Ele alugara um carro para nos dar mais liberdade.
Ao entrar ele me olha como que hipnotizado, e vendo minhas pernas roliças, mal cobertas por uma saia curta, diz:
- Meu Deus, como você é linda! Eu quero fazer desta noite uma noite inesquecível para nós dois...
E falando isso, lançou-se em minha direção, e antes que eu esboçasse qualquer reação, segurou meu rosto e me deu um beijo intenso, me fez abrir a boca e sentir sua língua descontrolada dentro de mim…
Pronto, lá estava eu novamente sem defesa, à mercê de um novo homem, cheiroso, que começava a me proporcionar um prazer, só conhecido recentemente.
Nosso tour noturno se resumiu a uma boate, onde dançamos agarradinhos e, aproveitando a escuridão do lugar, nos beijamos o tempo todo.
Suas mãos alisavam minha bunda e forçavam-me a apertar os seu pinto duríssimo.
Decidimos sair dali e rumamos para um motel.
Mas nem acabei de entrar no quarto quando fui agarrada e jogada na cama com alguma violência.
Me assustei, mas Alberto em seguida se aninhou em meus seios, chupando-os com volúpia e reduzindo as minhas forças.
De repente ele me dá um tapa no rosto que me fez dar um grito de dor, em seguida tampou minha boca com sua mão e me disse que eu iria ter com ele um prazer que nunca havia tido com homem algum.
Queria correr, estava morrendo de medo, mas também me dei conta que a violência que estava recebendo estava me dando um tesão inacreditável.
Ele então, tirando-me toda a roupa, pediu-me que colocasse uma venda em meu rosto.
De novo fiquei assustada, mas ele calmamente me tranquilizou, disse que nada faria que eu não quisesse.
Aceitei, coloquei a venda e deitei-me nua, de barriga para baixo, naquela cama macia.
Os meus sentidos eram todos alertas.
Tentava imaginar o que estava acontecendo, e nesse exato momento, senti uma palmada em minha bunda.
A primeira doeu muito, a segunda um pouco menos, a terceira menos, e a partir da quarta eu já senti que estava gozando sem ter qualquer contato com o seu pinto, gozava das palmadas que recebia.
Em seguida senti sua língua penetrando meu cu, ela entrava e saia me causando um frisson maravilhoso, após alguns instantes sinto Alberto em cima de mim, seu pinto em meu rego, ele ajeita, põe a cabeça no meu cu e força, seu pau é grosso e longo, sinto as pregas se romperem e o pau começa a deslizar para dentro, acho que o motel inteiro ouviu meus gritos, gritos que foram dando vez a urros, urros de prazer, Alberto bombou meu cu por quase meia hora, gozei inúmeras vezes e acabei desfalecendo na cama.
Acordei com ele chupando minha boceta, ele tinha uma língua fantástica, prendia meu clitóris com os dentes, soltava-o e penetrava a língua, gozei de novo.
Ele então coloca seu pinto na entradinha da minha boceta e força, também aqui seu pinto me arrombava, num impulso, seu pinto entrou todinho, senti as bolas de seu saco na minha pele, ele então ficou imóvel dentro de mim.
Em meu ouvido ele disse que iria tirar a camisinha porque queria gozar dentro de mim.
Tudo foi muito rápido, quando percebi ele já estava sem camisinha bombando minha boceta, e cá entre nós, é muito mais gostoso você sentir um pinto escorregando pelas paredes de sua boceta sem camisinha, não é mesmo?
Alberto me comeu por quase uma hora.
Eu não aguentava mais gozar.
Levantamos, tomamos um banho, pegamos o carro e ele me levou em casa.
Chegando me pediu para entrar.
Disse-lhe que ficaria mal, os vizinhos poderiam ver e as conversas poderiam surgir.
Ele sugeriu então deitar-se no banco traseiro do carro e eu entraria com ele na garagem, lá dentro ninguém nos notaria.
Eu estava afim de transar a noite inteira com aquele macho, além do mais, minha filha e meu filho não estavam em casa, assim, tudo estava favorável.
E foi desse jeito.
Entramos em casa e você nem imagina, Alberto me pegou no colo, e tal qual casadinhos de novo, fui levada ao meu quarto, onde ele delicadamente me depositou na cama.
Claudio parecia nos observar do porta retrato no criado-mudo.
Tomei consciência de que estava me aventurando em uma situação de grande risco.
Além de estar me entregando a um outro homem, esse homem era chefe de meu marido e estávamos nos amando em minha casa, na cama em que dormia com meu marido.
O tesão era imenso, por isso os riscos começaram a perder sua importância, afinal, lá estava eu, deitada em minha cama, tendo as minhas roupas suavemente retiradas por um homem intenso que sabia amar como ninguém.
Abaixei o retrato de Claudio no criado-mudo e me senti mais liberada.
Alberto deitou-se ao meu lado e começou a alisar-me, suas mãos grossas passando pelo bico dos meus seios, descendo pela barriga, passando pelo umbigo e chegando ao meu monte de Vênus me causavam um intenso frisson.
Eu estava toda arrepiada e Alberto se divertia com isso.
Ele então me conduziu lentamente até seu pinto que estava duro que nem um pau e me fez beijá-lo.
Admirei aquele lindo falo e mergulhei nele, chupei-o vorazmente.
Ele era muito grosso e longo, ainda assim, tentei introduzi-lo totalmente em minha garganta, apesar de sentir uma espécie de afogamento, aquele pau mexia com as minhas amígdalas e me proporcionava um enorme tesão.
Pela primeira vez senti um gosto de esperma na boca e na garganta, quando percebi que ele ia gozar tentei tirar a boca, mas ele reteve minha cabeça, me obrigado a receber jatos e mais jatos de porra quente até então nunca provados.
Meu marido era muito higiênico, não gostava de me ver chupando seu pau.
A quantidade de porra de Alberto quase me fez engasgar, mas no clima que eu estava, degustei aquela substancia branca, densa, e acabei gostando de seu sabor.
Alberto vendo que escorria porra de minha boca veio beijar-me e sorveu também uma parte de sua própria porra.
Aí foi a vez de Alberto me levar as nuvens.
Ele acomodou-se no meio de minhas pernas, abriu-as bem e começou um movimento de língua ao redor da minha boceta, que me fazia jorrar um líquido que Alberto satisfeito sorvia.
Em um dado momento senti que algo me penetrava, estranhei, já que Alberto continuava com seus lábios em minha boceta, levantei-me e pude ver um enorme pênis preto de borracha, o dobro do pinto de Alberto, ele forçava a entrada e minha boceta tinha que se dilatar toda para poder receber aquele imenso falo.
Adorei a novidade e me entreguei as suas caricias.
Farta de gozar, vejo Alberto levantando as minhas pernas, deixando o meu cuzinho totalmente exposto.
Temi não aguentar, mas não deu tempo, Alberto enfiou o pênis preto na boca, molhando-o totalmente e o introduziu em meu cu, dei um grito que deve ter acordado a vizinhança e mais quem estivesse por perto, mas aguentei, e Alberto desceu minhas pernas ainda com o falo no meu cu e enfiou seu pinto em minha boceta, senti por dentro dois falos a me invadirem, não sei descrever as sensações, mas posso assegurar que foram únicas, era a minha primeira vez de dupla penetração e eu estava adorando.
De repente a porta do meu quarto é aberta e sem que eu pudesse imaginar, minha filha Fátima entra em meu quarto e me vê com um pinto enorme em minha boceta, um outro em meu cu e um homem que não era o seu pai sobre mim, beijando-me sofregamente.