Meu nome é Fernanda. Loira, 34 anos, pele branquinha de quem vive de protetor 70, peitos siliconados 300 ml que mal cabem no sutiã 40, bocetinha depilada sempre lisinha e rosada. Em casa, sou a esposa perfeita do Carlos, aquele marido bonzinho que acha que eu só "transo de luz apagada". Mas naquela viagem para aplicar prova em Tangará da Serra eu mostrei quem eu realmente sou: uma puta safada que adora rola de velho.
A escola mandou o motorista oficial buscar-me em Cuiabá. O Sr. José Carlos tem 58 anos, negro retinto, cabelo grisalho curto, corpo forte de quem já carregou muito peso na vida, mãos grossas e calejadas. Quando ele chegou pra me buscar, desceu abriu a porta da van pra mim, eu já vi um volume na calça de brim. O homem era educado, “bom dia, dona Fernanda”, mas o olhar dele desceu direto pros meus decotes e não subiu mais.
Mal pegamos a estrada, eu já passei para o banco do carona, estava quente e o ar não estava suprindo o calor, ele não tirava os olhos das minhas coxas e meus peitos, eu estava adorando aquilo e foi subindo um calor nas pernas e não me contive e quando dei por mim estava com as pernas abertas, saia subindo, mostrando a calcinha fio-dental branca. Ele ficou louco com o que viu e começou a acariciar seu pau por cima da calça, vendo que não ia me conter deixei o tesão aflorar. Em menos de meia hora eu estava de joelhos no banco, abrindo o zíper dele. Quando o pau saiu, quase desmaiei de tesão: um cacete negro, monstruoso, mais de 25 cm, grosso como meu punho, cabeçona inchada, brilhando de tão esticado. Nunca vi nada tão grande na vida.
— Meu Deus, Sr. José Carlos… isso é pau de homem!
Ele só riu, voz grave:
— Pode chamar de Zé, dona Fernanda. E pode engolir o quanto aguentar.
Eu tentei. Abocanhei aquela cabeça roxa com dificuldade, esticando a boca ao máximo. Só entrava metade, o resto eu batia punheta com as duas mãos. Babava tanto que escorria pelo saco preto e peludo dele. Ele segurava o volante com uma mão e com a outra socava minha cabeça, forçando mais fundo.
— Engole tudo, sua loirinha safada. Engole o negão que teu marido nunca vai ser.
Gozei só de ouvir aquilo, sem nem tocar na buceta. Depois de mais de uma hora chupando, batendo aquela rola pesada na cara, engolindo o que dava, lambendo ele todo, aquele negão gostoso gozou na minha boca até transbordar, engoli tudo o que deu e mesmo assim ele ainda esporrou nos meus peitos siliconados e na minha cara. Cheguei em Tangará com o rosto melado de porra seca, rímel borrado, parecendo a puta mais feliz do mundo.
No hotel, o Sr. José Carlos disse que ia dormir na van, precisava economizar para o sustento da família, pois ele é viúvo e cuida dos dois filhos sozinho.
Eu não deixei:
— Vem pro meu quarto, Zé.
Vamos continuar o que começamos na van.
Hoje quero ser tua mulher. Ou melhor, tua puta branquinha particular.
Entramos juntos. Mal fechei a porta, ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada, jogou na cama e tirou minha roupa, beijou meu corpo todo e me levou pro chuveiro, me deu um banho e eu dei um banho naquele velho negro, aproveitando cada centímetro daquele corpo preto, depois ele me levou de volta pra cama e começou a chupar meus peitos até deixar marcas roxas, depois desceu e abriu minhas pernas branquinhas.
— Olha essa bucetinha de princesa… toda rosada, lisinha… hoje vai virar buceta de negão.
Enfiou a língua grossa, chupou meu grelo até eu esguichar na cara dele. Depois se posicionou e meteu aquele pauzão de uma vez. Doeu. Rasgou. Eu gritei, chorei, gozei tudo junto. Ele não parava, socava fundo, o saco preto batendo na minha bunda branca. Cada estocada parecia que ia me partir no meio.
— Toma, loirinha casada, toma rola de velho, sente o que teu maridinho nunca vai te dar!
Gozei tantas vezes que perdi a conta. Ele gozou muito dentro de mim, enchendo tanto que quando tirava o pau jorrava porra no lençol. Depois me virou de bruços e começou a forçar meu cuzinho, estava doendo muito, mas eu queria ser uma puta completa, não reclamei, apenas gemia e gritava pedindo pra arrombar meu cu. Entrou devagar, eu mordendo o travesseiro, depois meteu até o talo. Me colocou de quatro e me fodeu uma meia hora, já não aguentava mais daí ele gozou lá dentro também, me deixando com os dois buracos escorrendo porra de negão.
No dia seguinte, na escola, conheci o Dr. Estevão, o diretor. 53 anos, careca, barrigudo, óculos de armação dourada, casado, mas com cara de tarado experiente. Percebeu que eu estava exalando tesão de fêmea no cio e ficou falando umas besteiras e jogando indiretas enquanto eu explicava a aplicação da prova, daí resolvi ser a puta dele tbm, fui abrindo os botões da blusa, mostrando os peitos ainda marcados pelos dentes do Zé. Ele trancou a porta da diretoria na hora.
— Fernanda, você é um tesão, sabia?
Eu me ajoelhei no chão da sala dele, abri a calça social e chupei aquele pau branco, médio, mas duríssimo. Engoli até o nariz encostar na barriga, enquanto ele gemia baixinho:
— Isso, sua puta loira… chupa o diretor enquanto teu marido acha que você tá trabalhando.
Depois me deitou na mesa, abriu minhas pernas e viu a bucetinha inchada, vermelha, ainda escorrendo a porra do Zé.
— Caralho, você já foi usada hoje… olha o estado dessa xota.
— Eu quero ser puta aqui em Tangará, pois ninguém me conhece nessa cidade, mas foi o motorista da minha escola
Agora é a sua vez.
Ele meteu sem camisinha, socando forte, a barriga dele batendo nos meus silicones. Me chamou de vadia, de esposa infiel, de puta de velho. Gozou dentro, misturando a porra dele com a do Zé. Depois tirou e gozou de novo na minha cara, nos cabelos loiros, nos peitos.
Fiquei escorrendo porra o dia todo, foi uma delícia ficar me sentindo uma puta, na frente de todos e todos não sabia dos meus segredos, antes de ir embora ainda passei na sala dele e fiz um boquete bem suculento, mas dessa vez engoli tudo, queria degustar aquele leite.
À noite voltei pro hotel e contei tudo pro Sr. José Carlos. Ele ficou louco de tesão.
— Então a loirinha deu pro diretor também? Hoje você vai levar negão nos dois buracos até implorar pra parar, tomei um tadala agora, daqui a pouco vc está ferrada.
E foi o que aconteceu. Me fodeu a noite inteira: buceta, cu, boca, de quatro, de ladinho, me carregando no colo enquanto metia em pé. Gozou três vezes. Quando amanheceu eu estava destruída: bunda e buceta ardendo, garganta doendo, corpo cheio de marcas, porra seca por todo lado, cabelos grudados de tanto gozo na cara.
Quando amanheceu, eu mal conseguia andar.
Buceta e cu latejando, garganta arranhada, peitos roxos de chupão, cabelo loiro grudado de porra seca. O Sr. José Carlos me olhou, riu com aquela voz grossa e falou:
— Tá acabada, loirinha? Ainda tem a volta pra Cuiabá. Então arruma essas coisas, porque hoje você vai voltar sentada no meu pau.
Eu tremi inteira de tesão.
Tomei um banho bem demorado, mas nem adiantou: a porra dele ainda escorria de dentro de mim, passei um creme bem cheiroso e fiquei com a pele bem macia, passei um perfume bem de puta. Coloquei só um vestidinho leve, sem calcinha, sem sutiã. Os silicones balançando livres, os biquinhos durinhos marcando no tecido. Quando estava chegando na recepção para fazer o checkout, o rapaz comentou com o outro, olha a delícia que o motorista velho estava comendo, você viu como ela geme gostoso. Fiz o checkout com uma cara e voz de puta, fiquei até com tesão de como eles me comeram com os olhos.
Entrei na van, o Zé já estava com o pau pra fora, duro de novo, aquele monstro negro latejando.
— Senta aqui na frente, Fernanda. Olha como o Tadala que tomei me deixou.
Fui acariciando aquele mastro, sentindo suas veias e a cabeça roxa até pegar a rodovia.
Quando pegamos a rodovia ele pediu pra sentar naquela tora, nem precisava pedir pois não ia perder a oportunidade não sei quando poderia ser puta novamente.
Eu subi, abri as pernas e desci de uma vez no pauzão dele. Entrou rasgando, fundo até o útero. Ele continou a dirigir com 25 cm de rola negra enterrados na minha bucetinha branca. Cada buraco da estrada fazia eu quicar, cada curva fazia o pau girar dentro de mim. Eu gemia alto, agarrada no banco, enquanto ele dirigia tranquilo, uma mão no volante, a outra apertando meu peito.
— Isso, loirinha, vai cavalgando o negão o caminho inteiro. Teu Carlos tá te esperando em casa, mas tu vai chegar com a buceta cheia de porra fresca.
A viagem inteira foi assim: eu rebolando no pau dele, gozando sem parar, esguichando no banco da van. Ele parava em trechos desertos, me tirava do pau, me virava de quatro no banco do motorista e socava até o talo, gozando dentro de novo e de novo. Em um dos trechos, mandou eu deitar no banco de trás, abriu minha bunda e arrombou o cu mais uma vez, metendo tão fundo que eu gritava pro mato ouvir.
Quatro horas de estrada, três gozadas dele dentro de mim (buceta e cu alternando), minha cara melada, peitos lambuzados. Quando faltava meia hora pra chegar em Cuiabá, ele parou num posto abandonado, me puxou pro banco de trás e fez eu cavalgar de costas, olhando pelo vidro traseiro. Gozei tão forte que esguichei no vidro.
— Agora fica quietinha, Fernanda. Vou te entregar pro teu marido com o tanque cheio.
Entramos em Cuiabá. Eu sentei direito no banco do carona, pernas tremendo, vestidinho colado no corpo suado. O Carlos estava no portão de casa, sorrindo, acenando. O Sr. José Carlos desceu, abriu a mala, tirou minha bolsa com educação:
— Chegamos, dona Fernanda. Foi um prazer levá-la… e trazê-la.
O Carlos veio me abraçar, beijou minha boca (ainda com gosto de pau de velho), apertou minha cintura e disse:
— Amor, você tá com a pele tão quente… estava com saudades desse beijo gostoso seu. Você demorou muito na viagem teve algum acidente ou obra na rodovia?
-Teve acidente sim amor. Ficamos parados por duas horas e estou quente do calor do cerrado, amor… e um pouco de suor de trabalho.
Eu sorri, sentindo a porra do Zé escorrendo devagarinho pelas coxas branquinhas.
Dei um beijinho no canto da boca do Sr. José Carlos, agradeci baixinho e entrei em casa mancando, com a buceta e o cu ainda abertos, cheios de porra do negão que acabou de me entregar pro meu marido como se nada tivesse acontecido.
Meu marido tinha feito jantar pra mim, fui comer sentado meio de lado à mesa, com meu rabo minha bocetinha escorrendo porra do Sr José Carlos, conversando com meu amor sobre como foi bom a minha viagem.
Depois deitei sem tomar banho e me adormeci, acordei com meu vestido subido até a cintura e minha bocetinha a mostra, mas ele não estava lá, fui tomar banho e voltei a deitar, meu marido voltou e deitou ao meu lado e dormiu tbm, não disse nada.
E na agenda da escola já tem outra aplicação de prova marcada pra mês que vem em Tangará da Serra.
O Sr. José Carlos já confirmou que vai me buscar… e me trazer de novo.
Meu marido ficou feliz e disse que posso ir, pois recebo uma boa grana nessas aplicações de prova.
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