Em terreno proíbido

Depois das férias do fim do ano, voltamos para a nossa monotonia habitual, as aulas haviam recomeçado , era a tal rotina casa , escola ;
Escola, casa .
Salvo algumas poucas vezes que eu e a Juliana conseguíamos dar umas escapadinhas para nossas festinhas as escondidas.
Mas isso raramente acontecia; e assim minha vida sexual foi declinando, até ficar basicamente a zero.
Pois o pai da Juliana tinha se entregado ao vício do álcool.
Ficando extremamente agressivo, até minha tia não aguentar mais tanta penúria e se separar, levando com sigo sua prole para irem morar com meus avós maternos .
Então a distância dificultou bastante nossos encontros.
Como minha tia começou a trabalhar para se manter, a Juliana por ser a mais velha ficou com a responsabilidade de criar seus irmãos mais novos. Tirando assim todo o tempo que tínhamos para nossas escapadas.
Bom como eu era filho único, eu tinha esses primos como fossemos irmãos, pois tínhamos sido criados juntos, desde nosso nascimento, só que eu e a Ju éramos irmãos que fodiam.
A Juliana e o irmão se portaram bem, estávamos todos tristes com a separação, mas estávamos também conformados.
Mas a irmã mais nova a Ivis chorava copiosamente, me agarrava pelas pernas, em um abraço bem apertado e falava que não queria ir.
Isso partia meu coração, como ficar indiferente presenciando tanta dor, tanto sofrimento, seus olhos lacrimejados , seu rostinho pálido e desvaido me observaram, como quem esperava um pouco de acalento.
Minha princesinha angelical , eu não tinha como fazer nada , apenas a abracei o mais forte possível, tentando a tranquilizar, dizendo:
Assim que der eu pego um ônibus e vou visitar vocês!!! Então dei a ela o cordão que estava usando, com um pingente com a inicial de meu nome e disse:
Guarda prá mim!!!
Toda vez que você tiver saudades, se agarrei com ele, pois eu estarei com você!!!! Ok!!!
Ela esbolsou um sorriso tímido mas super aliviador, pois a tristeza temporariamente tinha sessado.
Ela era uma menina pura, muito meiga, a medida que o tempo ia passando e se aproximando a hora delas irem para sua nova morada, meu coração ficava cada vez mais quebrantado, nunca fui muito bom em despedidas, vendo elas partirem , eu não via mais a hora das férias chegarem novamente para revê-los.
E assim anos se passaram e sempre que ficava de férias implorava aos meus pais para ir pra casa dos meus avós e vida que segue.
Meus primos terminaram o ensino fundamental e onde eles moravam não tinha escolas de ensino médio.
Por isso eles tiveram que vir morar com o pai para concluir os estudos.
O Lucas ficou morando com o pai e meus avós paternos mas por ironia do destino, a Ivis veio morar com meus pais, que deram meu quarto pra ela se hospedar, alegando que já que eu dormia sempre na sala, não ligaria que ela ficasse com o quarto.
Não tive objeção alguma, adorava assistir tv até tarde da noite mesmo e também eu gostava muito da Ivis , ela era a irmãzinha que eu nunca tive.
Então comecei a reparar que a Ivis era muito carinhosa comigo, ao contrário de seu comportamento com os outros, elas os ignorava quase que sempre. As vezes eu estava recolhendo o lixo do quintal, ela vinha e ficava me observando, me olhando fixamente e quando eu a olhava ela desviava o olhar e ficava meio sem graça, mas eu nem via maldade no seu olhar, mas sim admiração.
Ela sempre me chamava de faz tudo.
Me abraçando e ficando um tempo grudadinha com sua cabeça apoiada sobre meu ombro.
A noite assistíamos tv , mas quando meus pais se recolhiam para dormir, ela também ia para o quarto, mas não antes de me abraçar e dar um beijinho em meu rosto. Eu via isso como algo normal, e ficava assistindo tv até a madrugada. Esperando o cine privê.
Já estava viciado em assistir o cine privê , filmes como Emanuelle e outros do gênero erótico, estava tão viciado que quando não era dia de passar tais filmes eu alugava em uma locadora escondido de meus pais .
E assim era só esperar todos pegarem no sono e começar minha seção especial.
Alguns meses se passaram, e eu nesse de assistir meus filminhos , até que em uma noite, percebi a Ivis, escondida tentando ver o que eu estava assistindo. Então disfarçadamente troquei de canal, mas não adiantou muito, pois ela já estava ali escondidinha sem que eu a percebece a um tempo, sorte minha que era uma noite bem fria e eu estava coberto por um edredom , que camuflou minha masturbação, senão ela tinha me pego no ato e presenciado eu me masturbando.
Disfarçadamente coloquei meu pau prá dentro do short e fui me ajeitando no sofá.
Ela veio se achegando meio que tímida e sentou do meu lado, dizendo estar sem sono. E pergunta se poderia assistir tv comigo?
Só até o sono voltar novamente!!!!
Eu respondi:
Pode sim, por que não!!!!!
Começamos a assistir o corujão na Globo,
Mas pra minha surpresa ela vira pra mim e pede pra colocar no outro filme que eu estava vendo.
Logo vi que realmente não não tinha mudado de canal a tempo, tentei disfarçar dizendo ser aquele filme que eu estava vendo.
Mas ela me relata que já estava ali parada a mais de dez minutos assistindo escondida, mas quando se aproximou prá ver melhor eu percebi ela ali e troquei de canal. Eu ainda tentando disfarçar dizendo que não era nada demais.
Se não é nada demais porque ela não podia ver também? Bom de tanto que ela insistia eu já não tinha mas argumentos.
Então se ela queria tanto ver eu acabei colocando.
Estava passando Emanuelle no espaço, uma porno chanchada bem leve, mas no esfrega , esfrega, sem penetração, mas na área da sensualidade, não muito pesado.
Mas reparei que ela não tirava os olhos da TV , a cada senão ela ficava mais vidrada.
Ficando com o rosto coradinho e a morder levemente os lábios, visivelmente estava ficando excitadinha , vendo aquilo meu pau endureceu de uma tal maneira que era visível minha ereção, mesmo por debaixo do edredom, quando ela percebeu que meu pau estava duraço como uma rocha, fintou os olhos em minha ferramenta, e ficava alternando entre olhadas a Tv e meu membro, olhando de canto de olho.
Percebi que seus seios se enrigeceram, que até pareciam que a qualquer momento furariam a blusinha do baby dool, lembrava dois faróiszinhos em chamas super pontudos durinhos, como uma pedra.
Ela olhava discretamente para minha pica e as vezes dava leves mordiscadinhas em seus lábios.
Quando com um pouco de cautela começei a massagear meu pau suavemente por cima de meu short, o meu pau estava duraço preste a saltar para fora , quando ela já não sabia mas se olhava a tv ou meu pau. Ficando ali com os olhos arregalados e fixos em direção ao meu pau.
Ela ficou ainda mais pasma quando em um movimento com as mãos ele salta por entre as frestas do short, se revelando todo para ela.
Ela incrédula fica durante um tempo em uma espécie de transe, olhando fixamente meu membro enquanto eu o massageio bem em sua frente.
Coloquei uma das mãos sobre seus seios por Sima da blusa e o acariciei com suavidade e carinho.
Ela deixou escapar um gemidinho acanhado e bem baixinho, pulou do sofá o mais rápido possível, correndo em direção ao seu quarto e se trancando lá dentro.
Me assusto com sua reação e meu pau murcha na hora, logo pensei fiz merda!
Eu estava no momento com tanto tesão que nem pensei em mas nada, naquele não era minha priminha, minha princesinha quê eu via em minha frente, mas sim uma ninfetinha linda formosa de corpo escultural, até então nunca tinha visto ela dessa forma, mas aquela situação me acendeu algo dentro de mim que eu só conseguia pensar em possuila.
Toda aquela pureza de outrora queimava com o fogo do desejo...
Continua....


Foto 1 do Conto erotico: Em terreno proíbido

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Ficha do conto

Foto Perfil green-
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Nome do conto:
Em terreno proíbido

Codigo do conto:
257904

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5