A noite em Parobe tinha o clima perfeito: uma brisa leve, o som abafado do luar ao fundo e uma eletricidade no ar que prometia o pecado. Quando o convite para o jantar na casa daquele casal de amigos de longa data chegou, as entrelinhas já estavam desenhadas. Ela sabia exatamente qual seria o seu papel naquela noite: a sobremesa mais cobiçada. ?Preparou-se como quem se veste para um ritual de sedução. Escolheu um micro vestido preto, justo ao corpo, que delineava cada curva. Por baixo, uma lingerie de renda preta provocante, que mal cobria o necessário. Nos pés, saltos altos que a deixavam ainda mais imponente, e, para finalizar, um casaco vermelho fatal, combinando perfeitamente com o batom vibrante que desenhava seus lábios. ?O Cenário do Crime ?Ao chegar ao apartamento 303, foi recebida pelo Sr. M. O cumprimento foi formal, mas os olhos dele não mentiam; a malícia brilhava nas pupilas que a devoravam de cima a baixo. Ao entrar, o ambiente já entregava as intenções: ?Mesa posta impecavelmente. ?Luz de velas dançando pelas paredes. ?Espumante bem gelado estalando nas taças. ?A Sra. B surgiu do banho logo em seguida. Exalava um perfume inebriante, linda, com uma aura que transbordava pura sexualidade e desejo. Entre um gole de espumante e conversas repletas de duplo sentido, a tensão rompeu. A convidada aproximou-se da Sra. B e a beijou — um beijo quente, molhado, que selou o acordo silencioso entre as duas. A Sra. B, uma voyeur assumida, assistiria a tudo. Aquela noite pertencia ao prazer. ?O Início do Banquete ?A Sra. B começou a preparar o palco. Ajustou a música para um tom envolvente, diminuiu as luzes e estendeu o sofá da sala. Foi a deixa para que o Sr. M se sentasse ao lado da convidada. ?Os primeiros beijos foram calorosos, ardentes, carregados por um desejo reprimido há anos. Enquanto a Sra. B posicionava sua cadeira em um ângulo estratégico para não perder nenhum detalhe, as mãos do Sr. M já exploravam o micro vestido. Ele subiu o tecido, abrindo espaço para sugar e morder os seios dela, que se despia rapidamente, completamente entregue. ?Sem perder tempo, ela montou no colo dele, roçando sua intimidade ainda coberta pela renda contra o pênis dele, que pulsava rígido sob a calça. Ficaram ali por longos minutos naquele roça-roça torturante, até que ela deslizou para o chão, posicionando-se entre as pernas dele. Abriu seu zíper e começou a sugá-lo com vontade, com uma boca faminta e técnica, levando o homem quase ao seu limite. ?No Quarto: Intensidade Máxima ?Percebendo que a sala estava ficando pequena para tanta luxúria, o Sr. M a conduziu até o quarto, sendo seguidos pelo olhar atento da Sra. B. Deitados na cama, iniciaram uma sessão de sexo oral mútuo. A intensidade era tanta que ela, no ápice da excitação, teve vários squirts seguidos, inundando os lençóis com os fluidos de seu prazer. ?O Sr. M não esperou mais. Entre um espasmo e outro, ele a penetrou. Os movimentos eram fortes, constantes e profundos. Ele a virou de quatro, segurando firme em sua cintura, batendo com força contra os seus flancos, agarraou-se em seus cabelos com o controle de quem doma um cavalo, enquato ele voziferava. ?"Mais fundo... mais fundo!", implorava ela, entregue ao delírio. ?Atendendo ao pedido, ele a deitou de bruços, elevou suas pernas e continuou com estocadas precisas de entra e sai, fazendo-a gozar várias e várias vezes consecutivas. No auge do ato, ele sussurrou em seu ouvido, chamando-a de sua "cadelinha" e "putinha". As palavras sujas agiram como combustível; a excitação dela explodiu. ?O Clímax e o Brinde ?Ele saiu de dentro dela por um momento e deitou-se de costas na cama, exausto mas sedento. Ela assumiu o controle. Subiu no colo dele, primeiro com as pernas dobradas nas laterais do corpo dele. Mas a adrenalina subiu ao limite quando ele a segurou firme pelo pescoço e comandou: ?"Cavalga, cadela!" ?Completamente excitada, ela se levantou e, de cócoras, sentou-se com tudo no membro dele. Começou a quicar intensamente, entrando e saindo de forma selvagem até atingir um orgasmo devastador, que a deixou trêmula e deixou o Sr. M completamente extasiado e sem forças na cama. ?Ela se levantou, caminhou até a cabeceira, pegou sua taça de espumante e tomou um grande gole. Com a boca ainda fresca, ajoelhou-se e fez um último boquete longo e relaxante nele, ouvindo-o gemer de puro prazer. ?Ao sair do quarto, deixando o Sr. M em transe na cama, ela voltou à sala. Encontrou a Sra. B, que assistira a grande parte do espetáculo. Aproximou-se e deu-lhe um beijo caloroso, demorado e cúmplice. Ambas sorriram entre o beijo. A noite de crime em Parobe tinha sido perfeita, e o desejo de todas as partes estava plenamente realizado.
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