O retorno a Tambaba: Ela me comeu na praia- parte 3

O retorno a Tambaba, no dia seguinte, não foi um passeio turístico; foi uma missão tática. Depois da devassidão no Villamor, voltamos à praia com outra postura. Não éramos mais os novatos curiosos; éramos iniciados. Conhecíamos o terreno, as regras não escritas e, principalmente, nossos próprios limites — que estavam prestes a ser testados novamente.
Desta vez, o setup era profissional. No cooler, bebidas geladas para soltar as inibições. Mas o verdadeiro tesouro estava escondido no fundo da bolsa: lubrificantes, camisinhas e a cinta peniana com nosso brinquedo favorito. O objetivo era claro e volúpio : eu queria ser enrabado por Simone na trilha. Queria ser a fêmea dela, ali, no meio do mato.
Ignoramos a área comum e fomos direto para "depois das pedras". O clima era de mercado de carne. Homens solteiros rondavam como tubarões, observando casais com aquele ar predador, esperando um sinal, um convite para participar. Eles nos olhavam, avaliando a carne, mas nós os ignoramos. O show seria privado, mas com plateia garantida.
Simone estava excitada, sentia o cheiro de sexo no ar, mas o medo da exposição a deixava em alerta. Eu, por outro lado, estava cego pelo desejo de ser exposto, usado e fodido publicamente.
Encontramos uma clareira na matinha. O lugar tinha aquele silêncio pesado, quebrado apenas pelo som do mar e de gemidos distantes. Sabíamos que olhos famintos nos observavam por entre os arbustos.
Preparei o terreno. Deitei Simone sobre uma toalha e mergulhei na boceta dela. Minha língua trabalhou com urgência, chupando e lambendo, arrancando gemidos que ecoavam na trilha. Eu precisava deixá-la louca, precisava que o tesão dela superasse o medo de ser pega.
Quando ela estava ofegante, com a buceta escorrendo, inverteu o jogo. Ela sabia o que eu implorava. — Vira, sua puta— ela comandou, pelo olhar.
Obedeci instantaneamente. Fiquei na posição de frango assado, expondo meu buraco para a mata e para ela. Simone começou os trabalhos: primeiro a língua, quente e áspera, invadindo meu cu. Depois os dedos, abrindo espaço, relaxando o anel que pulsava de expectativa.
Então, ela abriu a bolsa. Tirou o monstro: um consolo de 20 cm de comprimento e 4,5 cm de diâmetro.
Primeiro, ela o usou na mão. Empurrou a cabeça do brinquedo contra meu esfíncter, forçando a entrada. Estava gostoso, preenchia, mas não era o suficiente. Eu queria ser sua fêmea . Eu queria que ela vestisse o pau. — Bota a cinta, amor... me come direito... me arromba aqui — eu sussurrei, implorando.
Ela hesitou, olhando por cima dos ombros, varrendo o perímetro. O medo de alguém aparecer era real, mas o meu pedido foi mais forte. Com as mãos trêmulas de adrenalina, ela ajustou a cinta na cintura.
Agora ela tinha um pau.
Ela se posicionou atrás de mim e empurrou. Senti aquela rola de látex rasgar minha entrada, invadindo meu corpo sem piedade. — Isso... — gemi alto, sem me importar com quem ouvia. — Me usa como sua fêmea!
Ela enterrou até o talo. O preenchimento foi total, uma sensação avassaladora de posse. Simone começou a bombar. Uma, duas, três estocadas fundas. Eu delirava, sentindo o peso do corpo dela contra o meu, o brinquedo roçando na minha próstata, a sensação de estar sendo fodido no meio do mato.
Mas a tensão foi demais para ela. O medo de sermos flagrados no ato explícito travou o ritmo. — Não dá, tem gente vindo... — ela sussurrou, parando abruptamente.
Ela sacou o brinquedo de dentro de mim, me deixando com aquela sensação de vazio e desejo insaciável. Guardamos tudo às pressas, o coração disparado, a respiração irregular. Saímos da matinha trôpegos, suados, com um tesão que doía nos ossos.
Não gozamos naquela hora, não finalizamos como planejamos, mas a experiência foi elétrica. Foi, sem dúvida, uma das melhores vezes que entreguei meu cu para ela. A mistura de perigo, exibicionismo e submissão criou uma memória que levaremos para sempre.
Voltamos para a área comum, ficamos na esfregação, trocando chupadas discretas, mas a semente estava plantada.
Vamos voltar à Paraíba. E quando voltarmos, estaremos mais experientes, mais corajosos e com menos limites. Já posso sentir o gosto do sexo volúpio que ainda teremos naquele paraíso.

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Ficha do conto

Foto Perfil jeffsimon
jeffsimon

Nome do conto:
O retorno a Tambaba: Ela me comeu na praia- parte 3

Codigo do conto:
254428

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
11/02/2026

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