Marina entregou o celular ao marido. Na tela, a conversa que acabava de ser narrada durante o sexo… Gustavo ainda estava surpreso em ver uma conversa de sua esposa com outro homem com tamanha naturalidade. O que para a maioria dos casais seria uma prova de traição, para eles, naquele momento, era prova de cumplicidade e confiança. E tesão… muito tesão.
— Deixa ele esperando um pouco. Vem tomar um banho comigo. — falou Marina, já entrando no banheiro.
Gustavo pulou da cama com certa urgência e entrou de pau duro no box. Marina observou o estado do marido e deu uma leve risada.
— Nunca lhe vi tão animado e… resistente. Mas calminha. Já já voltamos pra cama. Quero um banho bem gostoso agora. Lava minhas costas.
Entregou o sabonete nas mãos dele, virou de costas e roçou levemente a bunda no pau duro de Gustavo, que agora ensaboava cuidadosamente as costas da sua amada.
Gustavo sempre quis vê-la assim… mas não sabia que ela seria tão boa nisso.
— Cuide direitinho, viu? Você não vai querer que nosso amigo me veja suja na foto. — falou Marina, lançando um olhar penetrante por cima do ombro.
Ela já tinha percebido o efeito de suas provocações no marido. E gostava do resultado.
Marina desligou o chuveiro, vestiu o roupão, entregou outro para Gustavo e seguiram para o quarto. Gustavo deitou na cama como um espectador da esposa.
Marina dominava a situação. Passou a se secar lentamente sob o olhar atento do marido. De costas, deixou o roupão cair lentamente. Vestiu uma calcinha fio dental vermelha. Era mínima e desenhava perfeitamente sua bunda.
— Gostou? Comprei especialmente para você pensando nessa viagem. Mas acho que você não vai se incomodar se nosso amigo ver também… — comentou Marina, exibindo-se suavemente.
Completou o visual com o baby-doll do mesmo conjunto. Delicado e translúcido o suficiente para sugerir mais do que revelar.
— Será que ele vai gostar? — perguntou Marina, olhando diretamente para o marido.
Gustavo, que até o momento só observava, pegou o celular, entregou nas mãos da esposa, dizendo:
— Vamos descobrir.
Marina sorriu, deitou ao lado de Gustavo e observou a mensagem que continuava na tela perguntando se ela já dormia.
— Não… você?
A resposta veio quase imediata.
— Também não. Ainda estava na esperança de continuar nossa conversa. Está tranquilo pra você conversar agora? — perguntou o cuidadoso rapaz.
Ela sorriu. Sabia sobre qual tranquilidade ele perguntava.
— Sim… estou lendo um livro esperando o sono chegar. Meu marido apagou assim que deitou. Bebeu demais.
O pau de Gustavo, que continuava duro, deu um salto. Sem cerimônia, ele começou a se punhetar lentamente, acompanhando a conversa da esposa. Marina, vendo isso, sentiu-se ainda mais segura e confiante para continuar.
— E você, sem sono?
— Sim. Na verdade, cheguei agora há pouco. Você foi embora cedo.
— Foi, meu marido não está acostumado a beber. Ficou cansado. — respondeu Marina, lançando um olhar irônico para Gustavo, que acompanhava de perto, mantendo sua punheta suave.
— Hahaha. Este seu maridinho está fraco. Mas quero saber de você… vou ganhar minha foto? Foi muito rápido lá no bar. Preciso de uma recordação.
Gustavo sentiu o calor subir pelo corpo quando leu a resposta de Marina:
— Deixa eu confirmar se ele está dormindo…
— Você está dormindo? — perguntou ao marido de forma divertida.
Ele entendeu o jogo.
Deitou-se de lado, de costas para ela, fingindo dormir. Marina aproximou-se, inclinou-se sobre ele, o baby-doll roçando de leve na pele dele.
— Muito bem… maridinho obediente. Do jeito que eu gosto. — sussurrou. — Ele não pode imaginar que você está acordado. Perde a graça.
Deitou-se de lado, rosto no travesseiro, um sorriso quase imperceptível, olhar penetrante na câmera. Alcinha do baby-doll caída de forma displicente, revelando o volume dos seios. Ao fundo, a silhueta de Gustavo, aparentemente dormindo.
A foto ficou perfeita.
Ela enviou.
— Silêncio… estou fazendo algo errado. — Essa era a legenda da foto.
A resposta demorou alguns segundos.
— Você é ainda mais perigosa do que eu imaginei. E acho que não tem relação com drinks. Acho que preciso retribuir. Você quer?
A buceta de Marina molhou na hora. Gustavo já havia virado para a tela do celular, acompanhando o desenrolar da conversa.
Marina pegou a mão de Gustavo e colocou no meio de suas pernas. Ele sabia o que fazer.
— Acho justo. — respondeu Marina, aproveitando os carinhos de Gustavo.
Em segundos, uma foto. Era uma imagem no espelho do banheiro, de meio corpo. Ele sem camisa. Corpo firme. Ombros largos. Uma grande tatuagem do peito direito até o meio do braço musculoso. Um sorriso safado no rosto. A luz ressaltando os músculos. Bem diferente do corpo franzino de Gustavo.
Ela respirou mais fundo. Gustavo sentiu.
— Hum… ele tem um corpo bonito… — comentou, sem tirar os olhos da tela.
Outra foto chegou de imediato.
Dessa vez, o enquadramento descia um pouco mais. Cueca escura com um volume até então desconhecido para Marina. O contorno evidente sob o tecido chamava atenção. Acompanhava uma legenda:
— A primeira foto foi pela metade. Você merece ver INTEIRO.
Marina mordeu o lábio inferior. Sua buceta contraiu na mão de Gustavo.
— Você viu isso? — perguntou baixo. — Eu acho que nunca vi algo assim de perto…
Ela passou a mão lentamente pelo peito de Gustavo, descendo até encontrar o pau dele duro feito pedra. Sempre achou o pau do marido de um tamanho satisfatório. Cabia facilmente na sua mão. Mas o que ela via na foto parecia bem diferente. Segurava o pau do marido e olhava para a tela do celular como se estivesse comparando os dois.
— Será que é tudo isso mesmo… ou é ângulo? — comentou, mantendo os olhos no celular. — Acho que eu não conseguiria segurar com uma mão só…
Cada fala de Marina funcionava como um choque pelo corpo de Gustavo, deixando seu pau mais duro.
Ele, que até então alternava carícias com um dedo enfiado na buceta de Marina, passou a enfiar dois, em seguida três dedos, fazendo Marina dar um leve gemido e rebolar suavemente em sua mão.
Marina entendia perfeitamente a mensagem do marido. E ela gostava.
A tela do celular voltou a brilhar:
— Lhe assustei?
— Não diria que foi um susto. Mas não estou acostumada com tudo isso. — respondeu Marina, apertando levemente o pau do marido enquanto enviava uma nova mensagem: — Você sempre é assim direto?
— Só quando a mulher merece.
— Melhor eu parar por aqui. Meu maridinho está dormindo aqui ao meu lado. E se eu continuar conversando, posso acabar fazendo algo que não devia…
Marina sentiu os dedos de Gustavo mais fundo após essa mensagem. Sem olhar para o marido, soltou uma risada discreta, rebolando mais intensamente.
— Então faz. Afinal, algo não está justo. Lhe enviei duas fotos. Acho que você me deve…
— Acho que ele tem razão… você não pode ficar com uma dívida né. — Brincou Gustavo demonstrando seu consentimento.
— Não sou mulher de ficar com dívidas… — Marina digitou enquanto afastava a mão de Gustavo e falava próximo ao seu ouvido.
— Agora é com você, meu maridinho. Vou deixar você escolher como sua esposa vai se exibir para este macho gostoso.
Gustavo se arrepiou. O tom da sua voz, a escolha das palavras, tudo em Marina transmitia poder e tesão. E Gustavo adorava estar naquele lugar.
Ela ficou de pé ao lado da cama. Passou as mãos lentamente pelo próprio corpo, sentindo o tecido fino do baby-doll ainda úmido do banho. Girou de costas para ele.
— Você decide até onde ele pode ver. — perguntou, subindo levemente a barra do tecido exibindo o início da curva da sua bunda.
— Assim já é demais? — provocou.
A decisão era dele. Ele poderia escolher o seguro. O sugestivo. O “quase”.
Mas não queria quase.
Ele se aproximou de Marina e delicadamente retirou as duas alças. O baby-doll caiu suavemente sobre os seus pés.
— Prefiro que seja assim. — falou Gustavo em tom de ordem.
Marina deitou na cama de barriga para baixo, cruzou as pernas devagar, depois descruzou, sentindo o ar tocar a pele exposta. Empinou levemente o quadril, não para o celular — mas para o marido.
— Assim? — perguntou baixo.
— Um pouco mais… — murmurou.
Ela arqueou mais o corpo. Os cabelos caíram soltos pelas costas. A curva da bunda ficou ainda mais marcada sob a luz.
Perfeita.
Gustavo entregou o celular para Marina, que analisou a imagem por alguns segundos. A luz valorizava cada curva. O ângulo escolhido por Gustavo deixava claro que aquela não era uma foto impulsiva — era uma decisão.
Ela respirou fundo. Sabia que, ao enviar aquela foto, não estavam apenas enviando uma imagem. Estavam atravessando uma linha invisível. Um passo a mais no jogo que haviam criado juntos.
Olhou para o marido e devolveu o celular.
— Você envia. Será que meu maridinho terá coragem de oferecer sua esposinha comportada para outro homem?
A palavra “maridinho” se repetia carregada de intenção. Marina usava ela com um objetivo claro. Gustavo sabia. E gostava.
Sustentou o olhar dela por um segundo… dois…
Então tocou na tela. Foto enviada.
Devolveu o celular à esposa, ainda com aquele sorriso discreto nos lábios.
Marina aproximou-se o suficiente para que ele ouvisse apenas o sussurro:
— Muito bem… meu maridinho gosta do jogo.
Só então digitou a legenda:
“Acho que fiz barulho tirando essa…
Meu marido pode acordar a qualquer momento.”
Os segundos até a resposta pareceram mais longos do que realmente foram.
— Você é ainda mais perigosa do que eu pensei. Essa visão valeu a noite inteira. Vai lá… coloca o maridinho pra dormir. Amanhã eu quero ver mais.
Marina deixou o celular repousar sobre o colchão por um instante. Não respondeu.
Não precisava.
A provocação já estava feita.
O controle continuava nas mãos dela.
Em um único movimento Marina senta no pau já duro de Gustavo.
Ela inclinou o corpo sobre o dele, sussurrando perto do ouvido:
— Ele deve estar imaginando isso… será que eu conseguirá sentar assim em um pau daquele tamanho? Acho que iria me rasgar toda.
— Tenho certeza que você dá conta…
— Safado. Quando eu voltar toda fudida você me chupa pra cuidar de mim?
— Como você quiser…
— Estou gostando do meu corninho obediente…
Marina ergueu o corpo, virou-se lentamente de costas e voltou a sentar no pau de Gustavo, dando pra ele toda visão daquela bunda deliciosa.
— Outro homem teve essa visão da sua esposinha hoje… por sua causa. Seu safado. — provocou Marina enquanto rebolava devagar.
— A diferença é que a minha visão é sem calcinha e com meu pau dentro de você… isso ele não viu nem sentiu. — retrucou Gustavo.
Marina lança um olhar profundo pra Gustavo por cima do ombro e completa: — Ainda não!
O olhar dela não era de provocação. Era de promessa.
Essa foi a gota d’água para uma gozada farta, intensa e barulhenta de ambos.
Deitados agarrados sobre os lençóis o casal troca carícias pensando em tudo que viveram nas últimas horas.
— Primeiro desafio concluído. — Comentou Gustavo. — Nem parece que é apenas o primeiro dia de viagem.
— Será se passamos do limite? — Perguntou Marina mantendo a cabeça apoiada no peito de Gustavo. Ela sempre soube das fantasias do marido mas nunca imaginou que gostaria tanto de vivenciar.
— e quem falou que precisamos ter limites? Ou melhor, enquanto estivermos tendo prazer o limite não importa. — Gustavo sabia da importância de transmitir confiança para Marina continuar no jogo.
— Que bom, meu maridinho obediente. Amanhã tem mais desafios. — concluiu Marina com uma última provocação.
O celular vibrou outra vez.
Ela virou o aparelho para baixo sobre a mesa.
— Ele que espere.
Se havia uma coisa clara naquela noite, era que o homem do bar acreditava estar conquistando uma mulher casada.
O que ele não sabia…
Era que estava sendo conduzido.
E o jogo estava apenas começando.
gustavopradotorres