CUCKQUEAN CASADA



                                                                                                                                       Cuckquean dominada e humilhada pela namorada do marido.


Assim que chego em casa, o cinto de castidade é colocado. Normalmente, a Juliana já está no apartamento bem antes de mim, nos dias que ela decide vir aqui para passar a noite. Ela tem outro namorado sério que não liga para o nosso arranjo (ou seja, um corno manso). O Beto é mais relax, às vezes ele não coloca o cinto para poder olhar para a minha vagina tesuda. Às vezes ele dá atenção pra ela, beijando e acariciando, mas sem deixar chegar nem perto do orgasmo. Mas aí eu fico tesuda demais, e o cinto tem que ser colocado inevitavelmente.
Eu cozinho e limpo melhor quando estou movida pelo quanto estou com tesão. O Beto vive elogiando como eu fiquei organizada e limpa porque minha vagina molhada está sempre trancada num cinto de castidade de aço enquanto estou em casa. Às vezes o Beto pergunta sobre meu fetiche, e eu explico pra ele que adoro esse estilo de vida e fico feliz por ter descoberto isso, posso deixar minha masoquista interior se desenvolver. Ele também adora porque ele ganha com isso, podendo comer qualquer mulher que ele quiser, enquanto volta pra casa com um apartamento limpo, organizado e com uma esposa e escrava cuckquean de tempo integral.
A Juliana gosta de chegar antes de mim e fazer bagunça, pra eu limpar tudo enquanto ela flerta com o Beto na minha frente. O Beto adora a atenção, então ele curte especialmente os dias que ela está aqui. Ele também gosta de me ver servindo a eles dois.
A Juliana se acha pra caramba, então ela adora se comparar comigo na frente do Beto enquanto me faz executar tarefas humilhantes. Ela também gosta de me fazer parecer patética diante do Beto. Uma vez ela me fez vestir uma calça legging branca bem justa, pra minha vagina inchada ficar marcando (o famoso CamelToe). Além disso, eu estava ensopada no meio das pernas porque ela não deixou eu gozar por duas semanas. Ela me fez vestir uma camiseta justa. Eu implorei pra ela não me forçar a sair.

- “Mas eu quero salgadinhos” - ela disse, rindo com sadismo.

O Beto ficou hesitante.
- “Talvez os limites dela...”

A Juliana interrompeu:
- “Beto, eu realmente quero salgadinhos, então vou fazer essa sua escrava ir buscar com essa fantasia humilhante”

- “S-sim, Juliana. Me manda mensagem se quiser mais alguma coisa da panificadora”

Quando voltei, a Juliana e o Beto estavam se pegando pesado. Coloquei os salgadinhos no balcão e fui até o sofá pra poder assistir. Devagar, tirei a calça legging justa, expondo minha vagina inchada e cheia de tesão. O Beto olhou e sorriu pra mim, e a Juliana viu e se virou com um sorriso de deboche:

- “O que você é?”

- “U-uma escrava com tesão”

- “O que tem de errado com sua buceta?”

- “Ela está com muito tesão...”

- “E molhada, babenta. Tipo... nojenta. Não encosta nela, Márcia”

- “Sim, Juliana”

Olhei pra baixo, pra minha vagina cheia de tesão, decepcionada. A Juliana gritou de prazer:

- “Ai, Beto! Seu pau é tão gostoso, porra. ME COME FORTE”

A Juliana apertou os seios volumosos dela (tamanho 44) e o Beto viu, gemendo alto.
- “Porra, que buceta boa”

Eu observo o jeito que o cabelos dela cai nos olhos dele, e ele os fecha, os lábios pressionados um contra o outro, sem dizer nada, mas o rosto dele naquele momento fala por si só. O jeito que o silêncio dele carrega, e eu fico confortada, mas confusa ao mesmo tempo, e esse homem que eu observei de longe, mas que desperta em mim sentimentos que eu nem sabia que era possível sentir. Esse Beto específico.
Lembro-me que uma vez, ele sentou um dia num café, o mesmo que ele tivesse outras garotas, diz:

- “Desculpa, cheguei atrasado” - e foi assim que nos encontramos anos depois.

A Juliana grita ainda mais alto:
- “Vou gozar, continua me comendo! Me come gostoso... Ai, Beto, que delicia... Isso, não para”

Minha vagina está latejando mas não posso tocar. Vejo o casal desmoronar um em cima do outro quando terminam de gritar os nomes um do outro em êxtase.

- “P-posso me tocar agora, por favor?” - pergunto baixinho.

- “HAHAHA. a gente esqueceu que você estava aqui!!” - a Juliana ri.

- “Eu não, eu estava perfeitamente ciente” - o Beto retruca.

A Juliana vem até mim.
- “Levanta!” - ela ordena.

Eu obedeço. Ela aponta pra minha vagina ensopada, escorrendo fluidos de tesão, pingando pelas minhas pernas.

- “ECA, nojenta. Olha como essa escrava está cheia de tesão! Que buceta patética, Márcia. Não acredito como é nojenta. É por isso que a gente não toca mais nela! Ha ha ha”

As palavras humilhantes dela me deixaram com mais tesão, eu tremia de necessidade de me aliviar do acúmulo sexual. Minha vagina começou a se contrair e a pulsar. Isso fez a Juliana rir alto:

- “HA HA HA HA”

Ela vai até a mesa e pega uma caneta para corpo. Ela vem até mim e escreve “NÃO” em cima da minha vagina. Depois ela escreve “PERDEDORA” no meu peito, bem mais plano que o dela. Minha vagina está pulsando de humilhação.

- “Não goza, caralho!” - ela exige - “Agora vai fazer um café pra gente”

Eu obedeço mesmo com minha frustração aumentada, e minha vagina encharcada a ponto do meu suco de tesão escorrer pela minha perna. Me sentindo humilhada e derrotada, não tive escolha a não ser ir até a cozinha fazer um café e torcer pra que logo eu pudesse me aliviar.

[...]

Hoje, enquanto escrevo isso com o cinto de castidade bem apertado entre minhas pernas, percebo como minha vida mudou desde que aceitei quem eu sou. Muitas pessoas olhariam para o relacionamento que tenho com o Beto e a Juliana (e com outras mulheres que o Beto ou eu trazemos) e sentiriam pena de mim. Algumas diriam que sou maltratada, que mereço coisa melhor. Mas elas não entendem.
A verdade é que eu nunca fui tão feliz. O Beto me dá exatamente o que eu preciso: ele me enxerga, me aceita e me usa do jeito que eu sempre sonhei em ser usada. A Juliana, com toda sua maldade e deboche, me proporciona a humilhação que faz meu sangue ferver e minha vagina implorar por mais. Cada ordem que eu cumpro, cada gole de café que sirvo enquanto elas transam com ele, cada palavra “NÃO” escrita no meu corpo, tudo isso me completa de um jeito que o amor “normal” jamais conseguiu.
E o melhor de tudo é que o Beto sabe. Ele sabe o quanto eu preciso disso. E ele não me julga. Pelo contrário: ele sorri pra mim no fim da noite, depois que as mulheres vão embora, e me dá um beijo na testa antes de trancar o cinto de novo. “Boa noite, minha escrava querida” ele sussurra. E eu durmo em paz, com o coração cheio e a vagina pulsando.
E sim, eu amo essa vida. Eu amo o Beto. E não trocaria isso por nada neste mundo.

- Márcia -

Foto 1 do Conto erotico: CUCKQUEAN CASADA

Foto 2 do Conto erotico: CUCKQUEAN CASADA

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Ficha do conto

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bethlolita

Nome do conto:
CUCKQUEAN CASADA

Codigo do conto:
263894

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
07/06/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3