piscando e fechando, ainda com ela de quatro sobre a maca.
Desirée pegou um absorvente, colocou, arrumou-se e, mancando um pouco em cima dos seus saltos, fomos embora para o Hotel.
Desirée estava com um sorriso de satisfação nos lábios, entrando no quarto atirou-se na cama pediu que eu chupasse sua boceta e contasse que gosto tinha aquele pau maravilhoso.
Chupei com vontade aquela boceta que havia gozado várias vezes, Desirée pediu que me deitasse na cama para fazermos um 69, eu por baixo e ela por cima, acabou erguendo-se e ordenando que eu lambesse o seu cu, comecei a enfiar a língua naquele cu que estava largo, o gozo do atendente começou a descer, ela ordenou que o chupasse todinho, me lambuzando todo rosto com muita porra, aquele rapaz devia estar com o saco cheio, pois gozou feito um cavalo.
Com o rosto todo lambuzado, Desirée agora me beijava apaixonadamente e pedia que eu prometesse arranjar outros machos para comê-la na minha frente, prometi que sim (como um bom corno manso).
Em breve volto pra contar outras das nossas aventuras.
Bjos a todos..