Rio de Janeiro - parte III

PARTE III
Já era meio da tarde quando acordamos e nem tínhamos almoçado e Junior sugeriu que fossemos até uma lanchonete que havia na esquina do seu prédio, para matar a fome, mas voltei-me pra ele e lhe disse.
-Meu amigo, minha fome de alimentos pode esperar, porque minha fome de você, do seu CUzinho ainda não saciei.
Apesar das gozadas e da foda anteriores eu ainda sentia os efeitos do estimulante azul que ele havia me presenteado e meu pau estava duraço de novo, latejava e com suas veias saltadas estava pronto para uma nova metida.
-Então vem e me arregaça o cu, meu macho safado, disse ele prosseguindo, mata a saudade que você sente da nossa foda de décadas; deixa eu sentir você inteiro dentro de mim, me fode e despeja todo seu gozo no meu cu até a ultima gota. Dizia isso mostrando que seu jeito puto e safado de moleque, quando deu pra mim há vinte anos não havia mudado nada.
Com ele ainda deitado, levei meu cacete até sua boca pra que ele de novo saboreasse, tambem a relembrar tantas outras mamadas de outrora que o deixasse bem molhado com sua saliva, preparado para a penetração. Tirei meu pau da sua boca e dei-lhe um lascivo beijo, com minha lingua recolhendo parte da sua saliva doce com o sabor do meu cacete.
Aquele beijo saboroso me deu ainda mais tesão; com ele deitado de costas, abri bem suas pernas e as apoiei nos meus ombros, coloquei um travesseiro sob suas costas e vislumbrei seu CUzinho avermelhado, um pouco inchado da foda anterior; nessa visão percebi seu pau bem duro e soltando brilhantes e transparentes gotinhas de baba; segurei seu pau pela base e com minha língua lambi as gotas que escorriam e acariciei a cabecinha rosada; ao sentir meus lábios no seu cacete Junior soltou gemidos e contraiu seu corpo a denunciar seu prazer; notando sua reação e para lhe provocar mais tesão abocanhei seu membro inteiro até a cabecinha entumescida tocar minha garganta; nessa mamada senti o sabor nele do resquício de porra que ainda havia nele da nossa gozada anterior que me provocou o desejo de sentir sua porra na minha boca, mas não agora; quem ia provar porra logo seria Junior no CUzinho.
Curvei-me em direção ao seu rosto, dei-lhe outro beijo, segurei firme suas pernas e encaixei meu cacete melado na sua portinha; meu parceiro não dizia palavra, apenas gemia de tesão e prazer. Olhei firme em seus olhos e fiz pressão, seu cu recebeu meu pau até a metade num único movimento.
-Vem meu Homem, me fode de vez, forte e deixa te sentir inteiro dentro de mim, falou, pra que eu possa me lembrar de você pra sempre.
Atolei tudo e comecei a bombar freneticamente e ao mesmo tempo masturbava seu pau na mesma intensidade, arrancando de Junior fortes gemidos e contorções de seu corpo. Ficamos nessa posição de frango por cerca de vinte minutos; eu o punhetava, chupava seus mamilos e nos bejavamos loucamente de tesão.
Fiz com que ele trouxesse seu corpo em direção ao meu, colamos nossos tórax, seu pau babado roçava minha barriga e ele sentado no meu colo, com cu todo atolado dava fortes mordidas com seu cu no meu pau me deixando louco; ele apoiou as mãos nas minha coxas e começou uma cavalgada intensa; eu sentia meu cacete deslizar em suas entranhas num louco vai-e-vem.
Nossa foda já durava mais de uma hora. Com a mão no pau de Junior senti sua baba de pré gozo; ele disse que sentia meu pau inchar dentro dele e que queria gozar assim, com pau no cu, sentado no meu colo, mas junto comigo a gozar dentro dele; avisei que estava a ponto de gozar também e aumentamos o ritmo, ele na cavalgada e eu na punheta nele e.... ahhhhhh.... vamoooosss gozaaaaarrrr porrrraaaaaaa....
Jatos de porra explodiram dele, dois jatos atingiram meu rosto, os demais o meu peito e barriga e nos meus pentelhos; ao mesmo tempo meus jatos quentes e cremosos inundaram seu CUzinho com abundância. Ofegantes nos beijamos longamente, o perfume do gozo inundou o quarto. Devagar meu pau foi ficando flácido e escorregou fora do seu cu e permitiu que o gozo nele contido escorresse e lambuzasse meu colo, virilhas, o saco até manchar os lençóis.
Exaustos e momentaneamente saciados deixamos cair nossos corpos na cama e assim permanecemos abraçados, corpos melados de gozo, pernas entrelaçadas por longo tempo até recuperarmos nossas forças.
Refeitos, fomos para o chuveiro para um banho reparador. Nos enxugamos um ao outro numa troca de carícias como dois velhos amantes.
A tarde quase se fazia noite já, satisfeitos da fome de sexo, nossos corpos reclamavam energia, pois nem almoço tivemos naque dia intenso de reencontro.
Saímos e fomos a um restaurante jantar, esfomeados que estávamos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Rio de Janeiro - parte III

Codigo do conto:
263827

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/06/2026

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