Tambaba: O Despertar (Parte 1)

O planejamento daquela viagem serviu como uma preliminar psicológica que durou meses. Entre passagens aéreas e roteiros, a pergunta pairava no ar, elétrica e perigosa: teríamos coragem de pisar em Tambaba? Para quem desconhece, não é apenas uma praia; é um santuário do naturismo na Paraíba. Mas, como descobriríamos, é também um palco para desejos muito mais obscuros.
A ansiedade se misturava ao medo e a uma curiosidade pulsante. No segundo dia de viagem, decidimos que era a hora. O lugar era paradisíaco, mas a beleza natural era apenas o cenário. Passamos pela área "vestida", bebemos uma água de coco para disfarçar o nervosismo e caminhamos em direção à escadaria que separa o mundo comum da área reservada.
Não pensamos. Apenas entramos.
Na guarita, enquanto ouvíamos as regras protocolares, o funcionário nos lançou um olhar que atravessou nossa inocência. Com um sorriso de canto, carregado de malícia, ele soltou a informação que mudaria nosso dia:
— Depois das pedras, a fiscalização é... reduzida.
Simone, na sua ingenuidade excitante, não captou de imediato. Eu, porém, entendi o convite. Se a intenção era cruzar a linha da moralidade, o lugar era "depois das pedras".
A praia era deslumbrante, mas o foco estava na carne. Tiramos as roupas. A brisa do mar tocando a pele nua pela primeira vez trouxe uma sensação de liberdade misturada com vulnerabilidade. Caminhamos desviando o olhar, tentando manter a etiqueta, mas o periférico captava tudo.
Atravessamos as pedras. A atmosfera ali era mais densa, carregada de testosterona e feromônios.
Logo notamos a dinâmica: um casal parecia ser o centro das atenções, orbitado por vários homens sozinhos. Observamos de longe. O casal sumia em uma trilha na mata, os homens seguiam como predadores, e minutos depois retornavam. Eles voltavam com o pau meia-bomba, a respiração pesada; ela ia direto ao mar se lavar. O ciclo do prazer estava escancarado.
Aproximei-me do homem do casal. Ele já havia nos cumprimentado antes, simpático, mas com aquele brilho predatório no olhar. Fui direto, sem rodeios. Ele confirmou minhas suspeitas: as trilhas escondiam clareiras, buracos na vegetação onde a civilidade morria e o instinto animal assumia. Iam para lá para foder. Sem filtros.
Quando eles voltaram para a mata, seguidos por três sujeitos, chamei Simone. Seguimos à distância, transformando-nos em voyeurs.
A cena que encontramos era crua. A mulher estava de joelhos na terra batida, mamando o marido com voracidade enquanto dois estranhos rondavam, masturbando-se, esperando a vez. A hierarquia era clara. Ela se levantou, a pele suada e suja de areia, e o rodízio começou. Três homens a revezaram, penetrando-a por trás com força, sem qualquer romantismo.
Um quarto homem tentou se aproximar, mas foi barrado pelo marido. O rejeitado, um tipo escroto, recuou e fixou os olhos em nós. Começou a bater uma punheta encarando Simone, num gesto de desafio nojento. Nós o ignoramos; o tesão pelo que víamos na clareira era maior que o incômodo.
O casal gozou, os homens se dispersaram, e eles foram ao mar se limpar. O cheiro de sexo pairava no ar quente. Eu e Simone, agora com o sangue fervendo e as genitálias pulsando, buscamos nossa própria clareira.
Encontramos um espaço cercado por árvores retorcidas. O chão era um tapete de folhas secas e camisinhas usadas — o lixo do prazer alheio que, naquela hora, só serviu para aumentar nossa excitação. Era sujo. Era real.
Assim que colei meu corpo ao dela e nossas bocas se encontraram, um dos urubus que rondava a praia tentou entrar na nossa clareira. Expulsei-o com um gesto ríspido. Aquele momento era nosso.
Começamos tímidos, mas a luxúria atropelou qualquer hesitação. Simone levantou as pernas, expondo-se completamente naquele cenário selvagem. Ajoelhei-me.
— Chupa... — ela gemeu.
Afundei o rosto no meio das pernas dela. O cheiro era inebriante, uma mistura de mar e fêmea no cio. Minha língua encontrou uma buceta encharcada, transbordando um mel espesso. Chupei com vontade, bebendo dela, mas a urgência era dolorosa. Minha rola estava dura como uma rocha, latejando, implorando por atrito.
Não esperei. Posicionei-me e empurrei. Entrei deslizando, fácil, lubrificado pelo desejo excessivo dela. Ela estava pingando. Meti forte, ouvindo o som obsceno da pele batendo contra pele, ecoando na mata silenciosa.
Depois de um tempo, inebriada, ela inverteu o jogo. Ajoelhou-se na minha frente e abocanhou meu pau. Foi uma mamada suja, deliciosa. Ela sugava com força, limpando da minha pele o próprio gozo e o suor dela, misturando nossos sabores na boca.
Mas ela queria mais. A devassidão de Tambaba tinha destravado algo nela.
Antes que eu pudesse reagir, ela me girou. Com autoridade, me colocou de quatro apoios no chão da clareira. Senti a língua dela quente e úmida invadir meu rabo. Ela lambia o anel do meu cu com voracidade, lubrificando, preparando o terreno. Eu gemia, entregue, sentindo uma vulnerabilidade excitante.
Então, ela invadiu.
Primeiro um dedo. O choque elétrico percorreu minha espinha.
Depois o segundo. Ela abria espaço, reivindicando aquele buraco proibido.
O terceiro dedo entrou, e ela começou a bombear.
Que delícia absurda. Nunca tinha sentido um tesão tão agressivo, tão na carne. Estávamos ali, expostos, fazendo o impensável. Não chegamos a gozar ali — a adrenalina de sermos pegos ou observados por quem não queríamos nos manteve no limite.
Saímos da mata suados, com a pele marcada e os olhos brilhando. Todos na praia sabiam exatamente o que tínhamos feito. Os olhares cúmplices confirmavam.
O homem do casal que seguimos, já de saída, me chamou num canto.
— Gostaram, né? Se quiserem mais, tem um resort naturista aqui perto... é outro nível.
Voltei para Simone, a proposta ecoando na minha cabeça. Trocamos um olhar e a decisão foi muda, mas unânime. Passaríamos a noite lá.
Mas essa descida ao inferno do prazer... fica para a segunda parte.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario wagner-nudista-

wagner-nudista- Comentou em 30/01/2026

Tambaba é um paraíso




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


245369 - Simone, na faculdade aprendi mais do que ética - Categoria: Bissexual - Votos: 6
245291 - Simone, já mamei um amigo do trabalho - Categoria: Gays - Votos: 9
245053 - O fetiche de Simone - Categoria: Fetiches - Votos: 4
245040 - Mais um segredo pra Simone - Categoria: Bissexual - Votos: 3
244368 - O Segredo da Estrada - Categoria: Gays - Votos: 2
244121 - Confissões para Simone - Categoria: Gays - Votos: 0
244013 - Um Segredo Pra Simone - Categoria: Incesto - Votos: 7
243993 - A surpresa de Simone - Categoria: Fetiches - Votos: 8
243807 - Simone Me Fez Gemer na Cachoeira - Categoria: Confissão - Votos: 6
243702 - Quando Simone Me Arrombou - Categoria: Confissão - Votos: 12
243626 - Entregue ao Prazer de Simone - Categoria: Confissão - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil jeffsimon
jeffsimon

Nome do conto:
Tambaba: O Despertar (Parte 1)

Codigo do conto:
253527

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
30/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0