Sexyhot quebra sua regra de ouro: Sair homem casado
O vinho tinto repousava em duas taças sobre a mesa do quarto 307, mas o verdadeiro calor ali dentro não vinha da bebida. Após semanas de conversas virtuais repletas de insinuações, promessas e uma tensão que parecia quebrar a tela do celular, a "Sra. Sexy Hot" havia feito o impensável: quebrou sua regra de ouro. Ele era um homem casado. Mas a tentação tinha uma gravidade própria, impossível de resistir. O encontro foi às cegas, sem troca de fotos prévias, alimentado puramente pelo mistério e pelo desejo verbalizado. Ela chegou ao hotel em São Leopoldo com a pele ainda quente e a mente fervendo, vinda diretamente de um ensaio sensual. A adrenalina de ter sido fotografada em poses provocantes ainda corria em suas veias, deixando-a perigosamente consciente do próprio corpo. Quando a porta do quarto se abriu, o mistério deu lugar à realidade palpável. O clima inicial de conversa e degustação durou apenas o tempo necessário para que os olhares se decifrassem. A química era imediata, densa, quase sólida. Ele se levantou, deixando a taça de lado, e caminhou até ela com passos firmes. Parou a poucos centímetros, olhou-a nos olhos e quebrou o último restinho de formalidade com uma voz grave: — Quero beijar essa boca. A partir dali, o tempo mudou de ritmo. O primeiro beijo foi uma explosão de urgência reprimida por semanas. As mãos dele procuraram a cintura dela, puxando-a contra seu corpo, enquanto ela cravava os dedos em seus ombros. As roupas, que até minutos atrás compunham a elegância daquela mulher decidida, foram desfeitas com uma pressa voraz, espalhando-se pelo chão do quarto de hotel. Na penumbra do quarto 307, a experiência dele se chocou com a entrega absoluta dela. Cada toque era calculado para arrancar suspiros, cada carícia na pele ainda macia do ensaio fotográfico a fazia arfar. O desejo era tanto que o ritmo se tornou frenético, uma dança de pele, suor e sussurros nítidos de luxúria. Ele parecia hipnotizado por ela, incapaz de se conter. A intensidade do momento o levou ao limite rapidamente pela primeira vez, um ápice intenso que apenas aumentou a testosterona no quarto. Sem perder o fôlego, a conexão continuou, os corpos se encaixando com uma precisão cirúrgica. Pouco tempo depois, levado pelo visual dela e pela entrega daquele corpo que ele tanto desejara no anonimato, ele cedeu à segunda onda de puro prazer. Mas ela não ficaria atrás. Conduzida a um estado de puro transe erótico pelos estímulos dele, ela sentiu a onda de calor subir pelo ventre. O ápice veio como uma maré incontrolável, uma liberação tão intensa e fluida que resultou em um squirt avassalador, inundando os lençóis e coroando a noite com a mais pura expressão de sua satisfação. Ainda extasiado pelo poder daquela mulher, ele buscou as últimas forças para um encerramento à altura, entregando-se ao seu terceiro e último gozo da noite, exausto e completamente dominado pelo momento. O silêncio voltou ao quarto 304, quebrado apenas pela respiração que aos poucos se acalmava. Sem pressa, mas com a precisão de quem sabe exatamente quem é, ela se levantou. Recompôs-se, vestiu sua roupa e ajeitou os cabelos em frente ao espelho. O mistério havia sido consumado. Ela caminhou até a porta, olhou para trás uma última vez e saiu exatamente como havia entrado: plena, bela e absoluta
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