Minha esposa quis experimentar a rola do primo...- Parte 2


Parte 2

No outro dia eu estava com a cabeça apenas no que podia acontecer a noite, não conseguia me concentrar no trabalho, na minha cabeça havia apenas aquela imagem de minha esposa transando com meu primo, meu pau endurecia a cada momento, eu realmente curtira o que aconteceu - algo que fantasiei já era realidade, antes tinha medo das consequências, caso realizássemos tal fantasia, mas nada mudou, pelo contrário, me deu até mais vontade de vê-la transando com ele novamente, sabia que logo ele iria embora e o que aconteceu e o que viesse a acontecer antes do seu retorno pra casa, não iria interferir em nosso relacionamento, até porque, a cidade em que ele morava ficava em um Estado muito distante e a possibilidade dela voltar a reencontrar ele era remota, não pelo fato de eu não confiar nela, mas no caso dele querer ficar assediando ela para futuras metidas.

Meu primo havia saído de manhã e disse que voltaria só a noite, pois tinha que resolver o restante dos negócios antes de retornar para casa, o que seria na próxima semana, ele até perguntou se não havia problema permanecer em minha casa por mais uma semana, haja visto a complexidade dos negócios.

Respondi que ele poderia ficar à vontade, aliás, parentes são para essas coisas, respondi.

Mas em minha cabeça passava outra coisa e pensei:

“No fundo o tarado quer fuder mais com a minha mulher” dei uma risadinha bem disfarçada e pensei “Na verdade eu até to gostando desta situação”.

Finalmente acabou o expediente e voltei para casa, estava tarado, tinha que dar uma metida pra me conter, eu vivenciava uma situação inusitada em minha vida, passara o dia todo com um frio na barriga, com um misto de tesão e ciúmes, estava adorando a ideia de ver minha deliciosa esposinha sendo fudida por Marcelo, mas uma pontinha de dor de corno ainda rondava minha cabeça, mesmo eu tentando esquecer, aquele ciuminho continuava em minha cabeça, mas acho que isso é que apimentava ainda mais minha fantasia.

Quando cheguei em casa Sandra estava no banho, ela estava se depilando.

Imediatamente tirei a roupa e entrei no banheiro, meu pau estava duríssimo, ela vendo aquilo sorriu e perguntou:

- “Hum ta tesudo meu amor? Gostou de ser meu corno, foi?”

Nos abraçamos e começamos a nos beijar.

Então eu disse:

- “Amor vamos pra cama que não aguento de tanto tesão”

imediatamente saímos do banheiro e mesmo molhados caímos na cama.

Enquanto estávamos transando ela perguntou qual era o motivo de tanto tesão, pois eu nunca agira daquela forma, respondi que passara o dia todo pensando no que aconteceu a noite passada e o que iria acontecer mais tarde novamente, ela disse:

- “Meu corno ta adorando ver o primo me fuder né” e continuou dizendo: “Então hoje a noite você vai se acabar na punheta vendo seu primo fuder o meu cuzinho com aquele pauzão gostoso”.

Ouvindo isso e imaginando a cena, não resisti e comecei a gozar, ela dizia:

- “Goza gostoso meu corninho. Goza corno delícia...”

E também gozou como louca.

Depois de transarmos ficamos deitados conversando.

Sandra me perguntou se realmente eu queria continuar com aquilo, eu disse que sim, mas que dependia dela, caso ela não quisesse eu iria entender, ela respondeu que tava a fim sim, que adorou transar com Marcelo, que o cacetão dele era uma delícia e gostaria de aproveitar no máximo caso eu não achasse ruim, sem falar que ela estaria realizando as nossas fantasias, e continuou dizendo que realmente ela queria sentir aquele cassete entrando no cuzinho dela (Lembrando: ela sempre adorou dar o cuzinho) pelo menos umas 3 vezes por semana eu tinha que fude-la no cuzinho.

Perguntei a ela:

- “Mas será que você vai aguentar amor? ”

Ela então respondeu:

- “Eu tenho que pelo menos tentar, eu passei o dia todo pensando naquela rola no cuzinho”

Então tive uma ideia e disse:

- “Antes de você transar com ele eu como seu cuzinho e deixo ele já larguinho para não doer muito” ela sorrindo me abraçou dizendo: “Esse é meu corno, por isso que ti amo”.

Era 20h quando Marcelo chegou, Sandra estava usando um vestido curtinho de malha que só dá para usar no interior da casa mesmo, de tão ousado, dava pra ver o contorno da bunda deliciosa dela e a marca bem visível daquela tanguinha que entrava enfiada no seu reguinho, ela estava bem provocante, nem eu não conseguia parar de olhar pra ela vestida daquele jeito.

Imagina a situação de meu primo então, ele não tirava o olho da bundinha arrebitada dela, mesmo procurando disfarçar, ele não conseguia tirar os olhos dela, realmente, ela estava irresistível.

Aquela situação me deixava louco, também com um pouco de ciúmes, e ao mesmo tempo com um tesão incontrolável, eu sentia o cheiro de sexo no ar e não conseguia deixar de imaginar que em mais umas duas ou três horas, minha esposa estaria de quatro na frente de Marcelo aguentando aquele enorme pinto dentro do cuzinho dela, meu pau não amolecia, minha cabeça estava a mil por hora.

Depois do jantar sentamos na sala para ver TV,

Marcelo foi tomar um banho enquanto eu e Sandra ficamos na sala, disse a ela que estava muito provocante, que Marcelo não parava de olhar a bunda dela, ela respondeu que havia notado, por isso procurava passar na frente dele toda hora, eu disse a ela:

- “Safadinha, não vê a hora de dar a bundinha pra ele né”

Ela de pronto respondeu:

- “Você nem imagina o quanto, aquela rola é gostosa demais”.

Então nós combinamos que pelas 23h eu iria deitar dizendo que estava com um pouco de dor de cabeça e ela iria logo depois me levar um remédio, mas que ela voltaria para a sala pra continuar a ver TV com meu primo e diria ao Marcelo que me deu um calmante pra dormir no lugar do remédio pra dor de cabeça e que depois de uns minutos voltaria ao quarto pra confirmar se eu estava dormindo, e que deveria transar com ele na sala mesmo, pois ficaria melhor pra eu assistir a transa dos dois.

Depois de combinarmos isso, ela pegou minha mão, levou até sua xaninha e disse baixinho no meu ouvido:

- “Veja como estou meu corno.”

Ela estava toda molhadinha de tesão, fiquei maluco com aquilo, ela então disse:

- “Primeiro vou cavalgar naquele mastro, por isso ela tem que ficar bem molhadinha assim”

Eu tirei a mão e lambi meus dedos com todo aquele melado, nós estávamos explodindo de tesão.

Bom, depois de tudo combinado, estamos nós três na sala vendo TV, Marcelo usava um calção de seda pra dormir, já que eu disse que ele poderia ficar à vontade e dava para ver aquela rola balançar quando ele andava.

Chegou o momento, fiz conforme havia combinado com Sandra e fui para o quarto, ela logo apareceu atrás de mim com o remédio, mas não tomei, pois era parte do nosso plano, ela disse que avisou meu primo que logo voltaria.

Peguei o KY e ela logo foi ficando de quatro, lambuzei bem o cuzinho dela e como eu já estava de pau duro de tanto tesão pela situação, fui logo forçando bem devagar até entrar tudo, fiquei fudendo bem devagar para não gozar, pois meu tesão era tanto que estava difícil aguentar, depois de uns minutos ela se afastou e disse:

- “Ta bom já meu amor, acho que eu posso aguentar ele agora” ela continuou dizendo: “Você quer que eu volte com a boca ou com a xaninha cheia de porra?”

Eu respondi:

- “Me faça uma surpresa”, ela então saiu do quarto e deixou a porta um pouquinho aberta, que era suficiente para eu ver tudo o que acontecia na sala.

Quando Sandra chegou na sala foi até meu primo, disse alguma coisa e sentou em outra poltrona, certamente ela tinha dito a ele que tinha me dado um remédio para dormir e que deveriam esperar um pouco.

Mas Marcelo estava ansioso, nesta altura já alisava aquele cassete enorme que estava duríssimo, mais alguns minutos assim e ele tirou-o para fora e começou a se masturbar olhando pra ela.

Sandra não tirava o olho daquele instrumento que ela tanto desejava, assim, tirou a calcinha bem devagar e jogou-a pra Marcelo, ele levou até o nariz e ficou cheirando um pouquinho, depois começou a esfregar a calcinha no cassete, vendo aquilo, ela abriu as pernas e começou a se masturbar também, aquela visão me deixava louco, minha esposa se masturbando e meu primo passando a calcinha da minha esposa no pau, ficaram assim por uns 10 minutos até que ela levantou e veio até o quarto –

Tipo pra confirmar se eu já estava dormindo.

Ela me abraçou me deu um beijo e perguntou:

- ”Está tudo bem amor, você tá gostando, posso continuar?”

Respondi de imediato:

- “Vai logo putinha, que não aguento de vontade de ver você fudendo com ele”

Ela me deu outro beijo e quando ia saindo eu ainda disse:

- "Fode bem gostoso tá?"

Ela respondeu:

- "Com certeza" e saiu.

Quando ela chegou na sala Marcelo se levantou e os dois se beijaram, ele pegou na mão dela e ia conduzindo-a para o quarto, mas ela disse que gostaria de ficar ali mesmo, pois esse era o nosso trato, embora ele nem imaginava.

Ela então começou a passar a mão no pau dele enquanto se beijavam, abaixou de joelho, com as duas mãos arriou seu calção, fazendo saltar para fora aquele mastro que até eu, naquele momento já estava achando maravilhoso, acho que de tanto Sandra falar aquilo foi entrando na minha cabeça que até eu já estava mudando.

Ela então começou com uma das coisas que ela adora fazer, que é mamar uma rola, ela passava a língua em toda a extensão do pau, chupava as bolas e depois subia até abocanhar a cabeça e colocar o máximo que podia na boca, ora ela chupava devagar, ora ela acelerava os movimentos, fazendo meu primo dar uns gemidos ofegantes, às vezes ela ficava só batendo punheta pra ele, e logo abocanhava aquele membro novamente, ela também passava a língua por toda extensão daquela vara olhando em direção a porta do quarto, assim ela ficou por uns 15 minutos, eu estava numa situação que não podia nem encostar a mão no meu pau.

Até que Marcelo não aguentando mais pediu pra ela parar caso contrario iria gozar.

Ele sentou no sofá e minha esposa foi sentar naquele pau enorme que apontava para o teto, ela então se ajeitou, esfregou a cabeça na entrada da xaninha e começou a descer naquele mastro grosso e enorme (uma verdadeira obra de arte) bem lentamente, conforme a rola ia entrando ela dava uns gemidos, bem devagarinho aquilo tudo foi entrando dentro dela, e aí começou a cavalgada, Sandra gemia como doida, subia e descia naquela vara, rebolava e se esfregava nele, Marcelo chupava os seios dela e com as mãos na cintura forçava o corpo dela pra cima e pra baixo, ora devagar, ora num ritmo mais acelerado.

Os dois estavam de costas pra mim e eu não tirava o olho daquele cassete enorme fudendo minha esposinha, ela gemendo dizia:

- "Nossa que delicia de cassete, me fode Marcelo me fode vai, enfia todo esse mastro em mim, arregaça essa buceta, me preenche toda, safado gostoso."

Depois de transarem por um bom tempo naquela posição, de repente os dois pararam, ficaram quietinhos, apenas se beijando, pensei que haviam gozado, mas não, ela então começou a se levantar e foi tirando aquela rola da sua bucetinha, quando saiu tudo ela disse:

- "Hummm, nossa!! Que cassete"

em seguida ela se posicionou de quatro na poltrona menor.

Eu pensei:

- “Bom, é agora que ele vai fuder o cuzinho dela”.

A poltrona menor ficava em uma posição em que eu podia vê-los de lado, ela arrebitou bem a bunda e Marcelo continuou fuder na bucetinha, a safada gemia e olhava em direção a porta do quarto, ela sabia que eu estava morrendo de tesão la dentro.

Ela então com voz de choro começou a dizer:

- “Me fode Marcelo, mete toda essa rola tesuda dentro de mim, mete com força vai...me arrebenta vai, como é gostoso esse seu cassete”.

Ela sabia que eu também podia ouvir e dizia tais palavras para me excitar mais ainda.

Para não gozar, Marcelo volta e meia tirava o pau da xaninha, esfregava e batia ele na bundinha e colocava novamente.

Até que ela levantou o corpo, encostou-se ao corpo dele, ele a abraçou e foi subindo com as duas mãos até chegar aos seus seios e ficou massageando-os levemente, ela virou o rosto pra trás e os dois começaram a se beijar, enquanto se beijavam ela rebolava com aquele cacetão atolado dentro da bucetinha.

Sandra estava irreconhecível, ela estava se portando como uma verdadeira puta, bem vadia, naquele momento pensei em entrar na sala e participar daquela foda maravilhosa, mas tive que me conter, pois esse não era o nosso trato.

Naquela posição ainda ela disse ao meu primo:

- “Marcelo eu quero que você foda meu cuzinho”.

E passando o pinto no cuzinho dela ele respondeu dizendo:

- “Será que você vai aguentar putinha?”

Minha putinha se esfregando em meu primo respondeu que se ele colocasse devagar ela aguentaria.

Ao ouvir aquela conversa meu coração acelerou mais ainda, achei que ia dar um enfarto em mim, meu pau estava pingando de tanto tesão, meus testículos começaram a doer tal era a intensidade da minha excitação, mas eu não queria gozar, queria aproveitar o resto da noite com Sandra na cama.

Marcelo então forçou o corpo de minha esposinha de encontro a poltrona, disse para ela arrebitar bem a bundinha, passou saliva na cabeça daquela vara enorme e começou a forçar, ela pedia para ele ir devagar, nesta parte Marcelo era bastante cuidadoso, segundo ela mesmo, com aquele pau enorme ele não chegou a machucá-la, é claro que ela ficou esfoladinha no dia anterior que eles transaram, mas também pudera, com aquele cassete enorme não havia maneira de não ficar dolorida depois.

Aos poucos, meu primo ia introduzindo seu membro no cuzinho de Sandra, que as vezes pedia pra ele parar e ir devagar, mas como eu havia enchido o cuzinho dela com KY isso ajudou bastante.


Marcelo colocava um pouco e tirava, passava mais saliva e enfiava novamente, minha esposinha apenas gemia, até que toda aquela vara estava dentro dela.

Ele então começou com um movimento característico de vai e vem bastante lento, aos poucos aquele cuzinho foi alargando até que Sandra já estava gemendo pedindo pra ele fuder com força, assim como ela fazia comigo.

Nossa!

Que visão, aquele cacetão estufando o cuzinho de minha esposa que a poucos dias atrás era uma mulher super comportada acima de qualquer suspeita.

Marcelo tirava e colocava o pau no cuzinho dela, as vezes ele ficava parado e ela é que fazia o movimento de vai e vem, ela gemia como uma verdadeira puta, ele pegava na cintura dela e socava pra valer, ele já estava gemendo ofegante, eu pensei: “ele vai encher o cuzinho dela de porra já, já”, mas ela disse antes disso acontecer:

- “Quero que você goze dentro da minha bucetinha”

Ele então tirou o pau do cuzinho, colocou na xaninha e começou a urrar meio que baixinho com medo de me acordar e foi gozando abundantemente dentro dela, ela por sua vez também gozava e dava uns gritinhos.

Depois deles terem gozado eu deitei na cama e fiquei esperando ansiosamente, logo em seguida ela apareceu, as luzes do quarto estavam apagadas, ela deitou-se ao meu lado ainda com a respiração ofegante e disse:

- “Nossa” amor que foda deliciosa”, por mais que eu estivesse excitado esperei ela se recompor, pois estava exausta e toda mole como ela sempre fica depois de uma transa.

Depois de alguns minutos ela se virou pra mim, passou a mão no meu pau que tava duro e saindo um melado disse:

- “Tadinho do meu corno, está morrendo de tesão...

E continuou dizendo:

- Vou aliviar você meu corninho, mas tenho uma surpresinha...”

Dizendo isso foi subindo sobre mim em uma posição de 69, colocou a xaninha na minha boca e abocanhou meu pau, comecei a lamber a bucetinha toda lambuzara de porra, quanto mais eu lambia, mais porra saia de dentro dela, o tesão era tanto que eu ia engolindo tudo, não aguentei e gozei como louco, ela engoliu minha porra também.

Sandra deitou-se ao meu lado, me deu um beijo na boca e perguntou:

- “Gostou da porra de seu primo meu corno safado?”

Eu balancei a cabeça afirmando que sim, mas na verdade já não estava tão bom aquele gosto de porra em minha boca depois de passar o tesão, mas eu já havia feito, então era só relaxar.

Ela toda manhosa me disse:

- “Nossa, amor, que delicia transar com Marcelo, o pauzão dele é fora de série, me preenche todinha e ele é tão cuidadoso comigo”

Ela continuou dizendo:

- “Mas ele me deixa toda arrombada”.

Naquele momento eu acabei de crer que ela realmente gostava de homens bem-dotados.

Naquela noite transamos mais três vezes, eu disse a Sandra que gostaria de participar na próxima vez, ela concordou, dizendo que adoraria, mas isso é para o próximo conto.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha esposa quis experimentar a rola do primo...- Parte 2

Codigo do conto:
252314

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/01/2026

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