Mãe e Filho: Prazer Proibido

Após uma vida de desafios, uma mãe solteira encontra consolo e paixão no lugar mais inesperado: nos braços do próprio filho. O desejo explode em encontros ardentes, transformando sua relação em uma ligação carnal intensa e proibida. Será que o prazer pode vencer os limites do pecado?


Ao ler alguns contos; inclusive de incestos, me senti encorajada em escrever minha própria história. Criada na área rural, em uma fazenda onde meu pai era empregado, muito nova me enrabichei por um peão de mais ou menos uns 25 anos. Em menos de um mês; no meio do mato, tirou meu cabaço e me deixou prenha. Logo que comecei a ter fortes enjôos, minha mãe me levou ao médico e ao voltar pra nossa casa na fazenda levei uma surra do meu pai que fiquei uns 3 dias sem poder sentar direito… Nisso, até o peão que me deflorou já não trabalhava mais na fazenda. Devido a fúria do meu pai, assim que nasceu a criança; eu estava com dezessete anos, minha mãe me mandou pra casa da minha tia Flora que morava na cidade do Rio de Janeiro: solteirona e tinha um padrão de vida bastante elevado. Tia Flora, com seu conhecimento, arrumou-me um emprego de faxineira numa excelente firma, matriculou-me num curso fundamental intensivo e creche pro meu filho Ricardo… Sempre fui muito grata a tia Flora por tudo que ela me fez; inclusive tomando conta e ajudando-me na criação do Ricardo. Dr. Cezar, dono majoritário da firma e amicíssimo de tia Flora, acabou se interessando em me ajudar além do emprego. Arrumou-me um pequeno apartamento pra eu morar com meu filho, que continuou na creche pra eu também continuar estudando somente na parte da manhã, em troca dele ir uma ou duas vezes por semana no apartamento e deitar comigo…
Achei justo, já que nem precisei mais trabalhar e ainda ganhava uma boa quantia pros meus gastos; que passei a economizar boa parte. Com Dr. Cezar foi aprendendo a ser uma amante completa; daquelas de fazer um homem subir pelas paredes. Foram anos e anos sendo amante e vendo meu filho ir crescendo com dignidade. Ricardo foi se tornando um rapaz bonito, educado, estudioso e muito grudado comigo; enquanto que Dr. Cezar com a idade foi diminuindo suas investidas na cama… Usava mais a língua e fazia sexo raramente usando viagra. Ricardo tinha muitas amizades, mas como ele sabia que eu gostava de filmes sempre me levava em algum cinema (normalmente em shopping)… Eu adorava. Ricardo com quase dezessete anos tinha um corpo musculoso, alto, que lhe dava uma aparência de ter mais de vinte; já eu, com trinta e cinco anos aparentava ter pouco mais de vinte e cinco: Baixinha, bunduda, peitudinha, coxas grossas e com tudo ainda firme. Estávamos indo de metrô pro shopping; acho que devido ter algum jogo importante no maracanã, de repente entrou no vagão uma turba de homens num empurra empurra fazendo Ricardo me puxar colocando-me encostada de costas em seu corpo enquanto ele me abraçava forte com seus dois braços ficando encostado na lateral do vagão… Nunca me senti tão protegida. Era claro que tínhamos muito carinho um com o outro; mas naquele dia senti algo totalmente diferente ao estar nos braços do meu filho. Mas foi numa outra ocasião; mesmo o metrô não estando cheio, mas sem lugar pra sentar, eu mesma me encostei no corpo de Ricardo e ele novamente me abraçou forte. Acho que sem aquela preocupação de estar espremida entre muita gente comecei a perceber que minha bunda ficava exatamente encaixada na sua virilha. E nas paradas e nas partidas do trem nas estações, minha bunda afrouxava e voltava com força pra trás apertando a ponto de perceber que Ricardo começava a ficar excitado. E ele, ao invés de afrouxar seus braços passou a me puxar mais ainda pra trás me fazendo sentir aquela coisa roliça nas minhas nádegas. No cinema ele levantou o braço da divisória das poltronas pra me abraçar fazendo-me ficar reclinada no seu peito… Percebia seu coração acelerado. Fazendo-me de inocente deixei meu braço ficar apoiado na sua coxa, e pra minha sorte, exatamente sobre onde estava seu pinto que logo foi ficando duro. Num incontrolável desejo, fiz um leve e rápido carinho passando a mão sobre o volume… Arrependi do atrevimento e me recolhi rapidamente. Acontecia algo estranho comigo em relação ao meu filho, que não tinha explicação. Passei a notar que também acontecia com ele, quando me aproximei do sofá onde ele assistia um jornal pela TV e chegando pro canto e batendo sobre sua coxa:
– Quer deitar aqui, mãe?…
Eu que já tinha tomado meu banho e estava esperando o horário da novela, para assisti-la e ir dormir, trajava uma camisola fina e bem decotada com alças (sem sutiã). Deitei-me no sofá esticando as pernas e colocando minha cabeça descaradamente sobre sua virilha. Em poucos minutos comecei a sentir aquela coisa ir ficando dura e grande bem debaixo da minha bochecha, que até pulsava… Um calor intenso foi tomando conta do meu corpo. Ricardo ficou acariciando meu braço por vários minutos, até que numa grande ousadia começou a puxar a alça da camisola pra fora do meu ombro fazendo meu peito ir aos poucos aparecendo. Fiquei tensa, mas fui deixando e logo ele estava apalpando gostoso meu peito e brincando com o bico que rapidamente ficou teso (duro). Ficamos ali, por uns 15 minutos,ele massageando meu peito e eu alisando seu pinto por cima da calça até sentir de novo arrependimento, me levantando e dando uma desculpa qualquer indo pra cozinha. Procurei evitar ter novos contatos físicos com meu filho; sabendo que ia acabar caindo em tentação. Passou-se quase um mês e Ricardo resolveu comemorar seu aniversário (meio da semana) junto com alguns colegas, num bar restaurante na orla da praia à noite e fez questão de que eu fosse junto. Ricardo me tratou como uma princesa na frente dos amigos, que, fizeram questão de me contar que admiravam o amor que ele nutria por mim… Fiquei toda orgulhosa. Passava das onze horas da noite quando voltamos de táxi pro apartamento, e eu, com a ajuda de poucos copos de cerveja que ingeri, entrei em casa numa alegria tão grande que fui entrando no meu quarto tirando minhas roupas sem nem perceber que tinha deixado a porta aberta (juro que não foi de propósito). Só quando estava de calcinha e me virei ao ouvir barulho de passos, dei de cara com Ricardo se aproximando de mim. Senti meu coração acelerar, mas, em nenhum momento tentei esconder meus peitos ou me cobrir. Ricardo me abraçando fazendo meus peitos ficarem amassados de encontro ao seu corpo, acariciando minhas costas:
– Você vai tomar banho?
Era meu costume ficar só de calcinha, enrolar-me numa toalha e ir pro banho:
– Vo… vo… vouuuuu simmmm!!!!
Senti sua mão alisando minha bunda por cima do tecido da calcinha:
– Posso tirar sua calcinha?
– Nããããoooooo!!!! Ficou doido?
– Pô mãe; qual o problema?
– Você sabe; nós não podemos continuar!…
Só porque você é minha mãe?
– É claro; onde já se viu uma mãe fazer essas coisas com um filho?
Eu, ao mesmo tempo em que pensava no pecado, sentia um desejo enorme pra ele continuar e até abusar de mim se fosse preciso.
– Ah! Tá bom; se você não quer!…
Quando ele foi me soltando, desesperada puxei-o abraçando pela cintura:
– Querer eu quero; mas só que eu não consigo dizer isso pra você!
Ele foi me fazendo deitar na cama:
– Não precisa falar nada mãe, já entendi tudo!
Quando senti suas mãos segurando minha calcinha, fechei os olhos e em poucos segundos sabia que estava nua, com as pernas abertas e meu filho olhando pra minha buceta. Continuei com os olhos fechados até quando senti seus dedos abrindo minha buceta:
– Noooossa; é linda mãe!…
Sabia que estava vivendo algo totalmente fora dos padrões, mas não podia negar que ficava cada vez mais excitada. Quando senti passando a língua bem no meio da minha racha, fechei minhas coxas contra sua cabeça:
– Riiiiiiicarrrrrdo!!!!!!! Perdeu o juízo?
E ele abrindo minhas coxas com as mãos continuou passando a língua me fazendo urrar de prazer… Mas quando eu estava quase chegando lá, ele parou pra ficar de pé ao lado da cama pra tirar toda sua roupa. Novamente fechei os olhos e só abri quando senti que ele subia novamente na cama e procurava afastar minhas pernas… Adorei ver o pinto duro do meu filho que já tinha um tamanho bastante significativo. E Ricardo, entrando no meio das minhas pernas foi esfregando seu pinto no meio da minha racha até encontrar a entrada e dar aquela afundada deixando somente o saco pro lado de fora:
– Caramba mãe; você não imagina o quanto sonhei com esse momento!
E ele passou a bombar fazendo despertar a amante fogosa que tinha dentro de mim:
– Isso filho! Mete! Mete forte na mamãe… Vai! Vaaaaiiiiii! Ooooohhhhhh!…
E eu achando que ele não tinha nenhuma experiência, socou tanto em mim que logo eu estava tendo o meu mais incrível orgasmo:
– Tôooooo gozando filho! Maaaiiiiisss! Maaaaiiiiissss!…
Em todos aqueles anos, eu estava tendo o meu mais delicioso momento de sexo com meu próprio filho:
– Pode gozar na mamãe, goza! Goza! Iiiiiiiisso!…
Sentia soltando jatos e jatos de porra quente dentro da minha buceta… Foi simplesmente maravilhoso. Fomos juntos pro banho, e novamente me senti livre, leve e solta deixando meu filho lavar-me por inteirinha. Voltamos pelados pra cama, e ainda ficamos por vários minutos como dois verdadeiros amantes; um alisando o corpo do outro, além dele mamar muito nos meus peitos… E fui eu, que resolvendo esquecer de tudo e de todos, aproximando meu rosto do dele:
– Quer me beijar filho?
– Posso beijar na boca mãe?
– Claro que pode seu safadinho da mamãe!…
ele me beijou com tanta vontade que me senti novamente uma garotinha inocente começando a aprender o que era namorar. Passando a mão e segurando seu pau que estava novamente bastante duro:
– Quer novamente Ricardo?
– É lógico que eu quero!…
Fiquei na posição que mais gostava; de cachorrinha, e ele veio com tudo enfiando na minha buceta e bombando com força segurando-me pelas ancas… Foi quando ele metendo e separando minhas nádegas com os dedos e lógico olhando meu ânus:
– Caramba mãe… Você tem uma bunda muito gostosa!
– Hummm! Hummm! Aaaaaah! Você quer comer a mamãe também por trás?
Ele rapidamente tirou da minha buceta e colocando no meu ânus foi empurrando e fazendo seu pinto molhado com meu suco vaginal escorregar todo pra dentro:
– Oooooh! Que cuzinho gostoso mãe!
– Ele é todo seu filho; mete! Mete mais forte… Vai! Vaaaaaiiiiiii!!!!!!!
E Ricardo ficou grudado no meu traseiro deixando seu pinto despejar todo seu gozo dentro de mim. Depois desse dia praticamente virei a namoradinha do meu filho; era muito beijo na boca, banhos juntos e na cama dois insaciáveis amantes . E eu, aos poucos, fui liberando a puta que tinha dentro de mim que passei a chupar e a cavalgar o pinto do meu filho como uma verdadeira vadia… Lá se vão 5 anos e Ricardo continua como se fosse muito apaixonado por mim.

Foto 1 do Conto erotico: Mãe e Filho: Prazer Proibido

Foto 2 do Conto erotico: Mãe e Filho: Prazer Proibido

Foto 3 do Conto erotico: Mãe e Filho: Prazer Proibido

Foto 4 do Conto erotico: Mãe e Filho: Prazer Proibido

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Mãe e Filho: Prazer Proibido

Codigo do conto:
259984

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5