O Lucas, o Frentista da Bomba 4


O sol da tarde batia no asfalto do posto BR, mas o calor que eu sentia não vinha do clima. Vinha do modo como o Lucas se movia entre as bombas. Ele era um loiro de parar o trânsito, e o uniforme de frentista — um macacão de brim azul marinho — parecia ter sido costurado no corpo dele de tão justo. O tecido marcava cada músculo das coxas e, principalmente, o volume impressionante entre as pernas. Todo mundo no bairro comentava e eu ali, de perto, confirmava: o Lucas não usava cueca. O movimento do seu pau, livre e pesado por baixo do pano, era uma provocação que me deixava sem fôlego.

Parei o carro na bomba 4, a mais afastada de todas. Ele veio caminhando com aquele passo calmo, limpando as mãos sujas de graxa em uma estopa.

— Boa tarde. Vai completar? — ele perguntou, apoiando o braço forte na minha janela e me encarando com aqueles olhos claros.

Eu sustentei o olhar, deixando o desejo transparecer sem filtros. — Quero completar sim, Lucas... Mas não estou falando só do tanque. Quero ver se esse serviço de pista é tão bom quanto o frentista — disparei, na cara dura.

Ele deu um sorriso de lado, aquele charme cínico, e me mediu de cima a baixo. — O serviço aqui é completo. Me espera lá no box de troca de óleo, que está vazio agora. Vou só pendurar o bico e já vou te dar a assistência que você está pedindo.

Entrei com o carro no box e ele veio logo atrás, puxando a grade de ferro com um barulho seco. Ficamos na penumbra, com cheiro de óleo e testosterona. Ele não disse nada; apenas começou a abrir o zíper do macacão. Quando a roupa caiu até a cintura, a visão foi o ápice: o pau dele, enorme e dotado, saltou para fora, já semirrígido e latejante. Era uma peça bruta, sem nenhuma barreira de tecido.

Eu não perdi tempo. Me ajoelhei ali mesmo, no chão de cimento da oficina, e segurei aquela rola imponente com as duas mãos. A cabeça era grande, rosada e já brilhava com o pré-gozo. Comecei a passar a língua em toda a extensão, sentindo o calor e as veias saltadas daquele frentista.

— Isso... usa essa boquinha. Mostra que você realmente estava com sede — ele rosnou, enterrando as mãos calejadas no meu cabelo e me puxando para frente.

Enfiei tudo na boca, sentindo o Lucas chegar até o fundo da minha garganta. O som úmido da mamada ecoava nas paredes do box enquanto eu fazia um vácuo forte, trabalhando a língua na base e nos ovos pesados dele. Ele gemia alto, empurrando o quadril, me forçando a engolir cada centímetro daquela delícia.

— Chega... se continuar eu vou despejar tudo na sua garganta agora, e eu quero te usar primeiro — ele disse, a voz rouca de puro tesão, me puxando para cima pelos cabelos.

Ele me girou e me prensou de costas contra o capô do carro. Senti o metal morno e logo em seguida as mãos brutas dele puxando minha calça. Sem nenhum aviso ou gentileza, o Lucas me penetrou com uma estocada só, funda e seca, me fazendo soltar um grito que ecoou por todo o box.

— Toma o seu serviço completo! — ele rosnou, me socando com vontade.

O ritmo era frenético, como um motor em alta rotação. Eu sentia cada centímetro daquela rola de frentista me preenchendo, me deixando largo, enquanto ele batia com força contra a minha bunda. No clímax, ele me virou de frente, me ajoelhou novamente e, com um rugido de animal, despejou jatos quentes, espessos e abundantes de leite direto na minha boca, sujando meu rosto e minha língua.

— Bebe tudo, não deixa cair uma gota desse combustível — ele arfou, enquanto eu engolia cada gota, saboreando o gosto do Lucas.

Ele se vestiu com a mesma calma de quem termina um turno, ajeitou o volume novamente dentro do macacão justo e me deu um tapa estalado na bunda.

— Serviço finalizado. Volte sempre, freguês. A bomba 4 está sempre à disposição.


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Ficha do conto

Foto Perfil militar-kasinsk
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Nome do conto:
O Lucas, o Frentista da Bomba 4

Codigo do conto:
255040

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/02/2026

Quant.de Votos:
13

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