Ontem à noite aconteceu uma das nossas maiores aventuras do casal. Eu e a Luna, nós moramos no Paraná, não irei falar a cidade para a nossa segurança. Fazia uns 3 dias, que a gente vinha planejando isso com bastante vontade.
Minha esposa é muito tarada, ama sexo, adora dar pra outros só para me humilhar. Ela sempre teve uma fantasia de transar com um mecânico de carros, um borracheiro, — daqueles homens mais velhos, comuns, mãos grossas de quem trabalha o dia inteiro, cheiro de graxa, suor, sujeira e masculinidade.
A gente já tinha falado disso várias vezes, mas nunca tinha rolado a oportunidade perfeita, não havíamos encontrado a pessoa certa... até ontem.
Ontem, quando chegamos no serviço, perguntei pra ela; se ia rolar? — Ela respondeu; “sim”.
A Luna se arrumou bem puta pra caralho: short saia verde clarinho, cropped branco, cabelo solto, e aquele sorriso safado que ela faz quando sabe que vai dar pro outro na minha frente.
Eu fui com a roupa que vocês estão vendo na foto. A gente já tinha estudado quais borracharias, quais oficinas mecânicas, que íamos visitar.
Dirigi o carro, ouvindo: ‘Quando É Amor’ — Só Pra Contrariar. — É a nossa música, quando a gente se conheceu. Tocou até na festa do nosso casamento. Quando a Luna quer me trair, ela põem a canção pra tocar, só pra me humilhar ainda mais.
Voltando ao acontecimento de ontem: Fomos até a primeira (borracharia/mecânica), que fica um pouco afastada da cidade, só que ao chegar, a porcaria já estava fechada.
Não desistimos, partimos para o plano B. Seguimos para uma outra, que ficava há dois quilômetros da primeira borracharia. Oba, demos sorte. Quando chegamos, o candidato a amante da minha linda esposa, estava sentado num banco de carro do lado de fora da mecânica. Havíamos planejado tudo, até o que falar na hora.
Estacionei o carro na frente do estabelecimento e descemos. Ele que mexia no celular, se levantou da poltrona limpando as mãos com um pano velho/encardido. Quando nos aproximamos do mecânico, o cumprimentamos normalmente. Eu falei que precisava calibrar os quatro pneus e alinhar.
O cara se apresentou como: Jorge, deve ter uns 50 e poucos anos. É esse da foto. — De cara, a Luna deu sinal pra mim, falando que tinha gostado dele.
Seguimos: O tiozinho verificou os pneus, depois; pediu pra eu estacionar o carro dentro da oficina. Atendi ao pedido dele, entrei no carro e estacionei dentro. Mas foi saindo do carro, notei que o borracheiro ficava olhando para as pernas da minha esposa. Gostei, porque já foi meio caminho andado, para o que a gente queria.
— Vou parar aqui, agora a Luna vai continuar contando pra vocês.
Luna:
Oi, gente... bom dia, tudo bem? Agora chegou a minha vez de contar sobre o fetiche realizado na noite de ontem. Bora?
Vou ser bem direita com vocês. Ontem, eu dei pra um mecânico, num quartinho fedorento nos fundos da borracharia dele, enquanto meu marido Théo, o corno, acompanhou tudo de pertinho.
Foi uma loucura, deu certo! Meu Deus, que tesão! Eu sempre tive uma tara enorme por mecânicos, — por homens comuns, de mãos calejadas, cheiro de trabalho, graxa e suor do dia inteiro. Isso me deixa molhada rapidinho.
Contarei a partir daqui:
Quando chegamos na borracharia do borracheiro Jorge, uma coisa boa, o coroa não tirava os olhos de mim. Dava para sentir o olhar dele me mirando, ‘queimando’ meu corpo todo: nas minhas pernas, na bunda, nos peitos que estavam marcadinhos no cropped branco.
Ele tentava disfarçar, mas sabem como são os homens; vocês não aguentam ver uma mulher bonita, que o pau já começa a endurecer as calças. Meu esposo corno, foi conversando com ele; falaram da derrota da seleção brasileira e outras besteiras, enquanto o mecânico verificava os pneus do nosso carro.
Depois de uns minutos, Théo abriu o jogo para o mecânico, explicando bem diretamente, o motivo da gente estar ali.
Quando dei sinal para o Théo, ele partiu para uma outra conversa, a que combinamos. Então o maridinho começou falando; que éramos casados, que o meu fetiche, era transar com um mecânico. E que ele, Théo, ia assistir e que todo mundo ia se divertir.
Infelizmente, esse momento não foi registrado. O borracheiro fez uma cara que nem eu, nem o Théo esperávamos. Em outras palavras, ele não estava acreditando, ficou meio confuso, desconversando, surpreso, perguntando; se àquilo era uma brincadeira? — Mas, de certa maneira, era.
Pra ele acreditar de verdade, eu tive que perguntá-lo; se ele queria me comer? — O sorriso que ele deu, mostrou que topou na hora.
Ao meu pedido, o Théo registrou o momento do meu primeiro beijo no mecânico, ainda no salão da oficina. Ele ficou muito incomodado com a presença do meu esposo corno ao lado. Tive que segurar o rosto dele, pra darmos um beijo de verdade, de língua na boca do coroa, sentindo o gosto de cigarro e cerveja.
Théo teve que tranquilizar o mecânico; falando que podia sem problema algum me beijar, passar as mãos em mim.
Só após a fala do corninho, o coroa se soltou mais, tomou coragem, e passou a passar as mãos grandes, ásperas e sujas pelo meu corpo, por cima da roupa, pela minha cintura, nos meus seios, descendo pra apertar minha bunda por cima da saia. Foi tão bom, gemia baixinho no beijo dele. Olhei pro Théo, que já tava com aquele olhar de tarado/corno, que eu amo.
A pedido do Théo, o borracheiro baixou o portão oficina, trancando tudo, pra gente ficar mais à vontade. Antes da gente ir para o quartinho que ficava nos fundos da oficina, o Seu Jorge lavou as mãos sujas de graxa na pia de um banheirinho ali mesmo na oficina.
Em seguida, o seguimos pro quartinho nos fundos. Quando entrei, meu Deus... era exatamente como eu imaginava: beliche velho, lençóis desarrumados e encardidos, ferramentas jogadas, cheiro forte de graxa, de óleo, de mofo. Em vez de me dar nojo, aquilo me deixou absurdamente excitada.
O borracheiro me olhava de cima a baixo, quando disse a mim: — “Caralho... tu é muito gostosa”.
Eu respondi: “obrigada... meu querido”.
Aí o Théo, disse pra ele: “Cara... pode tocá-la, beijá-la à vontade”
Em seguida, o borracheiro, disse pra mim; ‘que estava louco pra me traçar’.
Juro, nunca tinha ouvido falar nesse termo: “traçar”. Eu, e o meu marido corno rimos. Mordia o lábio inferior louca pra sentir a habilidade sexual daquele homem. O Théo foi se afastando de mim, sentando num banquinho, abrindo o zíper da calça.
Como podem ver nas fotos: Ficamos brincando um pouco antes de tirar a roupa e transar. Foi aí que eu decidi deitar na cama dele, e passei a provocá-lo o tempo todo — fazendo poses sensuais, passando as mãos nos peitos, nas coxas, mostrando a calcinha, me tocando pra ele.
— Nunca mais irei esquecer, dos olhares do borracheiro pra mim, ele me comia com os olhos.
A gente deu muitos beijos na cama antes de tirarmos as roupas. O cheiro dele era forte, mistura de graxa, sujeira e suor. Jorge me puxava pra perto, passando aquelas mãos grossas nas minhas coxas, apertando, subindo devagar nos peitos — e eu ficava cada vez mais molhada.
Théo registrou boa parte de toda a trama de ontem à noite. Eu gemia e olhava pro meu corno, que assistia tudo com a mão no pau, e a outra segurando o celular. Foi delicioso...
— Vou dar um “Stop”, aqui, pro Théo continuar, ok?
Théo:
Tô aqui de volta, seus cornos. Tô aqui no escritório do meu trampo, escrevendo sobre a nossa aventura de ontem, enquanto a Luna está lá no trabalho dela, escrevendo a versão dela.
... puta que pariu, ainda tô com a cabeça explodindo de tanto tesão lembrando de ontem.
Depois que a gente trancou a oficina e entrou no quartinho, o clima esquentou rapidão. O mecânico e a Luna começaram a se pegar com força, na minha frente. Fiquei com tanto tesão, sentei no banquinho do canto da espelunca, tirei o pau pra fora, e fiquei só assistindo meu “amigão”, começar a pegar a minha linda esposa.
A Luna ficou provocando o cara. A Luna tirou o cropped, aqueles peitos lindos saltando pra fora, e o Jorge quase babou, quase gozou. — Ele arrancou a camisa suja, mostrando um peitoral bonito, forte, de quem trabalha de verdade. Depois a Luna tirou a calcinha, abriu as pernas e ficou exibindo a buceta pro cara. Ele tirou o resto da roupa. O pau do coroa era grosso, meio curvado pra cima, já babando.
Primeiro... ele chupou a buceta dela, enfiando a língua bem fundo enquanto ela gemia alto, com os dedos segurando a cabeça dele.
Depois o borracheiro a virou de quatro e lambeu o cuzinho gostoso da minha esposa, bem devagar, fazendo ela tremer e gemer. — Desceu para as pernas, passando a língua nas coxas, depois os pés — lambeu os dedos um por um enquanto a Luna ria e gemia.
Subiu lambendo a barriga, chupou os peitos com vontade, lambeu o pescoço dela. Ele a beijava com vontade, língua no fundo da boca dela, e encoxava forte, esfregando o pau na buceta da Luna.
Ele esfregou o pau no rosto dela, batendo na bochecha, nos lábios, depois desceu pros seios, titando entre eles. A Luna, safada pra caralho, pegou os pés dela e começou a masturbar o pau dele com as solas macias, fazendo um ‘footjob’ gostoso enquanto olhava pra mim com cara de vadia e puta.
Eu pedi pro Jorge usar camisinha pra comer ela. Até dei uma minha pra ele usar. Cornos... Aí veio a parte que me fez gozar para um caralho...
A Luna ajoelhou na frente do mecânico, e chupou o pau do cara na minha frente, com muita vontade. Sem nojo nenhum. Puta que pariu... Ela enfiava o cacete do mecânico bem fundo na garganta, babava tudo, chupava as bolas. A puta olhava pra ele e pra mim alternadamente. A minha esposa ficou possuída de tesão. Eu bati uma punhetona federal, olhando aquilo e não consegui segurar, gozei forte pra caralho, jorrando porra no chão do quartinho, enquanto via minha mulher mamando aquele coroa.
Eu ficava incentivando-o, falando: “Faz isso.... faz aquilo” ...
Ele pôs o preservativo, e pegou a Luna, primeiro: no papai e mamãe. Ela deitada na cama de pernas abertas. Ele em cima dela, metendo fundo na bucetona enquanto a minha esposa abraçava as costas dele com as pernas.
A safada gemia alto, falando: “aí, que gostoso... mais forte”.
Eles ficaram entre 3 à 5 minutos nesta posição, beijando aos montes, ele chupando os peitos dela, mandando rola na xana da minha linda esposa.
Aí eu falei pra ele: “Pega ela de lado” ...
Imediatamente, eles mudaram de posição. A puta da Luna ficou de ladinho, ele entrando por trás, uma perna dela levantada, dando estocadas lentas e profundas, apertando os peitos dela, a beijando.
Depois, a Luna quis mudar de posição. Ele deitou na cama, ela subiu por cima dele: primeiro de frente, cavalgando gostoso, rebolando aquele bundão, subindo e descendo no cacete do borracheiro.
Na sequência, a quenga da minha linda esposa, virou de costas, e deu pro cara, empinando a bunda pra ele, enquanto eu tinha a visão perfeita do pau entrando e saindo daquela xana gostosa.
Por último, ela quis dar o cu pro mecânico. Luna se colocou de quatro e, pediu pra comer o cu.
Caro, amigos cornos. A cena foi perfeita pra mim. Eu vi com esses olhos, que um dia a terra irá de comer. Melhor, eu registrei esse momento e mostrar pra vocês como prova. Olhem as últimas fotos.
O mecânico entrou devagar no comecinho, depois foi aumentando nas bombadas. Fiquei de pau duro, olhando aquele o cacete do ‘amiguinho’, abrindo o cuzinho apertado da minha mulher.
A Luna gozou duas vezes seguidos. O corpo da minha esposa ficou tremendo todo.
Tenho certeza, de que a Luna vai rir, do que irei escrever agora:
Durante toda a foda... eu senti ciúme e inveja... porque, confesso, eu também tava louco de vontade de dar pro mecânico, de sentir aquele pau me arrombando. Mas tive medo de estragar o barato todo da Luna e segurei o desejo.
No final, o cara gozou gostoso dentro da camisinha, metendo fundo no cu da Luna, gemendo alto e apertando a bunda dela. Eles ficaram deitados na cama aos beijos, e eu de lado olhando tudo.
A Luna gozou pela terceira ou quarta vez, tremendo inteira.
Foi foda pra caralho. Agora a Luna vai escrever pra vocês, beleza?
Luna:
Oi, eu de novo, gente.
Nossa amiguinhos, que delícia foi ontem. Foder com um borracheiro num quartinho sujo, fedido, cheio de cheiros, de graxa, de óleo de motor, à suor, numa cama com lençol branco, manchado e fedorento. Eu amei cada segundo daquilo.
Eu sei, eu sei, vocês vão me dar sermão. Sei que corri muitos riscos de pegar uma doença sensualmente transmissível. Mas, o melhor de tudo, foi gosto forte do pau dele. Ali tinha suor, mijo, gosto de homem. Foda-se, chupei com vontade mesmo assim, enfiando tudo na boca, babando, sentindo ele o trambolho na minha língua.
O beijo dele era bem bruto, com gosto de cigarro, bafo de cerveja, que me deixou ainda mais excitada. Durante a transa ele, eu, o Théo, não parávamos de falar coisas ordinárias.
Ele me disse: “Sua putinha gostosa... buceta apertada pra caralho..., sua vadia casada...” Eu gozei ouvindo-o me xingar assim.
Amores, agora leiam esse trecho com muita atenção:
Trair o Théo na frente dele, e de outros homens, é uma das coisas que mais me excitam na vida. Ver a cara do meu esposo com tesão, me dá um poder enorme.
Aqui está uma confissão:
Eu adoro humilhar o Théo. Sinto um prazer doentio com isso. — Cada vez que transo com outro homem, a vontade de humilhar ele só aumenta de tamanho. Théo merece ser traído. Eu sou linda, gostosa, loira, corpão... não nasci pra dar só para ele. Quero mais, quero rola diferente, quero ser usada, quero me sentir uma vadia completa.
E uma outra coisinha:
Só não deixei o borracheiro gozar na minha boca, porque fiquei com um pouco de receio — não conhecia o cara direito, podia ter alguma doença. Mas outros já gozaram sim... e eu adorei.
Já fiz o Théo abrir a boca e passar o esperma quentinho de outro homem, fazendo-o engolir, enquanto eu ria da cara dele.
E uma outra informação, que nem o Théo sabia:
Ainda não virei garota de programa, porque acho perigoso, sempre tive essa vontade de transar e ser paga. E pretendo realizar isso em breve... me prostituir de verdade, cobrar pra dar pra outros homens, e levar o Théo junto comigo, pra assistir e limpar tudo depois.
Imagino também, Théo pagando para outros caras, pra me ver sendo comida por desconhecidos.
Enfim... foi isso de ontem. Espero que tenham gostado de acompanhar a nossa mais nova aventura.
Beijos, seus tarados ??
Théo:
Porra amor, agora pegou pesado, hein?
É galera, vocês viram, né? Ela disse; ‘que gosta de me humilhar’.
Tá bom, abraços galerinha.
(As fotos mais quentes, estão no penúltimo álbum.)





as fotos ficaram maravilhosas, vocês são corajosos ainda mais aqui no covil de cobras venenosas
GOZEI D+
Mona tú quer virar do JOB? Posso te dar umas diquinhas, manda msgs
🤤fiquei reparando no marido achando graça da esposa beijando o outro tio 😈 ele gosta di ser corno 😲
Mandei o número do meu Zap pra vocês. Vamos marcar algo?
essa vadia tah mais totosa d q nunca, tbm querro ela mano, da uma chance ae?
Caracas, vcs são danadinhos, outro dia postaram num Swing. Uma salva de palmas👏👏👏👏👏 pela coragem de postar as fotos 👄