O habito de dormir nua a levou a suíte 34

A madrugada fria de terça-feira parecia congelar o tempo, mas no universo virtual do site liberal, o clima ardia em outra temperatura. Tudo começou quando a Sra. SexyHot publicou uma foto que era pura provocação: uma foto ousada de corpo inteiro com uma langeri branca, com uma legenda que exaltava o charme, a intensidade e os mistérios das mulheres maduras.
Entre as dezenas de notificações que pipocavam na tela, uma mensagem enviada exatamente às 2h54 se destacou. O codinome era direto: mantenhasigilo. Ele não usou cantadas baratas. Foi certeiro, cavalheiro e magnético:
"Ola Sexyhot, prazer, dá uma olhadinha na bio, acredito que nossos perfil e busca combinam bastante. Se tiver interesse em me conhecer melhor, será um prazer, ótima noite.
Intrigada, SexyHot visitou a página dele e sentiu a química imediata. Respondeu com suas congratulações habituais, e ele, sem perder tempo, confessou que estava hipnotizado pelo perfil dela e que os dois precisavam se conhecer. A conversa fluiu como um bom vinho. Em poucos minutos, trocaram confidências sobre suas rotinas profissionais, preferências sexuais e agendas. A sintonia era tanta que ela decidiu encurtar o caminho e deixou seu número pessoal.
No WhatsApp, as máscaras dos codinomes caíram. Com os nomes reais revelados, a intimidade explodiu em fotos provocantes. Até que ela, deitada sob as cobertas, enviou um clique devastador acompanhado de uma frase despretensiosa, mas fatal: “Tenho o hábito de dormir nua…”
A resposta dele veio carregada de urgência: “Não faz eu ligar o carro agora e ir até a tua cidade às 4 horas da manhã.”
Ardilosa, ela retrucou: “Seria muita loucura nos encontrarmos no meio do caminho?”
Ele pensou rápido: “Consigo folga agora de manhã.”
“Eu também”, ela rebateu, com o coração acelerado.
“Então vamos terminar essa conversa em um bom lugar e iniciar várias outras. Onde nos encontramos?”
O destino estava selado: Canoas, Motel Atenas.
Cada um saiu de sua respectiva cidade, rasgando a rodovia na penumbra do amanhecer. No caminho, trocavam mensagens calculando o tempo de chegada. Percebendo que ela chegaria um pouco antes, ele agiu com o cavalheirismo que o calibrava: orientou-a a parar em um posto próximo para tomar um café, evitando que ela ficasse exposta esperando na frente do motel.
Quando finalmente se encontraram no local combinado, ele deixou seu carro na rua e entrou discretamente no dela. Dirigiram até a Suíte 34.
Assim que o portão da garagem baixou, o mundo exterior desapareceu. Ela abriu a porta do carro e desceu, revelando uma visão monumental: um microvestido preto justo, meias-calças de nylon pretas, um sobretudo elegante, brincos vermelhos reluzentes, os cabelos longos soltos e aquele batom vermelho impecável, contornando perfeitamente a boca carnuda. Ele, vestindo calça jeans, camisa e jaqueta, não resistiu. Caminhou decididamente até ela, envolveu sua cintura com força, colando os corpos, e a puxou para si.
O primeiro beijo foi uma explosão represada. Intenso, faminto, frenético. Durou quase três minutos de pura entrega na garagem escura. Ao apagarem as luzes dali, começaram a subir as escadas para o segundo andar. Ela ia na frente, rebolando devagar, enquanto as mãos maliciosas dele já subiam por baixo do microvestido, acariciando a pele quente das suas coxas.
O clima na suíte estava incandescente. Foi uma sequência arrebatadora de beijos cinematográficos, mordidas vorazes no pescoço, sussurros quentes ao pé do ouvido e os primeiros gemidos ecoando pelo quarto. As roupas foram caindo pelo chão como obstáculos superados.
Na cama, ele a deitou com desejo e adoração. Retirou o sobretudo, o vestido e, com extrema lentidão, deslizou as meias de nylon e a calcinha de fio de strass que brilhava na penumbra. Ele começou um sexo oral intenso, profundo e habilidoso. SexyHot entregou-se por completo, segurando os lençóis enquanto ele elevava suas pernas, beijava seus pés, subia pelas panturrilhas, massageava sua intimidade com a língua e intercalava subindo até os seios e a boca. Ela se desmanchou em uma sequência avassaladora de orgasmos.
Quando a penetração finalmente ocorreu, o encaixe foi perfeito. Um ritmo quente, forte e ritmado que os levou juntos ao ápice do prazer. Mas aquilo era só o começo. Ofegante, SexyHot assumiu o controle e iniciou uma sessão de sexo oral nele, que logo retribuiu com o mesmo vigor. Reiniciaram o ato com ainda mais sede, explorando cada milímetro de seus corpos até explodirem novamente em puro êxtase.
Deitados lado a lado, tentando recuperar o fôlego, perceberam que a cama estava completamente inundada pelo suco de suas paixões e sucessivos gozos. Ela, com um sorriso cúmplice, ligou para a recepção e solicitou lençóis extras.
Enquanto o quarto era arrumado, os dois se refugiaram na banheira de hidromassagem. Sob a água quente e a espuma, as carícias e os beijos molhados continuaram. Entre risadas e confissões sussurradas, o desejo renasceu. Fizeram amor ali dentro uma, duas... e na terceira vez, já estavam extasiados, flutuando num mistério de esgotamento físico e prazer absoluto sob a água morna.
De volta à cama, agora com lençóis limpos e secos, o magnetismo os puxou novamente. Envolveram-se em mais uma rodada mútua de preliminares intensas que culminou em uma penetração selvagem e demorada. O resultado? Novos lençóis aguados por um gozo longo, profundo e completamente satisfatório.
Finalmente saciados, os corpos cansados encontraram o repouso. Ele a puxou para o seu peito, acomodando-a sob seus braços fortes. Ali ficaram, nus, enrolados entre as toalhas e as cobertas macias, vendo a claridade do dia entrar pela janela. Não era o fim do dia, mas para os dois, aquela explosão de cumplicidade e volúpia trouxe a sensação exata de terem testemunhado o pôr do sol mais bonito e inesquecível de suas vidas.

                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O habito de dormir nua a levou a suíte 34

Codigo do conto:
263627

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
03/06/2026

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