Olá, meu nome é Pedro, tenho 45 anos e sou casado com uma deliciosa mulher chamada Joyce há 22.
Minha esposa tem 44 anos, 1,66m, tem seios enormes, um belo corpo e é extremamente fogosa.
A história que vou contar se passou em viagem que fizemos a um Resort em Itaparica em nossa segunda viagem de lua de mel.
Minha esposa sempre teve o sonho de se casar de véu e grinalda na Igreja, mas quando nos casamos éramos muito jovens e acabamos realizando apenas a cerimônia civil por falta de dinheiro e outros motivos.
A falta da cerimônia religiosa sempre foi motivo de frustração para Joyce, assim, querendo fazer minha esposa feliz, há dois anos, concordei em realizar a cerimônia religiosa com direito à Lua de Mel em um lugar paradisíaco.
A viagem estava indo muito bem.
Sol, boa comida e muito sexo, tudo muito normal para um casal curtindo sua lua de mel.
Porém, no terceiro dia de viagem, a coisa começou a tomar outros rumos.
Enquanto estávamos lá fizemos amizade com algumas pessoas, entre elas um cara chamado Fabio que estava hospedado no resort com a mulher e duas filhas.
Na noite do terceiro dia, resolvemos ficar até mais tarde no bar localizado perto da recepção conversando com alguns hóspedes, entre eles Fabio, que tinha deixado a esposa cuidando das filhas no quarto.
Fabio era um cara moreno, alto (conheci o cara na academia do hotel), que morava em Florianópolis.
Naquela noite ele sentou perto da gente e ficamos bebendo e batendo papo até tarde.
Ele estava dando bastante atenção à Joyce, que estava totalmente à vontade perto dele.
Aquilo foi me dando um pouco de ciúmes, mas deixei rolar.
Conforme a conversa se desenvolvia, foi ficando mais descontraída e Fabio mais confiante, tanto que passou a dar leves toques nas coxas da minha esposa durante a conversa.
Eu estava tomando tequila, enquanto os dois preferiram tomar vinho.
As horas foram passando e eu fui bebendo sem perceber o efeito que a bebida ia me fazendo, até que tive que me levantar para ir ao banheiro.
Assim que me levantei o mundo girou e por pouco não caí.
Imediatamente, Fabio levantou e me segurou pelo braço.
Vendo meu estado, Joyce também levantou e decidiu que era melhor irmos para o quarto devido ao meu estado.
Apesar de não ter pleno controle sobre meus movimentos, eu tinha consciência de tudo que estava se passando a minha volta.
Fabio falou para minha esposa que estava tarde e que era melhor que ele também fosse dormir, mas se ofereceu para ajudar a me levar até o nosso apartamento.
Então lá fui eu para o quarto, conduzido pela minha esposa e nosso novo amigo, cada um me dando apoio de um lado.
Eles continuaram conversando e rindo, como se eu nem estivesse ali presente.
Chegando no quarto, Joyce abriu a porta e Fabio entrou comigo e me deixou sentado na poltrona, bêbado, mas consciente.
Joyce entrou logo atrás e ele se virou pra ela.
Falaram alguma coisa baixinho e riram.
Acho que apaguei por alguns minutos, quando abri os olhos os dois estavam se agarrando.
Ela no colo dele com as pernas envolvendo o corpo de Fabio.
Tentei reagir, dizer alguma coisa, mas não tive forças.
Dormi novamente.
Acordei, agora a luz estava apagada e o quarto era iluminado pela luz externa do hotel que passava pela janela aberta.
A poltrona em que eu estava ficava no canto do quarto, de maneira que eu tinha uma visão diagonal da cama.
Abri os olhos e me deparei com a boca da minha mulher tentando engolir a cabeça de uma rola muito grossa.
Ela estava por cima dele, faziam um 69, vi sua carinha de satisfação, mamando com vontade aquele cacete gigantesco, enquanto rebolava na língua do macho.
A essa altura eu já me sentia recuperado, mas fiquei quieto, tentando entender o que estava sentindo.
Era ciúme, mas também sentia muito tesão de ver minha esposa sendo uma tremenda putinha pro seu novo amigo.
Fiquei parado, senti meu pau endurecer.
Esperei até que ela se virou e sem largar o pauzão do Fabio, se posicionou e foi passando o cabeção daquela rola na porta da bocetinha.
Foi descendo devagar, até entrar a rola inteira, o que aconteceu com muita facilidade.
Ela então se debruçou para começar os movimentos, para frente e para trás, esfregando a boceta no macho e beijando-o na boca ao mesmo tempo, do jeito que eu sei que ela gosta.
Ela ia beijando e deixando escapar uns gemidos bem baixinhos, acho que para não me acordar.
Agora que eu sabia que nenhum dos dois me viam, levantei bem devagar e fui me aproximando da cama.
Queria surpreende-los.
Quando cheguei perto, os dois olharam pra mim e ela, na mesma hora, pulou da vara do macho que também a empurrou para o alto na hora do susto e se pôs de pé do outro lado da cama.
Os dois pareciam que queriam falar algo, mas não encontravam palavras.
Meu pau estava duro.
Joyce estava ali peladinha sentada na ponta da cama.
Alcancei a mão dela e a puxei na minha direção de modo que ela ficou de quatro com a boceta virada para Fabio.
Olhei nos olhos dela e comecei a beijar sua boca.
Só fiz um sinal para Fabio que não se fez de rogado, se posicionou na cama e enfiou a rola na minha esposa que soltou um gritinho de tesão.
Fiquei ali beijando a boca de minha mulher enquanto seu macho a fodia de quatro num ritmo cadenciado.
Ela foi se soltando, começou a rebolar gostoso naquela rola e a gemer cada vez mais alto.
Fabio sentiu o momento e começou a aumentar a frequência das estocadas.
Ela então anunciou :
- "Tõ gozando… Ahhhhhhh... Tô gozando caralho... Goza comigo, vai goza!!! Goza gostoso!".
Fabio também gemendo começou a gozar, encheu a bocetinha da minha mulher de porra.
Ficaram parados um pouco, ele pressionando o pau dentro da boceta para aproveitar ao máximo a gozada.
Então caíram exaustos na cama, os dois me olhando com cara de "E agora?".
Fiquei ali sorrindo por uns minutos e falei que sempre me excitou a ideia de ver outro cara comendo a Joyce e que aquilo me deixou com muito tesão, apesar de também ter sentido ciúme.
Estava um pouco confuso, mas disse que não ia ter problema.
Fabio se levantou e foi se vestindo para ir embora, foi dizendo tchau e saindo visivelmente desconfortável.
Tratei de acalmá-lo.
Me despedi e disse que no dia seguinte conversaríamos.
Depois que ele saiu, Joyce ficou me olhando com uma carinha de safada que foi pega no flagra.
Beijei sua boca e disse que a amava.
Deitei do lado dela e a abracei por trás.
Dormimos de conchinha, ela com a boceta toda melada, inundada de porra de outro cara.
Continua...
delicia de conto, pena que eles não te levaram para uma ducha fria antes, ai faria mais sentido os dois molhados ....