À Flor da Pele (Temporada 3) – Capítulo 5: A Corrupção de Tomás: Gozo, Culpa e Fuga

O final de semana chegou cobrando a conta de tanta tensão acumulada.

Na noite de sexta-feira, o clima no apartamento estava denso, mas Gustavo decidiu que era hora de dar um empurrão final na sanidade do hóspede. Ele anunciou que os três iriam para uma balada premium na cidade.

Tomás relutou de imediato. Estava exausto psicologicamente, consumido pela culpa e pelo desejo depois da transa no sofá.

— Gustavo, cara, eu não tô no clima. Sério. Podem ir vocês dois — Tomás tentou se esquivar, afundado no sofá da sala.
— Que isso, irmão! Negativo — Gustavo retrucou, entregando um copo de uísque na mão dele e batendo no seu ombro com um sorriso cínico. — Você tá solteiro agora, porra. Precisa aproveitar, ver gente, beber, tirar essa energia pesada do divórcio das costas. Quem sabe na encontra até uma gatinha… Você vai e ponto final.

Marina apareceu na sala exatamente nesse momento, selando o destino de Tomás. Ela usava um vestido preto de alças finas, extremamente curto. O decote era generoso, destacando seu seios e marcando os mamilos.

— Vamos, Tomás — ela disse, com um sorriso enigmático. — A noite vai ser inesquecível. Eu garanto.

Na balada, o som eletrônico estalava nas caixas e as luzes estroboscópicas cortavam a escuridão. Eles pegaram um camarote. Gustavo fazia questão de empurrar bebidas para Tomás, incentivando o amigo a relaxar.

Mas relaxar era impossível.

Marina dançava na frente dos dois, rebolando no ritmo da música pesada. Ela se curvava, jogava o cabelo e, a cada movimento, o vestido subia.
Em determinado momento, Gustavo virou de costas para pedir mais bebida no bar do camarote. Marina não perdeu um segundo. Ela se aproximou de Tomás, que estava encostado na grade, paralisado. Ela colou o corpo suado no dele e, por baixo da fenda do vestido, deslizou a calcinha de renda pelo quadril, tirando a peça por completo. Ela enfiou a calcinha diretamente no bolso da calça jeans dele.

— Guarda pra mim — ela sussurrou, a boca encostando na orelha dele. — Tá molhada de vontade de você. Deixa no bolso pra lembrar o que te espera em casa.

A música mudou para um ritmo mais lento e envolvente, um reggaeton carregado de graves. Marina olhou para a pista e depois para Gustavo, com um brilho de desafio.
— Vamos dançar, amor? — ela convidou.
Gustavo deu um gole longo em seu gim, olhando para a pista com um desdém fingido.
— Ah, Marina, você sabe que eu sou um desastre com esse tipo de música. Tomás, faz esse favor pra mim. Leva a Marina pra pista. Você é solteiro, tá no ritmo... não deixa minha mulher plantada aqui.

Sem saída, Tomás seguiu Marina. No meio da multidão, ela colou o corpo no dele. Começou a dançar, movendo os quadris de forma circular, esfregando-se na ereção dele que agora era impossível de esconder. Ela girou de costas, colando a bunda firme na virilha de Tomás, descendo até embaixo e rebolando com uma agressividade que fazia o vestido subir cada vez mais.

— Você sentiu, Tomás? — ela perguntou, olhando-o por cima do ombro. — Como eu tô sem nada por baixo? Tá sentindo o que é seu no seu bolso?

Tomás estava em transe. No camarote, Gustavo observava a cena de longe, deleitando-se com a visão da esposa sendo marcada pelo amigo diante de todos. Quando a música terminou, Marina sentenciou:

— Vamos pra casa. O Gustavo deve estar exausto... e eu tô com pressa de tirar essa calcinha do seu bolso.
Voltaram para o apartamento de madrugada.

Gustavo entrou na suíte e, como sempre, deixou a porta encostada.

Na sala, Marina passou por Tomás rumo à cozinha, mas parou no meio do caminho. Ela olhou para o bolso da calça dele, deu um sorriso perverso e apontou a cabeça na direção do corredor, antes de seguir para o quarto.

Tomás foi para o quarto de hóspedes, tirou a calça jeans e pegou a calcinha de renda. Ele cheirou o tecido, o perfume misturado com o sexo natural dela invadindo o seu cérebro.

Na suíte, Marina, ainda com o vestido, beijou Gustavo e susurrou… — é bom né maridinho estar dormindo… quero dar pro Tomás aqui.

Gustavo não respondeu. Apenas deu uma risada, virou de lado e entrou em seu personagem bebado sonolento.

Marina levantou o vestido levemente expondo sua buceta lisa e tirou uma foto. Envio para Tomaz com a legenda. “Estou precisando da minha calcinha… vem aqui”.

A audácia de Marina o havia transformado.
Apenas de cueca, com o pau duro como pedra marcando o tecido, Tomás caminhou pelo corredor em silêncio e empurrou a porta da suíte.
O quarto estava mergulhado nas sombras. De um lado da cama King Size, Gustavo roncava baixinho de costas. Do outro, Marina estava deitada na beirada, como na foto, sem calcinha, esperando.

Quando viu Tomás entrar, ela abriu as pernas, dobrando os joelhos em um convite escancarado.

Ele parou em pé, bem ao lado do rosto de Marina, abaixou a cueca e liberou o pau latejante.

Marina não esperou.

Ela se inclinou para fora do colchão, envolvendo o pau em seus lábios . Tomás fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, sentindo o calor da boca da mulher do seu melhor amigo.

De cima, ele via a cena mais proibida da sua vida: o topo da cabeça de Marina subindo e descendo no seu colo, enquanto, a poucos centímetros dali, o braço de Gustavo repousava relaxado sobre o lençol.

Enquanto ela o engolia com voracidade, Tomás deslizou a mão para baixo. Ele encontrou a buceta de Marina, encharcada e quente. Ele enfiou dois dedos de uma vez, dedilhando-a com força, sentindo o clitóris dela pulsar contra sua palma. O som dos dedos trabalhando na umidade dela se misturava ao som ruidoso da sucção. Tomás olhava de cima, hipnotizado pelo contraste da luxúria dela com a imobilidade de Gustavo.

— Puta... — ele sussurrou, a voz quase sumindo.
— Sua puta... — ela sussurrou de volta.

Ele se afastou da boca dela e subiu na beirada da cama. O colchão afundou pesadamente. Ele se encaixou entre as pernas dela e a penetrou com uma estocada única e profunda.

Tomás começou a foder a mulher do amigo na própria cama dele, em um ritmo rítmico e violento. Cada impacto da carne fazia o corpo de Gustavo balançar levemente no colchão ao lado. Tomás apoiava uma mão no travesseiro, sufocando a boca de Marina com a outra para abafar os gemidos sujos que ela tentava soltar.

O perigo era o combustível.

De costas para a cena, com os olhos escancarados no escuro, Gustavo sentia o colchão vibrar. Ouvia o som molhado do sexo rolando a dois palmos de distância. O tesão era excruciante. Quando Tomás gozou, despejando a porra dentro de Marina e recuando furtivamente para fora do quarto, Gustavo finalmente se virou para Marina e subiu sobre seu corpo. Em um único movimento deslizou seu pau facilmente para dentro da buceta gozada da esposa.

Em poucas estocadas ele misturou seu gozo com o de seu amigo.

No dia seguinte, à tarde, a tensão exigia um desfecho explosivo à luz do dia.
Gustavo avisou que precisava ir para a agência resolver uma emergência e que passaria a tarde fora. Pegou as chaves, a mochila, deu um beijo em Marina na frente de Tomás e caminhou até a porta da frente.

O barulho da porta batendo e da fechadura girando ecoou.

Mas Gustavo não havia saído. Num movimento rápido e treinado, ele havia girado a chave por dentro e deslizado para o escritório ao lado da sala, deixando a porta entreaberta — o ponto cego perfeito.

Na sala, Tomás respirou fundo. A confiança doentia de quem havia fodido a mulher do amigo na cama dele na noite anterior o transformou em um animal primitivo.

Ele achava que era o dono da casa agora.

Marina estava na cozinha, de costas, lavando uma taça na pia. Usava apenas um vestido de malha fina, sem nada por baixo.
Tomás caminhou até ela com passos pesados. Ele a agarrou pela cintura com brutalidade, prensando o corpo dela contra a bancada de mármore. O vestido subiu até a cintura.

— Tomás... o que você tá fazendo? — ela provocou, fingindo surpresa, mas abrindo as pernas de imediato.
— Cala a boca — ele rosnou, a voz agressiva. Ele liberou o pau e, sem qualquer preliminar, enfiou nela de uma vez só.
Marina soltou um grito rasgado que se transformou em um gemido profundo. Tomás a fodia com violência, os corpos batendo contra a bancada da pia, fazendo as panelas tremerem.
— Você achou que eu ia ficar brincando de me esconder? — ele rosnou no ouvido dela, puxando o cabelo ruivo com força. — Eu fodi você na cama do seu marido, porra! Você é minha puta agora.
— Sou... eu sou a sua puta, Tomás! Me arrebenta! — ela gritava de volta, correspondendo à força dele, jogando o quadril para trás.
— Aquele corno manso saiu pela porta e deixou a mulher dele pra mim... — Tomás xingava, cego pela adrenalina, metendo nela com uma fúria selvagem. — Ele não sabe de porra nenhuma! Eu vou encher você de leite na cozinha dele!

Do escritório, escondido na penumbra, Gustavo assistia a tudo. A visão do amigo destruindo a própria moralidade, xingando-o de corno enquanto fodia sua esposa como um bicho, era o ápice da perversão. Gustavo masturbava-se freneticamente, ofegante. O plano havia sido um sucesso. Tomás achava que era o predador, sem ter a menor ideia de que era apenas o fantoche.

— Se é pra fuder a mulher de seu amigo vamos fazer direito. — Marina arrastou Tomás ate a sala, ficou de quatro no sofá e implorou. — Fode meu cu… enche meu rabo de porra!

Tomas estava tomado de tesão. Sem
Preparação posicionou a cabeça de seu pai na entrada do cu de Marina, segurou ela pela cintura e enterrou de uma vez. Marina deu um grito de dor e prazer.

Após alguns segundos parado ela começou a rebolar pedindo pra ser fudida.
Tomás atendeu ao pedido.

— Vou deixar você toda fudida pro corninho cuidar quando chegar. Este cuzinho tão apertado parece que nunca viu um pau de verdade.

Marina ria e falava mais alto. — Seu pau é muito mais gostoso que o do corno do seu amigo. Mostra o que é um macho de verdade e enche meu cu vai.

Cada palavra era combustível para Tomás.

— Goza, Tomás! Goza na mulher do seu amigo! — Marina gritou, os olhos revirando.

Tomás grunhiu e a segurou pelos quadris com tanta força que deixaria marcas. Ele jorrou profundamente dentro dela, ofegando alto, as pernas bambas pela explosão.

Ele a soltou devagar, escorando-se no sofá, suado e vitorioso. Marina virou-se para ele, a porra escorrendo pelas coxas. Ela deu um sorriso cínico, arrumou as alças do vestido e acariciou o rosto de Tomás.

— Você é um bom garoto, Tomás... — ela sussurrou, o tom mudando de submissa para assustadoramente controladora. — Quando eu quiser brincar de novo, eu te aviso.

Tomás franziu a testa, confuso. Antes que pudesse processar o que ela havia dito, ela levantou e foi pro quarto, só voltando a sair de lá quando Gustavo simulou seu retorno pra casa.

A noite, a suíte pegou fogo.

Marina começou a chupar o marido, massageando as bolas e contando o que aconteceu. — Sabe o que o seu amigo certinho fez comigo hoje? — ela sussurrou. — Eu mandei ele me pegar de quatro no sofá da sua sala. Mandei ele fuder meu cu. E ele foi fundo, amor. O Tomás me arrombou, metendo com força chamando você de corninho.

Enquanto falava Marina deslizou dedo até o cu de Gustavo. Enfiou o pau completo na boca babando enquanto o dedo entrava facilmente atingindo a próstata do marido.

— Ele enfiou bem assim em mim, sente. — Ela enfiava e tirava o dedo de dentro de Gustavo fazendo ele gemer.

A confissão crua, combinada com o dedo de Marina invadindo seu cu, foi a faísca final. Gustavo perdeu o controle. Ele agarrou os cabelos dela e gozou com uma força brutal, jorrando no rosto de Marina, gritando de prazer.

No dia seguinte, o peso daquela madrugada foi demais. Tomás não conseguia mais olhar para Gustavo. Na terça-feira, apareceu na sala com as malas.
— Gustavo... surgiu uma oportunidade no interior. Preciso recomeçar do zero — mentiu, a voz trêmula.
Gustavo, o mestre do jogo, deu um abraço forte no amigo.
— Vai na fé, irmão. Sabe que nossa casa está sempre aberta. Boa sorte.
Tomás partiu como um fugitivo.

O plano foi perfeito.

Mais um jogo concluído.

Foto 1 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 3) – Capítulo 5: A Corrupção de Tomás: Gozo, Culpa e Fuga

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gustavopradotorres

Nome do conto:
À Flor da Pele (Temporada 3) – Capítulo 5: A Corrupção de Tomás: Gozo, Culpa e Fuga

Codigo do conto:
258617

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/04/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
2