Villamor, um resort de sonhos

Saímos de Tambaba com o sangue fervendo de tesão. A experiência na praia tinha sido apenas o gatilho; precisávamos de mais. A decisão foi rápida: não voltaríamos para o hotel convencional. O destino era a Pousada Villamor, um santuário liberal que ficava no caminho de volta. Fizemos o check-in com a urgência de quem precisa saciar uma fome antiga, buscamos as malas e atravessamos o portal daquele mundo novo.

Eram 18h quando entramos no quarto. O ritual de iniciação foi um banho rápido para lavar o sal do corpo e vestir os roupões brancos aveludados que o resort oferecia. A regra ali era clara e excitante: o roupão era permitido na circulação, mas nas áreas úmidas, piscinas e saunas, a nudez era a única lei.

O lugar era um labirinto desenhado para o prazer: piscinas aquecidas, saunas a vapor, banhos romanos... cada canto parecia sussurrar um convite ao pecado.

Caminhamos pela área comum, analisando o terreno. Havia outros casais, o clima era de uma tensão sexual latente. Para quebrar o gelo e a nossa própria timidez, fomos para uma piscina isolada. Precisávamos de álcool. Depois de algumas doses, o álcool dissolveu a vergonha. Criamos coragem e caminhamos em direção à banheira de hidromassagem onde três casais conversavam animadamente.

Tiramos os roupões. A água quente acolheu nossos corpos nus enquanto os olhares dos estranhos nos dispiam mais uma vez. A conversa começou com amenidades, aquele teatro social bizarro onde todos fingem civilidade enquanto estão completamente expostos, com os genitais flutuando na água borbulhante.

O jantar foi apenas uma pausa técnica. O verdadeiro banquete estava nos fundos, numa área chamada "Banho Romano".

Ao chegarmos lá, a atmosfera mudou. O ar era denso, úmido e cheirava a sexo. Dois casais já haviam abandonado qualquer protocolo. Em um canto, um homem devorava a boceta da mulher, chupando com uma voracidade animal, sem se importar com quem assistia. Nós fingimos costume, mas por dentro estávamos vibrando.

Comecei a beijar Simone ali mesmo. No início, senti o corpo dela tenso, inseguro, mas o ambiente era contagiante. Minha mão desceu para a água, encontrando a fenda dela já encharcada. Quando dei por mim, eu estava de joelhos na piscina, com a cara no meio das pernas dela, chupando sua boceta para uma plateia de desconhecidos. O som das chupadas se misturava aos gemidos dos outros casais. Subi e a penetrei ali mesmo, na água, transformando aquele banho romano numa orgia líquida. Ficamos nessa pegação por horas, trocando fluidos e olhares com os outros, até o resort anunciar o fechamento da área.

Mas a noite estava longe de acabar.

Arrastamo-nos para o quarto, bêbados de prazer, mas Simone tinha outros planos. O olhar dela mudou; a submissa da piscina deu lugar a uma dominadora implacável. — Hoje você é a minha puta — ela sussurrou, enquanto afivelava a cinta peniana na cintura.

Ela sabia o quanto eu era viciado no meu rabo sendo usado. Com um sorriso perverso, me obrigou a vestir uma calcinha de renda, completando a humilhação que eu tanto desejava. De quatro na cama, completamente entregue, senti a cabeça do consolo forçar minha entrada. — Isso... — eu gemia — Come o cuzinho da sua putinha... me faz de fêmea!

Ela não teve piedade. Começou a bombar, estocando fundo, me arregaçando sem dó. Eu gritava, ela gemia alto, comandando o ritmo. — Arregaça o meu cu, Simone! — eu implorava. Tínhamos certeza de que os vizinhos ouviam cada tapa, cada gemido sujo, cada som úmido daquele consolo entrando e saindo de mim. Naquele quarto, não haviam limites.

No dia seguinte, a ressaca moral não existia. Acordamos cedo, antes do café, com a libido ainda pulsando. Fomos direto para a sauna. Estávamos sós lá dentro, mas as paredes eram de vidro transparente. Mesmo com o vapor embaçando a visão, sabíamos que estávamos expostos.

A excitação do risco foi o estopim. Comi Simone ali, prensada no vidro, sabendo que qualquer funcionário que passasse veria a cena: eu fodendo ela com raiva e tesão.

Depois, foi a vez dela. Com a buceta escorrendo, ela voltou a atenção para o meu buraco, que já estava aberto da noite anterior. Sem cerimônia, ela enfiou a mão. Um dedo, dois, três... quatro dedos entraram no meu cu arrombado. Eu gemia abafado, sentindo o preenchimento total, a pressão insana, enquanto ela me manipulava como um brinquedo.

Infelizmente, o tempo jogou contra nós. Não conseguimos voltar para a piscina para uma última rodada de exibicionismo, mas saímos de lá com uma certeza absoluta: Villamor deixou marcas na nossa pele e na nossa alma. Vamos voltar. E da próxima vez, será ainda melhor.


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Comentários


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adlg Comentou em 09/02/2026

Delícia 😋




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Villamor, um resort de sonhos

Codigo do conto:
254216

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
09/02/2026

Quant.de Votos:
3

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