Eu, uma mulher casada, bem resolvida, um bom marido, filhos adolescentes, mas ajuizados, enfim, uma vida que não poderia ser melhor.
Aliás, a vida da gente, boa ou má, só passa a ter uma definição mais correta quando você a compara.
E comparar é muito fácil.
Aline, minha amiga, casada com o Douglas, tem uma vida bem diferente da minha.
Douglas, apesar de tratá-la bem, vive dando em cima das mulheres que aparecem.
Aproveita de seu estilo brincalhão e tira proveito disso.
Não raro ouço Aline reclamar de que ele a está traindo.
É apenas uma possibilidade, mas considerando o jeito de Douglas ser, pode muito bem ser verdade.
Meu marido, Claudio, já se aborreceu com Douglas.
Um dia, em um churrasco, depois de beber muito, Douglas disse ao Claudio que eu era uma mulher muito gostosa.
Claudio se aborreceu com isso, me preveniu sobre ele, e daquele dia em diante eles esfriaram um pouco as suas relações, ao contrário de mim e de Aline, estávamos sempre juntas, falando e comentando sobre as nossas vidas.
Um dia Aline me chamou em sua casa para conversarmos.
Quando cheguei encontrei minha amiga chorando copiosamente.
Sem entender eu a abracei e quis saber a razão de tanta tristeza.
Ela passou para mim um bilhete que havia encontrado no bolso da calça de Douglas, em que, uma tal de Vera, comentava sobre seus encontros com Douglas e pedia para que ele a encontrasse mais vezes na semana.
Se até então havia alguma dúvida quanto à fidelidade do Douglas, daquele momento em diante não havia mais.
Aline, revoltada, me confidenciou que iria dar um troco.
Semanas se passaram sem que se discutisse esse assunto.
Douglas nada comentou e Aline passou esse tempo ausente, justificando um aumento de seu trabalho.
Chegou o dia do aniversário de Douglas, e Aline convidou a todos para a festa que realizaria.
Mesmo a contragosto, Claudio aceitou e lá fomos nós.
A festa estava animada, muitas pessoas desconhecidas, alguns conhecidos nossos e assim íamos, de canto em canto, conversando e bebendo.
Altas horas, Douglas já estava bem alto e cantava todas as mulheres que passavam perto dele.
Dei por falta de Aline, e com vontade de ir ao banheiro, subi as escadas e aproveitaria para ver se a Aline estava por lá.
Quando me aproximei do quarto dela, ouvi uns sons estranhos, e, pé por pé, aproximei-me da porta que estava entreaberta.
O que vi me deixou atônita, Aline, de costas, atrás dela um homem que não reconheci, a apertava fortemente, suas mãos levantavam seu vestido e massageavam sua boceta por cima da calcinha.
A cena me fez molhar imediatamente.
Seus gemidos contidos mostravam que ela estava gozando.
Lançando-se para traz e beijando o homem que continuava com suas mãos na sua boceta.
Meio desnorteada, acabei batendo o cotovelo na porta e não consegui evitar que eles me vissem.
Desci as escadas rapidamente e juntei-me ao meu marido.
Sentia uma forte umidade a exalar de minha boceta.
No dia seguinte Aline vem a minha casa.
Um pouco sem jeito, me conta que conheceu Aderbal em seu trabalho, e que já vem mantendo relações com ele há algum tempo.
Perguntei se não temia que Douglas descobrisse.
Fiquei espantada quando me diz que ele já sabia e admitia.
Desde que ela descobriu o bilhete em seu bolso fizeram um pacto, onde cada um, mantendo as aparências, poderia ter a vida que quisesse.
Fiquei estarrecida, mas ao mesmo tempo excitada.
Mais calma, Aline passou então a contar a grande transformação que ocorrera em sua vida.
O tesão, que até nem mais sentia, era efervescente, e o sexo passou a ter uma importância em sua vida que nunca tivera antes, ajudando-a a ser mais feliz de uma maneira geral.
Num momento da sua conversa ela me diz sorrindo:
- “Você tem que experimentar, tenho certeza de que vai gostar, e nunca mais vai querer outra vida“
Ralhei com ela; ora, como poderia viver com minha consciência indo para a cama com outro homem??
Ela então retruca, amor, isso passa!!!!
Essa conversa permaneceu muito tempo comigo, e, não posso negar, ela me excitava.
Com o passar do tempo, até pelo fato de Claudio não me procurar tanto, a ideia de dar a um outro homem começou a ter algum sentido.
Certa vez, ao sair do meu trabalho, eis que me encontro com Aline, também saindo do seu.
Como começava a chover, ela me convidou a dar uma paradinha num barzinho para tomarmos um chopinho enquanto a chuva não passava.
Mal nos sentamos e ela avista, em uma mesa próxima, um homem que lhe sorri.
Ela retribui o sorriso e o homem se aproxima de nossa mesa.
Incomodada, cutuco-a por baixo da mesa.
Ela fazendo de conta que não percebe, levanta-se, dá um selinho e um abraço nesse homem, em seguida me apresenta, seu nome é Rodrigo, se conheceram há algumas semanas atrás.
Ela o convida a sentar e começamos a conversar animadamente.
Meu marido me chama ao celular e lhe digo que estou esperando a chuva passar para ir embora, ele me avisa que está em uma reunião, e que não teria horário para chegar em casa.
Volto a prestar atenção na conversa e percebo que Rodrigo encostou-se mais em Aline, podia até perceber que ele passava as mãos em suas coxas por baixo da mesa.
Subitamente um homem se aproxima da mesa.
Alto, moreno, sorriso encantador, se dirige a Rodrigo, que ao vê-lo, levanta-se e o abraça efusivamente.
Ele é então nos apresentado, seu nome é Sidney, são amigos de infância.
Convidado a sentar, Sidney começa a falar de sua vida, de sua família, é casado, tem filhos, também adolescentes, mas passa por uma fase ruim em seu casamento.
Revela-se carente.
Conversa vai, conversa vem, percebo que Sidney se aproxima um pouco mais de mim.
Mesmo mais altinha, por conta dos chopinhos, percebo que ele toca sua perna na minha.
Mantenho a aparência e me afasto de seus toques, ele então se aproxima mais e me toca novamente.
Já começo a ficar com raiva de sua insistência, mas inegavelmente, começo a me excitar também.
Aline então levanta para dançar.
Sidney me convida e fico na dúvida se devo ou não, mas, como a chuva insistia em continuar, penso que uma dança não seria problema.
Quando nos juntamos na pista, Sidney me enlaçou pela cintura e encostou seu corpo ao meu, e seu rosto em meu pescoço.
Suas mãos, perto da minha bunda, seu pinto duro, na direção de minha boceta, e seus lábios roçando meu pescoço, começaram a me levar às alturas, e todas as minhas resistências começaram a ser minadas.
Acho que ele percebeu minha respiração entrecortada, e suavemente virou o meu rosto e me deu beijo nos lábios…
Acho que eu os abri, porque quando percebi, sua língua já se apoderava de minha boca.
Senti que cheguei a um ponto de difícil retorno…
Ali estava eu, uma mulher bem casada, resolvida, à beira de cometer minha primeira infidelidade.
Meio tonta, sem nenhuma resistência, me vi sendo levada para um canto mais ermo do bar, uma porta se abriu e entramos numa espécie de quartinho bem arrumado.
Uma luz tênue iluminava o ambiente, criando uma atmosfera de luxuria.
Fui agarrada, uma vez mais seus lábios tocaram os meus, e enquanto sua língua passeava em minha boca, suas mãos febrilmente desabotoavam meu soutien.
Ao surgirem meus seios, duros pelo extremo tesão, ele se pôs a beijá-los, lambe-los, e suas mãos não paravam, puxavam agora a minha saia para baixo, e de repente, eu estava deitada, apenas de calcinha, com as pernas abertas e uma boca a sorver meu clitóris esfomeadamente.
Fui às estrelas!
Nunca havia sentido tal sensação!
Acho que o clima do proibido e a presença máscula de um outro homem despertaram uma puta que eu mesma desconhecia existir.
Em alguns instantes senti uma cabeçorra de pica forçar a entrada de minha boceta, já não escondia meus gemidos, que mais pareciam urros, senti milímetro a milímetro aquele pau enorme avançar pela minha estreita boceta, gozei, gozei, gozei, não sei quantas vezes, e, atordoada pelos intensos gozos, me vi de bruços e senti aquele maravilhoso pinto vencendo as resistências de meu cuzinho, tão pouco explorado.
Não sei quanto tempo ficamos ali, até porque perdi a noção do tempo.
Senti-me ao final, abraçada àquele macho que repousava sobre mim, uma paz há muito tempo não sentida.
Sentimentos de vergonha tentaram se insinuar, mas o prazer que acabara de viver era maior.
Fui enlaçada pela cintura e levada a um pequeno banheiro onde havia um chuveiro.
Debaixo de uma água morna, senti novamente seu pinto crescer, e ali mesmo virei-me para que ele me penetrasse onde desejasse.
Ele gostou do meu cuzinho, e estimulado pela água que descia, facilitando a penetração, iniciou um vigoroso movimento de vai e vem que eu desejava nunca terminar.
Senti quando suas golfadas de gozo entraram em meu reto, era uma sensação de prazer imensurável, seu sêmen alisava meu cuzinho, que permaneceu em contração depois que aquele pinto saiu.
Tomamos mais um banho, nos vestimos e rapidamente voltamos a nossa mesa.
Aline já estava lá, e com um sorriso maroto, percebeu o que eu acabara de viver.
Temíamos que pudesse haver alguém que me conhecesse, assim mantivemos as aparências, mas sentados, colados um ao outro, não podíamos evitar as mãos se tocando, e meu desejo se reacendendo.
Olhando o relógio me assustei, era muito tarde e a chuva havia passado.
Gentilmente Rodrigo ofereceu-nos uma carona.
Sentada no banco traseiro com Sidney, tendo os olhares complacentes de Aline, que se esbaldava com Rodrigo no banco dianteiro, deixei de lado os meus pudores e me entreguei as caricias daquele moreno maravilhoso que me fez sentir uma verdadeira mulher.
Fomos deixadas nas proximidades de casa, nos despedimos efusivamente, sem promessas de reencontros, mas o clima que ficou deixou a certeza de que eu estava apenas me iniciando nesse maravilhoso universo do prazer sexual.
Meu marido chegou em casa quando eu já dormia, e assim não comentamos nada sobre o nosso dia.