A vingança do marionete sexual

Depois de ter sido usado sexualmente pelas minhas primas, aquele dia não saía de minha cabeça .
Mas não sabia como fazer acontecer tudo novamente.
Sempre que eu passava pelas minhas primas ficava meio sem graça, mas doido para repetir nossas Taís brincadeiras novamente; aquelas cenas vinham como flash em minha mente e me deixava cheio de tesão.
Mas minhas primas me ignoravam , fingindo que nada tinha acontecido.
Mas quando estavam sós em um cantinho, elas ficavam cochichando e esboçavam sorrisinhos sarcásticos, e faziam carinha de safada pra me provocar.
Usando roupinhas curtíssimas, blusinhas com decotes super sugestivos , ficavam nesse joguinho de sedução dando corda e depois se faziam de desentendida. Então resolvi entrar no jogo, quando estava eu a sós com algumas delas passava a mão de leve em sua bunda e as vezes dava uma apertadinha; ela por sua vez ria me chamando de taradinho.
Mas não deixavam ir a frente, sempre me cortavam, me deixando na mão, literalmente.
A única que não ligava quando eu a encaixava era a Juliana, ela era a mais novinha de todas, a que pareava idade comigo.
Toda vez que eu me esfregava nela ela se empinava , deixando eu a acariciar até chegar próximo de sua bucetinha, mas logo saía me deixando na vontade, ela era muito safadinha me excitava, dava corda, dava corda e depois me cortava, me deixando quente, com água na boca.
Como de costume meus familiares maternos , passavam o fim de ano na casa de meus avós, em um lugar onde tinha muitas cachoeiras, então meus pais e seus irmãos levavam os filhos para passarem as férias escolares de fim de ano lá. Um de meus primos de mais idade era muito apegado a mim, o Sandro, então resolvi contar o acontecido a ele, ok pois com ele era mais experiente e vivido poderia me ajudar , pois bem ele disse que tinha uma ideia, mas se desse certo ele também queria participar da sacanagem.
Mas que depressa topei, estava louco de tesão para foder minhas primas novamente.
Como de costume fomos todos nós tomar banho de rio, mas as meninas sempre se afastavam de nós para se banharem, falavam que queriam mais privacidade. Mas sempre agente se esgueirava por entre as pedras para espiona-las, suas blusas que ganhavam uma transparência após molhadas expondo seus seios lindos e firmes. As sombras de suas roupas íntimas por debaixo de seus shortinhos molhados e coladinhos junto ao corpo. Era a visão perfeita, uma parte do paraíso. Eu ficava alí parado observando e babando literalmente, quando eu reparei que meu primo estava com os olhos vidrados na Juliana e fazendo movimentos com a mão segurando seu membro que prá mim até então nunca tinha experimentado eu fazer.
Iniciei alí então uma punheta imitando os momentos de meu primo e deslumbrado as ninfetinhas que se banhavam mais a frente.
Assim foi minha primeira punheta escondido atrás das Pedras olhando minhas primas tomarem banho de rio todas molhadinhas e uma gostosa transparência, elas brincavam de jogarem água uma nas outras e agente se acabando na punheta.
Estando nós na punhetagem me primo sugeriu que nós ficassemos assistindo tv até tarde, pois era sexta feira e era dia de cine privê e que agente chamasse as meninas prá assistir conosco, e assim seduzi-las aproveitando o clima do filme. Claro que topei pois agente dorme na sala mesmo, as meninas dormem no quarto de meus avós, mas como elas sempre dão uma fugidinha pra assistir tv com agente. Então era esperar os coroas pegarem no sono para por o plano em prática.
A noite estávamos nós na sala, eu o Sandro seu irmão mais novo o Jonathan e o Miguel, assistindo o Globo repórter minhas primas esperaram meus avós dormirem e vieram pra sala assistir tv conosco.
Meu primo passou para o canal da Band e ficamos assistindo um filme que estava passando, logo a hora foi passando e já na madrugada começou o cine privê minhas primas logo começaram a ficarem desconsertada e foram se retirando para o quarto, creio que presentiram o perigo e antes do clima ficar mais quente voltaram rapidamente para o quarto chamando a Juliana.
Juliana somente acenou negativamente com a cabeça se aonchegou em minha frente puxando meu cobertor e se cobrindo com ele, Juliana ficou e começou a assistir as cenas picantes comigo e meu primo.
Aproveitando que ela estava juntinho de mim, comecei a acariciar sua bundinha por debaixo da coberta, mas ela sempre segurava minha mão mandando para.
Para seu tarado não tá vendo o Sandro aí e os outros, reparei que os mais novos estavam realmente dormindo e fiz sinal para o Sandro fingir que também estava dormindo.
Esperei mas um tempo e comecei a acaricia-la novamente, ela voltou a segurar minha mão dizendo
Se controla priminho, não estamos sós!!!
Foi então que sussurrei em seu ouvido estão todos dormindo!!!
Nadaram tanto que estão exaustos!!!
Ela se virou para averiguar se realmente estavam todos dormindo, e ao ver que ninguém esboçava reação , ela não relutou mas deixando eu acariciar seus seios e roçar em sua bundinha. Até que fui descendo a mão e alcancei sua bucetinha rosada, molhadinha e bem quentinha, fui dedilhado seu clitóris e ela dava pequenos gemidos, cada vez ia ficando mais gostoso até que ela se virou, ficando de frente prá mim, colocando meu pau prá fora do calção, e começou a punheta-lo ; eu já estava delirando de prazer.
Mas um pequeno detalhe ainda não gozava, sentia tesão, espasmos de prazer, mas esperma nada. Quando ela cai de boca , até então não sabia que um filme tinha tanto poder de induzir e seduzir uma garota assim.
Estimulo visual, umas esfregada se ela já estava de boca na minha pica flutuando um boquete incrível, puxei seu shortinho deixando na altura do joelho.
Ela veio e se encaixou de conchinha abrindo as pernas a se empinando para facilitar a penetração.
Começamos então uma bela de uma foda, seus gemidos abafados, pelas mãos que serravam sua boca, a medida que eu aumentava as estocadas ela gemia gostoso e um pouco mais alto. Em meio aos gemidos e o entra e saí da piroca, meu primo desperta de seu sono fingido, e orquestrar o flagra, e exige que também queria participar senão vai contar para todo mundo.
E prá não ser delatada ela topa com um sorrisinho malicioso.
Cavalgando na pica e chupava, com voracidade a piroca de Sandro.
Mas os outros que realmente dormiam acordaram com a nossa movimentação e resolveram também entrar na festa.
Era quatro pirocas para putinha, ela tomava na buceta, mamava , punhetava e depois de uns minutos nós troca vamos de lugar .
Ficamos nesse troca , troca pelo resto da noite, aplicando uma baita surra de piroca na safadinha.
Enquanto uns metiam, outros eram chupados , punheta dos, uma maravilha. Ela gemia baixinho, parecendo mas um miado, de uma gatinha sedenta de pirocadas.
Quando ouvimos barulhos vindo do quarto de meus avós, Juliana se levanta e saí na ponta do pé indo em direção ao banheiro, eu e meus primos desligamos a tv rapidinho, e colocamos nossas roupas o mais rápido possível. E ficamos nós fingindo que estávamos dormindo, minha prima ficou no banheiro por algum tempo.
Logo a porta do quarto se abre e minha avó saí meio sonolenta e veio ver se a Juliana estava na sala, olhou, olhou e não a avistou. Não a encontrando poz- se a caminhar em direção ao banheiro . Quando estava próxima a porta , minha prima sai de dentro do banheiro fingindo estar embriagada pelo sono, esfregando os olhos, poxa Vó vim fazer um xixizinho. A velha veio seca pra pegar agente na sala assistindo tv fora de hora, pois ela é bem rígida depois que ela fosse dormir ninguém mais poderia assistir.
Mas como idosos são pouco mais lentos, por isso conseguimos recompor-nos a tempo, mas fomos todos nós dormir com as pirocas todas meladas do suquinho da buceta de Juliana.
No outro dia fomos todos tomar nosso habitual banho de rio.
Continua...


Foto 1 do Conto erotico: A vingança do marionete sexual

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A vingança do marionete sexual

Codigo do conto:
257122

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

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