Parei o carro na bomba 4, a mais afastada de todas. Ele veio caminhando com aquele passo calmo, limpando as mãos sujas de graxa em uma estopa.
— Boa tarde. Vai completar? — ele perguntou, apoiando o braço forte na minha janela e me encarando com aqueles olhos claros.
Eu sustentei o olhar, deixando o desejo transparecer sem filtros. — Quero completar sim, Lucas... Mas não estou falando só do tanque. Quero ver se esse serviço de pista é tão bom quanto o frentista — disparei, na cara dura.
Ele deu um sorriso de lado, aquele charme cínico, e me mediu de cima a baixo. — O serviço aqui é completo. Me espera lá no box de troca de óleo, que está vazio agora. Vou só pendurar o bico e já vou te dar a assistência que você está pedindo.
Entrei com o carro no box e ele veio logo atrás, puxando a grade de ferro com um barulho seco. Ficamos na penumbra, com cheiro de óleo e testosterona. Ele não disse nada; apenas começou a abrir o zíper do macacão. Quando a roupa caiu até a cintura, a visão foi o ápice: o pau dele, enorme e dotado, saltou para fora, já semirrígido e latejante. Era uma peça bruta, sem nenhuma barreira de tecido.
Eu não perdi tempo. Me ajoelhei ali mesmo, no chão de cimento da oficina, e segurei aquela rola imponente com as duas mãos. A cabeça era grande, rosada e já brilhava com o pré-gozo. Comecei a passar a língua em toda a extensão, sentindo o calor e as veias saltadas daquele frentista.
— Isso... usa essa boquinha. Mostra que você realmente estava com sede — ele rosnou, enterrando as mãos calejadas no meu cabelo e me puxando para frente.
Enfiei tudo na boca, sentindo o Lucas chegar até o fundo da minha garganta. O som úmido da mamada ecoava nas paredes do box enquanto eu fazia um vácuo forte, trabalhando a língua na base e nos ovos pesados dele. Ele gemia alto, empurrando o quadril, me forçando a engolir cada centímetro daquela delícia.
— Chega... se continuar eu vou despejar tudo na sua garganta agora, e eu quero te usar primeiro — ele disse, a voz rouca de puro tesão, me puxando para cima pelos cabelos.
Ele me girou e me prensou de costas contra o capô do carro. Senti o metal morno e logo em seguida as mãos brutas dele puxando minha calça. Sem nenhum aviso ou gentileza, o Lucas me penetrou com uma estocada só, funda e seca, me fazendo soltar um grito que ecoou por todo o box.
— Toma o seu serviço completo! — ele rosnou, me socando com vontade.
O ritmo era frenético, como um motor em alta rotação. Eu sentia cada centímetro daquela rola de frentista me preenchendo, me deixando largo, enquanto ele batia com força contra a minha bunda. No clímax, ele me virou de frente, me ajoelhou novamente e, com um rugido de animal, despejou jatos quentes, espessos e abundantes de leite direto na minha boca, sujando meu rosto e minha língua.
— Bebe tudo, não deixa cair uma gota desse combustível — ele arfou, enquanto eu engolia cada gota, saboreando o gosto do Lucas.
Ele se vestiu com a mesma calma de quem termina um turno, ajeitou o volume novamente dentro do macacão justo e me deu um tapa estalado na bunda.
— Serviço finalizado. Volte sempre, freguês. A bomba 4 está sempre à disposição.