Fiquei por um instante parado, boquiaberto, vendo Joyce passando a língua nos lábios cheios de porra.
- Você gostou ??? - Perguntei sem acreditar no que via.
- Não parece? Respondeu ela, agora lambendo o dedo cheio de porra que ela levou da bochecha até a boca.
Tirei a roupa, vesti a sunga e fui saindo, quando ouvi Joyce perguntando onde eu iria.
Respondi que iria correr na praia.
Precisava assimilar aquilo tudo.
Saí do prédio pelo corredor que leva até a área das piscinas e que tem uma saída para a praia.
Antes de chagar na praia parei no último quiosque, para pegar uma água de coco.
De lá vi Fabio com as filhas e a gostosa da mulher dele.
Porra, o cara come uma loura de mais de 1,70m, com corpo escultural todo dia e tem que aproveitar minha bebedeira pra dar uma com a minha mulher enquanto eu durmo !?!?!?!
Pelo menos ele iria embora no dia seguinte.
Tomei o último gole e saí para a corrida.
Fiquei pensando que não era possível uma mulher virar uma vadia completa do dia pra noite.
Tentei me lembrar de episódios anteriores, que podiam sinalizar que eu já tomava chifres antes disso, mas não lembrei de nada.
Durante a corrida fui ficando mais tranquilo, relembrando aquilo tudo...
Eu não estava esperando, mas pensando com mais clareza, a carinha de Joyce, de satisfação, toda lambuzada de porra, foi a coisa mais linda que eu já tinha visto.
De volta ao hotel tomei uma ducha no chuveiro que ficava logo na entrada e assim que saí avistei a Joyce, sinalizando de uma mesa no bar da piscina, ela estava sentada com um casal que conhecemos e são nossos amigos até hoje, Gustavo e Júlia.
Quando cheguei perto Joyce já foi apontando a cadeira ao lado da dela pra mim sentar.
Pensei:
- "Aposto que se a Júlia não estivesse aqui essa vadia já teria arrastado Gustavo pro quarto".
Cumprimentei os dois, pedi um Chopp e começamos a bater papo.
De repente a Joyce chegou perto e falou no meu ouvido:
- "Eu sei que você gostou, seu corno!"
Meu pau subiu na hora.
Tentei disfarçar, mas ela ficava repetindo coisas do tipo no meu ouvido de tempos em tempos e dando umas pegadas discretas na minha rola.
Eu de sunga branca, com o pau duro, quase escapando, não podia me levantar.
Então, quando eu mal podia disfarçar o tesão ela disse no meu ouvido:
- "Olha o que eu vou fazer agora".
Ela levantou dizendo para todos da mesa que já voltava.
Fui acompanhando com os olhos e vi que ela ia na direção do quiosque em que eu tinha tomado a água de coco mais cedo.
Lá estava Fabio, encostado no balcão bebendo um Chopp, observando a família que estava dentro da piscina.
Ela parou ao lado dele, disse alguma coisa e os dois riram, pegou um copo de água de coco e me olhou com aquela cara de safada.
Eu, de pau duro, não podia fazer nada.
Se eu levantasse, Gustavo e Júlia iriam dar de cara com a minha rola pulando da sunga.
Ela voltou e continuou a conversar normalmente.
A coisa foi se acalmando, já era uma hora da tarde e decidimos ir para o apartamento, tomar uma ducha para depois almoçarmos.
Fomos os quatro andando juntos pelos corredores do hotel, até que nos despedimos na porta do nosso apartamento.
Assim que entramos agarrei minha esposa com força e comecei a beijá-la:
- "Você é uma vadia, mesmo, não é?".
Ela ofegante respondeu:
- "Não era isso que você queria? Agora eu quero mais".
- "Quer mais? Quer de novo como hoje de manhã? Provoquei.
- "Não! Quero mais rola. A sua e a dele ao mesmo tempo"!
A essa altura eu tava estourando de tesão, mas parei:
- Então você vai ter hoje".
Planejei tudo, como disse antes, conheci Fabio na academia do hotel e sabia que todos os dias por volta das 4 da tarde ele ia para lá.
Então esperaria por ele e o chamaria para o repeteco.
Lá estava eu na academia as 4 em ponto.
Ele ainda não tinha chegado, então comecei a puxar uns pesos para disfarçar.
Ele me viu assim que entrou na sala.
Esboçou um aceno meio sem graça e eu fui em sua direção:
- E aí tudo tranquilo, Fabio?
Ele disse que sim e começou a tentar se desculpar.
Eu disse que estava tudo tranquilo, tão tranquilo que eu estava ali para convidá-lo para um repeteco, mas teria que ser naquela hora.
Ele ficou meio exultante, desconfiado, olhou para os lados:
- Agora? Tem certeza?
Eu falei com convicção:
- É! Agora ou nunca!
Entramos no apartamento e Joyce estava sentada na beira da cama com uma camisolinha curtinha e transparente, sem sutiã e com uma micro calcinha fio dental, que ela usa em ocasiões especiais.
Assim que ela viu Fabio entrando depois de mim seus olhinhos verdes começaram a brilhar.
Ela na mesma hora se levantou e os dois se atracaram.
Eu por trás dela, comecei a beijar sua nuca e passar a mão em sua bunda, enquanto ela já puxava a bermuda do Fabio em busca da sua rola.
Alcancei a bocetinha dela por trás, senti que estava melada de escorrer.
Ela beijando a boca de Fabio, tirou o pau dele pra fora, agarrou com as duas mãos, que ficaram cheias com aquele enorme mastro.
Ela então foi se abaixando, ajoelhou e disse:
- "Quero os dois paus na minha boca.’’
Nós dois tiramos a roupa e entregamos pra ela o que ela queria.
Eram dois paus bem grandes, mas o do Fabio destoava.
A felicidade com que ela recebeu os dois brinquedos foi enorme.
Ela lambia, chupava, engolia, até quase engastar, o pau de um, enquanto punhetava outro, e falava:
- "Isso é bom demais, eu adoro pau, adoro macho!
Ela deitou na cama, puxando Fabio pelo pau.
Olhou pra mim e mandou que eu chupasse sua boceta.
Continuou mamando a rola do seu novo macho.
Ela estava faminta, pressionava a bunda do Fabio para trazer seu pau todo para dentro da boca, ela babava na rola, Fabio gemia e dava pica pra minha esposa.
Eu chupava sua xana meladíssima e ia enfiando um dedo, depois dois, a mão toda, e ela toda arreganhada.
Eu sei que quanto mais excitada ela fica, mais se alarga boceta, a ponto de as vezes meu pau ficar dançando lá dentro.
Ela olhou nos olhos do seu macho e disse:
- Me come bem forte!!!
Ficou de quatro e Fabio mandou ver!
Ele dava estocadas firmes, enquanto eu levei o pau pra boquinha da minha delícia.
Ela mamava e gemia com uma voz rouca, as vezes pedia para Fabio meter forte, dando umas olhadinhas para trás.
Ela se desvencilhou das rolas por um instante e pediu para Fabio deitar.
Naquele momento deu pra ver que a pica dele tava inchada, dura feito pedra.
Ela montou nele, deu umas reboladas e disse pra mim:
- Mete junto, corno safado! Não no cú, na boceta.
Eu tava louco de tesão, meu pau latejava.
Enfiei meu pau junto com o de Fabio, que já estava na boceta, e Joyce deu um grito agudo, e então bradou:
- "Vai corno, mete caralhooooo!!!".
Começamos os três um movimento frenético.
A cama balançava, batia na parede.
Fabio mamava nos peitos enormes da Joyce, eu gemia, ela urrava:
- "Vai, vai, fode porra, to gozaaaaaando, vaaaaaaai!!!"
Por um momento Joyce perdeu as forças e se deixou cair em cima do amante.
Mesmo assim continuamos metendo, um pouco mais lentamente agora, até que ela se recuperou, se ergueu e começou a mexer o quadril novamente.
Aceleramos de novo, eu disse que ia gozar e em seguida Leonado também.
Ela berrava:
- "Vai ... Goza na minha boceta, goza!!!"
Não aguentei e comecei a gozar, senti a porra jorrar da pica de Fabio.
Joyce gritava:
- "Ai que delícia, caralho, enche minha boceta de porra, vai".
Nós demos mais umas três estocadas fortes e paramos por alguns segundos.
Fui tirando a rola lentamente, Joyce caiu de novo sobre seu macho com a boceta vazando uma cascata de porra.
Caímos os três, e ficamos ali parados sem dizer nada por uns minutos.
Nessa brincadeira já tinha se passado mais de uma hora, Fabio fez menção de se levantar pra ir embora, mas Joyce o segurou pelo pau e deu um beijo de língua em sua boca, então o soltou.
Ele se vestiu, se despediu, e saiu.
Nós ficamos ali e adormecemos.
Só acordamos as 10h da noite famintos.
Fabio foi embora com a família, nunca mais o vimos, e nós passamos nossos últimos três dias curtindo e trepando, fantasiando o ocorrido.
Nossa vida continua normal, mas o sexo está muito melhor.