Chorei de remorso quando esporrei em cima da aliança da esposinha do meu melhor amigo.

Bruno e eu éramos amigos desde os oito anos. Crescemos na mesma rua, dividimos merenda na escola, perdemos o cabaço no mesmo puteiro. Quando ele casou com a Patrícia, fui padrinho. Quando comprei meu apê, ele ajudou na mudança. Amizade de verdade, dessas que a gente pensa que dura pra sempre.

Patrícia sempre foi bonita. Morena, olhos puxados, um corpo que o tempo só melhorou. Mas era a mulher do meu amigo. Ponto. Nunca passou pela minha cabeça qualquer coisa além do respeito.

Até aquela noite.

Bruno me ligou no sábado à tarde.

— Vem ver o jogo aqui. Comprei cerveja, vou fazer uma carne. A Patrícia disse que faz uma batata frita.

Cheguei umas oito. Bruno já tinha aberto a primeira cerveja. Patrícia estava na cozinha, avental por cima do short curto, os peitos empurrados pra cima. Me deu um abraço rápido, quente.

— Oi, cunhado. Tudo bem?

— Tudo.

Assistimos ao primeiro tempo. Bruno bebia rápido, animado. Patrícia servia a mesa, trazia tira-gosto, sentava ao lado da gente. O jogo estava ruim, mas a companhia era boa.

No intervalo, Bruno foi ao banheiro. Patrícia se virou pra mim.

— Tá bebendo pouco.

— Dirijo.

— Dorme aqui. Tem quarto.

— Depois vejo.

Bruno voltou. O segundo tempo começou. Ele abriu mais cerveja. Eu diminui. Patrícia bebia vinho, devagar.

O time perdeu. Bruno xingou, reclamou, abriu mais uma. Começou a falar do trabalho, do chefe, dos problemas. A língua já pastosa. Patrícia olhava, pacientemente.

— Vou deitar — ele anunciou do nada. Levantou, cambaleou. — Cê fica, cara. Dorme aqui.

— Bruno...

Mas ele já estava no quarto. Ouvi o baque na cama. Minutos depois, o ronco.

Patrícia riu.

— Todo jogo é assim. Bebe, reclama, dorme.

— Deixa ele.

— Quer mais cerveja?

— Melhor não.

Ela levantou, pegou a taça dela, sentou no sofá mais perto de mim. Muito perto.

— Cê é um bom amigo — disse. — Bruno tem sorte.

— Ele é que é.

— Não. Você. Sempre presente. Sempre discreto.

A mão dela pousou na minha coxa. Eu congelei.

— Patrícia...

— Fica quieto.

Ela inclinou, me beijou. Eu desviei.

— Não dá.

— Dá. Bruno não acorda nem com bomba.

— É meu amigo.

— Sou sua amiga também. Querida, não sou?

Levantou, foi até a porta do quarto, olhou. Voltou.

— Tá roncando. Morto.

Sentou no meu colo.

— Patrícia...

— Cê não quer? Olha pra mim.

Olhei. Ela estava linda. Os olhos brilhando, a boca entreaberta, os seios quase saindo do decote. O short tinha subido, mostrando a coxa.

— Quero — admiti. — Mas...

— Não tem mas.

Ela me beijou. Dessa vez eu não desviei.

O beijo foi longo, molhado, desesperado. As mãos dela no meu cabelo, as minhas na cintura dela. Ela gemeu baixinho.

— Vem — sussurrou.

Me levou pro quarto dos fundos. O quarto de hóspedes. Mal entramos, ela já estava abrindo minha calça.

— Sempre quis — disse, ajoelhando. — Desde a primeira vez que te vi.

Enfiou o pau na boca. Chupou com fome, com raiva, com pressa. Eu segurei a nuca dela, sentindo a garganta apertar. Ela levava fundo, babava, voltava.

— Assim? — perguntou, olhando pra cima.

— Assim.

Ela chupou até eu quase gozar. Aí parou.

— Agora você em mim.

Tirou o short, a calcinha. Deitou na cama, abriu as pernas.

— Vem. Sem camisinha.

Enfiei. Ela gemeu alto, agarrou minhas costas.

— Tão bom. Tão esperado.

Fodemos no quarto de hóspedes enquanto o marido dela roncava do outro lado. Ela pedia mais, pedia tapa, pedia pra morder. Eu obedeci. Gozei dentro, ela gozou junto.

Pensei que tinha acabado. Mas ela queria mais.

— Quero de novo. Agora no cu.

Virou de quatro. Mostrou a bunda redonda, o cu pequeno.

— Vem. Enfia.

Cuspi, passei, enfiei devagar. Ela gemeu, apertou, pediu mais. Fui fundo, sentindo o aperto, o calor.

— Enche meu cu — pediu. — Quero leite quente aqui.

Meti com força, gozei dentro dela de novo. Ela tremeu, gozou também.

— Ainda não acabou — disse.

Me levou pro quarto do casal. Bruno estava lá, de bruços, roncando alto. A luz do abajur acesa. Ela me puxou pra cama.

— Aqui.

— Tá louca?

— Ele não acorda. Confia.

Deitou na cama, ao lado do marido. Me puxou pra cima dela.

— Me come aqui. Olhando pra ele.

— Patrícia...

— Faz.

Enfiei. Ela mordeu o lábio pra não gemer. Eu metia devagar, vendo o perfil do meu amigo dormindo. Ela me apertava, gozava, pedia mais.

— Goza na minha boca — pediu.

Desci, enfiei o pau na boca dela. Ela chupou olhando pro marido. Gozei, ela engoliu.

Mas ela queria o final perfeito.

Tirou a aliança do dedo. Colocou em cima da boceta, bem na entrada.

— Agora goza aqui. Em cima da aliança.

— Patrícia...

— Goza. Enquanto olha pra ele.

Bati punheta sobre ela, sobre a aliança, sobre a boceta molhada. Olhava pra ela, olhava pra ele. O remorso subia junto com o tesão.

Gozei.

Jorros quentes em cima da aliança, escorrendo pela boceta dela. Ela sorriu, satisfeita. Eu comecei a chorar.

— Pronto — ela disse. — Agora sou tua. Mesmo ele nunca sabendo.

Limpei as lágrimas. Olhei pra Bruno. O ronco continuava. Ele não viu nada. Não viu a mulher ser fodida pelo melhor amigo. Não viu a aliança suja de porra.

Vesti a roupa. Saí do quarto. Ela foi atrás.

— Vai embora?

— Vou.

— Volta amanhã?

Olhei pra ela. Linda. Safada. Destruidora de amizades.

— Não sei.

— Volta. Eu espero.

Fui embora. No carro, chorei de novo. Bati com a cabeça no volante.

— Filho da puta — disse pra mim mesmo.

Mas no dia seguinte, quando ela mandou mensagem, eu respondi.

E fui.

Porque o pior do pecado não é cometê-lo. É gostar tanto dele que você repete, mesmo sabendo que tá destruindo tudo.


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Comentários


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edumanso Comentou em 18/02/2026

Tesao de conto !!! Caramba como eu gosto disso, sempre chamo amigo ou primo pra tomar uma cerveja em casa, faço que bebo muito e vou dormir. Minha esposa fode com eles e volta pra cama de madrugada. Pode abrir o olho corno manso, teu amigo já foi embora vem lamber a porra escorrendo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Chorei de remorso quando esporrei em cima da aliança da esposinha do meu melhor amigo.

Codigo do conto:
254967

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/02/2026

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