À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita

[…]
Marina estava em pé no meio da sala. Ela usava um short de academia de tecido fino e tão curto que parte da polpa da bunda ficava exposta, combinando com um top incrivelmente cavado que deixava os bicos dos seios duros perfeitamente desenhados.?Ela cruzou os braços, um sorriso letal e cínico brincando nos lábios.
— Por onde você quer começar, professor?
[…]


Thiago engoliu em seco. O perfume de Marina impregnava a sala, misturando-se à visão do corpo escultural dela. Ele precisou de alguns segundos para forçar o próprio cérebro a funcionar. O instinto predatório do professor gritava, mas ele tentou manter a pose do profissional, mascarando a ereção pesada que já marcava a calça de moletom.

— Vamos começar no chão — ele disse, a voz ligeiramente rouca, enquanto abria um colchonete. — Preciso avaliar a tensão no seu posterior de coxa.

Marina obedeceu sem questionar. Ela caminhou até o colchonete e deitou-se de costas, dobrando um dos joelhos. Thiago ajoelhou-se ao lado dela, posicionando as mãos na perna da aluna. Enquanto preparava o alongamento, ele olhou disfarçadamente ao redor da sala imensa.

— O Gustavo já desceu pra trabalhar? — ele perguntou, testando o terreno.
— Já. Saiu cedo para a agência — Marina respondeu, a voz mansa, os olhos negros fixos no rosto dele. — Ele tem uma reunião importante hoje. Só volta no final do dia. Você pode fazer o seu trabalho tranquilo, Thiago. Nós não seremos interrompidos.

A confirmação era tudo o que ele precisava ouvir. Thiago inclinou o corpo, empurrando a perna de Marina contra o peito dela. A proximidade fez o aroma de cereja negra ficar ainda mais inebriante. Ele não aguentou.
— Esse perfume... — ele murmurou, descendo o olhar para a boca dela. — É o mesmo da semana passada.

Marina sorriu, um sorriso pequeno e cheio de segredos.

— É sim. Como me disseram que ele trouxe coisas muito boas no fim de semana... eu resolvi usar novamente.

A respiração de Thiago falhou. Ele empurrou a coxa dela um pouco mais, roçando propositalmente o próprio quadril no corpo dela. O volume duro na calça encostou na lateral da perna de Marina.

— E como era essa mulher que estava usando o meu perfume? — ela perguntou, num sussurro provocador.

Thiago deu um sorriso de canto, a arrogância inflando.
— Sinceramente? Não deu pra ver quase nada. Estava muito escuro. Mas, pelo que eu senti... eu tenho a certeza absoluta de que ela era espetacular.

Marina sustentou o olhar dele por um longo momento. Lentamente, ela desfez a posição do alongamento e sentou-se no colchonete, ficando a centímetros do rosto do professor. Ela ergueu a mão e apoiou-a com firmeza na coxa dele, bem perto da virilha.
— Eu vou tomar esse elogio para mim, então — ela disse, a voz arrastada de luxúria. Olhou para o colchonete e fez uma careta de tédio. — O chão é meio desconfortável, não acha? Nós podemos terminar essa sessão de alongamento na minha cama. Vem.

Ela não esperou resposta. Levantou-se com a leveza de uma felina, deu as costas para ele e caminhou em direção ao corredor.
Thiago ficou paralisado por três longos segundos, o cérebro processando o convite explícito.

A mulher casada dos seus desejos o estava chamando para a cama.

Ele levantou-se num salto, com o sangue fervendo, e seguiu o caminho que ela fizera.
Quando ele empurrou a porta entreaberta da suíte master, a visão o desarmou completamente.

O top cavado e o short fino estavam jogados num canto do chão. Marina estava deitada no centro da imensa cama king size, de barriga para baixo. Ela vestia apenas um fio-dental minúsculo. Aquela bunda perfeita, empinada e farta, que Thiago passara semanas a devorar apenas com os olhos durante os agachamentos na academia, agora estava escancarada à sua inteira disposição.

Thiago não disse uma palavra. Ele arrancou a camisa, chutou os tênis e baixou a calça junto com a cueca, libertando o pau duro e latejante. Ele subiu na cama, ajoelhou-se entre as pernas de Marina e inclinou-se. Começou a beijar a bunda dela. Suas mãos apertavam a carne macia, enquanto a boca e a língua percorriam cada centímetro da pele cheirosa.
Marina gemeu alto, afundando o rosto no travesseiro. Thiago puxou a calcinha de lado. A buceta de Marina pingava de tesão. Ela instintivamente impinou a bunda o máximo que conseguiu.
Thiago desliso sua língua da buceta até a entrada do cu, fazendo Marina tremer. Em seguida um tapa forte o suficiente para deixar uma marca vermelha à direita da bunda de Marina: — agora você vai descobrir o que é ter um homem de verdade na sua cama. — E voltou a chupar Marina enfiando a língua fundo em sua buceta com movimentos simulando um pau fudendo lentamente. Foi o primeiro orgasmo de Marina naquela manhã.

Sem delicadeza ele a virou de frente, arrancou o fio-dental e pincelou aquela rola de cabeça grande na entrada da buceta dela.
— Pede - Ordenou Thiago.
— Me fode vai. Me dá seu pau. — Implorou Marina.
— Desde que vi você a primeira vez sabia que iria lhe comer. Tinha certeza que aquele seu marido mole não dava conta de você. Conheço um corno de longe. — O lado mais duro de Thiago estava à mostra.
Marina aumentou o tom de voz. — Pra meu corninho eu sou princesa. Pra você eu sou puta. Vem fuder sua puta vem, meu macho.

Em um único movimento ele afundou nela com violência. Marina gemeu intensamente.
— Que bucetinha apertada. Acho mesmo que você estava precisando de um pau de verdade. — Seguiu Thiago com sua sequência de dominação.
— Depois que você acabar comigo acho que nem vou sentir o pau do meu maridinho. — provocou Marina sempre em alto tom.

A foda que se seguiu foi uma explosão de instintos reprimidos. Marina não recuava. Ela cravava as unhas nas costas largas do professor, exigindo mais força, alimentando o ego inflado dele a cada estocada.
A adrenalina de estar na cama do marido rico soltou a língua de Thiago. Ele a prensou contra o colchão, o suor pingando no rosto dela.
— Você gosta assim, não é? De ser comida de verdade... — ele rosnava, cego pela própria presunção. — Na cama do corno do seu marido. Eu tô te rasgando na cama dele, Marina! Eu tô acostumado a fazer isso. A comer a mulher dos outros que fica carente em casa.

Marina sorria em meio aos gemidos, os olhos negros brilhando de puro sadismo. Thiago definitivamente não conhecia aquela mulher.

Marina gozou pelo menos mais duas vezes sendo fodida pelo professor. Quando Thiago finalmente chegou ao ápice, ele levantou ficando de pé sobre a cama,
Marina deitada sob ele. Uma chuva de porra caiu sobre Marina. Rosto, seios, cabelo, cama… ela tentou buscar com a boca o que foi possível. Mas o volume foi intenso.
— Gosto assim. De marcar minhas putas desse jeito. — Gemeu dominador Thiago.
Marina na se deixava dominar facilmente. Passou os dedos em
Uma significativa quantidade de porra em seu peito e levou sensualmente até sua boca sugando e engolindo tudo. — Mas da próxima vez não desperdiça tanto que eu continuo com sede de porra.

Ele caiu exausto ao lado dela, o peito subindo e descendo freneticamente, com um sorriso de macho alfa vitorioso desenhado no rosto.

Os dois ficaram deitados por longos minutos, recuperando o fôlego, o suor esfriando sobre a pele. Enquanto se preparavam mentalmente para uma segunda rodada, Thiago virou o rosto para Marina. O mistério ainda corroía a sua mente. Ele a olhou com uma expressão de quem havia desvendado o maior segredo do universo.

— Era você, não era? — ele disparou.
Marina fingiu confusão, alisando o lençol distraidamente.

— Onde?

— Na casa de swing — Thiago retrucou, confiante. — No quarto escuro. Eu já conhecia o seu cheiro. Eu já tinha sentido a sua boca em mim. Eu já tinha comido você.
Marina soltou uma risada cristalina e debochada.

— Você acha mesmo que uma esposinha comportada como eu estaria frequentando uma casa de swing de madrugada?

Thiago riu de volta, passando a mão pelos cabelos bagunçados dela.
— Pelo que você acabou de fazer comigo nessa cama... acho que não tão comportada assim.

Marina parou de rir. O rosto dela assumiu uma frieza calculada. O momento do abate havia chegado. Ela apoiou-se no cotovelo, olhando o professor de cima a baixo com um cinismo cortante.

— Mas me diz uma coisa, Thiago... você que está tão acostumado a visitar casas de swing e comer mulheres casadas. É muito comum você encontrar mulheres sozinhas lá naqueles quartos escuros?

O sorriso de Thiago vacilou levemente.
— Como assim?
A voz de Marina baixou, perigosa e afiada como uma lâmina.

— Se eu estivesse lá, no quarto escuro do clube... o meu marido não deveria estar junto comigo?

A cor sumiu do rosto de Thiago em uma fração de segundo. O cérebro dele processou a frase de Marina ao mesmo tempo em que um som metálico cortou o silêncio do quarto.

A porta do closet deslizou pelos trilhos.

Thiago congelou.

Os olhos dele arregalaram-se em puro terror ao ver a figura de Gustavo saindo da penumbra. O marido de Marina vestia apenas uma calça de alfaiataria escura, descalço, segurando a máscara de couro half-face em uma das mãos.

Gustavo caminhou com calma assustadora até a poltrona de veludo no canto do quarto e sentou-se, cruzando as pernas.

— Olá, professor.

Thiago puxou o lençol num reflexo desesperado de proteção.
O coração batia tão rápido que parecia que ia rasgar o peito. Ele olhou de Gustavo para Marina, completamente reticente e em choque.

— Isso... isso é sério? — ele gaguejou, a arrogância destruída. — Vocês não parecem... os casais que eu costumo me envolver.
— Nós estamos apenas começando nesse mundo, Thiago — Gustavo respondeu, a voz grave e controlada, erguendo a máscara de couro para que o professor a visse.

Marina deu uma risada baixa, perfeitamente à vontade nua sobre os lençóis bagunçados.
— Eu te mostraria a minha calcinha também para provar, Thiago, mas eu já te entreguei duas — ela provocou, os olhos brilhando com a menção ao glory hole e ao quarto escuro.

A revelação bateu com força. Thiago engoliu em seco, tentando recuperar um pingo de compostura.
— Olha, vocês podem confiar em mim. Eu tenho experiência com mulheres casadas. Sou totalmente discreto — ele tentou se justificar.
Gustavo deu um sorriso frio.
— Eu tenho certeza de que você é. Até porque, se isso vazar, a sua reputação e a sua carreira de personal acabam no mesmo dia, não é?

O silêncio reinou, pesado e absoluto. Thiago estava encurralado. E Marina adorava aquilo. Ela assumiu o controle.

Marina levantou da cama lentamente e desfilou até seu marido. — Maridinho. Olha a bagunça que meu professor fez — falou dengosamente sentando no colo do marido mostrando o corpo ainda lambuzado de porra. — Até limpei uma parte mas estou toda suja aqui olha. — Falou apontando para o pescoço.
Gustavo chupou um seio de Marina e deslisou sua língua até a marca de porra impregnada no pescoço.
Marina mantinha os olhos fixos em Thiago que aconpanhava tudo incrédulo, mas já sustentando uma nova ereção.

Em seguida, ela engatinhou pela cama, agarrou o pau de Thiago com firmeza e o puxou até a beirada do colchão. Ela forçou o professor a sentar-se na borda da cama, com as pernas abertas, a centímetros do marido. Marina ajoelhou-se no chão, no meio das pernas de Thiago, e abriu a boca, engolindo-o lentamente.

Vendo o marido colocar o pau já duro pra fora e iniciar uma punheta assistindo a tudo da poltrona, o instinto de Thiago começou a se adaptar às novas regras do jogo.
Enquanto Marina o chupava ruidosamente, Thiago encostou as costas na cama e olhou direto para Gustavo. A arrogância mesclada à excitação tomou conta.
Ele olhou diretamente para o pau de Gustavo e iniciou seu jogo de humilhação: — Por isso você estava tão apertadinha quando eu lhe comi né. O pau dele é metade do meu.

Marina riu sem tirar o pau dele da boca.

— Vem ver de perto, Gustavo — Thiago provocou, a respiração falhando. — Vem ver como a sua mulher engasga na minha rola.

O sangue de Gustavo ferveu de tesão. Ele levantou-se da poltrona, retirou toda a roupa e parou a centímetros deles, assistindo à esposa babar na rola do professor.

A dinâmica pegou fogo.

Thiago puxou Marina pelos cabelos e a colocou por cima.
— Passei muito tempo com tesão vendo seus agachamentos na academia. Agora quero você agachando no meu pau.

Marina ficou de pé, de costas para Thiago e começou a sentar lentamente em sua rola até sumir completamente dentro de sua buceta. Imediatamente começou a quicar com força.

— E aí professor. Meu agachamento está aprovado? — Provocou.
— Aprovadissimo. Mas o corno tá muito distante. Vem cá. Chupa aqui a buceta dela pra ela relaxar mais.

Thiago sabia jogar com o casal. Sabia levar Gustavo ao limite.
Ele obedeceu. Levou a boca até o clítoris da esposa enquanto ela sentava naquela rola tão desejada.

Marina gritava, completamente extasiada pela divisão brutal de poder no seu próprio quarto.
Naquele misto de sensações Marina segurou Gustavo pelos cabelos e começou a empurrar a cabeça dele mais pra baixo. Sem saída, a língua de Gustavo começou a percorrer toda buceta da esposa até passar pela base do pau de Thiago, molhado com os sucos de Marina, e chegar nas grandes bolas dentro de um saco liso e inchado.
Marina repetia o movimento de puxar e empurrar a cabeça de Gustavo repetidamente.

O domínio que ela tinha sobre o marido era de um tesão inebriante. Ela gozou de forma descontrolada duas vezes consecutivas.

Completamente fora de si de tanto tesão, Marina empurrou Thiago levemente pelos ombros e rolou de bruços, empinando a bunda. Ela olhou para trás, os olhos transbordando depravação.
— Eu quero você no meu cu, Thiago — ela exigiu, a voz rouca. Em seguida, apontou para o marido. — Prepara ele pra mim, vida. Chupa meu cu vai.

A ordem quebrou o último resquício de limite que existia ali. Gustavo aproximou-se, ajoelhou-se na cama atrás da esposa e afundou o rosto no meio da bunda de Marina com devoção, enquanto Thiago assistia a tudo de pé, de pau duro, com um sorriso de triunfo.

Quando ela já estava ofegante e molhada de saliva, Marina deu a cartada final.
— Pega o lubrificante na gaveta, amor — ela sussurrou para Gustavo. — Passa no pau dele. E guia ele pra dentro de mim.

Gustavo não hesitou. Ele abriu a gaveta da mesa de cabeceira, derramou o líquido espesso nas mãos e deslizou os dedos pelo pau grosso do professor. Thiago estremeceu, sentindo o toque do marido da mulher que estava prestes a arrombar. Com cuidado e uma submissão voyeurista que o levou ao limite da própria excitação, Gustavo segurou a base da rola de Thiago e a guiou diretamente para o cu de Marina.

Marina soltou um grito abafado no travesseiro quando foi invadida por completo. Ela virou o rosto para o lado, assistindo hipnotizada ao próprio marido masturbar-se freneticamente enquanto observava o professor estocá-la com violência pelo cu. A cena era o ápice da sua fantasia.
A loucura durou até os corpos não aguentarem mais.

— Goza no meu cu, Thiago... e você, jorra na minha cara! — Marina ordenou num grito gutural.

Thiago afundou o quadril numa estocada final, urrando enquanto despejava tudo dentro dela. Segundos depois, Gustavo ajoelhou-se na frente do rosto da esposa e gozou em jatos grossos e quentes, cobrindo os lábios, o nariz e as bochechas de Marina de sêmen.

O que se seguiu foi uma maratona de depravação. Completamente viciado e enlouquecido por Marina, Thiago pegou o celular enquanto ainda era chupado por ela na cama e cancelou sumariamente todos os seus outros alunos daquele dia. Eles passaram a maior parte da segunda-feira fodendo pelos cômodos do apartamento, testando todos os limites do novo triângulo.

No fim da tarde, o cenário era de campo de batalha. Gustavo estava caído na cama, completamente exausto, num sono profundo.

Marina, vestindo apenas um robe de seda entreaberto, acompanhou Thiago até a porta de saída do apartamento.
Com Thiago em pé na porta um último boquete rápido ajoelhada no chão.
— Falei que você não saía sem marcar minha fome de porra.

Em poucos minutos Thiago despejou sua última gozada na boca de Marina que engoliu tudo.

O professor estava cansado, mas com os olhos brilhando de adoração. Ele virou-se para ela no corredor.
— Isso foi a coisa mais absurda que eu já vivi — Thiago sussurrou, acariciando o rosto dela. — Eu adorei. Vou querer muito mais.
Marina deu um sorriso enigmático, ajeitando a gola da camiseta dele com uma frieza elegante.
— Nós também adoramos. Você é uma delícia, Thiago.
O professor deu um passo mais perto, a arrogância tentando mascarar o fascínio.

— Sabe, eu adoro comer casadas na frente do marido. Tem um gosto especial — ele confessou, baixando o tom de voz. — Mas, sendo sincero... com você, eu criei a expectativa de te ter só pra mim.

Marina soltou uma risada genuína e cortante. Ela deu um passo para trás, restabelecendo a barreira de poder imediatamente.
— Eu amo o meu marido, Thiago. Amo a nossa vida e amo o que nós fazemos. Isso nunca será diferente. E você nunca vai me ter só pra você.

Thiago engoliu em seco, o ego machucado colidindo com o tesão irreparável.
— Quando nós quisermos um passatempo para tornar o dia mais divertido... a gente te chama novamente — Marina concluiu.

Ela deu uma piscadela cínica e fechou a porta de madeira maciça na cara dele.

O tempo provou que as regras eram irrevogáveis. As sessões de musculação no prédio continuaram, sempre regadas a uma tensão sexual palpável e absurdamente suja. Thiago passava os treinos babando por ela, implorando em sussurros para subir ao apartamento, mas Marina controlava o jogo. Nem sempre ela estava a fim, e o dispensava com frieza na frente de outros moradores.

Mas, quando o casal queria brincar, a humilhação era garantida.

Em uma das noites, Marina o fez ajoelhar-se no canto escuro da academia vazia do prédio e chupou-o até o fim, enquanto Gustavo ficava de costas na porta de vidro, de braços cruzados, apenas vigiando se algum vizinho iria aparecer.

Tudo era milimetricamente definido e regido por Marina, sempre com a concordância sádica do marido. O professor galanteador e conquistador de casadas não passava, agora, de um brinquedo nas mãos do casal da cobertura.

O casal seguiu vivendo suas histórias e realizando as suas fantasias, cada vez mais livres.
Cada vez mais à flor da pele.

Foto 1 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita

Foto 2 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita

Foto 3 do Conto erotico: À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gustavopradotorres

Nome do conto:
À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita

Codigo do conto:
256990

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/03/2026

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