À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 05: O Laboratório

Assim que ficou sozinha, o sorriso contido de Marina se transformou em um riso ofegante de pura adrenalina. Ela pegou o celular, abrindo o chat com o marido.

"Tô subindo. Me espere na cama."

Quando ela empurrou a porta do quarto, Gustavo já a aguardava deitado de costas, o pau completamente duro marcando, os olhos escuros brilhando de expectativa. Marina não perdeu tempo tirando a roupa. Ela apenas puxou o short minúsculo e a calcinha para o lado.
Ela subiu na cama e sentou-se com vontade, afundando a buceta encharcada diretamente na boca dele.
A língua experiente do marido abriu caminho na mesma hora, saboreando-a com uma fome que a fez fechar os olhos e jogar a cabeça para trás.

— Eu quebrei ele... — Marina ofegava, rebolando devagar contra o rosto de Gustavo, os dedos cravados nos cabelos dele. — Ele encostou o pau duro em mim no alongamento... não conseguiu disfarçar. E confirmou o perfume... Ele tá desesperado, amor...

O tesão de relatar o próprio controle fez o corpo dela formigar e pulsar. A língua de Gustavo trabalhava no clitóris dela com maestria, bebendo seus fluidos, mas Marina exigia mais. Ela esticou o braço até a gaveta da mesa de cabeceira e puxou o consolo.
Ela ergueu levemente o quadril antes de dar a ordem.
— Chupa... não para. Eu quero os dois — ela sussurrou, a voz arrastada e embargada.
Gustavo obedeceu no mesmo segundo, focando a língua no clitóris dela de forma implacável, enquanto Marina posicionava a cabeça de borracha na própria buceta.

Ela empurrou com força. O contraste era alucinante: o silicone rígido esticando as paredes internas enquanto a língua quente e úmida do marido castigava a parte externa.
Marina começou a estocar a si mesma com vigor. Ela alternava o ritmo com perfeição: metidas fundas e violentas do consolo seguidas de reboladas intensas contra o rosto de Gustavo. Ela gemia alto, completamente entregue à dupla estimulação que tanto amava. Marina gozou de forma estrondosa, tremendo violentamente contra o rosto de Gustavo, apertando o consolo dentro de si até a última onda de espasmo passar.

Os dias seguintes correram com a ansiedade a ferver. Para aumentar o desespero de Thiago e limpar a agenda para a fazenda, Marina decidiu aplicar um gelo cirúrgico.

Na quinta-feira, o plano entrou em ação.

Marina foi até a academia do bairro apenas com a desculpa de fazer um pouco de esteira. Assim que a viu, Thiago endireitou a postura e abriu a boca para falar, os olhos famintos a procurar a mulher provocante do último treino, mas Marina foi mais rápida. Ela cortou qualquer intimidade e assumiu um tom estritamente formal e distante.

— Thiago, bom dia. Esqueci de te avisar, as minhas pernas ainda estão doendo daquele nosso último treino no prédio. Vim só fazer uma caminhada leve hoje para soltar, mas vou precisar suspender as nossas aulas esta semana para recuperar. Voltamos a falar na segunda-feira, está bem?

Ela não esperou por resposta. Virou as costas com um sorriso polido de aluna, caminhou em direção à catraca de saída e deixou o professor com a palavra na boca, o ego ferido e um fim de semana inteiro para remoer a própria obsessão e frustração.

No sábado o casal parti rumo à fazendo de Roberto para um evento divisor de águas na vida liberal do casal.

O laboratório e iria começar.

A fazenda era um santuário de luxo isolado do mundo: uma mansão espetacular com anonimato absoluto.

Eles foram recebidos na porta principal por Roberto, de bermuda e descalço, segurando um copo de bourbon, e Helena, que já desfilava com uma saída de praia transparente sobre um biquíni minúsculo.
A lista de convidados era extremamente seleta: cinco casais da alta sociedade, todos adeptos do estilo de vida liberal, e seis homens solteiros. Homens atléticos, jovens, cuidadosamente escolhidos pela anfitriã.

O sol da tarde começou a castigar agradavelmente, e o espetáculo teve início na piscina de borda infinita.
Gustavo, Roberto e os outros três homens ficaram responsáveis pela churrasqueira. O clima entre eles era de uma cumplicidade relaxada: bebidas nas mãos, cortes de carne nobre na grelha, enquanto os olhares predatórios continuavam cravados na água.

Eles eram os donos do camarote VIP.

Na piscina, Helena e outras duas mulheres desataram os laços dos biquínis quase imediatamente, jogando os tecidos para fora da água com naturalidade. Marina observava tudo da parte mais rasa. Ela estava curiosa, com uma enxurrada de dúvidas com aquele nível inédito de exposição.

Sentindo o olhar encorajador de Gustavo, a hesitação de Marina finalmente derreteu. Ela levou as mãos à nuca, desatou o laço e puxou o tecido por cima da cabeça, jogando a peça molhada na borda de pedra. Em questão de minutos, o pudor havia sumido. Todas as cinco mulheres estavam de topless, brilhando de água e luxúria.

Foi o sinal que faltava. Os seis homens solteiros saíram dos bangalôs próximos e caminharam em direção à piscina. Estavam completamente nus. A seleção de Helena era impecável: todos exibiam ereções pesadas, grossas e latejantes, balançando a cada passo até a beira da água.

Os homens sentaram-se na borda da piscina, lado a lado, com as pernas mergulhadas na água fresca e os paus duros apontados para o sol.
As mulheres, nadando como sereias famintas, foram ao encontro deles. Marina deslizou pela água até parar entre as pernas de um dos solteiros, um homem moreno e musculoso. Antes de agir, ela virou o rosto na direção da área de churrasco. Encontrou os olhos de Gustavo a metros de distância. O marido, encostado na bancada com a pinça de carne em uma mão e a bebida na outra, deu um sorriso de canto e fez um leve aceno com a cabeça.
Com a permissão visual, Marina abriu a boca e engoliu o pau do estranho na frente de todos.

Do outro lado da piscina, na parte mais rasa, Helena comandava o seu próprio show: ela estava imprensada entre dois homem, chupando um enquanto masturbava o outro com as duas mãos, completamente extasiada.

Para Gustavo, conversar trivialidades sobre negócios e churrasco com outros maridos enquanto assistia à própria mulher de topless babando na rola de um desconhecido era a definição máxima de poder e fetiche.

Aos poucos, cada mulher foi saindo da piscina com seu homem e espalharam-se pelas espreguiçadeiras de madeira. O ambiente era de pura libertação animal.

Marina estava faminta, mas a sua luxúria exigia plateia. Ela não queria Gustavo longe. Ela o queria ali, no centro do seu espetáculo particular.
Foi até os maridos que conversavam observando suas esposas e puxou o Gustavo pela mão: — Vocês me emprestam meu maridinho? Eu gosto de plateia pertinho. — Provocou levando os maridos aos risos.

Ela guiou Gusta pelo pulso até uma espreguiçadeira larga e dupla. Um dos solteiros — o mesmo homem moreno da piscina — já estava deitado ali, de costas, com a rola dura apontada para cima.
Sem hesitar, Marina montou nele de frente, encaixando-se perfeitamente, e começou a quicar com força, a pele molhada estalando a cada descida.

Gustavo parou bem na frente da espreguiçadeira. Marina ergueu o rosto, com os olhos negros transbordando malícia, abriu o zíper da bermuda do marido e tirou o pau dele para fora. Ela começou a chupá-lo com devoção, alternando entre a boca cheia de Gustavo e o quadril sendo bombardeado pelo desconhecido embaixo dela.

No meio do ato, ela soltou o pau do marido por um segundo, os lábios brilhando de saliva, e olhou-o nos olhos, iniciando a tortura psicológica que Gustavo tanto amava.
— Olha bem pra isso, amor... — ela sussurrou ofegante, rebolando devagar para que ele visse a base do pau do solteiro entrando e saindo dela. — A sua rola é uma delícia na minha boca, mas vê como a dele é grossa... Ele me preenche inteira.

A comparação explícita fez as pernas de Gustavo tremerem. O voyeurismo e a submissão de ver a própria esposa sendo arrombada e elogiando o tamanho de outro homem na sua cara eram inebriantes.
Mas Marina queria mais. Ela olhou para Gustavo com uma ganância insaciável.

— Tá faltando alguma coisa — ela murmurou, a voz rouca, sem parar de quicar. — Chama outro, meu corninho. Quero o meu cu cheio também. Manda um deles vir me foder por trás. Arruma mais um macho pra mim.

Gustavo não hesitou. Ele ergueu a mão e fez um aceno para um solteiro loiro, alto e absurdamente dotado que acabara de sair da piscina. O homem entendeu o recado. Aproximou-se, subiu na espreguiçadeira por trás de Marina e acomodou-se. Ela inclinou o corpo levemente para a frente, apoiando as mãos nas coxas do homem em que estava sentada, e abriu-se completamente.
O segundo solteiro não teve piedade. Com um empurrão seco, ele invadiu o cu de Marina.

Ela soltou um grito grave. A cena era perfeita: ela estava sendo completamente fodida nas mãos de dois desconhecidos, enquanto voltava a abocanhar o pau de Gustavo, chupando-o com violência.

Ver a sua esposa dividida daquela forma, tão de perto levou Gustavo ao limite em tempo recorde. Ele segurou a nuca de Marina e gozou de forma descontrolada e explosiva no fundo da garganta dela, os joelhos quase cedendo.

Marina engoliu tudo, afastou o rosto e olhou para o marido ofegante. O sorriso dela era letal e carregado de cinismo.

— Já, meu corninho? — ela provocou em voz alta, para os solteiros ouvirem, esfregando o rosto na perna dele. — Ainda bem que eu tenho estes dois machos aqui comigo.

A humilhação foi a gota d'água. Ouvir o deboche da esposa fez os dois solteiros acelerarem o ritmo até o ápice, urrando enquanto gozavam quase simultaneamente com jatos quentes na buceta e no cu de Marina. Ela, sentindo-se preenchida, gozou gemendo alto.

O sol já começava a se pôr quando o caos arrefeceu. Na beira da piscina, sob a luz alaranjada do fim de tarde, Marina e Gustavo descansavam deitados juntos numa chaise larga e estofada. A respiração de ambos estava mais calma, os corpos brilhando de suor, enquanto assistiam às cenas de sexo que ainda se arrastavam pelo gramado: duas esposas dividiam um mesmo pau alternando em beijos entre si, enquanto Helena continuava a cavalgar um solteiro perto do jardim.

Foi então que uma sombra cobriu a espreguiçadeira do casal.

Um dos solteiros — um homem alto, de ombros largos e dono do maior e mais assustador pau de toda a festa — sentou-se completamente nu bem ao lado da cabeça de Marina. A ereção monstruosa dele balançava a centímetros do rosto dela.

— O casal já está cansado? — o homem perguntou, a voz grave, um sorriso atrevido no rosto.

Gustavo, deitado de costas ao lado da esposa, sorriu de canto, os olhos cravados no volume do desconhecido.
— Não. Estamos só recuperando o fôlego — o marido respondeu.

Marina soltou uma risada baixa, arrastada e cheia de malícia. Ela virou o rosto e levou a mão delicadamente até a base do pau do solteiro.
— Você, com certeza, não está cansado... — ela brincou, alisando a pele quente e grossa com os dedos, como se estivesse medindo o diâmetro. — Olha só, meu amor... que coisa monstruosa.

Sem pressa, Marina abriu a boca e começou a chupar o homem bem devagar. Ela fazia questão de cuspir bastante na cabeça do pau, lambuzando os próprios lábios, o queixo e o nariz. O rosto de Gustavo estava a palmos de distância, acompanhando cada movimento de sucção, inebriado pela visão da esposa se sujando daquela forma.

Marina então começou a brincar com a mente do marido. Ela tirava o pau enorme da boca, molhado de saliva, e inclinava-se para beijar Gustavo. Ela alternava: uma chupada funda no solteiro, seguida de um beijo molhado e sujo na boca do marido, passando a língua da base da rola até a cabeça antes de enfiar a mesma língua direto na boca de Gustavo, dividindo os fluidos e o gosto do outro homem com ele.
Ofegante, Marina afastou-se do beijo e olhou para Gustavo, o tom de voz carregado de uma ironia cruel e provocante.

— Vida... eu quero muito ser comida por ele. Mas olha o tamanho disso. Tô com medo de rasgar.

Gustavo engoliu em seco, o tesão pulsando forte na própria calça.

— O que você quer que eu faça? — ele murmurou, completamente à mercê dela.
— Me prepara. Deixa ela bem molhada e relaxada pra ele entrar — ela ordenou.

Marina virou-se de costas para o marido sentando-se com a buceta diretamente sobre o rosto de Gustavo. O marido não hesitou: segurou as coxas da esposa e afundou a língua em sua buceta já molhada, sugando e lambendo com uma fome desesperada.

Enquanto Gustavo a preparava, Marina olhou para o solteiro, que já estava de joelhos atrás dela, posicionado.

— Vem me fuder vem. Mas você, amor, não para de chupar! — ela determinou.

O homem segurou a cintura de Marina e afundou o pau gigantesco de uma só vez. A visão de Gustavo foi indescritível. Por estar exatamente embaixo dela, ele tinha o ângulo mais obsceno possível. Ele viu a própria esposa ser rasgada por aquela rola enorme. O contraste do pau grosso e escuro do solteiro entrando e saindo da buceta rosada de Marina a poucos centímetros dos seus olhos fez a mente de Gustavo entrar em curto-circuito.

Os gemidos de Marina ficaram altos, o corpo dela tremendo a cada estocada violenta.
— Ai. Este pau está me rasgando. — Marina ofegava, olhando para baixo, direto nos olhos arregalados de Gustavo.
— Meu maridinho... tira ele um pouco de dentro de mim. Chupa a minha buceta pra aliviar e depois coloca ele de volta — ela pediu, a voz manhosa, fingindo fragilidade apenas para atiçar a mente submissa do marido.

Gustavo obedeceu imediatamente. Ele segurou firmemente a base do pau do solteiro, sentindo a grossura e o calor da ereção. Com cuidado, Gustavo puxou a rola para fora da esposa. Imediatamente, ele avançou com a língua, chupando a entrada latejante de Marina por alguns segundos para "aliviá-la". Em seguida, ainda segurando o pau do homem com a mão, Gustavo o guiou de volta para dentro da própria mulher.
— Isso... de novo, amor. Faz de novo — ela gemeu, completamente maluca com a sensação de ter o marido coordenando a foda de outro homem nela.
Gustavo repetiu o processo três vezes. Segurava a rola do estranho, tirava, chupava a esposa e empurrava o pau de volta para dentro dela.

O nível de perversão e envolvimento físico levou a excitação de Marina à estratosfera.

Aproveitando a posição invertida sobre o corpo do marido, ela abaixou a cabeça, abriu o zíper de Gustavo, tirou a rola dura dele para fora e a engoliu inteira.
A foda atingiu a perfeição caótica. O solteiro voltou a estocar com força por trás; Gustavo chupava a buceta da esposa por baixo enquanto masturbava e guiava o pau do outro homem a cada descida; e Marina chupava o marido com violência, babando no colo dele. O clímax foi inevitável e simultâneo. Os três gozaram juntos. O grito abafado de Marina engasgando na rola do marido misturou-se ao rosnado do solteiro despejando tudo dentro dela e ao espasmo de Gustavo, que tremeu inteiro sob o corpo da mulher.

Quando a onda de choque passou, o solteiro saiu de dentro dela, ofegante, e deitou-se de lado para recuperar o fôlego.
Marina continuou sentada sobre o rosto do marido. Ela puxou o próprio ar, sentindo o sêmen quente escorrer pelas suas coxas e pingar no nariz de Gustavo. Com um sorriso satisfeito e letal, ela cravou as unhas de leve no peito dele e deu a última ordem antes de irem embora:

— Pode continuar chupando, amor. Limpa tudo. Eu quero chegar em casa limpinha.

Quando a noite finalmente caiu, o ritmo frenético e selvagem da fazenda deu lugar a um clima de relaxamento e cumplicidade. Sob a luz quente e baixa da varanda principal, os cinco maridos estavam sentados em poltronas confortáveis, bebendo os últimos drinks e conversando em um tom ameno de fim de festa.

Foi então que as mulheres surgiram do interior da mansão. De banho tomado, com os corpos limpos, cheirosos e os cabelos ainda úmidos, elas caminharam em direção à varanda. Estavam todas completamente nuas.

Sem dizer uma palavra, movidas por uma coreografia silenciosa que parecia um ritual de agradecimento pela libertação daquele dia, cada esposa caminhou até o seu respectivo marido e ajoelhou-se entre as pernas deles.

Marina parou na frente de Gustavo, abriu o fecho da bermuda de linho dele e libertou a ereção que já a aguardava. Ela abriu a boca e o engoliu com vontade, chupando-o com uma lentidão devota e carinhosa. Ao redor deles, o som suave de bocas molhadas e suspiros masculinos encheu a varanda. Todas as cinco mulheres chupavam os maridos simultaneamente.

Enquanto saboreava o marido, Marina abriu os olhos e olhou para o lado. Marina observou Helena massagear as bolas de Roberto e, com uma naturalidade assustadora, deslizar o dedo médio na direção do ânus do homem, enfiando-o devagar e ritmadamente, no mesmo compasso da chupada. Roberto jogou a cabeça para trás, os olhos revirados em puro êxtase.

Marina não parou o próprio movimento, mas ergueu o rosto levemente e apontou com o olhar, chamando a atenção de Gustavo. O marido seguiu a direção dos olhos da esposa e flagrou a cena.

O mundo de Roberto e Helena não tinha limite algum.

O ritmo das esposas acelerou. O primeiro a gozar foi um dos homens no canto da varanda. Imediatamente após receber o sêmen na boca, a esposa dele levantou-se e deu um beijo profundo na boca do marido, dividindo o próprio gosto com ele.
A cena se repetiu como um efeito dominó.

Quando Gustavo chegou ao limite, segurando os cabelos úmidos de Marina e jorrando na garganta dela, a esposa engoliu a maior parte, levantou-se e selou os lábios nos dele em um beijo molhado, quente e com o gosto inconfundível do marido.

Roberto foi o último a gozar, tremendo sob as mãos e a boca de Helena. A anfitriã levantou-se, beijou-o intensamente e caminhou para dentro de casa com as outras mulheres para terminarem de se vestir.

Roberto respirou fundo, acomodando-se na poltrona. Ele ajeitou a roupa, pegou o copo de bourbon e olhou para Gustavo, que ainda estava ofegante e impressionado com a dinâmica que acabara de presenciar. O milionário ergueu o copo em um brinde silencioso e deu um sorriso de canto.

— Viu só, meu amigo? — Roberto comentou, a voz grave e satisfeita ecoando na varanda. — No final, todo mundo se diverte.

Já no caminho de volta, no carro, Marina observava o perfil do marido. Sentindo o peso do olhar dela, ele deu um sorriso de canto sem desviar os olhos da pista.
— O que foi? — ele perguntou.
Marina suspirou levemente, um sorriso genuíno e satisfeito desenhando-se nos lábios.
— Estava pensando nas transformações da nossa vida desde aquela nossa viagem...
— E o que você tem achado de tudo isso? — Gustavo acariciou a pele quente da perna dela com o polegar.
— Eu estou adorando — ela murmurou, a voz aveludada e sincera. — Amo a nossa cumplicidade, a nossa entrega. Amo as nossas putarias... — ela soltou uma risada baixa. — Mas gosto mais ainda de estar com você, de me entregar a você de todas as maneiras possíveis, sem limites. Está sendo uma delícia brincar com os meus bonequinhos... o vendedor da loja, o Thiago, os homens daquela festa. Mas o melhor de tudo é saber que, no fim do dia, somos sempre eu e você.

Gustavo apertou a coxa dela com firmeza, os olhos brilhando no escuro do carro. A conexão entre eles estava mais forte e inquebrável do que nunca.

Marina sorriu, deslizando a mão sobre a dele.
— Após o nosso laboratório, qual é o veredito do meu marido sobre o nosso professorzinho? — ela perguntou, indo direto ao ponto. — Ele ganha um ingresso para a nossa cama?

Gustavo avaliou a estrada por alguns segundos, processando a adrenalina de tudo o que havia vivido naquele fim de semana.
— Sim — Gustavo cravou, a voz rouca e decidida. — A fazenda me provou que eu não só aguento, como eu sou viciado em ver você com outro. O Thiago vai comer você nossa cama.

Marina virou o rosto para ele, os olhos brilhando no escuro do carro.
— E você? Vai participar?
— Essa é a única dúvida que eu ainda tenho — Gustavo confessou, um sorriso cínico desenhando-se nos lábios.

— Traz ele pra nossa cama, depois decido se participo ou não — Gustavo determinou, os olhos fixos na estrada.

A segunda-feira chegou. Às sete da manhã, Thiago já estava na academia do prédio, organizando os pesos e checando o celular a cada dois minutos, com o coração acelerado. O celular dele vibrou. Era uma mensagem dela.

"Thiago, bom dia. Desculpa a hora. A minha perna direita amanheceu travada de dor daquele nosso último treino. Não vou conseguir descer. Você pode subir aqui no apartamento rapidinho pra me ajudar a soltar a musculatura e fazer um alongamento?"

O professor engoliu em seco. Digitou rápido: "Claro. Estou subindo."

Thiago caminhou até a porta de madeira e tocou a campainha.
— Pode entrar, tá aberto! — a voz aveludada de Marina soou lá de dentro.

Thiago girou a maçaneta e empurrou a porta. O silêncio absoluto confirmava que eles estavam sozinhos.
Assim que deu o segundo passo para dentro da sala o cheiro o atingiu como um soco no estômago. O perfume. A fragrância exótica e inconfundível de âmbar e cereja negra invadiu as suas narinas. O mesmo cheiro da mulher que o havia devorado no quarto escuro do clube.

A cabeça de Thiago entrou em parafuso, o coração batendo na garganta.

Marina estava em pé no meio da sala. Ela usava um short de academia de tecido fino e tão curto que parte da polpa da bunda ficava exposta, combinando com um top incrivelmente cavado que deixava os bicos dos seios duros perfeitamente desenhados.
Ela cruzou os braços, um sorriso letal e cínico brincando nos lábios.

— Por onde você quer começar, professor?

Foto 1 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 05: O Laboratório

Foto 2 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 05: O Laboratório

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gustavopradotorres

Nome do conto:
À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 05: O Laboratório

Codigo do conto:
256972

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/03/2026

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2

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3