PARTE III Nesse clima eu estava surpreso, diria, prq havíamos nos conhecido há poucas horas e meu parceiro até então inexperiente, "virgem de homem" talvez (será msm) se mostrava tão à vontade e disposto a experimentar novos prazeres que me estimulava a ir cada vez mais fundo na troca de intimidades... Nos posicionamos de lado, corpos invertidos, com nossos rostos bem na direção de nossos cacetes, ambos tesos e pulsantes, prontos para serem devorados... num impulso cai de boca no pau dele e o engoli quase todo, fui até que sua cabecinha rosada atingisse minha garganta, quase a me afogar... que sabor delicioso tinha aquela pika!!! quente, tesa mas macia, veias saltadas, a pulsar na minha boca a cada sugada que eu dava e com as carícias da minha língua áspera em toda a extensão do corpo do cacete que eu alcançava... devagar fui movendo minha boca pelo corpo teso até ficar só com a cabecinha rosada na boca... eu fazia carícias com a língua nela que meu uber se contorcia de tesão e soltava gemidos abafados, afinal ele estava com meu cacete todo na boca também... Quando nos posicionamos para o 69, ele iniciou a mamada com lambidas leves na cabeça rosada do meu pau com sua língua gulosa, eqto com carinho ?? massageava meu pau numa leve punheta para, em seguida, começar um movimento de engole e solta meu membro, a punheta-lo com os lábios; com uma mão agora segurava firme na base do cacete e a outra acariava docemente minhas bolas... e assim ficamos por incontáveis minutos. A sensação que isso me causava era indescritível, pois ele retribuía com generosidade o prazer que eu lhe proporcionava no sugar do seu caralho. Devagar interrompi aquele momento idílico e lhe propus nova posição: ele deitado de costas e eu sobre o corpo dele, o que ele topou na hora. Nessa posição tomei a iniciativa, sem dizer palavra, de foder com vontade a boca dele ao mesmo tempo que abocanhei seu cacete ainda babado com minha saliva. Ele não se opôs e me deixou foder sua boca sem resistencia, eqto eu gulosamente devorava seu cacete e me deliciava com o perfume de tesao do seu saco que roçava minhas narinas... esse odor me fez deixar seu pau e mergulhei minha boca em suas virilhas até chegar em suas bolas... segurei seu saco lisinho e cheiroso a tesao e com carinho e engoli suas duas bolas... nisso meu parceiro deu um salto e disse: CARALHOOOO, nunca senti isso antes, meu escroto sendo engolido assim, pqp como isso é bom!!! e pude sentir seu corpo todo retesado, suas coxas deliciosas comprimindo minha cabeça a impedir que eu interrompesse o gesto e não largasse seu saco. De pronto ele fez o mesmo, de início com alguma dificuldade, vez que meu saco é grande e peludo mas engoliu as bolas e saboreou gostosamente me proporcionando uma gostosa sensação de prazer. Deixando minhas bolas todas meladas, foi então que ele sugeriu que trocássemos de posição, pois queria continuar o 69 com ele por cima e eu debaixo dele... concordei de pronto e, sem me dar conta nesse momento de muito tesão da sua real intenção, invertemos tendo ele se posicionado sobre mim... nem bem ele começou a chupar meu pau, meteu seu cacete na minha boca e começou a me foder com gosto, empurrando seu membro teso até minha garganta quase a me sufocar, segurando minha cabeça com suas coxas lindas e prq naquela posição eu nao tinha como fugir. Na verdade, sua intenção era isso mesmo, foder minha boca, a retribuir a foda que fiz na boca dele, o safado!!! Tentei me adaptar aquilo, permitindo o máximo de atrito do pau dele com minha lingua áspera, pois queria que ele sentisse todo o prazer de desfrutar do sexo com outro homem, fodendo minha boca e, ao mesmo tempo, com meu cacete na sua boca, vez que eu queria que tudo aquilo tivesse continuidade. Aproveitando de uma pausa nas bombadas dele na minha boca, ele que tb interrompeu um pouco as mamadas no meu pau, segurei firme suas nádegas abrindo-as e afundei meu rosto do seu reguinho perfumado e já bem suado de tesao e dei um lascivo e suculento beijo no seu CUzinho, e penetrei a ponta da minha língua nas suas pregas... meu Uber deu um urro e, num salto saiu de cima de mim e num tom de muita surpresa e alguma indignação falou firme: porra, no cu NÃO!!! NÃO MESMO!!! Não foi nada disso que combinamos. Um tanto desconcertado com a reação tão veemente, tentei acalmá-lo me desculpando: meu querido, na empolgação fui fundo, me desculpe, vamos conversar. Notei, porém, que apesar do "incidente" seu pau continuava em riste a pulsar... pra amenizar o clima propus então: vamos nos posicionar e gozar juntos?!? Como?, ele disse ainda sério. Sem dizer nada, puxei suas duas pernas e sentei-me na suas coxas-putzz que coxas ?? ?? ??deliciosas-de modo que nossos paus ficaram juntinhos, em posição de "guerra de espadas" e sugeri: vamos nos punhetar juntos, os dois cacetes, uma mão minha e a outra sua, os dois membros fricionados ao mesmo tempo... iniciamos num ritmo crescente de sobe-e-desce até que os jatos de porra jorraram abundantes... os dele muito fortes e intensos que atingiram meu rosto, o peito e barriga, eqto que o meu banhou toda sua púbis, seu pau e seu saco... nesse êxtase de banho de porra nos abraçamos fortemente e nos beijamos num tempo interminável. Saciados momentaneamente, nos deitamos abraçados, melados a exalar o odor do prazer, pernas entrelaçadas, e a trocar carícias ficamos em beijos intermináveis. Após um tempo, expliquei a ele que o que eu fizera sem o consentimento prévio dele: era um cunete, prática comum no sexo entre homens e que, assim compreendido, era um ato que podíamos fazer reciprocamente. Ele retrucou: você deixaria outro cara fazer em você? Isso não é coisa de viado?!? Caramba, falei, isso é puro preconceito. Assim como a "mão amiga" ou punheta individual ou a recíproca que acabamos de fazer, o beijo, a mamada, o 69, o cunete faz parte. Numa relação entre dois machos tudo é válido e possível, desde que haja vontade e concordância. Meu Uber ainda ficou meio relutante em absorver tantas novidades, mas afirmou que estava disposto a assimilar e, talvez, experimentar mais essa novidade. Senti ali que estava escancarada a porta para futuras "aventuras". Decidimos, então, dar por encerrado esse encontro e ele me levaria de volta, mas não sem antes trocarmos voluptuosos e intermináveis beijos... o rapaz pegara gosto por beijo de macho. Antes de sair trocamos nossos contatos no celular/WhatsApp para continuarmos conversando e marcarmos um outro encontro para breve.
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