Nossos olhos se cruzaram e a voltagem no ar subiu instantaneamente. Ele me caçou com o olhar enquanto eu atravessava o pátio. Quando paramos frente a frente, o cheiro do perfume amadeirado dele se misturou à minha própria antecipação.
— Procuro algo que aguente o tranco, mas que não perca o estilo — eu disse, deixando meu olhar descer descaradamente pelo volume que se desenhava na calça dele.
— Você veio ao lugar certo — ele respondeu, a voz baixando para um tom perigosamente grave. — Tenho algo no fundo do salão que exige uma atenção... mais exclusiva.
O cheiro de couro novo e o brilho impecável do verniz preenchiam o salão, mas meu foco estava no modo como a camisa social dele marcava os ombros. Ele me guiava com uma mão que quase tocava minhas costas, um calor que atravessava o tecido.
— O espaço interno é o diferencial desse modelo — ele disse, parando diante de um SUV imponente. — Deixa eu te mostrar o porta-malas. É o maior da categoria.
O som elétrico da tampa subindo foi o único ruído na agência deserta. Eu me inclinei, fingindo analisar o acabamento, sentindo o corpo dele se colar ao meu por trás. O calor era absurdo. Senti o hálito quente dele no meu pescoço, seguido de uma frase que destruiu qualquer resquício de etiqueta:
— Se esse seu bundão for tão espaçoso e macio quanto este porta-malas, meu pau está feito.
O choque da audácia percorreu minha espinha como uma descarga. Virei o rosto, encontrando olhos famintos, dilatados de puro tesão. Dei um sorriso de lado, sustentando o olhar:
— Espaçoso, quente e muito, muito confortável. Experimenta.
Meus dedos foram direto para o cinto dele. A adrenalina de estar em um local público, com o risco de alguém entrar, só tornava tudo mais urgente. Quando abri o zíper, o som ecoou no silêncio. Libertei o pau dele, que pulou para fora, latejando, uma peça de engenharia bruta, latejando de veias saltadas e com a cabeça já brilhando de pré-gozo.
— Já que pegou, agora mama até secar! — ele ordenou, a voz rouca, a mão espalmada no teto do carro para se manter firme.
— Com prazer... e já veio até lubrificado — respondi, vendo a gota de desejo na ponta.
Me ajoelhei no chão frio da agência e o envolvi. O contraste da minha boca quente com a pele firme dele o fez soltar um rosnado animal. Comecei a mamar com fome, sentindo o gosto dele, indo até o fundo enquanto ele enterrava as mãos no meu cabelo, me puxando contra sua base com uma força bruta.
Ele não aguentou muito tempo. Com um movimento brusco, me levantou e me debruçou sobre a borda do porta-malas. O metal frio contra meu peito contrastava com o fogo que eu sentia por dentro. Arranquei minha calça, expondo meu cuzinho que já pulsava de ansiedade. Antes de entrar, ele passou a língua — quente, áspera e certeira — me fazendo arquear as costas e soltar um grito que ecoou por todo o salão.
— Agora eu vou fechar a venda do jeito que você gosta... Toma! — ele rosnou.
Ele entrou de uma vez só, sem aviso. A estocada foi tão profunda que senti o impacto na boca do estômago. Minhas pernas fraquejaram e eu gozei ali mesmo, sem nem tocar em mim, apenas com a força daquela penetração violenta.
— Ai, meu Deus! Mete! Mete tudo, me rasga no meio! — eu gritava, entregue ao prazer sujo.
— Já estou metendo! Toma esse pau, sente como ele te preenche todo! — ele respondia, a carne batendo com força contra a minha, um som úmido e rítmico que preenchia o vazio da loja.
O prazer era absoluto. Cada vez que ele me puxava pelos quadris para encontrar o pau dele, eu sentia que ia desmaiar. Ele não tinha pressa, mas tinha força. Ele me usava como se eu fosse o motor mais potente que ele já tinha testado.
— Não para... me deixa bem largo! — eu implorei, a voz sumindo.
— Só vou parar quando eu despejar tudo aí dentro... ou na sua boca, escolhe!
Virei o rosto para trás, o suor escorrendo, o olhar perdido:
— Me come e goza onde você quiser, só não para!
As estocadas ficaram frenéticas, o vendedor perdeu toda a postura polida. Ele me segurava pelas coxas, deixando marcas que eu ostentaria com orgulho. O ritmo era insano, um galope que me fazia tremer por inteiro.
— Ah, eu vou gozar! Que tesão, que pau maravilhoso! — eu gritava, sentindo a onda de prazer vindo com tudo.
— Então aguenta... segura o pagamento agora! — ele arfou, a voz sumindo num rosnado de esforço.
Senti a porra dele explodir dentro de mim, jato após jato, um calor líquido e espesso que parecia me marcar por dentro. Meus músculos contraíram em volta dele, sugando cada gota daquele gozo, enquanto eu tremia em um orgasmo que parecia não ter fim.
Ficamos ali, fundidos, o cheiro de sexo e couro novo dominando o ar. Ele se afastou devagar, o pau saindo com um estalo úmido, deixando-me preenchido e exausto. Ele ajeitou o terno, recuperando o cinismo, e sussurrou no meu ouvido:
— E aí? Opcional aprovado?
Levantei-me, limpando o rastro de prazer da coxa. Ele estendeu a mão, o sorriso comercial de volta ao rosto.
— Então, vamos ao escritório assinar a papelada?
— O carro? É fantástico — respondi, ajeitando o cabelo e caminhando para a saída com um rebolado vitorioso. — Mas vou precisar de revisões semanais. Mande o contrato por e-mail... e não esqueça da garantia estendida. Vou precisar de cada segundo dela.