O dia que fui passivo!!

Esse é um conto que eu lembrei e senti vontade de compartilhar com vocês.

Vocês sabem que eu amo ser ativo nas relações — e, na maior parte do tempo, eu sou. Prefiro assim. Mas houve alguns momentos em que eu ousei atravessar essa fronteira e experimentar o outro lado. O conto de hoje é justamente sobre essa experiência, essa aventura em que eu me permiti ser passivo.

Eu tinha por volta de 23 ou 24 anos quando conheci ele.

Na verdade, nos conhecemos em um brechó. Ele era dono de um antiquário que funcionava no mesmo espaço. Um homem de mais ou menos 1,87m, alto, branco, por volta dos 44 anos, cabelo e barba grisalhos, sorriso largo, sempre muito simpático. Tinha aquele porte físico maduro, padrão, seguro de si. Andava sempre muito bem vestido, e o antiquário refletia isso: peças organizadas, tudo no lugar, tudo com cuidado.

Toda vez que eu passava por ali, ele me cumprimentava. Até que um dia resolvi entrar de vez. A conversa fluiu fácil. Ele me contava a história das peças, de onde vinham, o valor afetivo de algumas delas — e aquilo já me fisgou. Mas, enquanto falava, ele me olhava. Um olhar que a gente reconhece de longe. Como quem devora com calma, sem tocar. Sem dizer nada.

Eu passava sempre por ali, e ele sempre me elogiava. Até o dia em que fui procurar algo muito específico. Ele disse que ainda não tinha, mas que talvez chegasse em dois dias, porque estava fazendo uma curadoria nova de roupas para o antiquário.

Dois dias depois, passei lá de novo. Ele me chamou para entrar. Ficamos conversando mais, a troca de olhares ficou intensa, quase insustentável. Ele já não conseguia mais disfarçar. E eu, confesso, na minha cabeça só pensava em como eu iria comer aquele cu gostoso. Mal sabia eu…

Durante a conversa, ele perguntou de forma sagaz, me elogiando:
— As meninas devem ficar super atrás de você, né? Bonitão, forte, estiloso…

Respondi com naturalidade que não só meninas, mas meninos também. Foi quando vi os olhos dele brilharem. Perguntei o porquê. Ele sorriu e disse que eu era muito bonito, que se a gente namorasse eu daria trabalho. Brinquei dizendo que eu era tranquilo.

Trocamos números.
As conversas começaram a esquentar. Todo dia eu dava um jeito de passar por lá. Ele deixou claro que queria muito, mas precisava de tempo. Não queria nada ali no local de trabalho. Preferia algo mais reservado.

Até que um dia fui visitá-lo perto do horário de fechar. Ele disse que estava quase fechando. Respondi que não tinha problema, que só tinha ido dar um abraço. Guilherme puxou uma cadeira, começamos a conversar. Em determinado momento, pediu licença e disse:
— Deixa eu te falar uma coisa…

Eu tinha acabado de sair da academia. Estava de shortinho, regata, mochila nas costas. Ele elogiou minhas pernas, disse que eu estava cada dia mais gostoso. Eu, todo modesto, respondi que eram só os olhos dele.

Foi quando ele se levantou, se aproximou, olhou fundo nos meus olhos e disse:
— É melhor eu fechar a porta.

Ele fechou. Baixou as portas.

E então a gente se beijou ali mesmo.
Ele me pegou no colo, e eu já sentia aquela piroca pulsando — grande, pesada, devia ter uns 19 centímetros. Mesmo por cima da roupa, latejava contra meu cu, que começou a piscar. Meu pau endureceu na hora.

Ele tinha um toque delicioso. Beijava meu pescoço, a barba roçando na pele, descendo para o peito. Cheirava meus pelos, passava a língua devagar no meu pau e no meu cu, brincando com a cabeça da minha pica, deixando tudo babado.

Num movimento rápido, me virou de costas, tirou minha blusa e foi descendo, beijando minhas costas até chegar na bunda.
— Nossa… que cuzão — eu ouvi ele murmurar.

Me colocou de quatro. A língua dele era mágica. Brincava comigo, me fazia gemer sem controle.
— Ai… caralho… que delícia…

Eu fiz ele afogar a língua no meu cu e quando saiu, voltou ainda mais decidido. Brincava com a cabeça da piroca dele no meu cuzinho, meu corpo inteiro implorando.

Ele sentou na cadeira, tirou a calça, e aquela piroca pulou pra fora. Rosada, suculenta, linda. Eu fui pra frente, comecei a chupar, linguar, brincar com a língua na cabeça da piroca. Ele revirava os olhos, se contorcia, pedia mais.

Quando deixei tudo bem babado, ele disse:
— Eu quero muito esse cu.

Eu, cheio de tesão, respondi:
— Então come. Me fode, seu puto.

Ele foi devagar. Me deixando louco.
— Vai… fode… caralho…

A piroca entrou lenta.
— Ai, Guilherme… calma… vai devagar…

Mas logo ele começou a socar com força, com fome, com desejo. Meu corpo respondia inteiro.
— Ai, porra… eu vou gozar…

— Eu também… caralho…
Gozamos juntos.

Depois desse dia, ele me levou pra fazenda dele. Lá, me comeu na sala. Mas não ficou só nisso. Ele também pediu que eu comesse ele.

E vou te falar… foi uma delícia.
Mas isso… é história pra outro dia.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


253711 - Garçom - a fod4 mais intensa - Categoria: Gays - Votos: 6
253110 - BEM VINDS A 2026 - Categoria: Gays - Votos: 10
242648 - Eu e o Trabalhador da EcoNit - Categoria: Gays - Votos: 9
241986 - Eu e o Jogador Hétero - Categoria: Gays - Votos: 9
241776 - O dia que eu botei o dentista pra mamar minha piroca - Categoria: Gays - Votos: 14
241765 - O professor do meu trabalho - Categoria: Gays - Votos: 6
241582 - O gringo e eu - Categoria: Gays - Votos: 5
241529 - O rabudo do meu trabalho - Categoria: Gays - Votos: 7
241419 - O motorista da van - Categoria: Gays - Votos: 11
235554 - Sexy Call - Categoria: Gays - Votos: 2
235320 - Eu e o professor do trabalho - Categoria: Gays - Votos: 7
234766 - Eu e o Daddyzao - Categoria: Gays - Votos: 6
232569 - Eu e Meu Amigo Hétero - Categoria: Gays - Votos: 17
232370 - Moto Uber - Categoria: Gays - Votos: 17
232060 - O vizinho - Categoria: Gays - Votos: 11
232011 - Meu professor de biologia - Categoria: Gays - Votos: 10
231751 - A corrida de domingo: parte 3 - Renato, o personal - Categoria: Gays - Votos: 8
231685 - O bombeiro amigo da família - Categoria: Gays - Votos: 26
231612 - Um dia quente no pilates - Categoria: Gays - Votos: 9
231587 - Eu e o PM - Categoria: Gays - Votos: 29
231542 - O porteiro da Faculdade de Engenharia - Categoria: Gays - Votos: 15
231370 - De domingo para segunda. Dia 17 de março de 2025 - Categoria: Gays - Votos: 13
231338 - A corrida de domingo: parte 2 - Categoria: Gays - Votos: 9
231273 - A corrida de domingo - Categoria: Gays - Votos: 13
231226 - Treino noturno - Categoria: Gays - Votos: 8
231225 - Entre Sombras e Desejos: uma ficção do mundo gay - Categoria: Fantasias - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil afrodito
afrodito

Nome do conto:
O dia que fui passivo!!

Codigo do conto:
254159

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0