Eram exatas 17h53 do dia 8 de julho quando uma notificação rompeu a quietude do final de tarde no site liberal. A mensagem privada vinha do perfil alemao_nh881 com destino à sexyhot. O texto era cirúrgico e envolvente: ele elogiava a sensualidade das fotos dela, confessava o quanto aquele perfil o deixara intrigado e fazia um convite direto para que se conhecessem melhor, trocassem ideias e, quem sabe, dividissem uma garrafa de bom vinho. A afinidade eletrizante fez com que a conversa migrasse rapidamente para o Telegram. Ali, sob o sigilo das mensagens instantâneas, o tom subiu. Fotos, áudios sussurrados e confissões audaciosas alimentaram uma tensão sexual que crescia a cada hora, transformando o desejo de se verem em uma necessidade física urgente. No dia 13 de julho, a oportunidade perfeita surgiu. Sabendo que ela faria uma consulta médica na cidade vizinha, ele planejou cada detalhe e a esperou no estacionamento. O som do motor do carro dela se desligando foi o sinal: a porta do carona se abriu e ele se acomodou ao seu lado. A presença dele superava qualquer expectativa. Alto, loiro, de olhos verdes penetrantes, ombros largos e um físico impecavelmente definido, ele exalava um perfume amadeirado inebriante. Ali mesmo, no espaço restrito do veículo, o mundo lá fora deixou de existir por exatos 30 minutos. Ele a puxou pela nuca, selando os lábios em um beijo faminto e profundo, misturado a sussurros quentes ao pé do ouvido. Suas mãos firmes e grandes começaram a percorrer com voracidade cada centímetro exposto do corpo dela — deslizando pelas coxas, apertando a cintura e invadindo o decote —, enquanto a boca dele descia pela sua garganta. Despediram-se arquejantes, com a pele quente e a promessa inegociável de um reencontro sem limitações. A promessa se cumpriu neste 29 de julho. O cenário escolhido foi o Motel Kalahari. Se encontraram as margens da BR, com toque de farol ele deu o sinal para que ela seguiase, ao entrarem no pátio do motel, agindo como um verdadeiro cavalheiro estacionou seu carro na garagem auxiliar, deixando a vaga principal da suíte totalmente livre para que ela entrasse com discrição e conforto. O som da porta da garagem baixando selou o início de uma tarde sem censura. Enquanto ela colocava os pés no primeiro degrau da escada que levava ao andar superior, ele já estava logo atrás. Sem dizer uma palavra, colou o peito ereto nas costas dela e deslizou as mãos por baixo de suas roupas, apertando seus quadris e acariciando a parte interna de suas coxas a cada degrau subido. Ao cruzarem a porta da Suíte 36, a contenção ruiu por completo. Bastou o clique da fechadura para que se chocassem contra a parede. O beijo recomeçou ardente, com a língua dele explorando a boca dela com brutalidade e carinho em simultâneo. As mãos dele subiam por baixo do vestido dela, apertando sua bunda com firmeza e puxando seu corpo contra o dele, sentindo a rigidez do seu tesão através do tecido. Ela correspondia na mesma proporção, arranhando suas costas e puxando seus cabelos loiros. Lentamente, as roupas foram desnudadas até revelar a lingerie que ela havia preparado: um arranjo devastador composto apenas por uma calcinha fio preta, o vestido de rede arrastão, um espartilho estruturado acoplado ao cinto-liga e meias 7/8 pretas arrematadas com uma fina e provocante renda vermelha. Ele estancou por um segundo para devorar aquela visão com os olhos. Sem aguentar a tentação, ele a segurou pelas coxas e a levantou do chão de uma só vez. Ela enlaçou a cintura dele com as pernas enquanto os beijos se intensificavam. Ele a caminhou até a cama King Size e a depositou suavemente sobre os lençóis. Ajoelhando-se entre as pernas dela, ele começou uma viagem lenta com a boca: mordeuzinhou a curva do pescoço, desceu pelos seios eretos sobre o espartilho, percorreu a barriga e afastou suavemente o tecido do fio-dental. Sua língua encontrou o sexo dela completamente molhado. Ele começou com lambidas longas, da base ao clitóris, alternando com sucções firmes e o roçar dos dedos dentro dela. O ritmo foi aumentando, a respiração dela tornou-se entrecortada, os quadris subiam em busca do contato, até que as ondas do orgasmo a dominaram completamente, resultando em um squirt volumoso e quente que inundou a boca e as mãos dele. Ainda em chamas, ele a virou de quatro na cama, erguendo seu quadril. Acomodando-se atrás dela, ele voltou a distribuir lambidas molhadas entre a sua virilha e o bumbum, para logo em seguida alinhar seu membro ereto e penetrá-la de uma só vez, fundo e sem hesitação. O som do choque de seus corpos ecoava pelo quarto, acompanhado por estocadas profundas que atingiam o ponto exato do prazer dela. Após deixá-la sem fôlego naquela posição, ele a puxou de volta, deitando-a de costas e deitando-se ao seu lado por um breve instante para tomá-la em um beijo com sabor de pele e suor. Tomada por uma onda súbita de energia e desejo, ela se ajoelhou entre as pernas dele. Sem pedir licença, abocanhou o sexo dele, deslizando os lábios até a base e usando a língua para massagear cada veia pulsante. Em seguida, ela subiu sobre ele, guiando-o para dentro de si e montando com autoridade. O vestido arrastão e o espartilho ainda moldavam suas curvas enquanto ela cavalgava com ritmo, aumentando a velocidade a cada gemido que arrancava dele. Naquela posição, no controle absoluto da profundidade e do ângulo, ela atingiu o ápice uma, duas, três vezes seguidas, tremendo por inteiro sobre o peito dele. Ele então segurou seus quadris com força, girou a posição e a colocou por baixo, assumindo o ritmo final. Elevando as pernas dela sobre os próprios ombros, ele cravou estocadas firmes, fortes e ritmadas, fazendo a cama ranger enquanto a encarava nos olhos. O sexo continuou assim por horas — posições alternadas, beijos sufocantes, toques na pele arrepiada e uma entrega física sem reservas dentro daquela suíte. Já no limite da exaustão e do tesão, envolta em uma bruma de prazer, ela o olhou bem no fundo dos olhos verdes, puxou seu rosto para perto e sussurrou o pedido provocante: queria sentir o leite quente dele no lugar mais íntimo. Ele a colocou de quatro mais uma vez, erguendo o quadril dela. Com paciência e bastante lubrificação natural, ele começou a deslizar a cabeça do seu membro na entrada anal. Aos poucos, com estocadas curtas e suaves, foi preenchendo-a por inteiro. Assim que ela se acostumou com a pressão, o ritmo aumentou. As estocadas tornaram-se intensas, profundas e viscerais, fazendo o corpo dela vibrar a cada impacto até que os dois, juntos em um uníssono de gemidos, atingiram o ápice do prazer absoluto, com ele se derramando por completo dentro dela. Exaustos, desabaram na cama deitados lado a lado, o peito dele subindo e descendo enquanto ela repousava a cabeça em seu braço. Ficaram assim por minutos, trocando carícias leves e aproveitando o calor dos corpos entrelaçados. No entanto, o tempo implacável cobrou seu preço. Precisavam voltar à realidade. Levantaram-se e foram juntos para o banheiro, onde tomaram um banho quente e demorado sob a ducha da Suíte 36. A água limpava o suor enquanto as mãos ainda se buscavam em toques suaves e beijos calmos. Se arrumaram sem pressa, ajustando as roupas e os perfumes. Antes de abrir a porta da garagem para saírem, ele a puxou pela cintura uma última vez, selando a despedida com uma sequência de beijos profundos, quentes e demorados — deixando impresso no ar daquela suíte o desejo incontrolável de marcarem o próximo encontro.
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