Doce Veneno – Cap. 09: O Sabor da Submissão (Parte 1)

Naquela noite, o silêncio do quarto de Artur parecia esmagador. Deitado em sua cama de solteiro, ele se perguntava como namoro havia chegado àquele ponto? Será que ele realmente teria coragem de olhar nos olhos de Betão e pedir para que o amigo deixasse sua "Princesinha" chupar o pau dele?

Era loucura.

Enquanto a mente se afogava em culpa e terror, o corpo o traía de forma implacável. No escuro do quarto solitário, Artur percebeu que estava absurdamente excitado.
O pau duro, latejando contra o tecido da cueca, era a prova física de que não havia mais volta.

Na manhã seguinte, o clima dentro do carro de Artur era denso — pelo menos para ele.
Ele estacionou na frente do prédio de Nina com as mãos suadas apertando o volante.

A entrada de Nina no carro mudou o clima. Ela estava deslumbrante, vestindo um vestido longo, solto e florido, com alcinhas finas que valorizavam perfeitamente o colo e os seios fartos. O cabelo ruivo caía solto pelos ombros, e o sorriso era o da namorada mais pura e apaixonada do mundo.

— Bom dia, Tutuzinho!

Durante todo o trajeto até a faculdade Nina tagarelava sobre assuntos completamente aleatórios: reclamou de um professor de anatomia, comentou sobre o clima abafado e falou sobre uma série que queria assistir no fim de semana. Estava tão relaxada e natural que, por um segundo, Artur quase se convenceu de que o pedido perverso da noite anterior tinha sido apenas um delírio, uma brincadeira suja de madrugada que ficaria esquecida.

Eles desceram do carro e caminharam juntos até o bloco principal.

— Bom, minha aula é no laboratório hoje, amor. A gente se vê no intervalo? — Nina perguntou, ajeitando a mochila no ombro.

— Claro, princesa. Boa aula — Artur respondeu, dando um selinho rápido nela.

Ela sorriu e deu dois passos na direção do corredor. Artur virou as costas para ir para o seu prédio, sentindo um alívio imenso lavar seu peito.

Mas então, a voz dela o alcançou. Baixa, doce e letal.
— Ah, Tutu... quase esqueci.

Artur parou e olhou por cima do ombro. Nina havia voltado. Ela parou a um passo de distância dele. O sorriso inocente havia sumido, substituído por um brilho perverso e dominador nos olhos verdes. Ela se inclinou levemente, garantindo que ninguém no corredor movimentado pudesse ouvir.

— Não esquece da sua conversa com o Betão hoje, tá? — ela sussurrou, a voz carregada de malícia. — A sua princesa tá muito ansiosa pra matar essa curiosidade.

Artur gelou. O alívio evaporou, dando lugar a um frio na espinha. Não era um delírio. Era real. E ele teria que cumprir a ordem.

— T-tô lembrado, princesa... — ele gaguejou, forçando um sorriso nervoso. — Fica tranquila. Eu... eu vou mandar uma mensagem pra ele agora mesmo. Ver se ele topa.

— Mensagem, Artur? Sério? — ela cruzou os braços, a voz soando dura e incisiva, apertando os olhos. — Você acha que pedir pra um homem deixar a sua namorada chupar a rola dele é assunto pra se resolver por WhatsApp? Você tem que falar isso olhando no olho dele.

Artur encolheu os ombros. — Mas... onde eu vou achar ele agora, Nina?
— Pelo horário, ele deve estar no vestiário. Já vi o pau dele de pertinho várias vezes lá… sendo chupado… por outra menina né — ela instruiu, o tom voltando a ficar manhoso, mas agora carregado de uma ordem inquestionável. — Dá um pulo lá e resolve isso logo pra sua princesinha, amor.

Ela deu uma última piscadinha, virou as costas e caminhou rebolando levemente pelo corredor, o vestido de alcinha balançando a cada passo, deixando Artur sozinho, paralisado e humilhado no meio da faculdade.

Artur engoliu em seco, as mãos suando dentro dos bolsos da calça jeans, rumo ao vestiário.

O local estava vazio. Apenas o barulho do chuveiro ecoava. Quando Artur virou o corredor dos armários, o som do chuveiro parou. Segundos depois, Betão apareceu.

O gigante estava apenas com uma toalha branca enrolada na cintura.

— Fala, Tutu. A ruivinha disse que você tava me caçando — Betão jogou a mochila no banco, a voz grave ecoando no espaço vazio. Ele não parecia surpreso. Na verdade, havia um brilho predatório nos olhos escuros.
— E-e aí, cara — Artur gaguejou, o coração batendo na garganta. Ele desviou o olhar para o chão azulejado. — É... eu precisava te pedir um favor. Um negócio meio... diferente.

Betão deu um sorriso de canto. Sem a menor cerimônia, ele desamarrou a toalha da cintura e começou a se secar.

Artur travou.

Ele tentou manter os olhos fixos no rosto do amigo, mas era impossível não notar a rola monstruosa de Betão balançando livremente enquanto ele passava a toalha pelas pernas.

— Sou todo ouvidos, irmão. Sabe que amigo é pra essas coisas — Betão encorajou, cínico, secando o pescoço. — Pede aí. O que você quer?

A humilhação de ter que verbalizar rasgava a garganta de Artur.

— É a Nina... — ele começou, a voz falhando. — Ela... ela ficou curiosa, cara. A gente é um casal moderno, sabe? Sem segredos. E ela queria... ela me pediu pra falar com você. Pra ver se você topava... deixar ela matar a curiosidade.

— Curiosidade de quê, Tutu? Fala direito, cara. Não tô entendendo — o ogro forçou, exigindo que Artur dissesse as palavras exatas.

— De chupar você. Ela quer... te mamar. Sexta à noite. Lá no flat.

Betão passou a mão no queixo, fingindo ponderar. A imagem de Nina de joelhos parecia ter um efeito imediato no gigante.
A tora pesada de Betão, que já era assustadora flácida, começou a ganhar vida. O sangue bombeava visivelmente, as veias saltando enquanto o pau engrossava e se erguia aos poucos, apontando diretamente na direção de Artur.

— Porra, Tutu... que pedido louco, hein? — Betão riu baixo, a voz ficando rouca.

Ele não fez a menor questão de esconder a excitação.
Pelo contrário.
Com uma naturalidade assustadora, Betão levou a mão direita até a base do próprio pau, que já estava latejando e quase totalmente ereto. Ele o segurou com firmeza, exibindo o volume brutal, pesando a carne na própria mão enquanto olhava nos olhos de Artur. — Tua namorada é uma diabinha mesmo. Quer chupar isso aqui, é?
Artur não conseguia desviar o olhar da mão de Betão apertando aquela arma. Ele assentiu de leve, humilhado, aterrorizado e, de forma doentia, excitado.

— É... é só oral, cara. Só pra ela matar a vontade.

Betão deu um passo à frente ainda segurando o próprio pau duro, esfregando o polegar na cabeça avermelhada de forma displicente.

— Mas vem cá, Tutu... você acha que ela aguenta? — Betão perguntou, o tom de deboche disfarçado de falsa preocupação.

Ele deu uma leve balançada no próprio pau.

— Sério, olha o tamanho disso aqui. Será que a sua princesinha não vai engasgar e passar mal?

Artur sentiu o rosto queimar de vergonha. A garganta apertou tanto que ele mal conseguiu murmurar uma resposta.

— E-ela... ela dá conta.
— Bom saber — Betão riu, os olhos escuros brilhando de malícia. — Porque tem mais um detalhe. Eu gosto de gozar na boca, cara. Ela vai conseguir engolir a minha porra toda? É que eu jorro muito, Tutu, de verdade. Não quero fazer sujeira e manchar o tapete lá da sala de vocês.

A imagem de Nina ajoelhada na própria sala, com a boca cheia e o rosto sujo, atingiu Artur como um soco no estômago. O pau dele, adormecido dentro da calça, deu um salto involuntário. Ele estava encurralado pela própria perversão.

— Pode... ela engole — Artur sussurrou.
— Fechado então. Eu topo. Se é pra ajudar o casal, eu topo — Betão disse, satisfeito. — Mas eu só tenho uma condição.
Artur prendeu a respiração.
— Q-qual?

Betão vestiu a cueca, mas o volume monstruoso continuava marcando o tecido, uma ameaça silenciosa.

— Eu vou lá na sexta, deixo ela mamar e gozo na boca dela, como a gente combinou. Mas se na hora o tesão bater forte... e a sua princesa pedir pra dar... eu vou comer ela, Tutu. E vou comer com força. Estamos entendidos?

O mundo de Artur girou. Ele tentou abrir a boca para protestar, para dizer que Nina jamais faria isso, que era só oral, mas a imagem do pau monstruoso de Betão, duro e pronto para o abate, calou qualquer resquício de protesto.

— Entendido — Artur sussurrou, selando o próprio destino.

O celular de Nina recebeu duas notificações quase simultâneas.

Artur.amor: Feito amor. Ele topou.
alberto.betao: Resolvido putinha. Seu corno vai ver você engolindo minha rola de pertinho.

Ela respondeu imediatamente às duas mensagens.

nina.mel: Você é o melhor namorado do mundo. Obrigado! Quando sairmos da faculdade quero ir no shopping comprar uma lingerie pro Betão ver na sexta.

nina.mel: Não vejo a hora Betão. Tenho certeza que ele vai adorar.

Horas depois Artur se via afundado em uma poltrona de veludo, com uma taça de espumante intocada na mão. Eles estavam na La Perla, a boutique de lingerie mais exclusiva do shopping.

Nina escolheu três modelos. Um mais revelador que o outro. Com todos na mesa, passou a decisão para Artur. — Escolhe amor. Com qual você quer me ver chupando o Betão.

Artur só apontou. Ele escolheu a opção mais reveladora: fios finos de cetim, um sutiã que mal cobriria seus mamilos e uma calcinha minúscula, aberta no meio.

Ela piscou para Artur e desapareceu atrás das cortinas do provador. Minutos depois, a cortina se abriu levemente. Apenas o suficiente para Artur entrar.

Nina estava deslumbrante. A pele branca contrastava violentamente com o vermelho vivo da peça escolhida por Artur.

— Você tem um gosto perfeito, Tutuzinho. Vai ser tão fácil pro Betão puxar essa calcinha pro lado amanhã...

Artur franziu a testa, o coração acelerando em um misto de pânico e ciúme.
— Puxar, princesa? Mas... não era só pra você chupar ele?

Nina se virou, abraçou o pescoço de Artur e deu um beijinho na ponta do nariz dele.
— Ai, é mesmo, amor... Tinha esquecido dessa parte. Bobagem minha, desculpa. A calcinha é só pra ele olhar mesmo. Mas eu gosto de imaginar Tutu. — Ela falou virando de costas. — Vem sentir como eu estou molhada só de imaginar o pau do Betão vem.

Artur não perdeu tempo. Puxou o delicado fio para o lado e sentiu a buceta de Nina completamente molhada...

— Me chupa tutu. Enfia 3 dedinhos em mim. Quero só imaginar aquela rola grossa em mim.

Artur obedeceu imediatamente enquanto Nina rebolava suavemente na sua boca e na sua mão.

Próximo ao orgasmo ela empurrou a cabeça dele pra longe. — Chega. Não vou encontrar Betão com uma calcinha já gozada né. Pega o seu celular. Tira uma foto minha. — Ela ficou de costas. Mãos apoiadas no espelho. Bunda bem empinada. — Manda pra ele e pergunta se ele gosta.

Com as mãos trêmulas, Artur tirou a foto, abriu a conversa com Beto, anexou a foto da própria namorada seminua no provador e enviou.

A resposta de Betão não demorou trinta segundos.
Betão: "Perfeita. Já estou animado”.
Em seguida uma foto do seu pai marcando dentro de uma cueca box preta.

Nina pegou o celular da mão de Artur, deu um zoom e Susurrou. — Nem acredito que vou sentir isso tudo na minha boca na sua frente Tutuzinho. Fico molhada só de pensar sabia….

A Princesinha havia vencido mais uma vez.

                                

Foto 1 do Conto erotico: Doce Veneno – Cap. 09: O Sabor da Submissão (Parte 1)

Foto 2 do Conto erotico: Doce Veneno – Cap. 09: O Sabor da Submissão (Parte 1)

Foto 3 do Conto erotico: Doce Veneno – Cap. 09: O Sabor da Submissão (Parte 1)


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


258190 - Doce Veneno – Cap. 10: O Sabor da Submissão (Parte 2) - Categoria: Cuckold - Votos: 1
257871 - Doce Veneno – Cap. 08: A Ligação e o Acordo - Categoria: Cuckold - Votos: 5
257735 - Doce Veneno – Cap. 07: A biblioteca e as prateleiras. - Categoria: Cuckold - Votos: 5
257623 - Doce Veneno – Cap. 06: O Domingo das Donas - Categoria: Cuckold - Votos: 4
257432 - Doce Veneno – Cap. 05: A Calourada e o Gosto do Veneno - Categoria: Cuckold - Votos: 4
257364 - Doce Veneno – Cap. 04: o chá e a piña colada - Categoria: Cuckold - Votos: 5
257303 - Doce Veneno – Cap. 03: O Espelho e o Biquíni - Categoria: Cuckold - Votos: 6
257234 - Doce Veneno – Cap. 02: O Batismo e o Sofá - Categoria: Cuckold - Votos: 6
257143 - Doce Veneno – Cap. 01: O Segredo da Cabine - Categoria: Cuckold - Votos: 7
256990 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 06: A Emboscada Perfeita - Categoria: Cuckold - Votos: 5
256972 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 05: O Laboratório - Categoria: Cuckold - Votos: 4
256854 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 04: O Abate no Escuro - Categoria: Cuckold - Votos: 5
256787 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 03: O Teste de Limites - Categoria: Cuckold - Votos: 8
256749 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 02: O Segredo do Professor - Categoria: Cuckold - Votos: 7
256662 - À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 01: O Novo Normal - Categoria: Cuckold - Votos: 8
256578 - Prólogo: À flor da pele: a semente do jogo. - Categoria: Cuckold - Votos: 4
256495 - Cap. 10: À flor da pele - A decisão final (3/3). - Categoria: Cuckold - Votos: 9
256494 - Cap. 09: À flor da pele - A decisão final (2/3). - Categoria: Cuckold - Votos: 6
256493 - Cap. 08: À flor da pele - A decisão final (1/3). - Categoria: Cuckold - Votos: 5
256320 - Cap. 07: À flor da pele - O jogo da sedução (2/2). - Categoria: Cuckold - Votos: 8
256319 - Cap. 06: À flor da pele - O jogo da sedução (1/2). - Categoria: Cuckold - Votos: 5
256262 - Cap. 05: À flor da pele - O jogo dos estranhos. - Categoria: Cuckold - Votos: 9
256258 - Cap. 04: À flor da pele - O quarto proibido. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
256041 - Cap. 03: À flor da pele - A Foto que Não Devia Existir. - Categoria: Cuckold - Votos: 10
255878 - Cap. 02: À flor da pele - Entre quatro paredes. O Jogo dos 5 Desafios. - Categoria: Fantasias - Votos: 7
255280 - Cap. 01: À flor da pele - o início. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gustavopradotorres

Nome do conto:
Doce Veneno – Cap. 09: O Sabor da Submissão (Parte 1)

Codigo do conto:
258189

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
30/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3