O Imprevisto Perfeito



O Encontro Psíquico: Entre o Anônimo e o Desejo
A noite caiu sobre a cidade trazendo aquela brisa morna que parece sussurrar segredos ao ouvido. Sexy Hot já estava pronta. O espelho refletia alguém que sabia exatamente o que queria, mas que ainda assim sentia aquele frio na barriga delicioso da expectativa. O combinado era com ele: o mantenhasigilo. Aquele carinha misterioso, o mesmo do famoso conto sobre o curioso "hábito de me dormir nua" — aquele jeito único e quase hipnótico que ele tinha de desarmar qualquer defesa, de fazer a mente apagar e o corpo acender, ela o esperava ansiosamente.
Ele deitou-se no sofá e pacientemente o esperou, esperou e esperou, mas ele simplesmente não apareceu, e não teve a ombridade de avisá-la.
Após mais de 4hs de espera, ele tirou o loock elaborado e sexy que havia preparado para ele naquela noite, despiu-se por completo e repousou sob seus lençóis, a noite tinha acabado.
O celular vibrou. Nenhuma chamada, apenas a mensagem, Boa noite linda, saudades tua Aqui anônimo lá do site. Sexy Hot então responde: o anônimo que some ? Ele sim sou um tipo de “mestre dos magos”, então ela diz que já tem um mestre dos magos, eles em tom de diversão encontram outro personagem para este homem e vai e e vem sem avisar: O Mestre Yoda.
Eles entram em um diálogo sobre o encontro frustado de Sexy Hot, de tesão, e de localização.
Neste momento, ele indagou: “Está aonde em Porto Alegre?” Ela passou o endereço.
Ele disparou: “Estou a 30 minutos de distância, Você ai peladinha, nesse frio, calor humano é bom, pena que você estava para o crime, já passou?
Ela respondeu: “Meu apto é o 304.” Ele neste que devo aparecer? Sim falou ela.
Nessa hora, a cabeça dele entrou em turbilhão, sem acreditar que ela o estava chamando. Sem raciocinar muito, entrou em seu carro e dirigiu até o Centro Histórico de Porto Alegre. Enquanto isso, Sexy Hot pulou da cama e, novamente, começou a se arrumar.
Ele passou a lhe enviar fotos do trajeto , e dizer “não sai da minha cabeça a frase, estou peladinha embaixo das cobertas.......parece pegadinha João Kleber” e ela dispara: Vem meu Yoda se aninhar nos meus lençóis!!
O interfone tocou, anunciando que ele havia chegado. A hora? 1h31 da manhã. Ela autorizou sua subida e deixou a porta do apartamento entreaberta. Sentada no sofá da sala com sua taça de espumante na mão, Sexy Hot vestia seu macacão arrastão, um vestido preto longo, cabelos presos, maquiagem perfeita e aquela boca bem delineada.
A porta se abriu e ele entrou. O perfume dele invadiu o ambiente imediatamente — uma mistura de couro, sândalo e pura testosterona. Não houve espaço para conversas triviais ou amenidades de trânsito. O olhar que trocaram já era um contrato silencioso de que aquela noite não seria comum. Os dois, automaticamente, começaram a se beijar freneticamente: uma mão que escapava para o joelho, uma respiração que mudava de ritmo a cada beijo mais intenso que o outro.
Ela tirou o casaco dela, tirou o dele, largou a taça de espumante e, com uma expressão de puro erotismo e tesão, o pegou pela mão e o conduziu ao seu quarto. O mundo exterior deixou de existir; a atmosfera daquele cômodo se revelou. As luzes da cidade que entravam pela janela davam o tom, combinadas ao som ambiente baixo e pulsante, e a uma cama monumental que parecia o centro de um universo particular.
Ele não perdeu tempo. Logo na entrada, após a transição do cansaço do trânsito para a urgência do momento, ele iniciou o que parecia um ritual de ensino. Não era apenas sexo; era uma aula de anatomia, prazer e entrega. Ele a impulsionou contra a cama, os corpos colados, sentindo cada batida do coração um do outro.
— Você achou que saberia o que esperar? — ele sussurrou contra o seu pescoço, a voz grave fazendo a espinha dela tremer.
O Ritmo do Prazer
Com uma calma calculada que contrastava com o calor da pele, ele começou a ditar o ritmo. Criava um verdadeiro espaçamento entre cada toque, prolongando a agonia do desejo. Sabia exatamente como retardar o ápice para tornar a jornada ainda mais devastadora. Cada centímetro de pele descoberto recebia uma atenção meticulosa. Não havia pressa, nenhuma pressa irregular — o compasso era perfeito, uma coreografia de mãos, lábios e sussurros sem qualquer entrave ou obstáculo, apenas a fluidez pura do desejo.
Ele a levou para o centro da cama. A transição foi suave, mas firme. Ali, o "hábito de me dormir" se transformou no hábito de dominar. Sexy Hot se entregou completamente ao magnetismo daquele homem que dominava a arte do sigilo e do prazer.
Os corpos se conectaram em uma sinfonia de tirar o folego.
O Ápice Absoluto
Não havia nenhuma irregularidade ali; era a perfeição do encaixe, a culminação de toda a tensão acumulada desde o momento em que entraram naquele quarto. O prazer veio como uma onda gigante, avassaladora e sem barreiras. Sexy Hot sentiu o corpo inteiro enrijecer antes de explodir em espasmos longos, intensos e repetidos, arrancando dela um gemido que ecoou pelas paredes. Sim, ela estava fazendo squirt, um atrás do outro. Enquanto ele a penetrava virilmente, ela esguichava mais e mais.
Logo em seguida, com um rugido baixo, ele se entregou ao mesmo ritmo, desabando sobre o corpo dela, unindo os dois no cansaço mais delicioso que o desejo poderia pagar.
Quando finalmente a tempestade de sensações acalmou, eles saíram do quarto. Para trás, ficou o rastro daquela entrega absoluta: a cama estava completamente encharcada, e os lençóis, totalmente molhados. Ele foi até o banheiro e tomou um banho rápido para tirar o calor do corpo. Enquanto isso, ela vestiu uma camisola vermelha provocante, que contrastava perfeitamente com a sua pele.
Em seguida, os dois foram para a sala. Sentaram-se no sofá e, sem que precisassem dizer muito, a eletricidade entre eles voltou a pulsar. Os beijos recomeçaram ali mesmo, fazendo com que tudo se iniciasse outra vez. Entre um carinho e outro, ela pegou sua taça para tomar mais um pouco de espumante e conversar com ele, mas as palavras logo se perderam quando eles se entregaram novamente a uma sequência interminável de beijos, beijos e beijos.
Seduzida pelo momento, ela subiu para cima dele, acomodando-se em seu colo, e ali os dois se entregaram àquela nova atmosfera. Ele começou a chupar seus seios com desejo, e eles permaneceram naquele movimento compassado e íntimo por um tempo, deixando-se levar pelo prazer que parecia não ter fim.
Até que, quebrando o transe, ele disse, com a voz ainda grave, que precisava ir embora. Ele se levantou do sofá e, num último impulso de despedida, os dois se envolveram novamente em mais beijos e abraços intensos. Caminharam colados até a entrada. Já na porta, sabendo que era hora de colocar um limite naquela noite inesquecível, ela olhou bem nos olhos dele e disse:
— Agora tu precisa ir.
E assim, carregando o segredo daquela noite, ele deixou a apartamento 304.
Passados apenas 15 minutos, a tela do celular dela acendeu no escuro da sala. Era uma mensagem dele:
“Eu deixei o meu relógio aí.”
Ela sorriu diante do visor e, com os dedos rápidos, respondeu automaticamente:
“Vem buscar quando? Tudo vai recomeçar no quarto 304.”
Foto 1 do Conto erotico: O Imprevisto Perfeito


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Ficha do conto

Foto Perfil sexynhot
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Nome do conto:
O Imprevisto Perfeito

Codigo do conto:
264544

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
16/06/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1