INESPERADAS AVENTURAS COM UBER PARTE I Chamei um Uber e ao abrir a porta do carro meus olhos brilharam com a visão do espécime capaz de despertar em mim os mais primitivos instintos. Ao volante um belo jovem na faixa dos 25/27 anos, muito educado e simpático, sorridente, dentes brancos perfeitos e olhos claros... meus impulsos me levaram a arriscar algo. Iniciamos o trajeto e o papo sobre rolou sobre amenidades e eu, já com segundas intenções e simulando ingenuidade e curiosidade, perguntei sobre "o mito do halls" com motoristas de aplicativos ao que ele, com leve e maroto sorriso, me confirmou. Aproveitei e perguntei se ele já tinha sido assediado; com um sorriso meio maroto meio timido disse; "algumas vezes", então eu disse, e aí? Recebi como resposta: "vida que segue". Percebi ali uma janela para meu intento e decidi aproveitar a oportunidade. Ele tinha uma mão no volante e outra no câmbio do carro. Pousei minha mão sobre a dele no câmbio, ele apenas me olhou de canto com um leve sorriso. Puxei sua mão sobre a minha coxa ( eu estava de bermuda) e pousei a minha sobre a coxa dele (ele usava calça de moletom fino) e iniciei carícias na sua perna... ele permaneceu inerte e eu, sem tirar a mão esquerda da sua coxa, com a outra mão trouxe a dele até meu pau... ele tentou retirar mas não permiti e, ligeiro, com a mão que tinha sobre sua coxa, também busquei o pau dele sob o moletom. Nisso ele diz: pô, peraí, tô dirigindo né! Encostai respondi, o que ele fez, parando o carro num local discreto. Sem tirar a mão do pau dele, que já estava desperto, com a outra puxei seu rosto e tasquei-lhe um beijo!!! Aí ele reagiu mais firme me questionando a atitude: "porra, nunca beijei homem, sou macho caralho"!!! Ué, beijo é beijo, respondi. Ele me pareceu confuso, resolvi avançar e perguntei: você já chupou um pau? E eu sou viado, respondeu! Nada a ver, lhe disse e continuei, eu tenho tesão em você e sinto que você tem tesão em mim tb, logo vamos curtir. Faz assim, põe seu pau pra fora e tb mostro o meu e foi o que fizemos. O cacete dele era lindo, médio, tamanho e grossura proporcionais; o meu apenas um pouco menor e mais grosso. De pronto o convidei: chupa meu pau, sente meu sabor, ao que ele retrucou: não, chupa você o meu. Nesse impasse, peguei com carinho no cacete latejante dele e o massageei com cuidado e ele sem que eu pedisse fez o mesmo no meu... ambos respirávamos tesão!!! Mas dado o horário do meu compromisso, sem poder dar continuidade, sugeri que ele voltasse a me pegar daí uma hora no meu destino e decidiriamos o que fazer com mais calma, talvez num lugar mais adequado. Ele prontamente concordou. Mas lhe pedi que deixasse seu pau fora da calça, para eu continuar a acariciá-lo com a mão, e seguimos no trajeto.
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