ABASTECENDO NO POSTO DE GASOLINA-PARTE I

Abastecendo no posto de gasolina -parte I

Periodicamente eu passava num posto de gasolina para abastecer meu carro, onde um amigo de longa data era o gerente. Lá trabalhava como frentista um sobrinho dele vindo do Piauí com idade de cerca de 30 anos mas com um rostinho lindo, meio angelical, que aparentava um adolescente; de altura mediana, talvez 1,60m, cabelos ondulados sempre com gel, tinha olhos cor de mel, pele queimada de sol de quem fora criado desde pequeno nas lides de pescador com o pai, um sorriso permanente no rosto, pura simpatia, especialmente comigo, que era amigo do tio, tornou-se um amigo.
Numa dessas paradas pra abastecer, pedi para usar o banheiro. Como as instalações do posto estavam em reforma, ele me disse que só estava disponível o local usado pelos funcionários, mas como "eu era da casa" o seu tio não ia se importar se eu também usasse, mas que ele teria que ir junto para abrir e fechar, pois o local ficava nos fundos do estabelecimento. E lá fomos nós.
Ambos no mictório lado a lado, olhei de canto e vi que ele estava excitado... um belo membro de uns 20cm, bem veiudo, grossura mediana, cabecinha rosada a expelir potente jato de urina... com a visão meu pau tb despertou e já ficou meia bomba e eu lhe disse: opaaa, o menino aí tá arretado, ao que ele retrucou: acordei assim já hoje, mas como estava atrasado, não deu tempo de bater uma, e soltou um leve mas maroto riso.
Aí falei, putzz, o meu ainda tá meio adormecido e não chega nem perto do seu, ele virou-se e afirmou, blz, porém o seu é bem mais grosso. Aproveitando o clima eu disse que poderíamos comparar os tamanhos, mas eu precisava da ajuda dele e me aproximei mais e peguei no pau dele... Sobrinho, vou passar a chama-lo assim, meio que assustado mas gostando do contato falou se era pra ele tb pegar no meu... sem responder peguei na sua mão e coloquei-a no meu pau, que ele logo segurou firme... eu já começara a punheta-lo e com minha ajuda ele imitou meu gesto batendo uma pra mim e ficamos assim nessa brincadeira de mão amiga tão gostosa.
Segurando seu pau, o puxei pra perto de mim, juntamos nossos paus e ficamos revezando as mãos para uma punheta junto, esfregando um cacete contra o outro... o tesão aumentou e eu, num impulso dei-lhe um voluptuoso beijo que o fez quase perder o fôlego... Sobrinho assustou-se e se afastou de mim... olhei firme e tb surpreso pra ele e pedi desculpas ao mesmo tempo que me aproximei e voltei a punhetar seu pau... ele se refez e voltou a acariciar com firmeza meu cacete que já pulsava... aumentei o ritmo da punheta nele e ao perceber sua respiração acelerar falei: vamos gozar juntos, e como que sintonizados, nossa porra jorrou abundante, ele soltou jatos na minha barriga, no meu pau e no meu saco, enquanto que eu lambuzei todo seu pau e seu saco, que era lisinho, depilado, sem pelos... ofengando nos apoiamos um no outro abracados e aproveitei para beijar seu rosto, seu pescoço e mordiscar sua orelha... e assim permanecemos alguns minutos.
Apesar do gozo abundante, o cacete do Sobrinho permanecia firme, duraço e pulsava... então eu lhe disse num tom de quem mandava: vai ali e lava seu pau e ele sem questionar obedeceu; enquanto isso peguei toalhas de papel, as umedeci e limpei meu cacete e barriga... qdo ele volta pra perto de mim, com um olhar a me questionar, sem dizer palavra fiquei de cócoras, segurei na base do seu cacete e cai de boca, a mamar com vontade aquele membro grande, bonito, veias saltadas, que não cabia inteiro na minha boca... na primeira, engoli até a metade, voltei pra cabecinha rosada acariciando-a com a língua áspera e novamente o engoli até que tocasse minha garganta.
Meu frentista respirava ofegante, sem acreditar no que estava acontecendo soltava leves gemidos de prazer e carinhosamente acariciava meus cabelos... levantei-me sem dizer palavra, segurei com carinho seu rosto e o beijei da forma mais lasciva possível... ao afastar meus lábios dos seus lhe disse: fiz isso pra você sentir na minha boca, na minha saliva, o sabor do seu cacete... agora quero que você faça o mesmo comigo... sem emitir som sequer, se ajoelhou, pegou meu cacete já duro de novo e o engoliu inteiro, numa mamada deliciosa... tirou meu cacete da boca, segurou minhas bolas e iniciou uma carícia deliciosa na cabecinha e foi engolindo meu cacete aos poucos até seu rosto encostar nas minhas virilhas e começou um vai-e-vem me punhetando com seus lábios e língua, e eu respirava ritimado a degustar aquela delícia.
Num impeto Sobrinho se levantou e me deu um beijo caudaloso, e pude provar na sua saliva doce o sabor do meu cacete. Ele me olhou malicioso e diz: gostou do seu sabor e respondi: amei assim como amei o seu!
Nesse clima nosso tesão não estava saciado. Sugeri que trocassemos contato para conversar mais vezes e com tranquilidade para combinarmos algo, porque aquilo era só o começo.
Mas daí ele, entre preocupado e se sentindo culpado falou com voz trêmula: mas meu tio, nem ninguém pode saber disso que fizemos... acho melhor a gente dar um tempo pra ninguém desconfiar.
Eu o tranquilizei dizendo que seu tio me conhece e a toda minha família, e que nada iria transparecer, além da nossa amizade, e saímos de volta para o posto, dando de cara com o Tio dele. Apressei-me a cumprimentá-lo e elogiei seu sobrinho que todo atencioso me franqueou o sanitário reservado aos funcionários.
Você é da casa, me respondeu, e ele não fez mais que a obrigação.
Olhei para Sobrinho, dei-lhe um tapinha nas costas e lhe agradeci a gentileza. Volte sempre, o malandrinho retrucou com um largo sorriso no rosto juvenil.
Satisfeito, mas já pensando onde e o quê faríamos a seguir, entrei no carro e fui embora.


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Comentários


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kaikecamargo3 Comentou em 02/06/2026

Bom demais, que tesão, aguardando como tudo aconteceu depois.

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motgalego Comentou em 02/06/2026

Nossa que delícia adorei aí deu até vontade de experimentar




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Ficha do conto

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tonypunto

Nome do conto:
ABASTECENDO NO POSTO DE GASOLINA-PARTE I

Codigo do conto:
263528

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/06/2026

Quant.de Votos:
6

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0