Marina abriu a porta do carro e saiu com naturalidade desconcertante. Vestido curto, sem calcinha, levemente embriagada e absolutamente consciente do efeito que causava.
O saguão do hotel estava movimentado. Dois rapazes próximos ao bar do lobby interromperam a conversa quando ela passou. Marina sentiu os olhares subindo pelas pernas nuas. Ela não apressou o passo.
Gustavo vinha logo atrás, carregando a garrafa de vinho, a calcinha dela ainda no bolso.
No elevador, ficaram sozinhos. Assim que as portas se fecharam, ela o puxou pela camisa. O beijo veio cheio da tensão acumulado. As mãos dele procuravam o corpo dela com fome. Voltou a sentir a buceta quente e molhada em seus dedos.
— Calma… — ela sussurrou contra os lábios dele. — A noite é minha. E você não vai querer que me vejam assim pela câmera de segurança. — Respondeu irônica.
Ele obedeceu.
Quando a porta do quarto se fechou atrás deles, não houve cerimônia. O vinho ficou fechado sobre a bancada. Marina caminhou até a cama sem tirar o vestido.
— Quer saber o que ele escreveu? — perguntou, enquanto deitava de bruços na cama deixando o vestido revelar suas curvas.
Gustavo engoliu em seco.
— Quero.
— Então vem me chupar que eu lhe conto. — Marina seguiu deitada de bruços, abrindo levemente as pernas, como um convite.
Gustavo se enfiou entre suas pernas, beijando sua bunda com urgência. Mariana apenas empinava e rebolava lentamente seu quadril. Com as mãos, Gustavo afastou um pouco mais suas pernas até alcançar a buceta encharcada de Mariana com a língua. Ela se arrepiou na hora, e começou a contar.
— Ele disse que ficou louco com a forma como eu dançava. Que tentou não olhar… mas que era impossível. Que imaginou mil coisas quando eu passei pela mesa.
— E você? — ele perguntou entre chupadas e lambidas.
Ela deu mais uma rebolada na boca dele, um gemido suave.
— Disse que era só o efeito do drink. Ele respondeu que não… que mulher nenhuma dança daquele jeito “por acaso” — Só porque eu estava dançando assim… Mariana intensificou a rebolada na cara de Gustavo.
Marina percebeu que gozaria a qualquer momento se continuasse naquela situação. Mas ela queria manter o domínio do jogo. Saiu abruptamente da posição, tirou sensualmente a roupa de Gustavo, deitou ele de costas e, em um único movimento, sentou sobre o pau duro do marido que entrou suavemente.
Mariana rebolava de olhos fechados como se ainda dançasse para aquele estranho. Será se ela estava lembrando do momento? Ou estava imaginando aquela rebolada no pau dele… Gustavo não tinha certeza… mas se segurava para não gozar. Queria ouvir mais daquela conversa…
Mariana aproximando a boca do ouvido dele:
— Ele disse que ficou imaginando qual seria a minha reação se tivesse me puxado pela cintura para dentro do banheiro com ele.
Gustavo soltou o ar devagar. As mãos dele apertam firmes na bunda dela, mas quem comandava o ritmo era Marina.
— E você deixou ele falar assim? — ele perguntou.
— Deixei. — pausa. Rebolada lenta no pau do Gustavo — Respondi que ele teria que imaginar qual teria sido minha ração.
— Depois chegamos na porta do hotel. Falei para ele que precisaria parar a conversa porque você tinha bebido demais e iria precisar lhe colocar na cama para dormir…
O olhar dela encontrou o dele.
— Eu escrevi isso enquanto você estava dirigindo… enfiando seus dedos na minha buceta me segurando pra não gozar.
A mistura de submissão e excitação atravessou Gustavo inteiro. Mariana percebendo a fragilidade do marido intensificou a rebolada até gozarem juntos de forma intensa…
O quarto parecia menor. O ar mais denso.
Marina deita ao lado de Gustavo, tentando recuperar o fôlego. Observa o pau dele ainda duro mesmo após uma gozada intensa… algo incomum nos últimos tempos.
— Acho que minha conversa no WhatsApp mexeu com você hen. — Marina fala com um ar debochado enquanto acaricia a rola de Gustavo.
— Ah, teve uma última conversa que eu não contei. Ele perguntou se eu mandaria uma foto… — ela disse, quase num sussurro.
Gustavo abriu os olhos imediatamente.
— Você mandou?
O pau de Gustavo saltou nas mãos pequenas de Mariana. Percebendo a reação que causava no marido deu uma risada sincera…
— Não. Ainda não.
A palavra ficou suspensa no ar.
— Eu disse que talvez… se ele merecesse. — Marina completou.
Gustavo soltou uma risada baixa.
— Você está adorando isso.
— Nós dois estamos.
Agora foi a vez de Gustavo controlar a situação… subiu sobre Mariana, invadindo sua buceta com força. Foram estocadas fortes e intensas.
— Ai, meu maridinho ficou bravo agora. Falou Mariana com uma leve ironia entre gemidos.
— Sua puta.
— Sou? Então, como uma boa puta, acho que eu deveria enviar uma foto para aquele gostoso. Quem sabe ele não me responde com uma foto dele também… fiquei curiosa com aquele volume na calça…
Gustavo socava alucinadamente com uma intensidade que nunca tinha sentido.
Mariana sabia que ele estava na mão dela.
— Posso mandar uma foto da sua esposinha pra ele?
— Sim. — Respondeu ele entre gemidos.
— Se você aceita, então eu mando… mas com uma condição. Você vai tirar a foto.
Aquela provocação, misturada com ordem, misturada com submissão foi a gota d’água para Gustavo que gozou intensamente pela segunda vez seguido pelo gozo de Mariana.
O silêncio depois foi diferente. Não pesado. Não estranho. Foi intenso. Marina deitou a cabeça no peito de Gustavo, ainda ofegante.
— Você está bem? — ela perguntou.
— Eu estou melhor do que bem. Eu adorei tudo.
Ela levantou o rosto para encará-lo.
— Mesmo?
— Principalmente o fato de você estar no controle. Eu nunca te vi assim.
Ela sorriu, satisfeita.
— Eu também nunca me senti assim.
Ficaram alguns minutos em silêncio. O vinho acabou sendo aberto depois, servidos em taças improvisadas sobre a mesa de cabeceira.
Marina estava elétrica.
— Eu pensei em uma coisa. — disse, girando o vinho na taça.
— Perigoso quando você começa assim.
Ela mordeu o lábio.
— Cinco desafios. Um para cada dia da viagem.
— Que tipo de desafios?
— Cada dia propomos algo. Cada dia um passo.
Entre taças de vinho e carinhos suaves a imaginação dos dois seguiu livre. Conversaram e propuseram situações que nunca tinham falado em voz alta. Ao final da garrafa de vinho surgiu o Jogo Dos 05 Desafios.
1. A Foto que Não Devia Existir
Ela enviaria pela primeira vez, uma imagem sugestiva para o homem do bar. Mas escolhida pelos dois. Pensada como parte do jogo.
2. O Jogo dos Estranhos
Ir a algum lugar separados. Fingir que não se conhecem. Ela como solteira, livre. Ele observando de longe enquanto ela é abordada, paquerada… talvez conduzindo as interações discretamente por mensagem.
3. O Quarto Proibido
Explorar um momento de tesão em algum espaço “quase público” do hotel — onde o risco de serem vistos aumente a adrenalina.
4. Jogo de sedução.
Seduzir diretamente alguém, ao lado de Gustavo. Não uma exibição passiva como no bar. Mas uma caça da Mariana. Gustavo finge não perceber enquanto sua esposa paquera alguém intensamente.
5. A Decisão Final
No último dia de viagem, decidir até onde querem ir. Fantasia permanece fantasia? Ou dão um passo além — juntos?
O quarto ficou em silêncio enquanto as possibilidades se desenhavam.
— E as regras? — Gustavo perguntou.
Ela sorriu.
— As regras são simples: nada acontece se não for excitante para nós dois. Nada escondido. Nada imposto. O prazer é compartilhado… ou não é jogo.
Ele puxou Marina para perto.
— Então qual é o primeiro desafio?
Ela pegou o celular novamente. Uma nova mensagem piscava na tela.
“Já dormiu?”
Marina levantou os olhos para o marido.
— Acho que o jogo já começou.
gustavopradotorres