Tudo começou com o vislumbre de uma tela acesa no silêncio de um quarto de hotel em Bagé. Navegando pelo site liberal CRS, os olhos de Sexyhot cruzaram com o perfil do Casal Nosotros. O que começou com uma troca sutil de mensagens logo se transformou em uma certeza magnética e silenciosa: eles ainda iriam se conhecer. Sexyhot deixou Bagé com o desejo latente, continuando sua jornada profissional. Na semana seguinte, já hospedada em Porto Alegre, a distância só serviu para alimentar o fogo. As conversas com o casal fluíam com uma urgência deliciosa. Ali, nasceu a promessa. A data? Uma sexta-feira especial, aniversário da Sra. Nosotros, o pretexto perfeito para o casal vir comemorar na capital. O roteiro daquela noite era audacioso: uma preliminar de puro fogo no apartamento deles e, depois, a consagração na pista da famosa balada liberal Liberty. O PRELÚDIO DA SEDUÇÃO Quando a sexta-feira finalmente chegou, Sexyhot se transformou. Diante do espelho, ela esculpiu a própria luxúria: Um micro vestido preto que mal cobria o essencial; Um macacão arrastão que desenhava cada curva de sua pele; Um salto nude de 10 cm que a deixava ainda mais imponente; Batom vermelho ardente, cabelos soltos e um perfume que exalava pecado. Ao chegar no prédio combinado, o Sr. Nosotros já a aguardava na portaria. O magnetismo foi instantâneo. Assim que as portas do elevador se fecharam, o jogo de aparências ruiu. Sem dizer uma palavra, ele avançou. Foi um beijo caloroso, urgente, enquanto suas mãos firmes já trabalhavam possessivas na bunda de Sexyhot, subindo o micro vestido pela primeira vez. Ele veio para mostrar a que veio. O TRIÂNGULO DE FOGO O apartamento já estava imerso em uma penumbra quente, cortada apenas pela iluminação indireta que desenhava as silhuetas no sofá. Assim que a porta se fechou, os saltos de 10 cm de Sexyhot ecoaram pelo piso de madeira até pararem a poucos centímetros da Sra. Nosotros. A esposa se levantou devagar, revelando a silhueta escultural realçada pela cinta-liga e o persex de couro preto que apertava suavemente suas coxas fartas. Não houve espaço para conversas banais. A Sra. Nosotros segurou o rosto de Sexyhot com as duas mãos, colando seus lábios em um beijo profundo, lento e carregado de saliva. As línguas se encontravam com urgência, enquanto as unhas da esposa arranhavam de leve as costas de Sexyhot através do macacão arrastão. Caindo de joelhos no tapete macio, Sexyhot puxou a lingerie da Sra. Nosotros para o lado. O perfume íntimo e natural da mulher aguçou ainda mais seus sentidos. Sexyhot mergulhou a língua com vontade, subindo do topo da coxa até o clitóris intumescido, desferindo lambidas firmes e chupadas vorazes que fizeram a esposa arquear as costas, cravando os dedos nos cabelos soltos de Sexyhot. A Sra. Nosotros gemia alto, sem pudores, sentindo a boca da outra sugar sua intimidade com maestria. Enquanto as duas mulheres se devoravam, o Sr. Nosotros assistia a poucos centímetros, a ereção pulsando e completamente rígida. Ele se aproximou por trás de Sexyhot, que continuava de joelhos. Com as mãos firmes em sua cintura, ele ergueu o micro vestido dela, revelando a bunda empinada e moldada pelo arrastão. Sem pressa, ele começou a morder a lateral de seu pescoço e a descer os beijos pelas costas, deixando rastro de saliva. Com um comando firme, ele inverteu as posições. A Sra. Nosotros deitou-se de costas no sofá, com as pernas abertas e elevadas, enquanto Sexyhot foi posicionada de quatro sobre ela, criando uma torre de carne e desejo. O Sr. Nosotros espalhou lubrificante generosamente entre as nádegas de Sexyhot. O contato inicial do membro transbordando testosterona contra o bônus apertado da morena fez o corpo dela estremecer. Ele empurrou com determinação. Sexyhot soltou um gemido agudo e arrastado quando sentiu o tamanho dele preenchê-la por completo no sexo anal. A penetração era firme, ritmada e profunda; a cada estocada dele, o corpo de Sexyhot era jogado para a frente, fazendo com que sua boca e seios ficassem colados aos da Sra. Nosotros, que aproveitava o momento para chupar os mamilos de Sexyhot e acariciar seu clitóris com os dedos já encharcados. O ritmo na sala tornou-se frenético. O som dos corpos colidindo, o estalo da pele com pele e os gemidos sôfregos ecoavam pelo ambiente. O calor corporal subiu tanto que as grandes janelas de vidro do apartamento começaram a embaçar, isolando o trio em um universo puramente carnal. O Sr. Nosotros mudava as posições com vigor: ora penetrava a esposa enquanto Sexyhot cavalgava em seu rosto, ora trazia Sexyhot para a ponta da cama, penetrando-a com força total enquanto a Sra. Nosotros masturbava a convidada. Foi durante uma dessas sequências intensas, com o Sr. Nosotros estocando o anal de Sexyhot com extrema velocidade e a Sra. Nosotros estimulando seu clitóris com movimentos rápidos e precisos, que o ápice atingiu o limite máximo. O corpo de Sexyhot enrigidceu por completo, os olhos reviraram e as paredes de sua intimidade contraíram-se violentamente. Em um espasmo avassalador, ela liberou o primeiro squirt, jorrando o líquido quente sobre os dedos da esposa. Mal ela conseguiu respirar e, na estocada seguinte do homem, uma segunda onda ainda mais forte jorrou seguidamente, inundando o sofá e fazendo as duas mulheres gritarem em uníssono. Exaustos, suados e com os corpos brilhando sob a luz fraca, eles permaneceram colados por alguns minutos, ouvindo apenas o som das respirações ofegantes recuperando o ritmo, sabendo que aquela era apenas a primeira dose da noite. GEMIDOS EM UNÍSSONO QUE ECOAVAM PELAS PAREDES. O calor era tanto que o suor e a respiração ofegante dos três fizeram as janelas do apartamento ficarem completamente embaciadas. O ápice veio em ondas avassaladoras: em meio ao transe de prazer, Sexyhot arqueou as costas e liberou mias um squirts seguidos, inundando o momento e levando o casal ao delírio. O clima continuava a esquentar, numa combustão que parecia não ter fim. AS DUAS LOBAS E O DONO DA NOITE Após o incêndio ser levemente controlado, veio o ritual de transição. Os três dividiram um banho quente, seguido por um jantar leve e taças de espumante que borbulhavam na mesma intensidade que o sangue deles. A energia, longe de acabar, estava renovada. As duas lobas selvagens agora estavam prontas para a segunda parte da noite. Quando o trio estacionou em frente à Liberty, a cena era digna de cinema. O Sr. Nosotros caminhava imponente, transbordando a confiança de um homem realizado. Ele estava no meio; em cada braço, uma beldade de parar o trânsito. Pararam diante da fachada iluminada. Olharam-se cúmplices. Simultaneamente, Sexyhot e a Sra. Nosotros empurraram as portas da Liberty. Eles entraram majestosamente no clube, sob os olhares de desejo do público local, ladeando o homem que, horas antes, havia feito as duas derreterem de tanto prazer. A noite estava apenas começando.
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