Acordei na manhã seguinte com a luz entrando no quarto e o barulho do chuveiro ligado.
Joyce estava no banho e, como era de se esperar, meu primeiro pensamento do dia foi a lembrança do que eu tinha presenciado no dia anterior.
Se na hora do ocorrido o vencedor entre a batalha de sentimentos tinha sido o tesão, de manhã, de ressaca, o ciúme e a raiva estavam ganhando de goleada.
Ver outro cara possuindo minha esposa sempre foi uma fantasia minha, e Joyce sabia disso, mas do jeito que aconteceu, o resultado só podia ter sido uma imensa dor de corno.
Pensei em me vingar, pegar umas das gostosinhas do resort que ficavam me dando mole, em dar porrada em Fabio...
Eu sabia que eram só pensamentos.
Não sou de agir por impulso, sempre fui um cara controlado e meu casamento é muito importante para mim.
Joyce saiu do chuveiro de roupão e com uma toalha enrolada na cabeça.
Ela viu que eu estava acordado e parou, ficou como que congelada na minha frente.
Ela então começou a dizer:
- "Olha, sobre ontem à noite...".
Mas eu a interrompi:
- É melhor você não dizer nada agora. Minha cabeça está doendo e eu estou com gosto de guarda-chuva na boca. Eu vou tomar um banho, então vamos tomar café da manhã e depois falamos no assunto.
Não trocamos uma palavra no refeitório.
Enquanto comia ficava passando um filme do episódio da noite anterior na minha cabeça.
Lembrava como ela lambia o cacete de Fabio com carinho e satisfação, como ela rebolava de quatro na rola dele, fazendo cara de safada e olhando para trás para fazer contato visual com o macho.
Coisas que até então eu achava que ela só fazia comigo.
Voltamos para o quarto.
Eu estava puto, mas o tesão também se manifestava esporadicamente.
Tudo aquilo era muito confuso.
Ela sentou na cama e eu fiquei parado em pé na frente dela:
- "Agora pode falar o que você tem a dizer sobre ontem à noite".
Então ela começou:
- "Não foi nada planejado... Acho que o vinho, não sei... Depois que ele te deixou na poltrona, achei que ele ia sair e tinha vindo na minha direção só para me dar um beijo no rosto para se despedir. Quando me dei conta a língua dele estava na minha boca...O resto você já sabe. Não vai acontecer de novo, eu juro !!"
Senti meu sangue ferver e meu pau subindo... fiquei extremamente excitado com o que ela falou, um misto de tesão e ira, mas a excitação estava vencendo de goleada.
Pus a mão na nuca dela, agarrando seu cabelo e puxei-a para mim, pondo-a de pé com o rosto bem perto do meu.
Eu estava puto e com muito tesão.
A solução seria puni-la na base da foda.
Abri o zíper da minha bermuda, pus o pau pra fora.
Levantei a saia dela, pus a calcinha de lado e puxei a coxa dela para encaixar a boceta no meu pau.
Então, ainda segurando o cabelo dela, falei:
- "Agora eu vou te comer feito uma vagabunda de esquina!"
De pé, segurando o cabelo de Joyce com uma mão, a bunda dela com muita força com a outra, comecei a enfiar o pau forte na boceta da minha esposa, que gritava como se estivesse levando uma surra.
Minha intenção era puni-la, mas quando começou a me beijar vi que ela estava gostando.
Não era essa minha intenção.
Joguei-a na cama, virei-a de quatro com brutalidade, enfiei o pau no cú dela, a seco e com muita força, meti firme, ela gritava de prazer, como uma vagabunda de cabaré, vadia safada!!!
Soquei durante uns 5 minutos, e no final ela já não gritava, eu apenas ouvia um gemido baixinho.
Puxei Joyce pelos cabelos, coloquei-a de joelhos e gozei na cara dela.
Ela permaneceu ajoelhada e eu me levantei.
Olhei para ela esperando ver sofrimento estampado em seu rosto.
Ledo engano!
Ela estava de novo com a sua tradicional carinha de puta, sorridente, passando a língua nos lábios.
Fiquei em choque, sem saber o que pensar!
Continua...