Segredos.. Até então, muito bem guardados... Parte 6

Na sala, tomando uma cervejinha gelada, abraçada a ele, me dei conta que já não tinha mais a mesma vida que tinha antes de conhecer Aline.

Ela acabou sendo a pessoa que me facilitou conhecer um mundo que até então não conhecia.

Eu, mulher casada, com uma vida normal, um marido amigo e bom amante, filhos adolescentes, mas ajuizados, era naquele momento o estereótipo de uma puta, uma mulher que sem pudores, se entregava a homens que soubessem seduzi-la, e Alberto era um deles.

Mais tarde Fátima acordou e veio ao nosso encontro, aproximou-se de Alberto, o abraçou e beijou.

Olhou-me com uma carinha de quero mais, pegou suas mãos e o levou para seu quarto.

Experimentava ali uma sensação tremendamente estranha.

Minha filha, acabava de tomar meu amante de mim!

Ela logo volta, e sem dizer nada me pega pelas mãos e me leva também ao seu quarto.

Entramos, ela fecha a porta, me conduz para a cama onde Alberto já está nu.

Ela então assume o comando.

Tira minha roupa, faz-me deitar ao lado de Alberto e mergulha sua boquinha naquele pauzão, sorvendo-o.

Dava ali demonstração que aprendera rapidamente como fazer um homem gemer sem sentir dor…

Eu via tudo isso com muito tesão, e não quis ficar parada, fui por detrás dela e encostei meus lábios em sua boceta, começando movimentos circulares que a faziam gemer.

Para sentir melhor a sensação, tocava meu grelo, fazendo-me sentir os prazeres que ambos estavam tendo.

Alberto levanta-se, a deita, levanta suas pernas, aponta seu cacete e o enterra fortemente, fazendo-a soluçar.

Movimentos frenéticos de vai e vem a levam ao gozo diversas vezes.

Foram horas e horas de sexo intenso, e terminamos com Alberto comendo meu cuzinho e criando em Fátima o desejo de também provar…

Era tarde da noite de um sábado que seria inesquecível para mim e para Fátima.

Estávamos todos nós, ao menos naquele momento, saciados, mas tínhamos fome.

Alberto nos convida para jantar, nos aprontamos e tal qual chegou, ele deitou-se no banco traseiro do carro e saímos rumo ao prazer do bom comer.

Fechamos a noite com chave de ouro.

Jantamos, depois fomos a uma boate, onde Alberto pode dançar comigo e com Fátima, é claro, nos dominou completamente, transformando-se em nosso mestre.

De madrugada ele nos deixou em casa e foi para o hotel, Claudio chegaria na tarde daquele domingo.

Pela primeira vez eu estava a sós com minha filha e pudemos conversar sem neuras sobre sexualidade, fidelidade, tesão, assuntos que eu muito pouco tratava com minha filha.

Tal qual eu, Fátima conheceu um mundo novo.

Ela por nunca ter tido a oportunidade, e eu por nunca ter sentido sensações tão extremas como as que vinha sentindo.

A alegria, porém, não era total, tínhamos consciência de que estávamos cometendo um grave erro com Claudio, e, sinceramente, apesar desse sentimento, o prazer que o sexo estava me proporcionando, impedia-me de pensar em qualquer solução que me tirasse deste prazer.

Domingo pela manhã toca o telefone, é Claudio, ele lamenta, mas não poderá vir embora hoje, isto porque a agenda do curso não havia sido concluída, apenas na segunda ou terça feira ele se encerraria.

A frustração inicial deu lugar à perspectiva de novamente nos encontrarmos com Alberto, até porque, poderia também postergar seu retorno à matriz.

Quando lhe ligamos ele vibrou de alegria e disse que conseguiria transferir seu retorno para segunda feira à tarde, nos reservando o domingo e a manhã de segunda.

Ficamos todos felizes, combinamos então que ele nos apanharia por volta das 10 horas para aloucarmos.

Exatamente às 10 horas Alberto chega.

Entramos em seu carro e partimos.

Ele nos cumprimenta discretamente e sugere que teremos uma agradável surpresa.

Ficamos curiosas, mas diante de seu silencio, resolvemos aguardar.

Ele pega a rodovia e seguimos em direção à surpresa.

Sentada ao seu lado, ele me puxa para perto de si, me aproximo e ele levanta meu vestido.

Fico intranquila, afinal, qualquer pessoa em outro veículo poderia ver-nos, ele sorri e levanta totalmente meu vestido, deixando-me de calcinha e soutien.

Com algum esforço, ele desabotoa meu soutien e deixa meus seios saltarem, volumosos, em seguida força-me a levantar e puxa minha calcinha para baixo, estou nua !!

E curiosamente isso está me dando um prazer enorme.

Começo a me perceber exibicionista, olho para Fátima, que fica sem entender o que está acontecendo, mas seguros, com os vidros escuros, ela se tranquiliza, mesmo percebendo que eu estou completamente nua.

Mas Alberto ao ultrapassar um ônibus, abaixa meu vidro, e emparelhando, permite que passageiros do ônibus me vejam pelada!!

A gritaria é geral, o motorista do ônibus buzina, os passageiros assoviam, gritam, me chamam de puta, gostosa, tesão, e eu me vejo adorando tudo aquilo, amei ser desejada.


Acabava de descobrir uma nova alternativa de prazer… exibir-me…

Seguimos cantando o resto do caminho, quando então, Alberto saí da estrada, e após um pequeno trecho de terra chega a uma chácara de portões altos.

Buzina, os portões se abrem e vejo um lugar paradisíaco.

Folhagens de cores variadas contrastavam com flores de quaresmeiras, bromélias, dálias, rosas, e tantas outras flores lindas.

Um casarão antigo, mas muito bem conservado, uma piscina enorme de cor azul, muita gente, e…… pelados!!!!!

Todos estavam pelados!!!!

Fátima entra em pânico imaginando que terá que ficar sem roupa!!!

Eu a acaricio e acalmo, você tem um corpo maravilhoso, não pode se envergonhar de ficar nua.

Mal o carro para um casal se aproxima e cumprimentam Alberto.

Reclamam por estar ainda vestido!

Eu, já nua, sou apresentada a Hélio e Sandra, casal que promove estas festinhas privadas.

Fátima e Alberto são levados por Hélio até casa para tirarem suas roupas, eu fico conversando com Sandra.

Aqui cabe um comentário, Sandra é uma mulher lindíssima, parece até uma modelo, coxas grossas, pentelhos bem fininhos, aloirados, seios volumosos e duros, bunda enorme e sem estrias, toda lisinha e perfumada, causou a mim também, um tesão enorme.

Mas continuando, ela explica que junto ao seu marido criaram um grupo de casais e admiradores que se reúnem periodicamente em lugares como aquele para a pratica do sexo sem remorso.

São adeptos do swing.

Por considerarem absolutamente normal este tipo de vida, em seu grupo tem, além de suas irmãs e cunhadas, sua mãe e tia, ambas com 45 anos, mas absolutamente maravilhosas.

Ela me diz que, em algum momento, fará as apresentações, mas que eu posso ficar à vontade, caminhar, andar, que ninguém vai querer me comer na marra, eu só vou dar para quem eu achar que devo dar, se houver química, se não houver, terei curtido o clima, o lugar, comido e bebido o que quisesse.

A franqueza e a natureza fizeram o resto, senti-me livre, leve e solta.

Vejo que Fátima se aproxima.

Fico orgulhosa de ter produzido um ser humano tão bonito, de formas tão suaves, de meiguice incomparável, ela chega, eu a abraço, dou um leve beijo em seus lábios, no que sou correspondida, aquele cenário era simplesmente hipnotizador, nos levava a fazer coisas e mais coisas….

Decidimos ir para a piscina, o calor era intenso, o cheiro de churrasco tomava conta do ambiente e da piscina, vários casais já se amavam com absoluta tranquilidade.

Entramos, e quase em seguida Alberto entra também, se aproxima de nós, me abraça pelas costas, seu pinto já duro espeta a minha bundinha…

Debruço-me sobre minha filha, abaixando mais meu tronco, e deixo meu traseiro exposto aos olhares gulosos de Alberto, a água facilita a penetração e ele enterra seu pinto em meu cuzinho.

Começa a bombar fortemente, como estou apoiada em Fátima, faço-a ter também o movimento de vai-e-vem…

Olho em volta, ninguém dá a mínima pra gente, todo mundo se divertindo.

Nisso, Sandra se aproxima de nós, Alberto continua bombando, ela pega então as mãos de Fátima e a leva para um canto da piscina.

Lá chegando, percebo que está passando as mãos nos seus cabelos e descendo para seus seios, e para sua boceta, por ter um corpo maior, Fátima some à sua frente, vejo então Fátima galgando a piscina, sentando em sua beirada, Sandra no meio de suas pernas, começa a chupá-la delicadamente.

Estou urrando de prazer, ondas percorrem meu corpo como choques elétricos, as sensações físicas que tenho com o pinto de Alberto entrando e saindo de mim, e também a cena erótica de Sandra e Fátima, fazem-me gozar deliciosamente.

Alberto então me vira, com uma de suas mãos levanta minha perna e com a outra mão direciona seu caralho para minha boceta, novamente a entrada é facilitada pela água, que delícia, aquele cacete que me completa, gostaria que nunca mais saísse de dentro de mim, se pudesse, naquele momento, gostaria de ter um outro enterrado em meu cuzinho…

Fátima e Sandra estão agora deitadas uma sobre a outra, se beijando e se esfregando.

Agora vejo Hélio abraçando Sandra e Fátima.

Olho novamente e Hélio já está enterrado na bucetinha da Fátima, Sandra aproveita seu cuzinho exposto e o lambe provocantemente.

Surge um bonito rapaz que abraça Sandra, mas ao olhar Fátima sobre o pinto de Hélio e com seu cuzinho à mostra, abaixa-se e vai realizar a primeira experiência de minha filha na arte anal.

Peço a Alberto parar um pouco e presto atenção para ver se Fátima rejeita a situação para eu intervir!

Mas o que vejo é Fátima abaixar seu tronco em direção a Hélio, favorecendo a penetração que começava.

O rapaz depois que colocou a cabecinha de seu pinto no cuzinho de minha filha, deu um tranco violento, enterrando de uma só vez todo o seu pinto, que não era pequeno.

Fátima urrou. Hélio puxa seu rosto e a beija sofregamente, ela aceita e corresponde, agora dois homens bombam o cuzinho e a boceta de minha filha.

Alberto fica maravilhado, sorri para mim como se dissesse, vou querer também….



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredos.. Até então, muito bem guardados... Parte 6

Codigo do conto:
252059

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/01/2026

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