Era um churrasco, em uma chácara numa cidade próxima da nossa.
E lá fomos nós.
Chegando, quase todos os colegas de Claudio vieram me cumprimentar, e alguns, pela amizade e intimidade, comentavam que eu estava linda!
Tinha escolhido um shortinho branco, justo, que realçava as minhas formas, Claudio não se importava de me ver com roupas mais sensuais.
Os homens se juntaram e formaram grupos, uns foram jogar uma pelada e outros, truco.
Eu estava um pouco deslocada porque não conhecia bem as mulheres presentes, de qualquer forma, procurei me juntar a um grupo que estava na beira da piscina.
As conversas frívolas foram me entediando e justificando um mal estar, saí para tomar um pouco de ar.
Marlene, esposa de Rafael, dono da festa, havia se mostrado ser uma pessoa alegre e envolvente.
Me viu parada perto de um caramanchão e me chamou para ajudá-la na cozinha.
Estávamos nós duas preparando o almoço quando Rafael entrou.
Beijou vorazmente sua mulher Marlene e em seguida se dirigiu a mim, enaltecendo minha beleza.
Pediu-me então que o autorizasse a me dar um abraço.
Estranhei, olhei para Marlene, que ria muito, e deixei.
Ele veio de frente me apertou fortemente, senti suas mãos massagearem minha bunda, e devo ter ficado vermelha, porque Marlene em seguida pediu-me para não me acanhar, Rafael era assim mesmo.
O que poderia eu dizer ou fazer?
Nada.
Mas aquele abraço acendeu novamente a minha chama de puta.
Se olhassem mais de perto poderiam ver que a minha bermuda teria uma certa umidade….
Daquele momento em diante, sempre que entrava na cozinha, Rafael não perdia tempo, me abraçava intensamente, e num dado momento, como eu estava de costas, ele simplesmente se encaixou em minha bunda, enlaçou-me a barriga e beijou várias vezes meu pescoço…
Com Marlene ao lado, senti que iria desfalecer.
Marlene, percebendo meu transe, pegou em minha mão e me levou ao seu quarto.
Ligou o ar condicionado, tirou a minha blusa, meu shortinho e pediu para que relaxasse.
Fiquei preocupada com a possibilidade de Rafael entrar, mas ela me tranquilizou, pois todos estavam muito eufóricos jogando bola ou truco.
Adormeci, e de repente sinto alguém deitando ao meu lado.
Imaginei que Claudio, por ter bebido demais, estaria vindo fazer-me companhia.
Senti que se encostou em mim, mãos avançaram em minha frente e penetraram em minha calcinha descendo até minha rachinha.
Gemi imediatamente e abri as pernas, permitindo com que dedos ágeis penetrassem minha boceta.
De repente percebo que as mãos são mais peludas que as de meu marido, e olhando surpresa, vejo Rafael, tendo Marlene ao seu lado, sorrindo meigamente para mim.
Não acreditei no que estava acontecendo.
Rafael me bolinava enquanto Marlene tirava a roupa.
Rafael baixou minha calcinha e mamava nos meus seios.
Marlene deitou-se com a boca em minha boceta e começou a chupar de uma forma tal que meu corpo irradiava eletricidade.
Meu corpo começou a ter movimentos independentes, eu não conseguia pensar em nada, eu só queria mais e mais.
Depois que Marlene chupou minha boceta, Rafael veio por cima de mim, ela pegou seu pinto, dirigiu para a minha boceta e num único movimento, ele atolou totalmente o seu pau, fazendo-me dar um grito abafado.
Eu estava numa posição de frango assado, com as pernas para cima, seu pinto socava profundamente a minha boceta, e meu cu ficava a mostra, foi nele que Marlene se concentrou e começou a beija-lo, enfiar a língua, um dedo, dois dedos, três dedos, senti meu cu sendo alargado e a sensação somada ao pinto que socava minha boceta levava-me ao paraíso.
A mão de Marlene pega o pinto de Rafael e dirige para o meu cu.
Novamente ele exerce força total, e num único movimento recebo todo aquele pinto em meu reto, era prazer demais para mim.
Permanecemos não sei quanto tempo fodendo.
Rafael mostrou sua virilidade comendo Marlene e eu, num gesto de agradecimento, chupei-a toda, e durante a penetração de Rafael, bolinei o cuzinho de Marlene, fazendo-a gozar seguidamente.
Tomamos banho e, estrategicamente, saí com Marlene do quarto e me juntando ao meu marido que brigava no jogo de truco.
Rafael encontrou conosco como se há muito não nos via.
Pela segunda vez, eu, uma mulher casada, sem neuras, havia me entregado aos prazeres da carne e o melhor, havia adorado.
Desta vez meu sentimento de culpa foi muito menor, estava começando a gostar de trair meu marido, de provar outros pintos e bocetas.
Estava encontrando minha verdadeira vocação.
Eu estava realizando novas descobertas e a minha vida começava a ter novos contornos.